Pular para o conteúdo

Instituição

Questões: Centro Universitário São Camilo — com gabarito

194 questões de Centro Universitário São Camilo, de 2017 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 194 questões
  • 3 provas

Resultados: 194 questões

Página 9 de 10

  • Ciências da Natureza

    Física

    Um ímã XY com a forma de uma barra é serrado ao meio, obtendo-se dois novos ímãs XA e BY, como representado na figura 1.

    Figura 1 de 2 da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2017, Magnetismo

    Esses novos ímãs são, separadamente, aproximados de uma mesma barra metálica que apresenta suas duas extremidades pintadas em verde e vermelho, de dois modos diferentes, observando-se os fenômenos descritos na figura 2.

    Figura 2 de 2 da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2017, Magnetismo

    A partir dessas informações, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 56dee3cd-07
  • Ciências da Natureza

    Física

    No convés de um grande navio há um tubo de 5 m de comprimento que funciona como uma buzina quando o ar vibra dentro dele, estabelecendo ondas estacionárias em seu interior, conforme a figura.

    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2017, Oscilação e Ondas

    Considerando que o tubo seja aberto nas duas extremidades e que a velocidade do som no ar dentro e fora do tubo seja de 300 m/s, é correto afirmar que a frequência do som emitido por essa buzina é igual a
    Escolha uma alternativa para a questão 56d7f6bf-07
  • Ciências da Natureza

    Física

    A figura representa uma lente convergente de distância focal 20 cm e um objeto linear colocado perpendicularmente ao eixo principal da lente, na posição A, a 40 cm do seu centro óptico, O. Esse objeto é movimentado no sentido da lente e, dois segundos depois, chega ao ponto B, a 30 cm dela.

    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2017, Ótica

    No intervalo de tempo em que o objeto foi de A a B, a velocidade escalar média com que a imagem do objeto se movimentou foi de
    Escolha uma alternativa para a questão 56d3cf77-07
  • Ciências da Natureza

    Física

    Durante uma apresentação, um atleta de 80 kg caminha sobre uma prancha de 6 m de comprimento e 40 kg de massa, apoiada sobre dois suportes, A e B. Em determinado instante, ele para e permanece em equilíbrio em uma das extremidades da prancha, como mostra a figura.


    Imagem da questão de Física, Centro Universitário São Camilo 2017, Estática e Hidrostática

    Sendo NA e NB as intensidades das forças verticais exercidas pelos apoios A e B sobre a prancha na situação de equlíbrio descrita, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão 56c91bc6-07
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    New crab species honors Harry Potter

         A recently discovered crab species has been somewhat tenuously named in honor of characters from the magical world of Harry Potter.
        The crab’s official name is Harryplax severus, with the genus Harryplax named after the crab’s collector, the late researcher and former marine Harry Conley, who died from a gunshot in 2002, as well as the protagonist in J. K. Rowling’s novels. Conley dug up many specimens in Guam’s coral reef rubble almost 20 years ago.
          The latter species part of its name is inspired by the character Severus Snape, who “despite being a central character in the series, keeps his background and agenda mysterious until the very end,” the statement announcing the naming said. The authors note this is “just like the present new species, which has eluded discovery until now, nearly 20 years after it was first collected”.
          Even though Conley found the specimen long ago, its status as a new species and genus was only realized recently by Dr Peter Ng and Dr Jose Cristopher E. Mendoza from the National University of Singapore.
         The crab is tiny, measuring just 7.9 by 5.6 millimeters (0.3 by 0.2 inches), and known only to herald from the island of Guam. It’s found deep in coral rubble or under subtidal rocks, and survives at dark depths with reduced eyes, ones that are not used extensively. Instead, it has antennae to probe the depths, and gets around on long thin legs.
         In the statement, Dr Mendoza was said to be a self-confessed “Potterhead”, hence the somewhat unusual moniker. But it’s not the first time Potter has inspired the naming of a new species – The magazine Popular Science notes that a dinosaur species was named after Hogwarts in 2006 (Dracorex hogwartsia), a wasp in Thailand was named Ampulex dementor in 2014, and a spider was named Eriovixia gryffindori last year.

