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Instituição

Questões: Centro Universitário São Camilo — com gabarito

194 questões de Centro Universitário São Camilo, de 2017 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 194 questões
  • 3 provas

Resultados: 194 questões

Página 10 de 10

  • Ciências Humanas

    Geografia

    A transumância é um movimento migratório que se caracteriza pela qualidade temporal __________ e pela motivação ________ para o deslocamento.

    Assinale a alternativa que preenche as lacunas do texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 78f0d458-06
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema de Jorge de Lima (1895-1953) para responder à questão. 

    O acendedor de lampiões 

    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente! 

    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.

    Triste ironia atroz que o senso humano irrita: —
    Ele que doira a noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.

    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua!

    (Antologia poética: Jorge de Lima, 2014.)
    “Um, dois, três lampiões, acende e continua”
    Outros mais a acender imperturbavelmente,” (2a estrofe)

    O trecho sublinhado
    Escolha uma alternativa para a questão 78c70af1-06
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão. 

    The challenge of doctor-patient relations in the internet age

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2018, Verbos modais | Modal verbs

         “Let me do some research and I’ll get back to you,” my patient said. My patient, a 19-year-old student, had already taken time off from school because of her anxiety. I was her psychiatrist, with over two decades of experience treating university students, and had just explained my diagnostic impressions based on a lengthy evaluation. I’d recommended that she try a medicine I expected would help. I’d also laid out the risks and benefits of other treatment options. 
          “Do you have additional questions I can answer?” I asked. I wanted to let her know that’s why I was there, to cull the research, to help make sense of it. “No, I like to go online and look for myself,” she said.
         More and more, I see students turning away from the expertise that a live person can offer and instead turning to the vast and somehow more objective-seeming “expertise” of the digital world.
         In an age when journalism we don’t like can be dismissed as “fake news,” suggesting that the information we do like is most credible, regardless of its source, it’s not hard to understand why young people do this. The medical profession itself, under managed care, has played a role as well, providing less time for doctor-patient interactions and undermining the chances that a personal relationship and trust can develop. Under the guise of efficiency, medical test results are now often released directly to patients, sometimes before or even without the benefit of any interpretation.
         But there’s danger in trusting data over people, as there is in thinking the expertise of all people is equivalent. When it comes to health, digital natives may not be learning how to navigate effectively. And the consequences could be harmful.
        The availability of health data on the internet has its benefits. Online, for example, we can find explanations and solutions for symptoms we might be too embarrassed, or afraid, to discuss with another person, in person. Or, for lifethreatening diseases, we can locate clinical trials our doctors may not be aware of.
         However, there’s also a lot of misleading information, and information that’s simply untrue. The internet is full of people selling things – supplements, treatment regimens that have not been rigorously tested, even prescription medications – and making false promises that have not been scrutinized by regulatory agencies. Sometimes, as in the case of some websites that promote “an anorexic diet” for “aggressive” weight loss, the information can encourage life-threatening behavior.
          Years ago, when we discussed paternalism versus patient autonomy in my medical school ethics class, I came down strongly in favor of autonomy. Who but the patient could best decide what was right for him or her? But years of clinical – and personal – experience have taught me that information in and of itself is insufficient. Judgment is also indispensable, especially in complex situations, and the capacity for good judgment rests within people, not data sets.

    (Doris Iarovici is a psychiatrist at Harvard University’s Counseling and
    Mental Health Services and the author of Mental Health Issues and the
    University Student. www.nytimes.com, 01.03.2018. Adaptado.)
    No trecho do primeiro parágrafo “I’d recommended that she try a medicine”, o termo sublinhado pode ser corretamente substituído por
    Escolha uma alternativa para a questão 7a10751b-07
  • Ciências Humanas

    História

    Leia o texto para responder à questão.

    O mundo procurado por Colombo mostrava-se esquivo. Mas outro o aguardava, um mundo de riqueza mais fácil de explorar. Na Mesoamérica e na região andina, nas terras habitadas pelos povos conhecidos como astecas e incas e em suas imediações, havia redutos de densos assentamentos e vida urbana, com os quais não se tinha contato. A incorporação do continente americano levaria a Europa a deixar de ser uma região pobre e marginal para se transformar num viveiro de hegemonias globais potenciais.

