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Instituição

Questões: Fundação Getulio Vargas (FGV) — com gabarito

1.077 questões de Fundação Getulio Vargas (FGV), de 2012 a 2020. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 1.077 questões
  • 8 provas

Resultados: 424 questões

Página 2 de 22

  • Linguagens

    Português

    Na crise, viramos fantoches na rede

           Quando um fato de grande repercussão social ocorre, o primeiro impacto é o congestionamento. Todos buscam se comunicar, gerando sobrecarga nas linhas de celular, tornando o acesso à internet móvel lento ou inexistente.

         Logo a seguir vem a onda de incerteza e desinformação. No anseio da busca por notícias rápidas, começam a circular na rede vários dados falsos ou imprecisos, que são replicados massivamente. Estudos mostram que as informações falsas circulam três vezes mais que as corretas, publicadas depois. O dano é enorme.

           A recomendação nesses casos é contraintuitiva: não replicar qualquer informação sem checá-la antes. Evitar o desejo de "participar" do acontecimento retuitando ou compartilhando informações vindas de fontes não confiáveis, por maior que seja o número de pessoas fazendo o mesmo. Nesses momentos de grande comoção e agitação, extremistas com agendas políticas deletérias aproveitam para fazer circular suas mensagens. Esse é um dos principais efeitos desejados pelo terrorismo contemporâneo: criar uma situação de grande agitação na internet e pegar carona nela para disseminar sua mensagem.

          Situações como essas transformam as pessoas em veículos. Viramos agentes de disseminação ampla de mensagens pré-fabricadas, produzidas intencionalmente por algumas poucas fontes que sabem exatamente o que estão fazendo.

          O objetivo não é o debate, mas mera ocupação de espaço. São teses e antíteses incapazes de produzir qualquer síntese. Não passam de narrativas pré-concebidas com o objetivo de ocupar espaço.

    Ronaldo Lemos, Folha de S. Paulo, 28/03/2016. Adaptado. 

    Considerados no contexto, os termos sublinhados nos trechos “com agendas políticas deletérias” e “mera ocupação de espaço” podem ser substituídos, sem prejuízo do sentido, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 29de618f-1c
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, FGV 2016, Interpretação de Textos

    Segundo o texto, na visão do Banco Mundial, as “tecnologias digitais”
    Escolha uma alternativa para a questão d80a3870-b0
  • Linguagens

    Português

    Examine esta tirinha:

    Imagem da questão de Português, FGV 2016, Interpretação de Textos

    O efeito de humor que se obtém na tirinha decorre, principalmente,

    Escolha uma alternativa para a questão d804234d-b0
  • Linguagens

    Português

    Examine esta tirinha:

    Imagem da questão de Português, FGV 2016, Interpretação de Textos
    O Estado de S.Paulo , 13/04/2016.

    O efeito de humor que se obtém na tirinha decorre, principalmente,
    Escolha uma alternativa para a questão 83ba4f9c-a7
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from Foreign Affairs, July/August 2014.

    With respect to the “elderly, middle-class woman” mentioned in paragraph 3, which of the following is most supported by the information in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão 4e9de396-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2015, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Adapted from The New Yorker, July 29, 2013. 

    In paragraph 2, the article most likely includes the phrase “last year…e-book sales rose just fortyfour per cent” in order to
    Escolha uma alternativa para a questão 4e6fe026-fd
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o seguinte texto, em que a autora, colunista de gastronomia, recorda cenas de sua infância: 


