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Instituição

Questões: Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC) — com gabarito

824 questões de Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC), de 2010 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 824 questões
  • 10 provas

Resultados: 207 questões

Página 6 de 11

  • Linguagens

    Inglês

    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    <http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido

    No último quadrinho, conclui-se que, ao dizer I’m not, o personagem
    Escolha uma alternativa para a questão a7223e49-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    <http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido

    No segundo quadrinho da tirinha, o personagem diz que
    Escolha uma alternativa para a questão a71c095b-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Leia a tirinha para responder à questão.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension

    <http://tinyurl.com/hbq57jx> Acesso em: 23.02.2016. Original colorido

    No primeiro quadrinho da tirinha, um dos personagens comunica a sua decisão de

    Escolha uma alternativa para a questão a71533d0-b1
  • Linguagens

    Português

    Viagem sem volta a Marte

         Duzentas mil pessoas se candidataram para participar do projeto Mars One para colonizar o Planeta Vermelho. Representantes de mais de 140 países inscreveram-se para a viagem sem volta, sendo que os Estados Unidos (EUA) lideram em número de candidatos, seguidos por Índia, China, Brasil e Grã-Bretanha.

         A equipe do Mars One garante que a tecnologia disponível já permite viajar para Marte e sobreviver lá. A água, por exemplo, será obtida aquecendo-se as partículas de gelo do subsolo e condensando o vapor resultante em reservatórios específicos. Quando o primeiro grupo chegar a Marte, o sistema de suporte à vida da missão já terá estocado 3 mil litros de água e 120 quilogramas de oxigênio.

         Embora a equipe demonstre constante otimismo, a missão obviamente contém riscos. Os principais, durante o voo de sete meses, são a exposição à radiação e à microgravidade, prejudiciais ao sistema músculo esquelético, e o ambiente hostil de Marte. A radiação, que engloba os raios cósmicos galácticos e solares, é considerada pela NASA (a agência espacial americana) um obstáculo fundamental às viagens espaciais por aumentar o risco de câncer.

         O Southwest Research Institute, dos EUA, calcula que só a viagem até o Planeta Vermelho responde pela absorção de 330 milisieverts de radiação no organismo, o equivalente a uma tomografia de corpo inteiro a cada cinco ou seis dias, durante um ano. Portanto, tanto as naves que levarão os astronautas quanto a base marciana exigirão blindagens bem mais resistentes do que as atuais.

         Uma pergunta crucial em um projeto de tal porte é o custo. As inscrições são pagas. Assistir ao documentário One Way Astronaut (Astronauta sem Volta), disponível no site, também tem um custo. A grande esperança do projeto para obter financiamento é um reality show de tv e internet. Nas palavras do engenheiro holandês Bas Lansdorp, um dos envolvidos à frente do Mars One, “Estamos falando sobre criar um grandioso espetáculo de mídia, muito maior do que os pousos na Lua ou as Olimpíadas.”

    <http://tinyurl.com/zp6l8lq> Acesso em: 27.02.2016. Adaptado.
    A expressão One Way, em One Way Astronaut (Astronauta sem Volta), desempenha a função de um
    Escolha uma alternativa para a questão a6936553-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    Assinale a alternativa que apresenta o uso da voz passiva.
    Escolha uma alternativa para a questão 34fc7fc4-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Technology isn’t working

    The digital revolution has yet to fulfil its promise of higher productivity and better jobs

          If there is a technological revolution in progress, rich economies could be forgiven for wishing it would go away. Workers in America, Europe and Japan have been through a difficult few decades. In the 1970s the blistering growth after the second world war vanished in both Europe and America. In the early 1990s Japan joined the slump, entering a prolonged period of economic stagnation. Brief spells of faster growth in intervening years quickly petered out. The rich world is still trying to shake off the effects of the 2008 financial crisis. And now the digital economy, far from pushing up wages across the board in response to higher productivity, is keeping them flat for the mass of workers while extravagantly rewarding the most talented ones.

          It seems difficult to square this unhappy experience with the extraordinary technological progress during that period, but the same thing has happened before. Most economic historians reckon there was very little improvement in living standards in Britain in the century after the first Industrial Revolution. And in the early 20th century, as Victorian inventions such as electric lighting came into their own, productivity growth was every bit as slow as it has been in recent decades.

    <http://tinyurl.com/lv6rj7b>Acesso em: 18.02.2015. Adaptado.

    Pelas informações do texto, um dos resultados da economia digital foi
    Escolha uma alternativa para a questão 34f28494-b2
  • Linguagens

    Português

    Karoshi é uma palavra japonesa que significa morte por excesso de trabalho. O Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão supervisionou 4 561 empresas em novembro de 2014 e descobriu que, em 2 300 delas, havia registros de horas extras ilegais. Desse total, 715 empresas tinham funcionários realizando individualmente mais de 100 horas extras por mês. Em 153 empresas, o número de horas extras realizado por alguns funcionários havia subido para 150 horas e, em 35, superou as 200 horas extras mensais por funcionário, trazendo, dessa forma, riscos à saúde e consequentemente à vida dos trabalhadores. Segundo dados oficiais, cerca de 200 japoneses morrem por ano por causa do excesso de horas de trabalho.  