    (Felipe Fernández-Armesto. 1492: o ano em que
    o mundo começou, 2017. Adaptado.)
    A conquista espanhola dos “redutos de densos assentamentos e vida urbana”, ocorrida no início do século XVI, foi favorecida pelo fato de os incas e astecas
    Escolha uma alternativa para a questão 79ee0903-07
  • Ciências da Natureza

    Física

    Duas pequenas esferas, A e B, estão inicialmente paradas em alturas hA = 5 m e hB = 20 m, sobre uma mesma vertical, e serão lançadas horizontalmente para tocar o solo no ponto P, conforme mostra a figura.

    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2017, Cinemática


    No instante t = 0, a esfera B é lançada com velocidade vB = 1 m/s, enquanto a esfera A permanece em repouso. Considerando g = 10 m/s², desprezando a resistência do ar e sabendo que a esfera A será lançada com velocidade vA = 2 m/s, o intervalo de tempo entre os lançamentos das duas esferas para que toquem simultaneamente o ponto P deve ser igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 56c62ca1-07
  • Ciências da Natureza

    Física

    Uma mola ideal tem uma de suas extremidades presa a uma parede vertical e a outra presa a um bloco. Tal bloco oscila em movimento harmônico simples entre as posições A e C, passando pelo ponto B, ponto médio do segmento Figura 1 de 2 da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2017, Dinâmica, constituindo um sistema massa-mola.

    Figura 2 de 2 da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2017, Dinâmica

    Sobre esse movimento, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 56c35208-07
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    New crab species honors Harry Potter

         A recently discovered crab species has been somewhat tenuously named in honor of characters from the magical world of Harry Potter.
        The crab’s official name is Harryplax severus, with the genus Harryplax named after the crab’s collector, the late researcher and former marine Harry Conley, who died from a gunshot in 2002, as well as the protagonist in J. K. Rowling’s novels. Conley dug up many specimens in Guam’s coral reef rubble almost 20 years ago.
          The latter species part of its name is inspired by the character Severus Snape, who “despite being a central character in the series, keeps his background and agenda mysterious until the very end,” the statement announcing the naming said. The authors note this is “just like the present new species, which has eluded discovery until now, nearly 20 years after it was first collected”.
          Even though Conley found the specimen long ago, its status as a new species and genus was only realized recently by Dr Peter Ng and Dr Jose Cristopher E. Mendoza from the National University of Singapore.
         The crab is tiny, measuring just 7.9 by 5.6 millimeters (0.3 by 0.2 inches), and known only to herald from the island of Guam. It’s found deep in coral rubble or under subtidal rocks, and survives at dark depths with reduced eyes, ones that are not used extensively. Instead, it has antennae to probe the depths, and gets around on long thin legs.
         In the statement, Dr Mendoza was said to be a self-confessed “Potterhead”, hence the somewhat unusual moniker. But it’s not the first time Potter has inspired the naming of a new species – The magazine Popular Science notes that a dinosaur species was named after Hogwarts in 2006 (Dracorex hogwartsia), a wasp in Thailand was named Ampulex dementor in 2014, and a spider was named Eriovixia gryffindori last year.

    (Jonathan O’Callaghan. www.iflscience.com, 24.01.17. Adaptado.)
    De acordo com o sexto parágrafo,
    Escolha uma alternativa para a questão 56b55c3c-07
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    New crab species honors Harry Potter

