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Questões: Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP) — com gabarito
937 questões de Universidade Estadual de Campinas (UNICAMP), de 2010 a 2025. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
- 937 questões
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- Todas as bancas em 2016
- Todas as bancas em 2015
- Todas as bancas em 2014
- Todas as bancas em 2013
- Todas as bancas em 2011
- Todas as bancas em 2010
- Ciências HumanasEm nosso planeta em rápida urbanização, a vida cotidiana da crescente população de urbanoides é cada vez mais sustentada por sistemas vastos e incrivelmente complexos de infraestrutura e tecnologia. Ainda que muitas vezes passem despercebidos – pelo menos quando funcionam –, esses sistemas permitem que a vida urbana moderna exista. Seus encanamentos, dutos, servidores, fios e túneis sustentam os fluxos, as conexões e os metabolismos que são intrínsecos às cidades contemporâneas.(Adaptado de Stephen Graham, Cidades sitiadas. O novo urbanismo militar. São Paulo: Editora Boitempo, 2016, p. 345.)Depreende-se do texto que
- Ciências Humanas
Geografia
- Agricultura brasileira
- Prova de 2021
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 4C12B86E-8F
Brasil – Produção Agrícola Municipal – 2016
(Atlas Escolar do IBGE. Disponível em https://mapas.ibge.gov.br/escolares/ensi no-medio/brasil.html.) Acessado em 17/09/2020.)Os mapas anteriores apresentam três culturas temporárias de extrema importância para os mercados interno e externo. Com base na sua espacialização, podemos afirmar que os mapas 1, 2, e 3 representam, respectivamente, as culturas de
- Ciências Humanas
Geografia
- Geografia Física
- Prova de 2021
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 4C172A73-8F
A região denominada Golfo Pérsico abrange, além do próprio golfo, os países que se situam inteira ou parcialmente no seu litoral, a saber: Kuwait, Bahrein, Qatar, Emirados Árabes Unidos e Omã. A Arábia Saudita também é considerada parte da região, pois, embora a maior parte de seu território seja continentalizada e as principais cidades se situem no interior ou próximas ao Mar Vermelho, ela tem mais de 600 quilômetros de litoral voltado para o Golfo, com algumas cidades costeiras (AdDammam, Al-Jubail) e complexas ligações viárias com Qatar, Bahrein e Kuwait.(L. A. B. Venturi, Água no Oriente Médio: o fluxo da paz. São Paulo: Editora Sarandi, 2015, p. 93.)Litoral é uma faixa de terra emersa, banhada pelo mar, que pode apresentar diferentes configurações. Para os países mencionados no texto, a presença do litoral em formato de Golfo é fundamental para o escoamento por via marítima do petróleo, a principal commodity do Oriente Médio.Assinale a alternativa que define corretamente “Golfo”. - Ciências Humanas
Geografia
- Clima
- Prova de 2021
- UNICAMP
- Dificuldade: Difícil
- Com imagem
- Código da questão: 4C1A3869-8F
A região Nordeste brasileira é marcada por contrastes climáticos: áreas úmidas e áreas com longos períodos de estiagem. O mapa a seguir mostra a variação da umidade por meses em relação à distribuição das chuvas.
(Adaptado de Mapa de Clima do Brasil. Coordenação De Recursos Naturais e Estudos Ambientais – CREN. Diretoria de Geociências – DGC, IBGE. Rio de Janeiro, 2006.)Sobre as características climáticas e a distribuição das chuvas na região Nordeste, é correto afirmar:
- Ciências Humanas
Geografia
- Cartografia
- Prova de 2021
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 4C1D2AC5-8F
Os mapas temáticos são elaborados com a utilização de técnicas que objetivam a melhor visualização e comunicação, distinguindo-se essencialmente dos topográficos, que representam fenômenos de qualquer natureza, geograficamente distribuídos sobre a superfície terrestre. O nível de organização dos dados, qualitativos, ordenados ou quantitativos, de um mapa está diretamente relacionado ao método de mapeamento e à utilização de variáveis visuais adequadas à sua representação.(Rosely Sampaio Archela e Hervé Théry, Orientação metodológica para construção e leitura de mapas temáticos. Revista Confins. n.3. 2008, p. 1-36.)