    Uma tia-avó 


        Fico abismada de ver de quanta coisa não me lembro. Aliás, não me lembro de nada.
        Por exemplo, as férias em que eu ia para uma cidade do interior de Minas, acho que nem cidade era, era uma rua, e passava por Belo Horizonte, onde tinha uma tia-avó. 
        Não poderia repetir o rosto dela, sei que muito magra, vestido até o chão, fantasma em cinzentos, levemente muda, deslizando por corredores de portas muito altas. 
        O clima da casa era de passado embrulhado em papel de seda amarfanhado, e posto no canto para que não se atrevesse a voltar à tona. Nem um riso, um barulho de copos tinindo. Quem estava ali sabia que quanto menos se mexesse menor o perigo de sofrer. Afinal o mundo era um vale de lágrimas. 
        A casa dava para a rua, não tinha jardim, a não ser que você se aventurasse a subir uma escada de cimento, lateral, que te levava aos jardins suspensos da Babilônia. 
        Nem precisava ser sensível para sentir a secura, a geometria esturricada dos canteiros sob o céu de anil de Minas. Nada, nem uma flor, só coisas que espetavam e buxinhos com formatos rígidos e duras palmas e os urubus rodando alto, em cima, esperando… O quê? Segredos enterrados, medo, sentia eu destrambelhando escada abaixo. 
        Na sala, uma cristaleira antiga com um cacho enorme de uvas enroladas em papel brilhante azul. 
        Para mim, pareciam uvas de chocolate, recheadas de bebida, mas não tinha coragem de pedir, estavam lá ano após ano, intocadas. A avó, baixinho, permitia, “Quer, pode pegar”, com voz neutra, mas eu declinava, doida de desejo. 
        Das comidas comuns da casa, não me lembro de uma couvinha que fosse, não me lembro de empregadas, cozinheiras, sala de jantar, nada. 
        Enfim, Belo Horizonte para mim era uma terra triste, de mulheres desesperadas e mudas enterradas no tempo, chocolates sedutores e proibidos. Só valia como passagem para a roça brilhante de sol que me esperava. 

    Nina Horta, Folha de S. Paulo, 17/07/2013. Adaptado.
    Dentre as reminiscências da autora, há algumas que têm um caráter negativo ou desagradável, e outras, um caráter positivo ou agradável. Essa oposição distingue o que está descrito nos dois trechos citados em:
    Escolha uma alternativa para a questão 4e2abbdc-fd
  • Linguagens

    Português

    Não obstante as diferenças estéticas e cronológicas existentes entre Capitães da Areia (1937), São Bernardo (1934) e A rosa do povo (1945), determinadas características desses livros — tais como a ênfase na opressão, no medo, na crueldade etc. — indicam que eles compartilham, como contexto histórico nacional,
    Escolha uma alternativa para a questão 60ea3136-1b
  • Linguagens

    Português

                     À margem de Memórias de um sargento de milícias

          É difícil associar à impressão deixada por essa obra divertida e leve a ideia de um destino trágico. Foi, entretanto, o que coube a Manuel Antônio de Almeida, nascido em 1831 e morto em 1861. A simples justaposição dessas duas datas é bastante reveladora: mais alguns dados, os poucos de que dispomos, apenas servem para carregar nas cores, para tornar a atmosfera do quadro mais deprimente. Que é que cabe num prazo tão curto?

          Uma vida toda em movimento, uma série tumultuosa de lutas, malogros e reerguimentos, as reações de uma vontade forte contra os golpes da fatalidade, os heroicos esforços de ascensão de um self-made man esmagado pelas circunstâncias. Ignoramos quase totalmente seus começos de menino pobre, mas talvez seja possível reconstruí-los em parte pelas cenas tão vivas em que apresenta o garoto Leonardo lançado de chofre nas ruas pitorescas da indolente cidadezinha que era o Rio daquela época. Basta enumerar todas as profissões que o escritor exerceu em seguida para adivinhar o ambiente. Estudante na Escola de Belas-Artes e na Faculdade de Medicina, jornalista e tradutor, membro fundador da Sociedade das Belas-Artes, administrador da Tipografia Nacional, diretor da Academia Imperial da Ópera Nacional, Manuel Antônio provavelmente não se teria candidatado ainda a uma cadeira da Assembleia Provincial se suas ocupações sucessivas lhe garantissem uma renda proporcional ao brilho de seus títulos. Achava-se justamente a caminho da “sua” circunscrição, quando, depois de tantos naufrágios no sentido figurado, pereceu num naufrágio concreto, deixando saudades a um reduzido círculo de amigos, um medíocre libreto de ópera e algumas traduções, do francês, de romances de cordel, aos pesquisadores de curiosidade, e as Memórias de um sargento de milícias ao seu país.

                                         Paulo Rónai, Encontros com o Brasil. Rio de Janeiro:

                                                                                       Edições de Janeiro, 2014. 