         A recently discovered crab species has been somewhat tenuously named in honor of characters from the magical world of Harry Potter.
        The crab’s official name is Harryplax severus, with the genus Harryplax named after the crab’s collector, the late researcher and former marine Harry Conley, who died from a gunshot in 2002, as well as the protagonist in J. K. Rowling’s novels. Conley dug up many specimens in Guam’s coral reef rubble almost 20 years ago.
          The latter species part of its name is inspired by the character Severus Snape, who “despite being a central character in the series, keeps his background and agenda mysterious until the very end,” the statement announcing the naming said. The authors note this is “just like the present new species, which has eluded discovery until now, nearly 20 years after it was first collected”.
          Even though Conley found the specimen long ago, its status as a new species and genus was only realized recently by Dr Peter Ng and Dr Jose Cristopher E. Mendoza from the National University of Singapore.
         The crab is tiny, measuring just 7.9 by 5.6 millimeters (0.3 by 0.2 inches), and known only to herald from the island of Guam. It’s found deep in coral rubble or under subtidal rocks, and survives at dark depths with reduced eyes, ones that are not used extensively. Instead, it has antennae to probe the depths, and gets around on long thin legs.
         In the statement, Dr Mendoza was said to be a self-confessed “Potterhead”, hence the somewhat unusual moniker. But it’s not the first time Potter has inspired the naming of a new species – The magazine Popular Science notes that a dinosaur species was named after Hogwarts in 2006 (Dracorex hogwartsia), a wasp in Thailand was named Ampulex dementor in 2014, and a spider was named Eriovixia gryffindori last year.

    (Jonathan O’Callaghan. www.iflscience.com, 24.01.17. Adaptado.)
    No trecho do quarto parágrafo “a new species and genus was only realized”, o termo em destaque pode ser substituído, sem alteração de sentido, por
    Escolha uma alternativa para a questão 56ac46f2-07
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    New crab species honors Harry Potter

         A recently discovered crab species has been somewhat tenuously named in honor of characters from the magical world of Harry Potter.
        The crab’s official name is Harryplax severus, with the genus Harryplax named after the crab’s collector, the late researcher and former marine Harry Conley, who died from a gunshot in 2002, as well as the protagonist in J. K. Rowling’s novels. Conley dug up many specimens in Guam’s coral reef rubble almost 20 years ago.
          The latter species part of its name is inspired by the character Severus Snape, who “despite being a central character in the series, keeps his background and agenda mysterious until the very end,” the statement announcing the naming said. The authors note this is “just like the present new species, which has eluded discovery until now, nearly 20 years after it was first collected”.
          Even though Conley found the specimen long ago, its status as a new species and genus was only realized recently by Dr Peter Ng and Dr Jose Cristopher E. Mendoza from the National University of Singapore.
         The crab is tiny, measuring just 7.9 by 5.6 millimeters (0.3 by 0.2 inches), and known only to herald from the island of Guam. It’s found deep in coral rubble or under subtidal rocks, and survives at dark depths with reduced eyes, ones that are not used extensively. Instead, it has antennae to probe the depths, and gets around on long thin legs.
         In the statement, Dr Mendoza was said to be a self-confessed “Potterhead”, hence the somewhat unusual moniker. But it’s not the first time Potter has inspired the naming of a new species – The magazine Popular Science notes that a dinosaur species was named after Hogwarts in 2006 (Dracorex hogwartsia), a wasp in Thailand was named Ampulex dementor in 2014, and a spider was named Eriovixia gryffindori last year.

    (Jonathan O’Callaghan. www.iflscience.com, 24.01.17. Adaptado.)
    No trecho do terceiro parágrafo “The latter species part of its name”, o termo em destaque refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 56a52636-07
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A imagem de satélite representa um trecho da Serra do Mar próximo ao município de Cubatão, no estado de São Paulo.

    Imagem da questão de Geografia, Centro Universitário São Camilo 2017, Geografia Física

    (www.google.com.br)

    Considerando seus aspectos geomorfológicos, é correto afirmar que a Serra do Mar constitui
    Escolha uma alternativa para a questão 566fa467-07
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Imagem da questão de Geografia, Centro Universitário São Camilo 2017, População
    (http://gazetadopovo.com.br)

    O cartograma representa os fluxos de refugiados sírios entre os anos de 2010 e 2015. É correto afirmar que o destino desses deslocamentos está concentrado nos países localizados
    Escolha uma alternativa para a questão 565f42ee-07
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Eliane Brum para responder à questão.

