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Instituição

Questões: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul - MG) — com gabarito

216 questões de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sul de Minas Gerais (IF Sul - MG), de 2016 a 2018. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 216 questões
  • 3 provas

Resultados: 65 questões

Página 3 de 4

  • Linguagens

    Português

    As questão se refere ao texto II

    Texto II

    Leia o trecho da entrevista ao Le Diplomatique, concedida pelo rapper brasileiro Emicida, quando questionado sobre o seu papel como artista: 

    EMICIDA - Talvez minha cruz seja a liberdade. Tenho um bagulho selvagem. Livre e selvagem, e não estou contando com a compreensão dos outros. No momento que precisávamos romper com a tradição, rompemos, sem medo de ser feliz ou triste.
    [...]
    Não chamo a liberdade de cruz por ser ruim, mas a atmosfera do nosso país faz com que a liberdade seja uma parada amaldiçoada quando um preto é livre. Quando você é preto, precisa cumprir com alguns requisitos básicos para ser interpretado como ser humano. As pessoas têm um estereótipo, e se você quebra isso, elas se julgam no direito de colocar o dedo na sua cara.
    [...]
    A vida inteira estamos cantando sobre ascensão, quebrar as barreiras e mostrar como a vitória também pode ser possível. Corta para 2017. Um bando de cabaço do MBL (Movimento Brasil Livre) pega uma foto minha em um evento de gala e coloca: “usa um terno de R$ 15 mil e isso é uma grande contradição no discurso dele”. No imaginário dessas e de várias pessoas que corroboram com essa palhaçada, o lugar do preto está definido. Eles nunca se incomodam ao ver um preto na calçada, jogado no lixo, andando pelado, louco na rua ou amontoado em cadeia. Mas quando vê um preto ganhando troféu de “Homem do ano”, com um terno foda, nesse momento consigo ler claramente que a liberdade ofende. Quando damos um passo rumo ao SP Fashion Week, com pretos em toda cadeia de produção, da costureira da Vila Brasilândia a modelo que desfilou, move toda estrutura, e no momento que colocamos esses pretos vivos na capa de todos os jornais do Brasil, as pessoas falam que estamos cobrando caro nas roupas da Laboratório Fantasma… É gente que não faz a menor ideia do que é a nossa história, do que nós falamos, da cadeia que movemos. Na cabeça delas, nosso destino é ser miserável. Não temos o direito de cobrar o que achamos que nosso trabalho vale. Mas aí eu me apego à minha liberdade. Eu quero é que se foda.
    Disponível em: https://diplomatique.org.br/me-preocupa-o-fato-de-a-poesia-precisar-ser-obvia-pra-caralho-emicida/
    De acordo com a entrevista, são exemplos da quebra de paradigma que envolve o negro na sociedade brasileira, EXCETO:
    Escolha uma alternativa para a questão 7c57587b-b3
  • Linguagens

    Português

    A questão se refere ao livro Clara dos Anjos, de Lima Barreto:

    Leia o trecho abaixo, retirado do romance Clara dos Anjos, de Lima Barreto:


    “Cassi Jones de Azevedo era filho legítimo de Manuel Borges de Azevedo e Salustiana Baeta de Azevedo. O Jones é que ninguém sabia onde ele o fora buscar, mas usava-o, desde os vinte e um anos, talvez, conforme explicavam alguns, por achar bonito o apelido inglês.

    Era bem misterioso esse seu violão; era um elixir ou talismã de amor. Fosse ele ou fosse o violão, fossem ambos conjuntamente, o certo é que, no seu ativo, o Senhor Cassi Jones, de tão pouca idade, relativamente, contava perto de dez desfloramentos e a sedução de muito maior número de mulheres casadas”

    BARRETO, Lima. Clara dos Anjos. p.7


    Nesse trecho, Cassi Jones é apresentado ao leitor por meio do narrador que antecipa a ausência de caráter do jovem moço. A construção do perfil desse “malandro dos subúrbios” dá-se, ao longo da narrativa, por meio de ações e comportamentos de Cassi Jones, tais como:

    I – a sedução da jovem Clara dos Anjos, iniciada na festa de aniversário desta, e concretizada por meio da troca de cartas de amor, intermediada por Meneses.