    (Jonathan O’Callaghan. www.iflscience.com, 24.01.17. Adaptado.)
    No trecho do segundo parágrafo “as well as the protagonist in J. K. Rowling’s novels”, a expressão em destaque veicula a ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 56a17a62-07
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    New crab species honors Harry Potter

         A recently discovered crab species has been somewhat tenuously named in honor of characters from the magical world of Harry Potter.
        The crab’s official name is Harryplax severus, with the genus Harryplax named after the crab’s collector, the late researcher and former marine Harry Conley, who died from a gunshot in 2002, as well as the protagonist in J. K. Rowling’s novels. Conley dug up many specimens in Guam’s coral reef rubble almost 20 years ago.
          The latter species part of its name is inspired by the character Severus Snape, who “despite being a central character in the series, keeps his background and agenda mysterious until the very end,” the statement announcing the naming said. The authors note this is “just like the present new species, which has eluded discovery until now, nearly 20 years after it was first collected”.
          Even though Conley found the specimen long ago, its status as a new species and genus was only realized recently by Dr Peter Ng and Dr Jose Cristopher E. Mendoza from the National University of Singapore.
         The crab is tiny, measuring just 7.9 by 5.6 millimeters (0.3 by 0.2 inches), and known only to herald from the island of Guam. It’s found deep in coral rubble or under subtidal rocks, and survives at dark depths with reduced eyes, ones that are not used extensively. Instead, it has antennae to probe the depths, and gets around on long thin legs.
         In the statement, Dr Mendoza was said to be a self-confessed “Potterhead”, hence the somewhat unusual moniker. But it’s not the first time Potter has inspired the naming of a new species – The magazine Popular Science notes that a dinosaur species was named after Hogwarts in 2006 (Dracorex hogwartsia), a wasp in Thailand was named Ampulex dementor in 2014, and a spider was named Eriovixia gryffindori last year.

    (Jonathan O’Callaghan. www.iflscience.com, 24.01.17. Adaptado.)
    De acordo com o texto, a nova espécie de caranguejo
    Escolha uma alternativa para a questão 569e3f5e-07
  • Ciências Humanas

    História

    Eu presto atenção no que eles dizem mas eles não dizem nada. Fidel e Pinochet tiram sarro de você que não faz nada.

    (Engenheiros do Hawaii. “Toda forma de poder”. https://letras.mus.br)

    A letra da canção cita dois ex-presidentes de países latino- -americanos – Fidel Castro, de Cuba, e Augusto Pinochet, do Chile –, o que permite estabelecer um ponto comum entre eles, já que ambos
    Escolha uma alternativa para a questão 56987f2c-07
  • Ciências Humanas

    História

    O surgimento de grandes feiras, como as de Champagne e de Flandres, entre os séculos XI e XIII, está diretamente relacionado
    Escolha uma alternativa para a questão 56810f01-07
  • Matemática

    Matemática

    Em uma carta topográfica cuja escala é 1/50000, a distância em linha reta entre duas cidades é de 5,5 cm. Assinale a alternativa que indica corretamente a distância real entre essas duas cidades.
    Escolha uma alternativa para a questão 5679c799-07
  • Ciências Humanas

    Geografia

    A ruptura da Barragem Fundão e o grave dano da Barragem de Santarém, na mina Samarco Mineração S.A., no dia 5 de novembro de 2015, em Mariana, Minas Gerais, produziu uma corrente de lodo com resíduos da exploração mineral que destruiu o povoado de Bento Rodrigues, provocando um número de vítimas mortais ainda não conhecido com precisão e contaminando a Bacia do Rio Doce, que abastece de água quinze importantes cidades.

    (http://diplomatique.org.br)

    O município de Mariana, local do maior acidente com barragens de rejeitos de mineração da história, integra a região geográfica de Minas Gerais conhecida como
    Escolha uma alternativa para a questão 5665eee1-07
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Eliane Brum para responder à questão.