         Hannah Arendt alcançou o conceito de “a banalidade do mal” ao testemunhar o julgamento do nazista Adolf Eichmann, em Jerusalém, e perceber que ele não era um monstro com um cérebro deformado, nem demonstrava um ódio pessoal e profundo pelos judeus. Eichmann era um homem decepcionantemente comezinho que acreditava apenas ter seguido as regras do Estado e obedecido à lei vigente ao desempenhar seu papel no assassinato de milhões de seres humanos. Eichmann seria só mais um burocrata cumprindo ordens que não lhe ocorreu questionar. A banalidade do mal se instala na ausência do pensamento.
          A boçalidade do mal, uma das explicações possíveis para o atual momento, é um fenômeno gerado pela experiência da internet. Ou pelo menos ligado a ela. Desde que as redes sociais abriram a possibilidade de que cada um expressasse livremente, digamos, o seu “eu mais profundo”, a sua “verdade mais intrínseca”, descobrimos a extensão da cloaca humana. O que se passou foi que descobrimos não apenas o que cada um faz entre quatro paredes, mas também o que acontece entre as duas orelhas de cada um. Descobrimos o que cada um de fato pensa sem nenhuma mediação ou freio. E descobrimos que a barbárie íntima e cotidiana sempre esteve lá, aqui, para além do que poderíamos supor, em dimensões da realidade que só a ficção tinha dado conta até então.
          Descobrimos, por exemplo, que aquele vizinho simpático com quem trocávamos amenidades bem educadas no elevador defende o linchamento de homossexuais. E que mesmo os mais comedidos são capazes de exercer sua crueldade e travesti-la de liberdade de expressão. Nas postagens e comentários das redes sociais, seus autores deixam claro o orgulho do seu ódio e muitas vezes também da sua ignorância. Com frequência reivindicam uma condição de “cidadãos de bem” como justificativa para cometer todo o tipo de maldade, assim como para exercer com desenvoltura seu racismo, sua coleção de preconceitos e sua abissal intolerância com qualquer diferença.
        Ainda temos muito a investigar sobre como a internet, uma das poucas coisas que de fato merecem ser chamadas de revolucionárias, transformou a nossa vida e o nosso modo de pensar e a forma como nos enxergamos. A mesma possibilidade de se mostrar, que nos revelou o ódio, gerou também experiências maravilhosas, inclusive de negação do ódio. Do mesmo modo, a internet ampliou a denúncia de atrocidades e a transformação de realidades injustas, tanto quanto tornou o embate no campo da política muito mais democrático.
          Meu objetivo aqui é chamar a atenção para um aspecto que me parece muito profundo e definidor de nossas relações atuais. A sociedade brasileira, assim como outras, mas da sua forma particular, sempre foi atravessada pela violência. Fundada na eliminação do outro, primeiro dos povos indígenas, depois dos negros escravizados, sua base foi o esvaziamento do diferente como pessoa, e seus ecos continuam fortes. A internet trouxe um novo elemento a esse contexto. Quero entender como indivíduos se apropriaram de suas possibilidades para exercer seu ódio – e como essa experiência alterou nosso cotidiano para muito além da rede.

    (“A boçalidade do mal”. http://brasil.elpais.com, 02.03.2015. Adaptado.)
    Segundo a autora, a “boçalidade do mal”
    Escolha uma alternativa para a questão 565190e0-07
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão, leia o poema “pobre alimária” de Oswald de Andrade (1890-1954), publicado em 1925. 

    pobre alimária1 

    O cavalo e a carroça
    Estavam atravancados nos trilhos
    E como o motorneiro² se impacientasse
    Porque levava os advogados para os escritórios
    Desatravancaram o veículo
    E o animal disparou Mas o lesto³ carroceiro
    Trepou na boleia
    E castigou o fugitivo atrelado
    Com um grandioso chicote

    (Obras completas, vol 7, 1974.)

    ¹ alimária: animal quadrúpede.
    ² motorneiro: indivíduo que dirige bonde.
    ³ lesto: ágil, ligeiro.

    É correto afirmar que o poema
    Escolha uma alternativa para a questão 56342486-07
  • Linguagens

    Inglês

    No trecho do sexto parágrafo “hence the somewhat unusual moniker”, o termo em destaque equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão 56b8f62a-07