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Instituição

Questões: Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC) — com gabarito

824 questões de Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC), de 2010 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 824 questões
  • 10 provas

Resultados: 207 questões

Página 5 de 11

  • Linguagens

    Português

    O escritor, dramaturgo e poeta Ariano Suassuna morreu em 2014, aos 87 anos. Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), esse autor traduziu em suas obras a tradição popular do Nordeste.


    Assinale a alternativa que apresenta um trecho da obra Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna.

    Escolha uma alternativa para a questão 09a1aa04-b1
  • Linguagens

    Português

    Governo e Fifa apresentam medidas de saúde para a Copa do Mundo

    SÃO PAULO – [...] O governo federal e a Fifa apresentaram, neste sábado, em São Paulo, medidas relativas à área da saúde visando à Copa do Mundo de 2014. Entre as novidades apresentadas, uma mochila contendo um desfibrilador, que deve prevenir a morte súbita cardíaca em jogos de futebol.
    Avaliado em 20 mil reais, esse equipamento foi distribuído para todos os países participantes da Copa de 2014. A expectativa da entidade é de que esse aparelho fique como um legado dessa competição. Todas as atividades ligadas à Copa, como jogos e treinos, terão a presença desses desfibriladores.
    Outra novidade é uma campanha de comunicação aos visitantes, por meio de folhetos, chamados de Saúde do Viajante, elaborados em português, espanhol, inglês e francês. Além disso, em maio, será lançado um aplicativo para celulares denominado Saúde na Copa 2014. Ele trará informações, tais como, as principais doenças da região, indicará o hospital mais próximo e dará outras dicas de saúde.
    Com relação ao risco à saúde dos atletas, por conta dos jogos sob sol forte, o diretor médico da Fifa afirmou que, nas sete partidas no horário de risco (13h), a equipe médica vai avaliar se é necessária a parada técnica [...].

    (http://tinyurl.com/estadao-governo-fifa Acesso em: 20.03.14. Adaptado)


    De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que, na Copa do Mundo de 2014,
    Escolha uma alternativa para a questão 5e7669d0-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Learning to Speak Brazinglish

    By VANESSA BARBARA

    Published: November 8, 2013


    Brazilians are trying hard to get ready to host the 2014 FIFA World Cup.

         Despite having a big territory rich with natural scenery, Brazil is not accustomed to many international visitors. The World Tourism Organization, which ranks tourist spending in different countries, puts it 39th on the list, behind much smaller countries like Lebanon, Croatia and Malaysia. Next year, the government expects tourism spending in Brazil to grow by 55 percent, thanks largely to the World Cup. But as that time draws near, the general feeling among my compatriots is one of disbelief (...). The prevailing feeling is captured by the expression “Imagina na Copa ...” — Imagine during the Cup — spoken every time we see a 112-mile-long traffic jam, an overcrowded airport or the rising prices of hotels and flights. If things are already bad, imagine what they’ll be like during the World Cup.

         Such pre-tournament pessimism is common. Last year the British were skeptical about the Olympics, which turned out to be O.K. (...)

        And yet Brazilians are doing what we can to welcome tourists. (...)


    (http://www.nytimes.com/2013/11/09/opinion/barbara-learning-to-speak brazinglish.html pagewanted=1&_r=0 Acesso em: 13.02.2014. Adaptado)


    O texto afirma que o Brasil

    Escolha uma alternativa para a questão 5e81f5cd-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    De acordo com a fala de Calvin no primeiro quadro da tirinha
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb1528d-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    No segundo quadro da tirinha, Hobbes
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb42001-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    No terceiro quadro da tirinha, Calvin afirma que não conseguirá a nota “A” que ele julga merecer pois
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb6d5e4-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    No último quadro da tirinha, os quinze minutos que Hobbes menciona dizem respeito ao tempo que Calvin
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb9c470-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Vocabulário | Vocabulary
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    A contração won’t presente na fala de Calvin (“I won’t get the ‘A’ I deserve!”) é composta pelos termos
    Escolha uma alternativa para a questão 5ebc9a94-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    É correto afirmar que, no terceiro parágrafo do texto, há a predominância da figura de linguagem denominada
    Escolha uma alternativa para a questão 5efb1518-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    De acordo com as informações presentes no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f033b14-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    Segundo Tostão, alguns atletas, para obter a vitória a todo custo num jogo de futebol, são capazes de
    Escolha uma alternativa para a questão 5f06d232-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    Leia o fragmento do texto: “[...] muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo [...]”.