         Hannah Arendt alcançou o conceito de “a banalidade do mal” ao testemunhar o julgamento do nazista Adolf Eichmann, em Jerusalém, e perceber que ele não era um monstro com um cérebro deformado, nem demonstrava um ódio pessoal e profundo pelos judeus. Eichmann era um homem decepcionantemente comezinho que acreditava apenas ter seguido as regras do Estado e obedecido à lei vigente ao desempenhar seu papel no assassinato de milhões de seres humanos. Eichmann seria só mais um burocrata cumprindo ordens que não lhe ocorreu questionar. A banalidade do mal se instala na ausência do pensamento.
          A boçalidade do mal, uma das explicações possíveis para o atual momento, é um fenômeno gerado pela experiência da internet. Ou pelo menos ligado a ela. Desde que as redes sociais abriram a possibilidade de que cada um expressasse livremente, digamos, o seu “eu mais profundo”, a sua “verdade mais intrínseca”, descobrimos a extensão da cloaca humana. O que se passou foi que descobrimos não apenas o que cada um faz entre quatro paredes, mas também o que acontece entre as duas orelhas de cada um. Descobrimos o que cada um de fato pensa sem nenhuma mediação ou freio. E descobrimos que a barbárie íntima e cotidiana sempre esteve lá, aqui, para além do que poderíamos supor, em dimensões da realidade que só a ficção tinha dado conta até então.
          Descobrimos, por exemplo, que aquele vizinho simpático com quem trocávamos amenidades bem educadas no elevador defende o linchamento de homossexuais. E que mesmo os mais comedidos são capazes de exercer sua crueldade e travesti-la de liberdade de expressão. Nas postagens e comentários das redes sociais, seus autores deixam claro o orgulho do seu ódio e muitas vezes também da sua ignorância. Com frequência reivindicam uma condição de “cidadãos de bem” como justificativa para cometer todo o tipo de maldade, assim como para exercer com desenvoltura seu racismo, sua coleção de preconceitos e sua abissal intolerância com qualquer diferença.
        Ainda temos muito a investigar sobre como a internet, uma das poucas coisas que de fato merecem ser chamadas de revolucionárias, transformou a nossa vida e o nosso modo de pensar e a forma como nos enxergamos. A mesma possibilidade de se mostrar, que nos revelou o ódio, gerou também experiências maravilhosas, inclusive de negação do ódio. Do mesmo modo, a internet ampliou a denúncia de atrocidades e a transformação de realidades injustas, tanto quanto tornou o embate no campo da política muito mais democrático.
          Meu objetivo aqui é chamar a atenção para um aspecto que me parece muito profundo e definidor de nossas relações atuais. A sociedade brasileira, assim como outras, mas da sua forma particular, sempre foi atravessada pela violência. Fundada na eliminação do outro, primeiro dos povos indígenas, depois dos negros escravizados, sua base foi o esvaziamento do diferente como pessoa, e seus ecos continuam fortes. A internet trouxe um novo elemento a esse contexto. Quero entender como indivíduos se apropriaram de suas possibilidades para exercer seu ódio – e como essa experiência alterou nosso cotidiano para muito além da rede.

    (“A boçalidade do mal”. http://brasil.elpais.com, 02.03.2015. Adaptado.)
    Em “Eichmann era um homem decepcionantemente comezinho que acreditava apenas ter seguido as regras do Estado e obedecido à lei vigente ao desempenhar seu papel no assassinato de milhões de seres humanos.” (1° parágrafo), o termo destacado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido para o texto, por
    Escolha uma alternativa para a questão 56584ebb-07
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Eliane Brum para responder à questão.