    O aumento do número de casos de karoshi verificados no Japão se deve, principalmente, 

    Escolha uma alternativa para a questão 34a09b30-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o fragmento da obra “Senhora”, de José de Alencar.


    Quando Seixas achava-se ainda sob o império desta nova contrariedade, apareceu na sala a Aurélia Camargo, que chegara naquele instante. Sua entrada foi como sempre um deslumbramento; todos os olhos voltaram-se para ela; pela numerosa e brilhante sociedade ali reunida passou o frêmito das fortes sensações. Parecia que o baile se ajoelhava para recebê-la com o fervor da adoração. Seixas afastou-se. Essa mulher humilhava-o. Desde a noite de sua chegada que sofrera a desagradável impressão. Refugiava-se na indiferença, esforçava-se por combater com o desdém a funesta influência, mas não o conseguia. A presença de Aurélia, sua esplêndida beleza, era uma obsessão que o oprimia. Quando, como agora, a tirava da vista fugindo-lhe, não podia arrancá-la da lembrança, nem escapar à admiração que ela causava e que o perseguia nos elogios proferidos a cada passo em torno de si. No Cassino, Seixas tivera um reduto onde abrigar-se dessa cruel fascinação.

    <http://tinyurl.com/ou5m65d>Acesso em: 17.09.2015. Adaptado.


    É correto afirmar que essa obra pertence ao

    Escolha uma alternativa para a questão 91e9f184-b1
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa que apresenta o correto emprego da crase.
    Escolha uma alternativa para a questão 91e717e3-b1
  • Linguagens

    Português

    É boa a notícia para os fãs da natação, vôlei de praia, futebol, hipismo, ginástica rítmica e tiro com arco que buscam ingressos para os Jogos Olímpicos Rio 2016. Entradas para catorze sessões esportivas dessas modalidades, que tinham se esgotado na primeira fase de sorteio de ingressos, estão à venda.

    <http://tinyurl.com/qapfdjt>Acesso em: 12.09.2015. Adaptado.


    A oração subordinada destacada nesse fragmento é

    Escolha uma alternativa para a questão 91e437e3-b1
  • Linguagens

    Português

    James Cleveland “Jesse” Owens nasceu em 1913, em Oakville, Alabama, nos Estados Unidos. Esse atleta negro tornou-se mundialmente conhecido ao ganhar quatro medalhas de ouro na Olimpíada de Berlim em 1936, desmentindo o discurso nazista da supremacia ariana.

          Os nazistas aproveitaram tal evento esportivo para fazer propaganda do regime de Hitler. O forte incentivo aos atletas germânicos levou a Alemanha a ficar no topo do ranking de medalhas, com 33 ouros contra 24 dos Estados Unidos. Mas, apesar da vitória, o discurso nazista caiu por terra diante dos feitos de Owens, que liderou a equipe estadunidense no atletismo ao conquistar as medalhas de ouro nos 100 m, 200 m, revezamento 4 x 100 m e salto em distância.

          Reza a lenda que Hitler se recusou a entregar as medalhas para Owens, o que não é verdade, segundo a diretora cultural do Comitê Olímpico Brasileiro (COB). Ela explica que o ditador deixou de entregar apenas uma das quatro láureas ao atleta estadunidense. Nas demais, Hitler, inclusive, cumprimentou o atleta.

          Em sua biografia, Owens afirma que o que o deixava mais magoado não eram as atitudes de Hitler, mas o fato de o presidente dos Estados Unidos, Franklin Delano Roosevelt, não ter mandado nem um telegrama felicitando-o pelas conquistas na Olimpíada. De fato esse atleta não sofreu racismo somente na Alemanha. Em seu país ele também enfrentou problemas. Em um evento na Casa Branca, enquanto todos os seus companheiros entraram pela porta da frente, ele foi obrigado a entrar pelos fundos.

          Em 2012, o atleta americano foi imortalizado no Hall da Fama do Atletismo, criado, no mesmo ano, como parte das celebrações pelo centenário da Federação Internacional de Atletismo.

    <http://tinyurl.com/qgj7e4j>Acesso em: 15.09.2015. Adaptado.

    Quanto às informações presentes nesse texto, é correto afirmar que Jesse Owens sentia-se
    Escolha uma alternativa para a questão 91db5c16-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    O modal verb should em “People should develop skills that complement” (terceiro parágrafo) expressa a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 918cd9a3-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    A respeito das tarefas que as máquinas podem desempenhar, e de acordo com o que é mencionado diretamente no segundo parágrafo, pode-se afirmar corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 918a2aa8-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    De acordo com o primeiro parágrafo, em 2012, Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee
    Escolha uma alternativa para a questão 9187185c-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Learn ‘n’ go

    How quickly can people learn new skills?