    É correto afirmar que a palavra destacada estabelece entre as orações uma relação de
    Escolha uma alternativa para a questão 5f0af6b0-b2
  • Linguagens

    Português

    “A cidade está alegre, cheia de sol. Os dias da Bahia parecem dias de festa, pensa Pedro Bala, que se sente invadido também pela alegria. Assovia com força, bate risonhamente no ombro de Professor. E os dois riem, e logo a risada se transforma em gargalhada. No entanto, não têm mais que uns poucos níqueis no bolso, vão vestidos de farrapos, não sabem o que comerão. Mas estão cheios da beleza do dia e da liberdade de andar pelas ruas da cidade. E vão rindo sem ter do que, Pedro Bala com o braço passado no ombro de Professor. De onde estão podem ver o Mercado e o cais dos saveiros e mesmo o velho trapiche onde dormem.”

    (http://www.culturabrasil.org/zip/ Acesso em: 20.03.14. Adaptado)


    É correto afirmar que esse fragmento foi extraído do romance
    Escolha uma alternativa para a questão 5f0e0860-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto em que um termo foi retirado.


    Rio 2016 unveils innovative Olympic torch

    The innovative design, which is _________________ by the warmth of the Brazilian people, features moveable segments that expand vertically to reveal the colours of Brazil when the Olympic flame is passed from one torchbearer to another. The triangular shape of the torch, meanwhile, alludes to the three Olympic Values of excellence, friendship and respect, while the floating effect of its different segments represents the efforts of the athletes.

    <http://tinyurl.com/qee99wp>Acesso em: 28.07.2015. Adaptado.


    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2015, Aspectos linguísticos | Linguistic aspects


    A forma verbal que melhor completa o parágrafo de modo a tornar a sentença gramaticalmente correta é
    Escolha uma alternativa para a questão 913f463f-b1
  • Linguagens

    Português

    Um dos esportes em que o Brasil tem chances de medalhas é a natação. Antes das competições, as piscinas precisam de um cuidado especial. Segundo especialistas da área, um dos tratamentos mais eficientes e ecologicamente corretos é com o ozônio, O3, também conhecido como Oxigênio Ativo.

    O ozônio é um poderoso bactericida, algicida, fungicida e viricida, que destrói os micro-organismos presentes na água 3 120 vezes mais rápido que o cloro. Além disso, não irrita a pele, os olhos e as mucosas dos usuários.

    Aplicado na desinfecção da água, o ozônio faz o papel de agente microbiológico e oxidante, eliminando as cloraminas, produto que resulta da reação do cloro, usado no tratamento de água, com as impurezas presentes na água. As cloraminas são as grandes vilãs das piscinas, pois agravam problemas alérgicos e respiratórios, causam ardência nos olhos, ressecamento na pele e nos cabelos, descamação do esmalte das unhas, além de deixar cheiro desagradável na água e no corpo.

    Sem causar os desconfortos ocasionados pelas cloraminas, o uso de ozônio também reduz os casos de otite (inflamação dos ouvidos).

    <http://tinyurl.com/qjcw646>Acesso em: 21.08.2015. Adaptado.


    Sobre o texto e as substâncias nele mencionadas, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 91429cbe-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    Ainda conforme o primeiro parágrafo, a performance do carro desenvolvido pelo Google foi avaliada por Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee como
    Escolha uma alternativa para a questão 918365b4-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    De acordo com o primeiro parágrafo, em 2012, Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee
    Escolha uma alternativa para a questão 9187185c-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    A respeito das tarefas que as máquinas podem desempenhar, e de acordo com o que é mencionado diretamente no segundo parágrafo, pode-se afirmar corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 918a2aa8-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    O modal verb should em “People should develop skills that complement” (terceiro parágrafo) expressa a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 918cd9a3-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    O pronome relativo whose, em negrito no terceiro parágrafo, refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 919029bd-b1