(Disponível em https://covid.saude.gov.br/) (Acessado em 08/07/2020)Os mapas temáticos anteriores mostram o cenário brasileiro da pandemia em 7 de julho de 2020. O mapa 1 apresenta o número de casos confirmados de Covid19 por ente federativo e o mapa 2, a taxa de incidência da Covid19 por Estado brasileiro. No que se refere à análise dos dados representados nos mapas, é correto afirmar:
- Como a maior parte dos franceses, Hamza Esmili, professor de sociologia em uma Universidade parisiense, tem doravante muito tempo para olhar por sua janela. Habitando em Seine-Saint-Denis, periferia de Paris, ele observa a atividade da rua abaixo: o movimento de pessoas é grande e não se respeitam as medidas de confinamento geral impostas pelo governo para combater a pandemia da Covid19. “Há menos gente que habitualmente, mas a rua permanece muito movimentada”, constata Esmili. “O confinamento é um conceito burguês, explica o sociólogo. Ele implica possuir uma casa burguesa na qual se retirar. Isso não corresponde de forma alguma à realidade daqui.”(Adaptado de https://www.courrierinternational.com/article/vu-dallemagne-les-banlieue s-francaises-grandes-oubliees-du-confinement. Acessado em 02/04/2020.)Sobre a “casa burguesa” referida no texto, podemos concluir que
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 208F73C4-AE
A imagem a seguir foi publicada no Instagram da professora de português, Laura Boesing.
(Disponível em https://www.instagram.com/p/CdzDGaFLBFh/. Acesso em 20/07/2022.)Qual a função dos elementos não-verbais na imagem?
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 209528FB-AE
Os escritores indígenas Yaguarê Yamã, Elias Yaguakãg, Eliomar Leite, Uziel Guaynê, Moises Costa e Timoteo Hakii publicaram, com apoio da Lei Aldir Blanc, pela editora Filos (SP), o livro Marãduwa Tupanawara – Contos Sagrados, em português brasileiro e em nheengatu, língua geral indígena amazônica. Para Yaguarê Yamã, “[o] livro veio para salvar a alma amazonense, que é indígena”.(Adaptado de NOGUEIRA, W. Escritores indígenas lançam livro de contos de origem e assombração. Disponível em https://www.amazonamazonia. com.br/2022/05/28/. Acesso em 30/06/2022.)Assinale a alternativa que transpõe corretamente a fala de Yaguarê Yamã para o discurso indireto.
- Linguagens
Português
Leia o depoimento da professora e ativista indígena Célia Xakriabá.“E o mundo, por exemplo, olha para a Amazônia por satélite. O mundo olha pra essa Amazônia com um olhar de satélite, por cima, e só consegue enxergar o verde e a beleza dos rios. Mas a vida dessas pessoas aqui embaixo, que não consegue ser olhada, tem sido impactada, e ninguém cuida das pessoas. As pessoas querem proteger as árvores, o rio, mas não cuidam das pessoas que protegem as árvores e os rios. A gente precisa inverter os olhares, porque a vida dessas pessoas é mais importante, porque são elas que mantêm a floresta em pé. São elas que conseguem proteger o rio a partir desse modo de vida, de respeito com a natureza, o meio ambiente, a fauna, a flora, tudo que nos cerca. Porque a gente compreende, também, que somos parte, que nós somos ela, que a gente está conectado em todos os sentidos.”(Disponível em https://www.instagram.com/reel/Ce3ZthyFw1a/. Acesso em 20/07/2022.)Em seu depoimento, a indígena destaca a existência de uma relação de
- Linguagens
Português
- Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 20995071-AE