    Jan 25th 2014 – from the print edition


          In 2012, Erik Brynjolfsson and Andrew McAfee took a ride in one of Google’s driverless cars. The car’s performance, they report, was flawless, boring and, above all, “weird”. Only a few years earlier, “We were sure that computers would not be able to drive cars.” Only humans, they thought, could make sense of the countless, shifting patterns of driving a car – with oncoming1 traffic, changing lights and wayward2 jaywalkers3 .

          Machines have mastered driving. And not just driving. In ways that are only now becoming apparent, the authors argue, machines can forecast home prices, design beer bottles, teach at universities, grade exams and do countless other things better and more cheaply than humans. (…)

          This will have one principal good consequence, and one bad. The good is bounty4 . Households will spend less on groceries, utilities and clothing; the deaf will be able to hear, the blind to see. The bad is spread5 . The gap is growing between the lucky few whose abilities and skills are enhanced6 by technology, and the far more numerous middle-skilled people competing for the remaining7 jobs that machines cannot do, such as folding towels and waiting at tables. (…) People should develop skills that complement, rather than compete with computers, such as idea generation and complex communication. (…)

    <http://tinyurl.com/m2zmazg>Acesso em: 27.07.2015. Adaptado.

    Glossário

    1oncoming: iminente; próximo.

    2wayward: desobediente; instável.

    3jaywalker: pedestre imprudente.

    4bounty: recompensa.

    5spread: propagação; extensão.

    6enhanced: aprimorado(a).

    7remaining: remanescente.

    Ainda conforme o primeiro parágrafo, a performance do carro desenvolvido pelo Google foi avaliada por Erik Brynjolfsson e Andrew McAfee como
    Escolha uma alternativa para a questão 918365b4-b1
  • Linguagens

    Português

    Um dos esportes em que o Brasil tem chances de medalhas é a natação. Antes das competições, as piscinas precisam de um cuidado especial. Segundo especialistas da área, um dos tratamentos mais eficientes e ecologicamente corretos é com o ozônio, O3, também conhecido como Oxigênio Ativo.

    O ozônio é um poderoso bactericida, algicida, fungicida e viricida, que destrói os micro-organismos presentes na água 3 120 vezes mais rápido que o cloro. Além disso, não irrita a pele, os olhos e as mucosas dos usuários.

    Aplicado na desinfecção da água, o ozônio faz o papel de agente microbiológico e oxidante, eliminando as cloraminas, produto que resulta da reação do cloro, usado no tratamento de água, com as impurezas presentes na água. As cloraminas são as grandes vilãs das piscinas, pois agravam problemas alérgicos e respiratórios, causam ardência nos olhos, ressecamento na pele e nos cabelos, descamação do esmalte das unhas, além de deixar cheiro desagradável na água e no corpo.

    Sem causar os desconfortos ocasionados pelas cloraminas, o uso de ozônio também reduz os casos de otite (inflamação dos ouvidos).

    <http://tinyurl.com/qjcw646>Acesso em: 21.08.2015. Adaptado.


    Sobre o texto e as substâncias nele mencionadas, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 91429cbe-b1
  • Linguagens

    Português

    “A cidade está alegre, cheia de sol. Os dias da Bahia parecem dias de festa, pensa Pedro Bala, que se sente invadido também pela alegria. Assovia com força, bate risonhamente no ombro de Professor. E os dois riem, e logo a risada se transforma em gargalhada. No entanto, não têm mais que uns poucos níqueis no bolso, vão vestidos de farrapos, não sabem o que comerão. Mas estão cheios da beleza do dia e da liberdade de andar pelas ruas da cidade. E vão rindo sem ter do que, Pedro Bala com o braço passado no ombro de Professor. De onde estão podem ver o Mercado e o cais dos saveiros e mesmo o velho trapiche onde dormem.”

    (http://www.culturabrasil.org/zip/ Acesso em: 20.03.14. Adaptado)


    É correto afirmar que esse fragmento foi extraído do romance
    Escolha uma alternativa para a questão 5f0e0860-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    Segundo Tostão, alguns atletas, para obter a vitória a todo custo num jogo de futebol, são capazes de
    Escolha uma alternativa para a questão 5f06d232-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    É correto afirmar que, no terceiro parágrafo do texto, há a predominância da figura de linguagem denominada
    Escolha uma alternativa para a questão 5efb1518-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Vocabulário | Vocabulary
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    A contração won’t presente na fala de Calvin (“I won’t get the ‘A’ I deserve!”) é composta pelos termos
    Escolha uma alternativa para a questão 5ebc9a94-b2