História
- História do Brasil
- Prova de 2014
- Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 2A233A7C-DE
Instituição
464 questões de Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação, de 2013 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

O servo pertence à terra e rende frutos ao dono da terra. O operário livre, pelo contrário, vende-se a si mesmo, e além disso por partes. Vende em leilão oito, dez, doze, quinze horas da sua vida, dia após dia, a quem melhor pagar, ao proprietário das matérias-primas, dos instrumentos de trabalho e dos meios de vida, isto é, ao capitalista. O operário não pertence nem a um proprietário nem à terra, mas oito, dez, doze, quinze horas da sua vida diária pertencem a quem as compra. O operário, quando quer, deixa o capitalista ao qual se alugou, e o capitalista despede-o quando acha conveniente, quando já não tira dele proveito ou o proveito que esperava. Mas o operário, cuja única fonte de rendimentos é a venda da força de trabalho, não pode deixar toda a classe dos compradores, isto é, a classe dos capitalistas, sem renunciar à existência. Ele não pertence a este ou àquele capitalista, mas à classe dos capitalistas, e compete-lhe a ele encontrar quem o queira, isto é, encontrar um comprador dentro dessa classe dos capitalistas.
(MARX, Karl. . Disponível em: Trabalho assalariado e capital http://www.marxists.org/portugues/marx/1849/04/05.htm. Acesso em: 15 ago. 2014, às 11h30.)
Tomando por base as informações contidas no texto, julgue os itens abaixo:
I. Apesar de livre, ao contrário do servo medieval que era preso à terra, o operário da sociedade industrial, ao vender sua força de trabalho para o capitalista, acaba se tornando, em certa medida, escravo do sistema que o criou.
II. Ao contrário do servo medieval, que produzia para sua própria subsistência, o operário tem na venda da força de trabalho sua única fonte de sobrevivência.
III. Apesar de contraditório, mesmo sendo explorado o operário acaba necessitando do fortalecimento do capitalismo, uma vez que, sem ele, encontraria dificuldades para conseguir os rendimentos necessários para sua sobrevivência.
Está (ão) correto (s):
O Conselho de Segurança da ONU é composto por cinco membros permanentes, que possuem direito a veto. Fazem parte também do Conselho membros não permanentes, eleitos pela Assembleia Geral, com mandatos de dois anos. Estes países não possuem direito a veto. O número de membros não permanentes aumentou de seis para 10 através de uma emenda na Carta da ONU realizada em 1965.
Cada membro do Conselho tem direito a um voto. As decisões sobre questões de procedimentos são tomadas pelo voto afirmativo de pelo menos nove dos 15 membros.
As decisões sobre questões de fundo exigem nove votos, incluindo os votos afirmativos de todos os cinco membros permanentes. Esta é a regra conhecida como “unanimidade das grandes potências” ou poder de “veto”.
(Fonte: http://www.brasil-cs-onu.com/o-conselho/membros)
São países membros permanentes do Conselho de Segurança da ONU:

Leia as informações:

(Fonte: Jânio Quadros condecora “Che” Guevara em Brasília, em. 19 de agosto de 1961. Imagem disponível em: http://museuvirtualcheguevara.blogspot.com.br/2012/ 09/che-e-condecorado-em-brasilia-brasil.html. Acesso em: 19 ago. 2013, às 10h00.)
Jânio estivera em Cuba em março de 1960, expressando de forma cifrada uma vaga simpatia pelo regime de Fidel Castro. Como presidente, provocou a fúria dos conservadores ao condecorar o companheiro de Fidel, Che Guevara, com a Ordem do Cruzeiro do Sul. Não havia neste gesto qualquer intenção de demonstrar apoio ao comunismo. Ele simbolizava para o grande público a política externa independente que Jânio começara a pôr em prática.
(Fonte: FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 374.)
O princípio fundamental da política externa independente, adotada
pelo presidente Jânio Quadros, pode ser encontrado na seguinte alternativa:
Analise atentamente as informações abaixo:

Bandeira utilizada após a proclamação da República no Brasil, entre os dias 15 e 19 de novembro.
O movimento republicano, como um todo, não adotara bandeira própria. Como hino, usava simplesmente a Marselhesa. Poder-se-ia perguntar: se a Marselhesa, por que também não a tricolor, a bandeira da revolução e das repúblicas francesas? É que a Marselhesa era símbolo que extrapolava as fronteiras nacionais, era símbolo universal da revolução, ao passo que a tricolor mantinha as características nacionais. A Marselhesa era a revolução, a república radical; a tricolor era a França.
(Fonte: CARVALHO, José Murilo de. A formação das almas. SP: Cia. das Letras, 2006, p. 110.)
O contexto da proclamação da República brasileira foi marcado por
uma série de influências externas, como a bandeira dos Estados Unidos e o hino francês. Além do conteúdo expresso nas informações,
podemos citar ainda o positivismo como base ideológica do movimento republicano militar. Uma explicação para esta influência externa pode ser encontrada na seguinte alternativa:
Analise atentamente as informações abaixo para responder a questão:

(Fonte: O primeiro McDonald’s da União Soviética. Praça Pushkin, Moscou, 31 de janeiro de 1990. Foto de Alexander Zemlianichenko. Disponível em: http://www.airingnews.com/ articles/60327/These-photographs-capture-the-terror-joy-and-weirdness-of-theUSSRs-final-days. Acesso em: 18 ago. 2013, às 10h20.)

(Fonte: Último leite em um Mercado estatal no centro de Moscou. Dezembro de 1990. Foto de Martin Cleaver. Disponível em: http://www.airingnews.com/articles/60327/ These-photographs-capture-the-terror-joy-and-weirdness-of-the-USSRs-final-days. Acesso em: 18 ago. 2013, às 10h20.)