    II – a incapacidade para o exercício profissional, em virtude da ausência de conhecimento e da falta de dedicação do jovem.

    III – a criação de galos de briga, para disputas e comercialização, como forma de obter algum dinheiro.

    IV – a elaboração e execução de um plano para assassinar o seu opositor, padrinho de Clara, o Sr. Marramaque.

    V – a prática de furtos de objetos de pouco valor, nos bondes do centro do Rio de Janeiro, a fim de vendê-los no comércio local.

    VI – o rompimento das relações familiares, e o consequente isolamento, a fim de que pudesse viver o estilo de vida escolhido, sem dever satisfações aos seus.


    Mostra-se INCOERENTE com a narrativa, o que se afirma em:

    Escolha uma alternativa para a questão 7c5aa6e1-b3
  • Linguagens

    Português

    A questão se refere ao livro Clara dos Anjos, de Lima Barreto:

    "O drama da pobreza e do preconceito racial constitui também o núcleo de Clara dos Anjos, romance inacabado, vindo à luz postumamente, mas cuja primeira redação remonta a 1904/05 [...] A proximidade da composição e do tema está a definir a necessidade de expressão autobiográfica em que penava o jovem Lima Barreto. As humilhações do mulato encarna-as Clara dos Anjos, moça pobre do subúrbio, seduzida e desprezada por um rapaz de extração burguesa.”
    BOSI, Alfredo. História concisa da literatura brasileira. p.323

    O desfecho da história se dá com Clara sendo humilhada pela mãe de Cassi Jones. A conclusão a que chega a protagonista, depois dessa cena, indica a:
    Escolha uma alternativa para a questão 7c5dbe5b-b3
  • Linguagens

    Português

    A questão se refere ao conto “Maria do Rosário Imaculada dos Santos”, de Conceição Evaristo.

    Leia as afirmações abaixo sobre a estruturação do enredo do conto “Maria do Rosário Imaculada dos Santos”, de Conceição Evaristo.

    I - a situação inicial do enredo caracteriza-se por uma cena cotidiana: Maria do Rosário, criança, encontra-se sentada à porta de sua casa junto com sua família.
    II - o contexto da vida pacata é quebrado pela chegada de um jipe, comandado por um casal de estrangeiros que se aproxima da família dos Santos e dos Reis e que, apesar da dificuldade linguística, consegue convencer os adultos a levar as crianças para um passeio no automóvel.
    III - o conflito se estabelece com a partida do casal, levando consigo, para outro país, duas crianças: Maria do Rosário e um dos seus irmãos, que, raptados, passarão anos de suas vidas junto aos raptores.
    IV - o clímax da história, como ponto alto da narrativa, ilustra-se pela angústia internalizada de Maria do Rosário a partir do momento em que toma consciência de que havia sido roubada dos seus.
    V - a vida apartada de sua origem desencadeia na protagonista o medo de constituir família e a necessidade de se deslocar rumo à cidade natal.
    VI - a resolução do conflito ocorre com a chegada da protagonista à cidade Flor de Mim, onde, finalmente, reencontra parte de sua família.

    Mostra-se INCOERENTE com a narrativa o que se afirma em:

    Escolha uma alternativa para a questão 7c60ee4b-b3
  • Linguagens

    Português

    A questão se refere ao conto “Maria do Rosário Imaculada dos Santos”, de Conceição Evaristo.

    Leia o trecho abaixo, retirado do conto “Maria do Rosário Imaculada dos Santos”

    “A lembrança do dia em que fui roubada voltava incessantemente. Às vezes, com todos os detalhes, ora grosseiramente modificada. Na versão modificada, eu-menina era jogada no porão de um navio pelo casal que tinha me roubado de casa”.
    EVARISTO, Conceição. “Maria do Rosário Imaculada dos Santos”. p.4

    Apesar de se tratar de uma reconstrução dos fatos, por meio do sonho ou da imaginação, a nova versão para o rapto mostra-se coerente com algumas experiências vividas por Maria do Rosário, EXCETO:

    Escolha uma alternativa para a questão 7c644778-b3
  • Linguagens

    Inglês

    Texto para a questão.

    Brazil National Museum: as much as 90% of collection destroyed in fire
    Building was not insured, the museum’s deputy director said, but some pieces survived including the Bendegó meteorite.

