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Instituição

Questões: Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC - RS) — com gabarito

1.109 questões de Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUC - RS), de 2010 a 2023. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.109 questões
  • 10 provas

Resultados: 412 questões

Página 11 de 21

  • Linguagens

    Inglês

                              Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    INSTRUCTION: Answer question based on statements I to III.


    I. NASA is looking for ideas for instruments to research Europa.


    II. Researchers found that Europa’s ocean is habitable.


    III. A system of plate tectonics on Europa’s icy crust has been suggested.


    The correct statement(s) is/are

    Escolha uma alternativa para a questão cf78be47-36
  • Linguagens

    Inglês

                              Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the text,
    Escolha uma alternativa para a questão cf7dbea9-36
  • Linguagens

    Inglês

                              Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2014, Formação de palavras (prefixos e sufixos) | Word formation (prefix and suffix)

    The “-ly” in “life-friendly” (line 28) performs the same grammar role as in
    Escolha uma alternativa para a questão cf8943d5-36
  • Linguagens

    Inglês

                              Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    A frase “But without high-resolution images from more areas, researchers cannot tell whether subduction might also be happening in other locations” (linhas 25 a 27) poderia ser assim compreendida:
    Escolha uma alternativa para a questão cf8ef691-36
  • Linguagens

    Inglês

                             Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2014, Infinitivo e gerúndio | Infinitive and gerund

    The alternative which contains three words that play the same grammar role in the text is:
    Escolha uma alternativa para a questão cf98f7d4-36
  • Linguagens

    Inglês

                             Imagem da questão de Inglês, PUC - RS 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    The best defi nition of the word “stature”, as it is used in line 24, is:
    Escolha uma alternativa para a questão cf9f00b1-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto


                   Entre o espaço público e o privado


    01         Excluídos da sociedade, os moradores de rua

    02  ressignificam o único espaço que lhes foi permitido

    03   ocupar, o espaço público, transformando-o em

    04  seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos

    05  ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no

    06  asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas

    07 como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem

    08  os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São

    09  Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,

    10  passando por situações constrangedoras, pedindo

    11  esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das

    12  pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem

    13  sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que

    14 está nas casas, na separação das coisas por cômodos

    15  e quartos que servem para proteger a intimidade do

    16  indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um

    17 lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica

    18  de funcionamento, que vai além das possibilidades.

    19                  A relação que o homem estabelece com o

    20  espaço que ocupa é uma das mais importantes para

    21  sua sobrevivência. As mudanças de comportamento

    22  social foram sempre precedidas de mudanças físicas

    23  de local. Por mais que a rua não seja um local para

    24  viver, já que se trata de um ambiente público, de

    25 passagem e não de permanência, ela acaba sendo,

    26 senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores

    27  já apontam que a habitação é um ponto base e

    28  adquire uma importância para harmonizar a vida.

    29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto

    30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas

    31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis

    32  e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,

    33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa

    34  existência à vista de outras pessoas”.

    35         O modo como essas pessoas constituem o único

    36  espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram

    37  transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada

    38  um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos

    39  inseridos: o público e o privado.


    RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono. 

    (fragmento adaptado) In: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/

    ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.

    Acesso em 21/8/2014.

    Pela leitura do texto, é possível concluir que
    Escolha uma alternativa para a questão 6777a12c-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto


                   Entre o espaço público e o privado


    01         Excluídos da sociedade, os moradores de rua

    02  ressignificam o único espaço que lhes foi permitido

    03   ocupar, o espaço público, transformando-o em

    04  seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos

    05  ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no

    06  asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas

    07 como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem

    08  os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São

    09  Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,

    10  passando por situações constrangedoras, pedindo

    11  esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das

    12  pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem

    13  sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que

    14 está nas casas, na separação das coisas por cômodos

    15  e quartos que servem para proteger a intimidade do

    16  indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um

    17 lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica

    18  de funcionamento, que vai além das possibilidades.

    19                  A relação que o homem estabelece com o

    20  espaço que ocupa é uma das mais importantes para

    21  sua sobrevivência. As mudanças de comportamento

    22  social foram sempre precedidas de mudanças físicas

    23  de local. Por mais que a rua não seja um local para

    24  viver, já que se trata de um ambiente público, de

    25 passagem e não de permanência, ela acaba sendo,

    26 senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores

    27  já apontam que a habitação é um ponto base e

    28  adquire uma importância para harmonizar a vida.

    29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto

    30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas

    31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis

    32  e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,

    33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa

    34  existência à vista de outras pessoas”.