         Hannah Arendt alcançou o conceito de “a banalidade do mal” ao testemunhar o julgamento do nazista Adolf Eichmann, em Jerusalém, e perceber que ele não era um monstro com um cérebro deformado, nem demonstrava um ódio pessoal e profundo pelos judeus. Eichmann era um homem decepcionantemente comezinho que acreditava apenas ter seguido as regras do Estado e obedecido à lei vigente ao desempenhar seu papel no assassinato de milhões de seres humanos. Eichmann seria só mais um burocrata cumprindo ordens que não lhe ocorreu questionar. A banalidade do mal se instala na ausência do pensamento.
          A boçalidade do mal, uma das explicações possíveis para o atual momento, é um fenômeno gerado pela experiência da internet. Ou pelo menos ligado a ela. Desde que as redes sociais abriram a possibilidade de que cada um expressasse livremente, digamos, o seu “eu mais profundo”, a sua “verdade mais intrínseca”, descobrimos a extensão da cloaca humana. O que se passou foi que descobrimos não apenas o que cada um faz entre quatro paredes, mas também o que acontece entre as duas orelhas de cada um. Descobrimos o que cada um de fato pensa sem nenhuma mediação ou freio. E descobrimos que a barbárie íntima e cotidiana sempre esteve lá, aqui, para além do que poderíamos supor, em dimensões da realidade que só a ficção tinha dado conta até então.
          Descobrimos, por exemplo, que aquele vizinho simpático com quem trocávamos amenidades bem educadas no elevador defende o linchamento de homossexuais. E que mesmo os mais comedidos são capazes de exercer sua crueldade e travesti-la de liberdade de expressão. Nas postagens e comentários das redes sociais, seus autores deixam claro o orgulho do seu ódio e muitas vezes também da sua ignorância. Com frequência reivindicam uma condição de “cidadãos de bem” como justificativa para cometer todo o tipo de maldade, assim como para exercer com desenvoltura seu racismo, sua coleção de preconceitos e sua abissal intolerância com qualquer diferença.
        Ainda temos muito a investigar sobre como a internet, uma das poucas coisas que de fato merecem ser chamadas de revolucionárias, transformou a nossa vida e o nosso modo de pensar e a forma como nos enxergamos. A mesma possibilidade de se mostrar, que nos revelou o ódio, gerou também experiências maravilhosas, inclusive de negação do ódio. Do mesmo modo, a internet ampliou a denúncia de atrocidades e a transformação de realidades injustas, tanto quanto tornou o embate no campo da política muito mais democrático.
          Meu objetivo aqui é chamar a atenção para um aspecto que me parece muito profundo e definidor de nossas relações atuais. A sociedade brasileira, assim como outras, mas da sua forma particular, sempre foi atravessada pela violência. Fundada na eliminação do outro, primeiro dos povos indígenas, depois dos negros escravizados, sua base foi o esvaziamento do diferente como pessoa, e seus ecos continuam fortes. A internet trouxe um novo elemento a esse contexto. Quero entender como indivíduos se apropriaram de suas possibilidades para exercer seu ódio – e como essa experiência alterou nosso cotidiano para muito além da rede.

    (“A boçalidade do mal”. http://brasil.elpais.com, 02.03.2015. Adaptado.)
    Segundo o texto, se “a banalidade do mal se instala na ausência do pensamento”, pode-se inferir que a “boçalidade do mal” ocorre na ausência de
    Escolha uma alternativa para a questão 5654ee97-07
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Eugênio Bucci para responder à questão.