    As much as 90% of the collection at Brazil’s National Museum was destroyed in a devastating fire on Sunday and – compounding the disaster – the building was not insured, according to the museum’s deputy director.
    Some pieces survived, including the famous Bendegó meteorite and a library of 500,000 books – including works dating back to the days of the Portuguese empire – which was kept in a separate annex, Cristiana Serejo told reporters in front of the building’s blackened shell.
    But it was still not possible to say how much of the collection had escaped the flames, Serejo said. “It could be 10%, it could be 15, it could be 20,” she said. “We had a very big loss.”
    The museum’s Egyptology collection was completely destroyed, Serejo said.
    Researchers who were able to enter one area of the building in Rio de Janeiro are starting to catalogue what little is left, said Serejo, who appealed to members of the public to return any items they found.
    Asked if the museum was insured, she screwed up her face in mock anguish, and shook her head.
    “I hope we learn from this,” she said. “Other public buildings are in the same situation.”

    Disponível em: <https://www.theguardian.com/world/2018/sep/04/brazil-national-museum-fire-collection-destroyed-notinsured> Acesso em 07 set. 2018 (Adaptado)
    O texto acima tem por objetivo
    Escolha uma alternativa para a questão 7c67fc28-b3
  • Linguagens

    Inglês

    Texto para a questão.

    Brazil National Museum: as much as 90% of collection destroyed in fire
    Building was not insured, the museum’s deputy director said, but some pieces survived including the Bendegó meteorite.

    As much as 90% of the collection at Brazil’s National Museum was destroyed in a devastating fire on Sunday and – compounding the disaster – the building was not insured, according to the museum’s deputy director.
    Some pieces survived, including the famous Bendegó meteorite and a library of 500,000 books – including works dating back to the days of the Portuguese empire – which was kept in a separate annex, Cristiana Serejo told reporters in front of the building’s blackened shell.
    But it was still not possible to say how much of the collection had escaped the flames, Serejo said. “It could be 10%, it could be 15, it could be 20,” she said. “We had a very big loss.”
    The museum’s Egyptology collection was completely destroyed, Serejo said.
    Researchers who were able to enter one area of the building in Rio de Janeiro are starting to catalogue what little is left, said Serejo, who appealed to members of the public to return any items they found.
    Asked if the museum was insured, she screwed up her face in mock anguish, and shook her head.
    “I hope we learn from this,” she said. “Other public buildings are in the same situation.”

    Disponível em: <https://www.theguardian.com/world/2018/sep/04/brazil-national-museum-fire-collection-destroyed-notinsured> Acesso em 07 set. 2018 (Adaptado)
    O verbo modal could nas construções “It could be 10%, it could be 15, it could be 20” expressa ideia de:
    Escolha uma alternativa para a questão 7c6b62f8-b3
  • Linguagens

    Inglês

    Leia a tirinha:


    Imagem da questão de Inglês, IF Sul - MG 2018, Voz Ativa e Passiva | Passive and Active Voice

    Fonte: http://englishteachermargarita.blogspot.com


    A construção “... most of our problems are caused by a lack of communication” está na voz passiva. Assinale a opção que a transforma em voz ativa.

    Escolha uma alternativa para a questão 7c6eef61-b3
  • Linguagens

    Inglês

    Texto para a questão.

    These Are The Laziest Countries In The World, According To The United Nations By Bernadette Deron Published September 6, 2018

    The World Health Organization had hoped to reduce inactivity 10 percent by 2025, but these numbers don't bode well for that goal.
    The World Health Organization (WHO) — the agency of the United Nations concerned with international public health — published a report in The Lancet Global Health on Sept. 5 that outlines which nations get the most (and the least) amount of exercise.

    Details Of The Study
    The survey of 168 nations ranked the countries by most to least active by measuring the exercise habits of a given percentage of each country’s population and then comparing that percentage with those samples of the other countries involved in the study. The WHO defines enough exercise as at least 75 minutes of vigorous activity or 150 minutes of moderately intense activity per week — or any combination of the two. The WHO analyzed statistics and trends across different economic backgrounds, and between genders.