    35         O modo como essas pessoas constituem o único

    36  espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram

    37  transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada

    38  um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos

    39  inseridos: o público e o privado.


    RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono. 

    (fragmento adaptado) In: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/

    ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.

    Acesso em 21/8/2014.

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, analise as afirmações a seguir sobre a organização das ideias no texto, preenchendo os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso).

    ( ) A sequência descritiva do primeiro parágrafo confere concretude às ideias apresentadas.

    ( ) Há uma relação de oposição entre as duas últimas frases do primeiro parágrafo.

    ( ) O segundo parágrafo discorre sobre as causas da situação, apresentando argumentos baseados em dados históricos.

    ( ) A última frase do texto reforça o ponto de vista do autor e propõe uma solução para o problema discutido.

    A sequência correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
    Escolha uma alternativa para a questão 677d0d2b-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto


                   Entre o espaço público e o privado


    01         Excluídos da sociedade, os moradores de rua

    02  ressignificam o único espaço que lhes foi permitido

    03   ocupar, o espaço público, transformando-o em

    04  seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos

    05  ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no

    06  asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas

    07 como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem

    08  os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São

    09  Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,

    10  passando por situações constrangedoras, pedindo

    11  esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das

    12  pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem

    13  sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que

    14 está nas casas, na separação das coisas por cômodos

    15  e quartos que servem para proteger a intimidade do

    16  indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um

    17 lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica

    18  de funcionamento, que vai além das possibilidades.

    19                  A relação que o homem estabelece com o

    20  espaço que ocupa é uma das mais importantes para

    21  sua sobrevivência. As mudanças de comportamento

    22  social foram sempre precedidas de mudanças físicas

    23  de local. Por mais que a rua não seja um local para

    24  viver, já que se trata de um ambiente público, de

    25 passagem e não de permanência, ela acaba sendo,

    26 senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores

    27  já apontam que a habitação é um ponto base e

    28  adquire uma importância para harmonizar a vida.

    29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto

    30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas

    31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis

    32  e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,

    33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa

    34  existência à vista de outras pessoas”.

    35         O modo como essas pessoas constituem o único

    36  espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram

    37  transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada

    38  um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos

    39  inseridos: o público e o privado.


    RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono. 

    (fragmento adaptado) In: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/

    ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.

    Acesso em 21/8/2014.

    Quanto ao emprego dos verbos no texto, NÃO é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 678201ea-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto


                   Entre o espaço público e o privado


    01         Excluídos da sociedade, os moradores de rua

    02  ressignificam o único espaço que lhes foi permitido

    03   ocupar, o espaço público, transformando-o em

    04  seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos

    05  ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no

    06  asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas

    07 como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem

    08  os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São

    09  Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,

    10  passando por situações constrangedoras, pedindo

    11  esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das

    12  pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem

    13  sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que

    14 está nas casas, na separação das coisas por cômodos

    15  e quartos que servem para proteger a intimidade do

    16  indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um

    17 lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica

    18  de funcionamento, que vai além das possibilidades.

    19                  A relação que o homem estabelece com o

    20  espaço que ocupa é uma das mais importantes para

    21  sua sobrevivência. As mudanças de comportamento

    22  social foram sempre precedidas de mudanças físicas

    23  de local. Por mais que a rua não seja um local para

    24  viver, já que se trata de um ambiente público, de

    25 passagem e não de permanência, ela acaba sendo,

    26 senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores

    27  já apontam que a habitação é um ponto base e

    28  adquire uma importância para harmonizar a vida.

    29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto

    30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas

    31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis

    32  e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,

    33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa

    34  existência à vista de outras pessoas”.

    35         O modo como essas pessoas constituem o único

    36  espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram

    37  transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada

    38  um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos

    39  inseridos: o público e o privado.


    RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono. 

    (fragmento adaptado) In: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/

    ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.

    Acesso em 21/8/2014.

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, analise as possibilidades de reescrita do trecho das linhas 04 a 08.

    I. Espalhados pelos ambientes coletivos da cidade, os moradores de rua vivem assim: fazem comida no asfalto, arrumam suas camas, limpam as calçadas, tal como dentro de uma casa.

    I. Ao se espalharem pelos ambientes coletivos da cidade, como se estivessem dentro de uma casa os moradores de rua vivem assim: a fazerem comida no asfalto, arrumando suas camas e limpam as calçadas.