         Se há, como há, um “marketing do bem” que promove a solidariedade social, devemos admitir que a solidariedade se tornou um valor de mercado e um valor para o mercado. Logo, estamos diante de uma “solidariedade de mercado”, uma solidariedade que é não bem um sentimento interior, mas uma imagem de solidariedade. É uma imagem que ganha vida própria e que vai se associar a outras imagens para valorizá-las – imagens de empresas, de marcas, de governos e governantes, de personalidades públicas. A solidariedade, assim posta, como imagem autônoma ou como imagem que reforça outras imagens, existe no mercado não como um fim que se basta, um fim desinteressado, mas como um argumento para o consumo – o consumo de marcas (consumo que é pago em dinheiro, pela compra dos produtos), de governos e governantes (consumo que é pago em delegação de poder, pelo voto), de personalidades públicas, as tais celebridades (que são consumidas pela imitação, pela admiração, o que se remunera com índices de popularidade). Portanto, esse tipo mercadológico de solidariedade, além de constituir um valor de mercado e para o mercado, torna-se também um fator que, para usar aqui a linguagem dos marqueteiros e marquetólogos, “agrega valor” a produtos, marcas, empresas, pessoas e governos. A solidariedade assim posta, mais que um valor ético, é um fator de lucro – ou de proteção contra prejuízos (econômicos e de imagem). É, necessariamente, uma solidariedade exibicionista.

    (Eugênio Bucci. “A solidariedade que não teme aparecer”. In: Eugênio Bucci
    e Maria Rita Kehl. Videologias: ensaios sobre televisão, 2004.)
    “Se há, como há, um ‘marketing do bem’ que promove a solidariedade social, devemos admitir que a solidariedade se tornou um valor de mercado e um valor para o mercado.”

    As preposições destacadas expressam, respectivamente, os sentidos de
    Escolha uma alternativa para a questão 564dc373-07
  • Linguagens

    Português

    Leia o excerto do romance Dom Casmurro, de Machado de Assis, para responder à questão.

         Vivo só, com um criado. A casa em que moro é própria; fi-la construir de propósito, levado de um desejo tão particular que me vexa imprimi-lo, mas vá lá. Um dia há bastantes anos, lembrou-me reproduzir no Engenho Novo a casa em que me criei na antiga Rua de Matacavalos, dando-lhe o mesmo aspecto e economia daquela outra, que desapareceu. Construtor e pintor entenderam bem as indicações que lhes fiz: é o mesmo prédio assobradado, três janelas de frente, varanda ao fundo, as mesmas alcovas e salas. [...]
         O meu fim evidente era atar as duas pontas da vida, e restaurar na velhice a adolescência. Pois, senhor, não consegui recompor o que foi nem o que fui. Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente. Se só me faltassem os outros, vá; um homem consola-se mais ou menos das pessoas que perde; mas falto eu mesmo, e esta lacuna é tudo. O que aqui está é, mal comparando, semelhante à pintura que se põe na barba e nos cabelos, e que apenas conserva o hábito externo, como se diz nas autópsias; o interno não aguenta tinta. Uma certidão que me desse vinte anos de idade poderia enganar os estranhos, como todos os documentos falsos, mas não a mim. Os amigos que me restam são de data recente; todos os antigos foram estudar a geologia dos campos-santos¹. Quanto às amigas, algumas datam de quinze anos, outras de menos, e quase todas creem na mocidade. Duas ou três fariam crer nela aos outros, mas a língua que falam obriga muita vez a consultar os dicionários, e tal frequência é cansativa.

    (Dom Casmurro, 1971.)

    ¹ campo-santo: cemitério. 
    Considere os trechos:

    •  “Em tudo, se o rosto é igual, a fisionomia é diferente.”
    •  “Os amigos que me restam são de data recente; todos os antigos foram estudar a geologia dos campos-santos.”

    As figuras de linguagem utilizadas pelo autor nesses trechos são, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 5643383a-07
  • A Constituição brasileira de 1824 estabelecia quatro poderes: Executivo, Legislativo, Judiciário e Moderador. Essa divisão
    Escolha uma alternativa para a questão b39549c5-06
  • Ciências Humanas

    Geografia

    O declínio das lavras auríferas a partir dos meados do século XVIII foi empurrando inevitavelmente os habitantes dos distritos mineradores cada vez mais para leste, o que fez aumentar as atenções das autoridades para o cumprimento das ordens régias anteriores. Em 4 de março de 1755, o governador mandou instaurar um processo sobre a abertura de algumas picadas na Borda do Campo.
    A rigor, portanto, os sertões proibidos constituíam toda a região a leste do Caminho Novo, que interligava a capital ao interior minerador. No entanto, além do respeito a estas ordens, os colonos se viam impedidos de abrir caminhos ou picadas para este território, em particular por uma razão de ordem prática muito mais severa: a grande concentração de indígenas que o habitavam.
    Tal território foi incorporado ao que se chamou de Sertões do Leste, ainda que historicamente convencionou-se como conceito mais afeito ao termo sertão aquele vinculado às áreas situadas no interior dos continentes, pouco povoadas, geralmente caracterizadas por baixa pluviosidade e vegetação xerófita.