Árvore ameaçada de extinção é sagrada para o povo xokleng; iniciativa calcula já ter produzido 50 mil mudas.Reflorestar a Terra Indígena Laklãnõ Xokleng com sua árvore sagrada, a araucária, é o objetivo de um projeto criado no oeste de Santa Catarina. O trabalho, segundo os indígenas que participam da iniciativa, já resultou em 50 mil mudas.A população de xoklengs em Santa Catarina está estimada em 2.200 pessoas. A área, reivindicada para demarcação, é a base para o julgamento no STF (Supremo Tribunal Federal) sobre a tese do marco temporal – critério segundo o qual indígenas só poderiam requerer terras já ocupadas por eles antes da promulgação da Constituição de 1988.“A araucária representa nossa vida, o ar que a gente respira, a árvore sagrada que nossos ancestrais deixaram para nós há mais de 2.000 anos”, diz Isabel Gakran, que ocupa o cargo de kujá, uma jovem xamã. Ela e o marido, Carl Gakran, são os idealizadores do Instituto Zág (araucária, na língua xokleng).(Adaptado de LUC, M. Projeto de indígenas planta araucárias em Santa Catarina. Folha de São Paulo, 16/07/2022.)No gênero notícia, predomina a função referencial da linguagem. No texto, o que evidencia essa predominância é a
- Linguagens
Português
- Sintaxe
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 209B587C-AE
Reshpī é o adorno usado no nariz, feito de aruá e com linha de tucum, e que atravessa o septo. Na cultura Marubo, ela é usada por homens, mulheres e crianças e tem um significado espiritual, pois é por meio dela que após a nossa morte seremos guiados para o encontro com nossos ancestrais que estão à nossa espera.Reshpī é um adereço milenar e tradicional, simboliza nossa essência e é parte do nosso ser enquanto povo marubo, ____________ não é produzido para venda nem pode ser usado como apropriação cultural.(Adaptado do story Reshpī de Kena Marubo. Disponível em https://www.instagram.com/kena_marubo/. Acessado em 02/08/2022.)Tendo em vista as informações sobre o Reshpī, a lacuna no segundo parágrafo deve ser preenchida com
- Linguagens
Português
“A mãe do Brasil é indígena, ainda que o país tenha mais orgulho de seu pai europeu que o trata como um filho bastardo. Sua raiz vem daqui, do povo ancestral que veste uma história, que escreve na pele sua cultura, suas preces e suas lutas. Nunca vou entender o nacionalismo estrangeiro que muitas pessoas têm. Nós somos um país rico, diverso e guerreiro, mas um país que mata o seu povo originário e aqueles que construíram uma nação, que ainda marginaliza povos que já foram escravizados e seguem tentando se recuperar dos danos.”(Myrian Krexu @myrianveloso, médica Guarani Mbyá (17/05/2020). Disponível em https://www.instagram.com/p/CdTRkvYuOXM/. Acesso em 03/05/2022.)
Assinale a alternativa que mantém o mesmo sentido do primeiro enunciado do texto, reproduzido a seguir.“A mãe do Brasil é indígena, ainda que o país tenha mais orgulho de seu pai europeu que o trata como um filho bastardo."
- Linguagens
Português
- Figuras de Linguagem
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 209FAE8C-AE
“A mãe do Brasil é indígena, ainda que o país tenha mais orgulho de seu pai europeu que o trata como um filho bastardo. Sua raiz vem daqui, do povo ancestral que veste uma história, que escreve na pele sua cultura, suas preces e suas lutas. Nunca vou entender o nacionalismo estrangeiro que muitas pessoas têm. Nós somos um país rico, diverso e guerreiro, mas um país que mata o seu povo originário e aqueles que construíram uma nação, que ainda marginaliza povos que já foram escravizados e seguem tentando se recuperar dos danos.”(Myrian Krexu @myrianveloso, médica Guarani Mbyá (17/05/2020). Disponível em https://www.instagram.com/p/CdTRkvYuOXM/. Acesso em 03/05/2022.)