    The Laziest Countries
    Overall, there were only four counties in the world where more than 50 percent of the population did not get enough exercise: Kuwait, Iraq, American Samoa, and Saudi Arabia. So these four countries are effectively the “laziest” in the world. Ultimately the nation with the least amount of physical activity was Kuwait, with 67 percent of its adults not exercising enough.
    Other nations towards the bottom of this list were the United States, which ranked 143rd out of 168 countries. A whopping 40 percent of the U.S.’s population doesn’t get enough exercise — meaning approximately 130 million Americans can’t manage to get 2.5 hours of moderate activity per week. The U.K. also ranked fairly inactive, with only 35.9 percent of their population getting the proper amount. Other more inactive countries included Brazil, with 47 percent, the Philippines with 39.7 percent, Singapore with 36.5 percent, and India with 34 percent of the population not getting enough exercise.
    The Most Active Nations
    In Uganda, only about five percent of their sample population did not exercise enough. China also displayed high rates of activity, with just 14.1 percent of their sample population not getting sufficient exercise. Other fairly active countries included Mozambique, with just over five percent, as well as Myanmar, with around 10 percent of their population insufficiently active.

    Surprising Trends
    According to their survey results, women tended to get less exercise than men, with an overall eight percent difference between the two. The report states:
    “In 159 of 168 countries, prevalence of insufficient physical activity was lower in men than in women, with a difference of at least 10 percentage points in 65 countries, and a difference of more than 20 percentage points in nine countries: Barbados, Bahamas, Saint Lucia, Palau, Iraq, Bangladesh, Trinidad and Tobago, Iran, and Saudi Arabia.” 
    The organization also noted some interesting trends across different economic backgrounds. Generally, people in poorer countries tended to be more than twice as active as richer ones. The report explains that this trend could be related to the fact that those with higher incomes tend to have “more sedentary occupations” and that greater access to automobile transportation results in lesser physical activity.
    After pooling all of the data together, the WHO found that one in four adults the world over does not get enough exercise — which is a pretty jarring statistic. “This puts more than 1.4 billion adults at risk of developing or exacerbating diseases linked to inactivity, and needs to be urgently addressed,” the report states.
    The WHO had previously outlined a goal of lowering global inactivity by 10 percent by the year 2025, but considering the fact that these statistics have not differed much since 2001, the WHO estimates that their goal will likely not be met.

    Disponível em: <https://allthatsinteresting.com/worlds-laziest-countries> Acesso em 10 set. 2018
    Verifique se as alternativas abaixo são verdadeiras ou falsas de acordo com o texto:
    ( ) A fim de identificar os países mais preguiçosos do mundo, The World Health Organization (WHO) analisou estatísticas e tendências de diferentes gêneros e classes socioeconômicas.
    ( ) Nos países onde a população menos se exercita, mais de 50% das pessoas não fazem atividades suficientes.
    ( ) O estudo mostrou que, geralmente, as pessoas dos países mais pobres economicamente são três vezes mais ativas do que as pessoas mais ricas.
    ( ) De acordo com a pesquisa, um em cada quatro adultos não faz atividades físicas, porém não correm o risco de desenvolverem doenças relacionadas à inatividade.
    ( ) Possivelmente, a meta de diminuir a inatividade global em 10% até 2025 não será atingida.

    Assinale a sequência correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 7c71b41a-b3
  • Linguagens

    Inglês

    Texto para a questão.

    These Are The Laziest Countries In The World, According To The United Nations By Bernadette Deron Published September 6, 2018

    The World Health Organization had hoped to reduce inactivity 10 percent by 2025, but these numbers don't bode well for that goal.
    The World Health Organization (WHO) — the agency of the United Nations concerned with international public health — published a report in The Lancet Global Health on Sept. 5 that outlines which nations get the most (and the least) amount of exercise.

    Details Of The Study
    The survey of 168 nations ranked the countries by most to least active by measuring the exercise habits of a given percentage of each country’s population and then comparing that percentage with those samples of the other countries involved in the study. The WHO defines enough exercise as at least 75 minutes of vigorous activity or 150 minutes of moderately intense activity per week — or any combination of the two. The WHO analyzed statistics and trends across different economic backgrounds, and between genders.