    No primeiro parágrafo, o conectivo “entretanto” introduz uma oração que contém, em relação à associação feita no período anterior, ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 60c418f7-1b
  • Linguagens

    Português

                       
              O velho Lima

          O velho Lima, que era empregado – empregado antigo – numa das nossas repartições públicas, e morava no Engenho de Dentro, caiu de cama, seriamente enfermo, no dia 14 de novembro de 1889, isto é, na véspera da Proclamação da República dos Estados Unidos do Brasil.
          O doente não considerou a moléstia coisa de cuidado, e tanto assim foi que não quis médico. Entretanto, o velho Lima esteve de molho oito dias.
          O nosso homem tinha o hábito de não ler jornais e, como em casa nada lhe dissessem (porque nada sabiam), ele ignorava completamente que o Império se transformara em República.
          No dia 23, restabelecido e pronto para outra, comprou um bilhete, segundo o seu costume, e tomou lugar no trem, ao lado do comendador Vidal, que o recebeu com estas palavras:
          – Bom dia, cidadão.
          O velho Lima estranhou o cidadão, mas de si para si pensou que o comendador dissera aquilo como poderia ter dito ilustre, e não deu maior importância ao cumprimento, limitando-se a responder:
          – Bom dia, comendador.
          – Qual comendador! Chama-me Vidal! Já não há mais comendadores!
          – Ora essa! Então por quê?
          – A República deu cabo de todas as comendas! Acabaram-se!
          O velho Lima encarou o comendador e calou-se, receoso de não ter compreendido a pilhéria.
          Ao entrar na sua seção, o velho Lima sentou-se e viu que tinham tirado da parede uma velha litografia representando D. Pedro de Alcântara. Como na ocasião passasse um contínuo, perguntou-lhe:
          – Por que tiraram da parede o retrato de Sua Majestade?
          O contínuo respondeu num tom lentamente desdenhoso:
          – Ora, cidadão, que fazia ali a figura do Pedro Banana?
          – Pedro Banana! – repetiu raivoso o velho Lima.
          – Não dou três anos para que isso seja República!

                                                      (Arthur Azevedo. Seleção de contos, 2014)

    Observe os trechos do texto:

    •  ... no dia 14 de novembro de 1889, isto é, na véspera da Proclamação da República dos Estados Unidos do Brasil. (1° parágrafo);

    •  – Ora, cidadão, que fazia ali a figura do Pedro Banana? (15° parágrafo)

    Usam-se as vírgulas nos dois trechos para separar, respectivamente:

    Escolha uma alternativa para a questão 76be6bdd-ad
  • Linguagens

    Português

                       
              O velho Lima

          O velho Lima, que era empregado – empregado antigo – numa das nossas repartições públicas, e morava no Engenho de Dentro, caiu de cama, seriamente enfermo, no dia 14 de novembro de 1889, isto é, na véspera da Proclamação da República dos Estados Unidos do Brasil.
          O doente não considerou a moléstia coisa de cuidado, e tanto assim foi que não quis médico. Entretanto, o velho Lima esteve de molho oito dias.
          O nosso homem tinha o hábito de não ler jornais e, como em casa nada lhe dissessem (porque nada sabiam), ele ignorava completamente que o Império se transformara em República.
          No dia 23, restabelecido e pronto para outra, comprou um bilhete, segundo o seu costume, e tomou lugar no trem, ao lado do comendador Vidal, que o recebeu com estas palavras:
          – Bom dia, cidadão.
          O velho Lima estranhou o cidadão, mas de si para si pensou que o comendador dissera aquilo como poderia ter dito ilustre, e não deu maior importância ao cumprimento, limitando-se a responder:
          – Bom dia, comendador.
          – Qual comendador! Chama-me Vidal! Já não há mais comendadores!
          – Ora essa! Então por quê?
          – A República deu cabo de todas as comendas! Acabaram-se!
          O velho Lima encarou o comendador e calou-se, receoso de não ter compreendido a pilhéria.
          Ao entrar na sua seção, o velho Lima sentou-se e viu que tinham tirado da parede uma velha litografia representando D. Pedro de Alcântara. Como na ocasião passasse um contínuo, perguntou-lhe:
          – Por que tiraram da parede o retrato de Sua Majestade?
          O contínuo respondeu num tom lentamente desdenhoso:
          – Ora, cidadão, que fazia ali a figura do Pedro Banana?
          – Pedro Banana! – repetiu raivoso o velho Lima.
          – Não dou três anos para que isso seja República!