Em “Nunca vou entender o nacionalismo estrangeiro que muitas pessoas têm”, a autora recorre à figura de linguagem
- Linguagens
Português
Pranto Geral dos Indígenas do JavariWilmar D’AngelisOuço o lamento marubodas mortes anunciadas.(...)Não faz tempo, pareciaserem fatos isolados;no dizer de autoridades:“infeliz fatalidade”.Mas já não existem meiosde esconder a realidade,ou negar os interessespor trás dessas crueldades.(...)Ouço vozes embargadaspelo choro dos matsés;os prantos intermináveisdos korubus consternados,e o mais profundo lamentonas línguas desconhecidasde povos abandonados.Nos unimos aos seus prantosque nos vêm do Javari.Também a floresta choraseus filhos mortos ali.Ela já os adotarae chora ao vê-los partir.(Adaptado de: https://kamuri.org.br/kamuri/pranto-geral-dos-indigenas-do-javari/. Acesso em 22/07/2022.)As palavras que resumem os principais temas do poema são
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 20A3E669-AE
A professora Débora Diniz e o artista plástico Ramon Navarro criaram um álbum de memórias para homenagear mulheres mortas pela pandemia de Covid-19. Nesse álbum, é apresentada uma imagem de cada mulher homenageada seguida de um texto a seu respeito, como o exemplo a seguir.
Ela se foi no dia seguinte a ele. Sobre ele, a notícia disse ser uma “liderança indígena”. Sobre ela, nem mesmo o nome do povo. Morreu aos 86 anos, em Dourados, Mato Grosso do Sul.Arte não se explica. Na ousadia de palavrear o que se vê, uma tentativa de oferecer mais palavras ao luto: “Há orgulho na pose, no apertar de olhos de quem quer olhar longe. Os raios saem dela, o sol lhe presta homenagem. Uma combinação de terra e tempos se encontra nos pássaros e no mar. Parece o tempo do início, mas o manto cobre a nudez de quem encontrou a regra do conquistador. A folhagem nasce da mão, não é enfeite. É raiz.”(Debora Diniz e Ramon Navarro, no perfil @reliquia.rum.)O trecho em discurso direto é
- Linguagens
Português
- Figuras de Linguagem
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 20A60436-AE
A professora Débora Diniz e o artista plástico Ramon Navarro criaram um álbum de memórias para homenagear mulheres mortas pela pandemia de Covid-19. Nesse álbum, é apresentada uma imagem de cada mulher homenageada seguida de um texto a seu respeito, como o exemplo a seguir.
Ela se foi no dia seguinte a ele. Sobre ele, a notícia disse ser uma “liderança indígena”. Sobre ela, nem mesmo o nome do povo. Morreu aos 86 anos, em Dourados, Mato Grosso do Sul.Arte não se explica. Na ousadia de palavrear o que se vê, uma tentativa de oferecer mais palavras ao luto: “Há orgulho na pose, no apertar de olhos de quem quer olhar longe. Os raios saem dela, o sol lhe presta homenagem. Uma combinação de terra e tempos se encontra nos pássaros e no mar. Parece o tempo do início, mas o manto cobre a nudez de quem encontrou a regra do conquistador. A folhagem nasce da mão, não é enfeite. É raiz.”(Debora Diniz e Ramon Navarro, no perfil @reliquia.rum.)