    The Laziest Countries
    Overall, there were only four counties in the world where more than 50 percent of the population did not get enough exercise: Kuwait, Iraq, American Samoa, and Saudi Arabia. So these four countries are effectively the “laziest” in the world. Ultimately the nation with the least amount of physical activity was Kuwait, with 67 percent of its adults not exercising enough.
    Other nations towards the bottom of this list were the United States, which ranked 143rd out of 168 countries. A whopping 40 percent of the U.S.’s population doesn’t get enough exercise — meaning approximately 130 million Americans can’t manage to get 2.5 hours of moderate activity per week. The U.K. also ranked fairly inactive, with only 35.9 percent of their population getting the proper amount. Other more inactive countries included Brazil, with 47 percent, the Philippines with 39.7 percent, Singapore with 36.5 percent, and India with 34 percent of the population not getting enough exercise.
    The Most Active Nations
    In Uganda, only about five percent of their sample population did not exercise enough. China also displayed high rates of activity, with just 14.1 percent of their sample population not getting sufficient exercise. Other fairly active countries included Mozambique, with just over five percent, as well as Myanmar, with around 10 percent of their population insufficiently active.

    Surprising Trends
    According to their survey results, women tended to get less exercise than men, with an overall eight percent difference between the two. The report states:
    “In 159 of 168 countries, prevalence of insufficient physical activity was lower in men than in women, with a difference of at least 10 percentage points in 65 countries, and a difference of more than 20 percentage points in nine countries: Barbados, Bahamas, Saint Lucia, Palau, Iraq, Bangladesh, Trinidad and Tobago, Iran, and Saudi Arabia.” 
    The organization also noted some interesting trends across different economic backgrounds. Generally, people in poorer countries tended to be more than twice as active as richer ones. The report explains that this trend could be related to the fact that those with higher incomes tend to have “more sedentary occupations” and that greater access to automobile transportation results in lesser physical activity.
    After pooling all of the data together, the WHO found that one in four adults the world over does not get enough exercise — which is a pretty jarring statistic. “This puts more than 1.4 billion adults at risk of developing or exacerbating diseases linked to inactivity, and needs to be urgently addressed,” the report states.
    The WHO had previously outlined a goal of lowering global inactivity by 10 percent by the year 2025, but considering the fact that these statistics have not differed much since 2001, the WHO estimates that their goal will likely not be met.

    Disponível em: <https://allthatsinteresting.com/worlds-laziest-countries> Acesso em 10 set. 2018
    As referências dos pronomes its e which, destacados no 3º parágrafo, são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 7c755f8d-b3
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF Sul - MG 2018, Interpretação de Textos

    A partir da leitura do texto I, conclui-se que:
    Escolha uma alternativa para a questão b1043a6e-ce
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF Sul - MG 2018, Interpretação de Textos

    Assinale o trecho retirado do texto I que melhor justifica o título “O gênero da ciência ou sobre silêncios e temores em torno de uma epistemologia feminista”:
    Escolha uma alternativa para a questão b1084df9-ce
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF Sul - MG 2018, Advérbios

    Considerando a leitura integral do texto I, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão b10c07f5-ce
  • Linguagens

    Português

    A ilustração abaixo faz parte do projeto “Coisa de Mulher”. Segundo Raquel Vitorelo, artista que criou o projeto em 2015, a proposta “consiste na criação de ilustrações que buscam resgatar e homenagear mulheres históricas, mostrando que ‘coisa de mulher’ é muito mais do que somos levados a acreditar, trazendo assim evidência de que a história é construída por mulheres de todos os tipos, em todas as áreas do conhecimento, do esporte e das artes”. 


                     Imagem da questão de Português, IF Sul - MG 2018, Interpretação de Textos


    Considerando as possíveis relações entre a campanha “Coisa de Mulher” e o texto I, avalie as afirmações abaixo.


    I- A ilustração, ao utilizar como slogan a expressão “coisa de mulher”, opõe-se à noção de gênero apresentada no texto I, pois reafirma que existem papéis exclusivamente femininos.

    II- Assim como no texto I, a referência a Simone de Beauvoir na ilustração problematiza a noção naturalizada acerca do que é ser mulher, mostrando que essa é uma construção histórica e social.

    III- A campanha “Coisa de mulher” estabelece uma relação de confronto com o mito da Mulher, trazendo, por meio de suas ilustrações, a “existência múltipla das mulheres” em oposição ao “Eterno Feminino único e cristalizado”.