                                                      (Arthur Azevedo. Seleção de contos, 2014)

    Nas passagens “– A República deu cabo de todas as comendas!” (10°parágrafo), “O velho Lima encarou o comendador...” (11° parágrafo) e “O contínuo respondeu num tom lentamente desdenhoso...” (14° parágrafo), as expressões em destaque significam, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 76b688ff-ad
  • Linguagens

    Inglês

    LIBERALS AND ISLAMISTS

    By Shadi Hamid 

    Imagem da questão de Inglês, FGV 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Adapted from Time, August 12, 2013. 

    In paragraph 2, “That” in the sentence “That is an old story” most likely refers to
    Escolha uma alternativa para a questão 13e52941-de
  • Linguagens

    Português

    Texto para a questão


    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Figuras de Linguagem

    Evanildo Bechara, Na ponta da língua. Adaptado. 

    Sobre os verbos “boiar” e “nadar”, empregados metaforicamente no texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 13b3092c-de
  • Linguagens

    Português

    Considerando-se a grafia e a acentuação das palavras, assinale a alternativa na qual o enunciado, extraído e adaptado do editorial Trânsito parado (Folha de S.Paulo, 21.08.2014), está em conformidade com a norma-padrão da língua portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão 5b7ff8bb-3c
  • Linguagens

    Português

       Leia o texto para responder às questões de números 122 a 125.

        Nuvens contêm uma quantidade impressionante de água. Mesmo as pequenas podem reter um volume de 750 km³ de água e, se calcularmos meio grama de água por metro cúbico, essas minúsculas gotas flutuantes podem formar verdadeiros lagos voadores.

       Imagine a situação de um agricultor que observa, planando sobre os campos ressecados, nuvens contendo água mais que suficiente para salvar sua lavoura e deixar um bom saldo, mas que, em vez disso, produzem apenas algumas gotas antes de desaparecer no horizonte. É essa situação desesperadora que leva o mundo todo a gastar milhões de dólares todos os anos tentando controlar a chuva.

        Nos Estados Unidos, a tendência de extrair mais umidade do ar vem aumentando em mais um ano de secas severas. Em boa parte das planícies centrais e do sudoeste do país, os níveis de chuva, desde 2010, têm diminuído entre um e dois terços, com impacto direto nos preços do milho, trigo e soja. A Califórnia, fonte de boa parte das frutas e legumes que abastecem o país, ainda deve recuperar-se de uma seca que deixou seus reservatórios com metade da capacidade e áreas sem gelo perigosamente reduzidas. Em fevereiro, o Serviço Nacional do Clima divulgou que o estado tem uma chance em mil de se recuperar logo. Produtores de amêndoas estão preocupados com suas plantações por falta de umidade, e até a água potável está ameaçada.

    (Scientific American Brasil, julho de 2014. Adaptado)

    No texto, são exemplos de palavras formadas por derivação prefixal e por derivação sufixal, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b3f04cf-3c
  • Linguagens

    Português

    Leia os quadrinhos.

    Imagem da questão de Português, FGV 2014, Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo

    Nos quadrinhos, a sequência macroeconomia-microeconomia-nanoeconomia é empregada para

    Escolha uma alternativa para a questão 5b348e7e-3c
  • Linguagens

    Inglês

    Argentina defaults – Eighth time unlucky

    Cristina Fernández argues that her country's latest default is different. She is missing the point.

    Aug 2nd 2014

         ARGENTINA'S first bond, issued in 1824, was supposed to have had a lifespan of 46 years. Less than four years later, the government defaulted. Resolving the ensuing stand-off with creditors took 29 years. Since then seven more defaults have followed, the most recent this week, when Argentina failed to make a payment on bonds issued as partial compensation to victims of the previous default, in 2001.

         Most investors think they can see a pattern in all this, but Argentina’s president, Cristina Fernández de Kirchner, insists the latest default is not like the others. Her government, she points out, had transferred the full $539m it owed to the banks that administer the bonds. It is America’s courts (the bonds were issued under American law) that blocked the payment, at the behest of the tiny minority of owners of bonds from 2001 who did not accept the restructuring Argentina offered them in 2005 and again in 2010. These “hold-outs”, balking at the 65% haircut the restructuring entailed, not only persuaded a judge that they should be paid in full but also got him to freeze payments on the restructured bonds until Argentina coughs up.