    (IBGE. Atlas das representações literárias de regiões brasileiras,
    vol. 2, 2009. Adaptado.)

    O excerto caracteriza a expansão da ocupação do território brasileiro para uma área ocupada por uma vegetação de
    Escolha uma alternativa para a questão b36acfc8-06
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    The fantastic appeal of fantasy

    Imagem da questão de Inglês, Centro Universitário São Camilo 2019, Interpretação de texto | Reading comprehension
    The fantasy genre starts where science ends

         Few things can brighten up a dark morning in a Scottish seaside resort during an Atlantic storm. Yet while sheltering in a bookshop from the rain, I had a moment of sunny revelation. Stacked almost as high as my 11-year-old self were copies of The Lord of the Rings, with a cover illustration that promised mystery and magic. That chance discovery started a lifelong love of the fantasy genre1 , both as reader and writer. 
       The fantasy genre has had more and more success, but today we’re in the middle of an unprecedented fantasy boom. Sales continue to rise and it is now the biggest genre in publishing. The more rational the world gets, with super-science all around us, the more we demand the irrational in our fiction.
         Fantasy is not simply a case of swords2 and sorcery3 . Yes, there is that by the shelf. But the genre is as broad as the imagination. The genre starts where science ends.
        “In these modern times, where most of us sit at computers, fantasy books offer a chance to break out of mundane moments,” says Mark Newton, an editor with the genre. “People like to explore themes that go beyond the limited palette that literary fiction claims to offer.” 
         A search for the origins of fantasy will usually have academics muttering about Beowulf or Homer’s The Iliad, but they come from a time when all stories were fantasy: gods and monsters and supernatural artefacts with humanity caught in the middle. The first modern fantasy writer is usually considered to be William Morris, in the late 19th Century. But it was the early 20th Century where fantasy really started to gain status.
         Fantasy fiction has always been about visionary ideas. You can get artful words in plenty of literary fiction, but being able to see beyond the boundaries4 of the world around us — now that’s a special skill.
         I don’t write fantasy fiction simply to provide a trapdoor5 from the real world. For me, the genre is about the reality. But instead of coming up against it, fantasy maps the unconscious aspirations of our modern society through allegory in story- -forms as old as humanity. It’s about turning off the mobile phone and the computer and remembering who we are in the deepest parts of ourselves.

    (Mark Chadbourn. www.telegraph.co.uk, 12.04.2008. Adaptado.)

    1genre: gênero. Categoria distintiva de composição literária, como romance, poesia etc.
    2sword: espada.
    3sorcery: feitiçaria.
    4boundary: fronteira.
    5trapdoor: alçapão
    No trecho “they come from a time when all stories were fantasy” (5° parágrafo), o termo sublinhado refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 794810cc-06
  • Observe a fachada principal da Catedral de Notre Dame de Paris.


    Imagem da questão de Conhecimentos Gerais, Centro Universitário São Camilo 2019, Conhecimentos Gerais Sobre Arte e Cultura
    (nationalgeographicbrasil.com)

    O estilo dessa construção está relacionado
    Escolha uma alternativa para a questão 79104394-06
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Analise a figura.

    Imagem da questão de Geografia, Centro Universitário São Camilo 2019, Impactos e soluções nos meios natural e rural
    (www.ecoeficientes.com.br)

    Considerando conhecimentos sobre a questão ambiental, a utilização da técnica representada permite
    Escolha uma alternativa para a questão 79061737-06