    III. Os moradores de rua vivem assim: espalham-se pelos ambientes coletivos da cidade como dentro de uma casa, fazem comida no asfalto, arrumando suas camas e limpando as calçadas.

    A(s) possibilidade(s) de reescrita que mantém/mantêm o sentido e a correção do texto é/são apenas

    Escolha uma alternativa para a questão 67875000-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto


                   Entre o espaço público e o privado


    01         Excluídos da sociedade, os moradores de rua

    02  ressignificam o único espaço que lhes foi permitido

    03   ocupar, o espaço público, transformando-o em

    04  seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos

    05  ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no

    06  asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas

    07 como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem

    08  os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São

    09  Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,

    10  passando por situações constrangedoras, pedindo

    11  esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das

    12  pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem

    13  sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que

    14 está nas casas, na separação das coisas por cômodos

    15  e quartos que servem para proteger a intimidade do

    16  indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um

    17 lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica

    18  de funcionamento, que vai além das possibilidades.

    19                  A relação que o homem estabelece com o

    20  espaço que ocupa é uma das mais importantes para

    21  sua sobrevivência. As mudanças de comportamento

    22  social foram sempre precedidas de mudanças físicas

    23  de local. Por mais que a rua não seja um local para

    24  viver, já que se trata de um ambiente público, de

    25 passagem e não de permanência, ela acaba sendo,

    26 senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores

    27  já apontam que a habitação é um ponto base e

    28  adquire uma importância para harmonizar a vida.

    29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto

    30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas

    31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis

    32  e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,

    33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa

    34  existência à vista de outras pessoas”.

    35         O modo como essas pessoas constituem o único

    36  espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram

    37  transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada

    38  um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos

    39  inseridos: o público e o privado.


    RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono. 

    (fragmento adaptado) In: http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/

    ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.

    Acesso em 21/8/2014.

    Levando em conta o sentido original e a correção do texto, o trecho _________ pode ser substituído por _________.
    Escolha uma alternativa para a questão 678e6dd8-36
  • Linguagens

    Português

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base no texto.

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2014, Conjunções: Relação de causa e consequência

    Disponível em: http://www.jornaldaregiaosudeste.com.br/noticias/intensifi cada-campanha--dar-esmolas-nao-ajuda.

    Acesso em 29/8/2014.

    De acordo com a ideia veiculada pela campanha, o nexo que estabeleceria a correta relação entre as orações do cartaz mostrado pelo morador de rua, desconsiderando-se as modifi cações de pontuação, é
    Escolha uma alternativa para a questão 67a3f222-36
  • Linguagens

    Português

                                       texto 1

              Entre o espaço público e o privado

    01       Excluídos da sociedade, os moradores de rua

    02  ressignificam o único espaço que lhes foi permitido

    03  ocupar, o espaço público, transformando-o em

    04  seu “lugar”, um espaço privado. Espalhados pelos

    05  ambientes coletivos da cidade, fazendo comida no

    06  asfalto, arrumando suas camas, limpando as calçadas

    07  como se estivessem dentro de uma casa: assim vivem

    08  os moradores de rua. Ao andar pelas ruas de São

    09  Paulo, vemos essas pessoas dormindo nas calçadas,

    10  passando por situações constrangedoras, pedindo

    11  esmolas para sobreviver. Essa é a realidade das

    12  pessoas que fazem da rua sua casa e nela constroem

    13  sua intimidade. Assim, a ideia de individualização que

    14  está nas casas, na separação das coisas por cômodos

    15  e quartos que servem para proteger a intimidade do

    16  indivíduo, ganha outro sentido. O viver nas ruas, um

    17  lugar aparentemente inabitável, tem sua própria lógica

    18  de funcionamento, que vai além das possibilidades.

    19                   A relação que o homem estabelece com o

    20  espaço que ocupa é uma das mais importantes para

    21  sua sobrevivência. As mudanças de comportamento

    22  social foram sempre precedidas de mudanças físicas

    23  de local. Por mais que a rua não seja um local para

    24  viver, já que se trata de um ambiente público, de

    25  passagem e não de permanência, ela acaba sendo,

    26  senão única, a mais viável opção. Alguns pensadores

    27  já apontam que a habitação é um ponto base e

    28  adquire uma importância para harmonizar a vida.

    29 O pensador Norberto Elias comenta que “o quarto

    30 de dormir tornou-se uma das áreas mais privadas

    31 e íntimas da vida humana. Suas paredes visíveis

    32 e invisíveis vedam os aspectos mais ‘privados’,

    33 ‘íntimos’, irrepreensivelmente ‘animais’ da nossa

    34 existência à vista de outras pessoas”.