        Argentina claims that paying the hold-outs was impossible. It is not just that they are “vultures" as Argentine officials often put it, who bought the bonds for cents on the dollar after the previous default and are now holding those who accepted the restructuring (accounting for 93% of the debt) to ransom. The main problem is that a clause in the restructured bonds prohibits Argentina from offering the hold-outs better terms without paying everyone else the same. Since it cannot afford to do that, it says it had no choice but to default.

         Yet it is not certain that the clause requiring equal treatment of all bondholders would have applied, given that Argentina would not have been paying the hold-outs voluntarily, but on the courts' orders. Moreover, some owners of the restructured bonds had agreed to waive their rights; had Argentina made a concerted effort to persuade the remainder to do the same, it might have succeeded. Lawyers and bankers have suggested various ways around the clause in question, which expires at the end of the year. But Argentina's government was slow to consider these options or negotiate with the hold-outs, hiding instead behind indignant nationalism.

         Ms Fernández is right that the consequences of America's court rulings have been perverse, unleashing a big financial dispute in an attempt to solve a relatively small one. But hers is not the first government to be hit with an awkward verdict. Instead of railing against it, she should have tried to minimise the harm it did. Defaulting has helped no one: none of the bondholders will now be paid, Argentina looks like a pariah again, and its economy will remain starved of loans and investment.

         Happily, much of the damage can still be undone. It is not too late to strike a deal with the hold-outs or back an ostensibly private effort to buy out their claims. A quick fix would make it easier for Argentina to borrow again internationally. That, in turn, would speed development of big oil and gas deposits, the income from which could help ease its money troubles.

       More important, it would help to change perceptions of Argentina as a financial rogue state. Over the past year or so Ms Fernández seems to have been trying to rehabilitate Argentina's image and resuscitate its faltering economy. She settled financial disputes with government creditors and with Repsol, a Spanish oil firm whose Argentine assets she had expropriated in 2012. This week's events have overshadowed all that. For its own sake, and everyone else's, Argentina should hold its nose and do a deal with the hold-outs.

    (http://www.economist.com/news/leaders/21610263. Adapted)


    According to the sixth paragraph,
    Escolha uma alternativa para a questão 5a768bed-3c
  • Linguagens

    Inglês

                                              FIGHTING FAT IN THE DESERT 

                                                      By Rod Nordland 


    1 Qatari officials have been racking their brains to find a way to address their country's epidemic of obesity. They have built sports facilities, parks, and a splendid hillside road in the capital, with a seaside promenade and parkour stations; hosted fun runs with hefty cash prizes; set up free body mass index and blood pressure monitoring stations. Anything money can buy to draw their citizens — said to be first-richest in the world and sixth-fattest — out of a sedentary lifestyle, they seem to have bought.

    2 The only thing is, even Qatar's great wealth has not been able to do anything about the weather, and in a country where highs top 40 degrees Celsius (104 Fahrenheit) for a large part of the year, getting anyone to go out and walk, let alone do outdoor sports, is a lost cause. About the only pedestrians in the summer, when temperatures are even higher, are expatriates. 

    3 Now the sports health authorities have introduced a new program that aims to reach Qataris where they live, or at least where they shop — the climate-controlled shopping mall. Four of the emirate's major malls are participating in the program, called “Step Into Health: Walk More, Walk the Mall," posting maps and walking routes, along with information about how many calories could be burned in the process. The malls are also opening their halls two hours before and after shopping hours, for those who want their exercise free of consumerism.

    4 “Mall walking is the perfect workout, alongside controlled temperatures; it provides a clean and safe environment to exercise," a promotional brochure for “Step Into Health" reads. The mall walk program is part of a broader effort to encourage Qataris “to walk 10,000 steps and more a day in a noncompetitive, recreational and social way." The organizers hasten to reassure people that mall walking need not be strenuous. “Unlike most community exercise programs, Step Into Health is not about working up a sweat," they say. The walking routes and speeds they have outlined are not likely to do that. 

    5 Obesity is a touchy subject in the emirate. Data from the International Association for the Study of Obesity shows that Qatar has the highest obesity rates in the Middle East. About 34 percent of Qatar's men and 45 percent of its women are obese, defined as a body mass index of more than 30. 