    Julga-se como correto o que se apresenta em: 

    Escolha uma alternativa para a questão b11016d3-ce
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, IF Sul - MG 2018, Interpretação de Textos


    Em relação à tirinha acima, NÃO está correto o que se afirma em:

    Escolha uma alternativa para a questão b1140a50-ce
  • Linguagens

    Português

    Texto II


                                   Estrelas além do tempo

                                                                                                        Alex Gonçalves


          Após todas as discussões sobre representatividade que permearam o último ano hollywoodiano, “Estrelas Além do Tempo” [2016] se apresenta para o público com um timing perfeito. Há tempos não nos víamos inseridos em um cenário no qual as ideologias reacionárias estão tão evidentes, assim como os protestos em busca pela igualdade. Portanto, nada melhor do que a ficção para nos relembrar de outros períodos também nefastos que não calaram a atuação de heróis anônimos.

          No caso de “Estrelas Além do Tempo”, temos uma história que enaltece três figuras reais da NASA até então mantidas anônimas. Tratam-se de Katherine G. Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), três mulheres negras essenciais para o sucesso da missão do astronauta John Glenn (Glen Powell) em alcançar a lua.

          Entretanto, estamos aqui nos não tão distantes anos 1960, em uma Virgínia segregada e com poucos afroamericanos exercendo profissões que exigem um perfil lógico. Por isso mesmo, as vidas de Katherine, Dorothy e Mary foram triplamente difíceis justamente pela raça e gênero a que pertencem.

          Sempre unidas antes e após o expediente de trabalho, essas mulheres enfrentam sozinhas em suas competências os preconceitos que impedem as suas evoluções. Solicitada pelo departamento comandado por Al Harrison (Kevin Costner) para fazer os cálculos que devem assegurar o sucesso da decolagem do foguete que lançará John Glenn às alturas, Katherine é diariamente hostilizada pelos colegas, todos homens e brancos. Já em seu setor, Dorothy tem todos os seus pedidos de promoção sabotados pelo intermédio de Vivian (Kirsten Dunst), enquanto Mary não consegue desempenhar a função de engenheira por ser impedida de ingressar em uma universidade.

          Mesmo com todas essas circunstâncias, elas não desistirão de provar as singularidades que possuem, visualizando os obstáculos não como limites, mas como incentivos para continuarem perseverando. Temos com isso aquele modelo de narrativa cinematográfica que encanta desde os tempos do tramp de Charlie Chaplin, no qual a vontade para ganhar um lugar ao sol é maior do que as adversidades.

          Diretor de “Um Santo Vizinho”, Theodore Melfi se apropria do texto de Allison Schroeder compreendendo muito bem as características desse cinema inspirado e inspirador, contornando com traços ficcionais uma história real para ser efetivo principalmente em seus gritos de protesto. É especialmente arrebatadora a explosão de Katherine ao finalmente externar a sua humilhação ao precisar se prestar a um trajeto de mais de um quilômetro para ir ao banheiro exclusivo para negros. Não ficam muito atrás o fervor de Dorothy e Mary em se provarem extremamente capazes de enfrentar novos desafios.

          Além do mais, Melfi conduz com uma fluidez invejável algo que, em teoria, não tem qualquer encanto. Mesmo o mais avesso aos raciocínios de exatas se verão imediatamente hipnotizados com números e fórmulas que se revelam não somente como uma ciência complexa, como também como instrumentos sociais que só engrenam quando os seus operadores se reconhecem como semelhantes.

                                                                                      Publicado em 09/02/2017.

    Disponível em:<http://cineresenhas.com.br/2017/02/09/resenha-critica-estrelas-alem-do-tempo-2016/>. Acesso em: 30/03/2018.

    De acordo com o autor, “Estrelas além do tempo” apresenta um “timing perfeito” porque:
    Escolha uma alternativa para a questão b1180b4c-ce
  • Linguagens

    Português

    Texto II


                                   Estrelas além do tempo

                                                                                                        Alex Gonçalves


          Após todas as discussões sobre representatividade que permearam o último ano hollywoodiano, “Estrelas Além do Tempo” [2016] se apresenta para o público com um timing perfeito. Há tempos não nos víamos inseridos em um cenário no qual as ideologias reacionárias estão tão evidentes, assim como os protestos em busca pela igualdade. Portanto, nada melhor do que a ficção para nos relembrar de outros períodos também nefastos que não calaram a atuação de heróis anônimos.