No trecho “o sol lhe presta uma homenagem” (linha 8), a autora faz uso da figura de linguagem
- Linguagens
Português
- Gêneros Textuais
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 20A82D06-AE
O indigenista Bruno Pereira e o jornalista inglês Dom Phillips foram assassinados numa emboscada na região do Vale do Javari, em Atalaia do Norte, no Estado do Amazonas, em 5 de junho de 2022. Ambos investigavam atividades ilegais e predatórias na região e empenharam suas vidas na defesa dos povos indígenas.A crônica de Bessa Freire (texto I) e a tira de Laerte (texto II) fazem uma homenagem a Bruno Pereira e Dom Phillips.TEXTO ICercado por árvores no meio da floresta, Bruno Pereira entoa um canto em katukina, língua dos Kanamari:– Wahanararai wahanararai, marinawah kinadik marinawah kinadik; tabarinih hidya hidyanih, hidja hidjanih.As palavras falam literalmente sobre o modo como a arara alimenta seus filhotes e é um hino em defesa da floresta e dos povos originários. A risada gostosa de Bruno exibe seu jeito de mostrar que a vida pode ser maravilhosa, mas foi interrompida tão cedo, provocando o sentimento ambíguo de desespero e esperança.(Adaptado de BESSA FREIRE, J. R. Dom e Bruno: Amazônia, sua linda! Disponível em https://www.taquiprati.com.br/cronica/1645-dom-e-bruno-amazonia-sua-linda. Acesso em 20/06/2022.)TEXTO II
(Tweet de @LaerteCoutinho1. Disponível em https://mobile.twitter.com/Laerte Coutinho1/status/1538487867600687105. Acesso em 24/06/2022.)Considerando a cena relatada nos textos I e II e os diferentes gêneros de texto, é correto afirmar que
- Linguagens
Português
O post a seguir, publicado em rede social, faz referência ao texto jornalístico “Alter à venda”, publicado no site Amazônia Real.Grande parte do que foi queimado no incêndio criminoso em Alter do Chão, que tomou proporções internacionais em 2019, está sendo loteada desde então. Os jornalistas visitaram vários lotes à venda, consultaram corretores ao longo de novembro de 2021 e constataram que tudo ocorre de forma escancarada em redes sociais. Além disso, há cartazes espalhados pela PA-457, estrada que liga Santarém à turística vila conhecida como o “Caribe Amazônico”.Essa história revela a existência de uma rede de grilagem de terras públicas que avança em ritmo acelerado sobre a mesma área incendiada que foi palco da criminalização de brigadistas que lutavam para preservar Alter do Chão.(Adaptado de https://www.facebook.com/amazoniareal. Publicada em 15/08/2022. Acesso em 16/08/2022.)Alguns elementos do post indicam que o texto jornalístico referido é
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 20AC776C-AE
TEXTO I
TEXTO II
Você já imaginou uma Bancada do Cocar? Como seria o Brasil depois dela?
Desde o século XVI, os povos indígenas vêm sendo aldeados pela política. Acreditamos que a política com mais representatividade e diversidade indígena é fundamental para criarmos uma sociedade mais coletiva, confiante, justa e resiliente às mudanças climáticas. Vamos aldear a política!Aldear a política significa eleger representantes dos povos indígenas em todos os estados, em defesa da forma de viver e da natureza em que habitamos.
(Adaptado de Mídia Guarani Mbya. Disponível em https://www.facebook.com/ midiaguaranimbya/photos/pcb.550687360075915/550687173409267/. Acesso em 12/08/2022.)
No texto I, a expressão “aldear a política” é referida por meio de uma
- Linguagens
Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2023
- UNICAMP
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 20AEB14A-AE
TEXTO I
TEXTO II
Você já imaginou uma Bancada do Cocar? Como seria o Brasil depois dela?
Desde o século XVI, os povos indígenas vêm sendo aldeados pela política. Acreditamos que a política com mais representatividade e diversidade indígena é fundamental para criarmos uma sociedade mais coletiva, confiante, justa e resiliente às mudanças climáticas. Vamos aldear a política!Aldear a política significa eleger representantes dos povos indígenas em todos os estados, em defesa da forma de viver e da natureza em que habitamos.
(Adaptado de Mídia Guarani Mbya. Disponível em https://www.facebook.com/ midiaguaranimbya/photos/pcb.550687360075915/550687173409267/. Acesso em 12/08/2022.)
Compare as afirmações a seguir:“Desde o século XVI, os povos indígenas vêm sendo aldeados pela política.“Aldear a política significa eleger representantes dos povos indígenas.”A proposta de formar uma Bancada do Cocar e aldear a política, na segunda afirmação, está marcada pela