    35    O modo como essas pessoas constituem o único

    36 espaço que lhes foi permitido indica que conseguiram

    37 transformá-lo em “seu lugar”, que aproximaram, cada

    38 um à sua maneira, dois mundos nos quais estamos

    39 inseridos: o público e o privado.

    RODRIGUES, Robson. Moradores de uma terra sem dono. (fragmento adaptado)In:http://sociologiacienciaevida.uol.com.br/

    ESSO/edicoes/32/artigo194186-4.asp.

    Acesso em 21/8/2014.


                                       TEXTO 2

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2014, Interpretação de Textos

    Disponível em: http://www.jornaldaregiaosudeste.com.br/noticias/intensifi cada-campanha--dar-esmolas-nao-ajuda.

    Acesso em 29/8/2014.

    INSTRUÇÃO: Responder à questão com base nos textos 1 e 2.

    Pela leitura dos textos, é possível chegar à seguinte conclusão:

    Escolha uma alternativa para a questão 67a91083-36
  • Linguagens

    Português

                              Imagem da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos



    A charge – texto 2 – aborda a questão do uso do carro nas grandes cidades. A relação entre os recursos verbais e não verbais nesse texto revela que
    Escolha uma alternativa para a questão 568b57e3-36
  • Linguagens

    Português

                              Imagem da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos



    INSTRUÇÃO: Para responder à questão , considere as afirmativas sobre o conteúdo e a composição dos textos 1 e 2.


    I. A tendência social delineada nas pequenas narrativas que compõem o texto 1 é referida, de forma sintética, por uma passagem do texto 2.


    II. O texto 2 se constrói a partir do diálogo entre as personagens; já no texto 1, o discurso das pessoas mencionadas não aparece.


    III. O texto 2 se apresenta como uma contraposição ao ponto de vista dos moradores de Curitiba mencionados no texto 1.


    Está/Estão correta(s) a(s) afirmativa(s)

    Escolha uma alternativa para a questão 5690056b-36
  • Linguagens

    Português

                              Imagem da questão de Português, PUC - RS 2015, Morfologia - Verbos



    Sobre o valor e o emprego dos verbos nos textos 1 e 2, a afirmativa INCORRETA é:
    Escolha uma alternativa para a questão 5694eae2-36
  • Linguagens

    Português

                          Imagem da questão de Português, PUC - RS 2015, Conjunções: Relação de causa e consequência

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, analise a frase “Mas a sabedoria fundamental – no sentido mais substantivo desse adjetivo – da filosofia grega é incontornável” (linhas 21 a 23) e preencha os parênteses com V (verdadeiro) ou F (falso), considerando o contexto.


    ( ) O “mas” redireciona o desenvolvimento argumentativo, estabelecendo uma oposição entre o que se modificou e o que não pode ser modificado.


    ( ) O trecho entre travessões apresenta um comentário de natureza metalinguística e poderia ser deslocado para o fim da frase, com os devidos ajustes na pontuação, sem alteração no sentido do texto.


    ( ) A palavra “substantivo” está empregada, no contexto, com o sentido de “essencial”, “inerente”.


    ( ) O adjetivo “incontornável” enfatiza a ideia de que nem tudo o que diz respeito à moral é flexível.


    O correto preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é

    Escolha uma alternativa para a questão 569fcc49-36
  • Linguagens

    Português

                          Imagem da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos

    A relação entre o exemplo e o recurso argumentativo empregado no texto está correta em:
    Escolha uma alternativa para a questão 56a6ba2a-36
  • Linguagens

    Português

                          Imagem da questão de Português, PUC - RS 2015, Interpretação de Textos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, analise as possibilidades de reescrita da última frase do texto 3 (linhas 29 a 32).

    I. Assim, somos cada um de nós agentes morais e, sendo inviável que alguém censure a opinião de um agente moral, todas as decisões éticas que tomamos em primeira pessoa, são inalienáveis.

    II. Nessa linha de pensamento, todo indivíduo é um agente moral, e as decisões éticas são sempre tomadas em primeira pessoa, não se admitindo a apropriação indevida da voz de um agente moral.

    III. De acordo com essa concepção, cada um de nós é um agente moral cuja voz não deve ser tolhida, porque todas as decisões éticas são particulares e intransferíveis, não podendo pois ser alienadas. 

    A(s) proposta(s) que mantém / mantêm o sentido e a correção da frase original é/são


    Escolha uma alternativa para a questão 56abc5f0-36