          No caso de “Estrelas Além do Tempo”, temos uma história que enaltece três figuras reais da NASA até então mantidas anônimas. Tratam-se de Katherine G. Johnson (Taraji P. Henson), Dorothy Vaughan (Octavia Spencer) e Mary Jackson (Janelle Monáe), três mulheres negras essenciais para o sucesso da missão do astronauta John Glenn (Glen Powell) em alcançar a lua.

          Entretanto, estamos aqui nos não tão distantes anos 1960, em uma Virgínia segregada e com poucos afroamericanos exercendo profissões que exigem um perfil lógico. Por isso mesmo, as vidas de Katherine, Dorothy e Mary foram triplamente difíceis justamente pela raça e gênero a que pertencem.

          Sempre unidas antes e após o expediente de trabalho, essas mulheres enfrentam sozinhas em suas competências os preconceitos que impedem as suas evoluções. Solicitada pelo departamento comandado por Al Harrison (Kevin Costner) para fazer os cálculos que devem assegurar o sucesso da decolagem do foguete que lançará John Glenn às alturas, Katherine é diariamente hostilizada pelos colegas, todos homens e brancos. Já em seu setor, Dorothy tem todos os seus pedidos de promoção sabotados pelo intermédio de Vivian (Kirsten Dunst), enquanto Mary não consegue desempenhar a função de engenheira por ser impedida de ingressar em uma universidade.

          Mesmo com todas essas circunstâncias, elas não desistirão de provar as singularidades que possuem, visualizando os obstáculos não como limites, mas como incentivos para continuarem perseverando. Temos com isso aquele modelo de narrativa cinematográfica que encanta desde os tempos do tramp de Charlie Chaplin, no qual a vontade para ganhar um lugar ao sol é maior do que as adversidades.

          Diretor de “Um Santo Vizinho”, Theodore Melfi se apropria do texto de Allison Schroeder compreendendo muito bem as características desse cinema inspirado e inspirador, contornando com traços ficcionais uma história real para ser efetivo principalmente em seus gritos de protesto. É especialmente arrebatadora a explosão de Katherine ao finalmente externar a sua humilhação ao precisar se prestar a um trajeto de mais de um quilômetro para ir ao banheiro exclusivo para negros. Não ficam muito atrás o fervor de Dorothy e Mary em se provarem extremamente capazes de enfrentar novos desafios.

          Além do mais, Melfi conduz com uma fluidez invejável algo que, em teoria, não tem qualquer encanto. Mesmo o mais avesso aos raciocínios de exatas se verão imediatamente hipnotizados com números e fórmulas que se revelam não somente como uma ciência complexa, como também como instrumentos sociais que só engrenam quando os seus operadores se reconhecem como semelhantes.

                                                                                      Publicado em 09/02/2017.

    Disponível em:<http://cineresenhas.com.br/2017/02/09/resenha-critica-estrelas-alem-do-tempo-2016/>. Acesso em: 30/03/2018.

    “Entretanto, estamos aqui nos não tão distantes anos 1960, em uma Virgínia segregada e com poucos afro-americanos exercendo profissões que exigem um perfil lógico. Por isso mesmo, as vidas de Katherine, Dorothy e Mary foram triplamente difíceis justamente pela raça e gênero a que pertencem.”


    No trecho acima, os termos grifados indicam relações semânticas de:

    Escolha uma alternativa para a questão b11b892a-ce
  • Linguagens

    Português

    Após a sua leitura da obra de Mário de Andrade, “Amar, verbo intransitivo”, assinale a alternativa que está de acordo com o seu enredo:
    Escolha uma alternativa para a questão b11f921a-ce
  • Linguagens

    Português

    O conto “A menor mulher do mundo”, de Clarice Lispector, tem como tema a alteridade, ou seja, a relação Eu/Outro, marcada pelo tratamento da personagem feminina, Pequena Flor, como um objeto de curiosidade. Essa coisificação NÃO se concretiza na:
    Escolha uma alternativa para a questão b122d610-ce
  • Linguagens

    Português

    No conto de Clarice Lispector, o aspecto exótico, demarcado pela “raridade” da descoberta da “menor mulher do mundo”, é relativizado, principalmente, porque:
    Escolha uma alternativa para a questão b126655c-ce