    6 Those figures, however, only begin to tell the tale. They are based on the emirate's total population of about 1.9 million, but most of those are migrant workers. Qatari citizens number only about 250,000. Since most of the migrant workers are construction and other manual laborers, obesity rates among citizens are likely to be far higher than overall figures suggest. 

    7 The first mall walk two weeks ago was pronounced a big success by the government-controlled news media, with some 1,000 people showing up to take part — encouraged by handouts of pedometers (free to anyone who registers for Step Into Health), and free raffles of iPhones, laptops and other Qatari-size baubles. 

    8 After that initial outpouring of interest, however, there was relatively little follow-up — a common phenomenon, as every gym manager knows. Soon after, the participating malls were nearly as empty in those shopping-free hours as ever. 

                                                            Adapted from The International Herald Tribune, Tuesday, July 9, 2013 
    The article's first sentence, “Qatari officials have been racking their brains to find a way to address their country's epidemic of obesity," most likely refers to which of the following?
    Escolha uma alternativa para a questão c09f433d-fe
  • Linguagens

    Inglês

                                                 FLORIDA HURRICANES

    1 Before Hurricane Sandy tore through New York and New Jersey, it stopped in Florida. Huge waves covered beaches, swept over Fort Lauderdale's concrete sea wall and spilled onto A1A, Florida's coastal highway. A month later another series of violent storms hit south Florida, severely eroding Fort Lauderdale's beaches and a section of A1A. Workers are building a new sea wall, mending the highway and adding a couple of pedestrian bridges. Beach erosion forced Fort Lauderdale to buy sand from an inland mine in central Florida; the mine's soft, white sand stands out against the darker, grittier native variety.

    2 Hurricanes and storms are nothing new for Florida. But as the oceans warm, hurricanes are growing more intense. To make matters worse, this is happening against a backdrop of sharply rising sea levels, turning what has been a seasonal annoyance into an existential threat.

    3 For around 2,000 years sea levels remained relatively constant. Between 1880 and 2011, however, they rose by an average of 0.07 inches (1.8mm) a year, and between 1993 and 2011 the average was between 0.11 and 0.13 inches a year. In 2007 the Intergovernmental Panel on Climate Change (IPCC) forecast that seas could rise by as much as 23 inches by 2100, though since then many scientists have called that forecast conservative. Seas are also expected to warm up, which may make hurricanes and tropical storms more intense.

    4 Even as seas have risen over the past century, Americans have rushed to build homes near the beach. Storms that lash the modern American coastline cause more economic damage than their predecessors because there is more to destroy. The Great Miami Hurricane of 1926, a Category 4 storm, caused $1 billion-worth of damage in current dollars. Were it to strike today the insured losses would be $125 billion, reckons Air Worldwide, a catastrophe-modelling firm. In 1992 Hurricane Andrew, a Category 5 storm, caused $23 billion in damage; today it would be twice that

    5 Most Floridians live in coastal counties. Buildings cluster on low ground; more people than in any other state live on land less than four feet (1.2 metres) above the high-tide line. Florida's limestone bedrock makes it easy for salt water from surging seas to contaminate its freshwater aquifers. And it relies heavily on canals for flood control, which a sea-level rise of just six inches would devastate.


                                                                                                  Adapted from The Economist, June 15th , 2013

    Which of the following statements is an irony suggested in the article?
    Escolha uma alternativa para a questão bcfdf6db-fe
  • Linguagens

    Português

    Argumento (Paulinho da Viola) 

    Tá legal 
    Eu aceito o argumento 
    Mas não me altere o samba tanto assim 
    Olha que a rapaziada está sentindo a falta 
    De um cavaco, de um pandeiro 
    Ou de um tamborim. 

    Sem preconceito 
    Ou mania de passado 
    Sem querer ficar do lado 
    De quem não quer navegar 
    Faça como um velho marinheiro 
    Que durante o nevoeiro 
    Leva o barco devagar. 




    No verso “Mas não me altere o samba tanto assim", o pronome “me" não exerce função sintática alguma. Segundo a gramática da língua portuguesa, trata-se de um recurso expressivo de que se serve a pessoa que fala para mostrar que está vivamente interessada no cumprimento da exortação feita. Constitui uso mais comum na linguagem coloquial.

    Nas citações abaixo, todas extraídas de Memórias póstumas de Brás Cubas, de Machado de Assis, esse recurso ocorre em:
    Escolha uma alternativa para a questão ad0466de-fe