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Instituição

Questões: Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação — com gabarito

464 questões de Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação, de 2013 a 2019. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 464 questões
  • 6 provas

Resultados: 464 questões

Página 2 de 24

  • Ciências Humanas

    História

    Leia as informações para responder à questão:


    Figura 1 de 2 da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2018, Período Colonial: produção de riqueza e escravismo


    [...] nas últimas décadas do século XVIII, a sociedade mineira entrava em uma fase de declínio, marcada pela queda contínua da produção de ouro e pelas medidas da Coroa no sentido de garantir a arrecadação do quinto. [...] Em sua grande maioria [os inconfidentes] constituíam um grupo da elite colonial, formado por mineradores, fazendeiros, padres envolvidos em negócios, funcionários, advogados de prestígio e uma alta patente militar [...].

    (FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 100.)


    Figura 2 de 2 da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2018, Período Colonial: produção de riqueza e escravismo


    De todos os movimentos de revolta que eclodiram no Brasil colonial, a Conjuração baiana de 1798 foi o mais abrangente em termos dos objetivos políticos, da abertura à participação das camadas populares e dos ideais de mudanças sociais propostos. Assim como os inconfidentes mineiros, os conjurados baianos defendiam a emancipação política do Brasil através do rompimento do pacto colonial. Mas foram mais além, ao propor profundas mudanças sociais como a abolição dos privilégios vigentes que garantissem a igualdade entre os homens, de diferentes raças e cor, e o fim da escravidão.

    (Conjuração Baiana teve grande participação popular.

    Disponível em: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/ conjuracao-baiana-revolta-dos-alfaiates-teve-grande-participacao-popular.htm.

    Acesso em: 15 ago. 2018, às 17h40.)


    Tomando por base as informações e o contexto por elas retratado, julgue os itens:

    I. A ausência de negros na primeira imagem, bem como as vestimentas dos participantes, aponta para o caráter elitista da Conjuração Mineira, em oposição ao caráter popular da rebelião na Bahia, na qual os principais líderes eram negros.

    II. Apesar de ambas as conspirações terem sofrido influências comuns, como a dos ideais iluministas, enquanto a Mineira apresentou caráter econômico, a Baiana apresentou um conteúdo social.

    III. Apesar das diferenças em relação aos participantes, ambas as conspirações apresentaram a abolição da escravidão como um princípio básico de seus projetos políticos e sociais.


    Está (ão) correto (s):

    Escolha uma alternativa para a questão c219940b-f2
  • Ciências Humanas

    História

    Leia os excertos para responder à questão:

    O sistema gentílico estava fadado a durar pouco. [...] A transformação devia-se a dois fatores:
    I. A produção não crescia proporcionalmente à população, devido às técnicas rudimentares, advindo então a queda da renda familiar, provocando descontentamento;
    II. O genos passou a dividir-se em famílias menores, enfraquecendo-se; filhos mais novos e bastardos protestavam contra a vida difícil; cada um trabalhava com menos estímulo e mais exigência na divisão dos produtos.
    (Grécia Antiga. Disponível em: https://www.mundovestibular.com.br/ articles/529/2/GRECIA-ANTIGA/Paacutegina2.html. Acesso em: 18 ago. 2018, às 08h00.)


    A expansão demográfica promove o desequilíbrio na oferta e demanda de alimentos. A primitiva e ineficiente produção agrícola feudal não consegue suprir as necessidades de uma sociedade em expansão. Surge, no interior dos feudos, o excedente populacional. Dada a insuficiência de recursos para prover o excedente populacional, inicia-se o processo de marginalização social. Os senhores feudais expulsam de suas terras a população excedente.
    (Baixa Idade Média. Disponível em: https://portaldoestudante.wordpress.com/ 2011/07/08/baixa-idade-media-crescimento-demografico/.
    Acesso em: 18 ago. 2018, às 08h30.)

    Os fragmentos tratam dos processos de desagregação das comunidades gentílicas, na Grécia Antiga, e dos feudos, na Idade Média europeia. Assinale a alternativa que mais bem representa a relação entre os processos
    Escolha uma alternativa para a questão c209a8c6-f2
  • Linguagens

    Inglês

    Considere o texto a seguir para responder à questão.


    Facebook’s new data policy: Answers to your privacy questions

        Facebook, the world’s largest social network, revamped the policies it uses when collecting data on the more than 2 billion people who use it every month. As part of the new policy, released April 19, the company is also spelling out more clearly how it collects and uses that information about you.

        Where does Facebook get information about me?

        It finds this information from a mixture of photos, videos and thoughts you post on your timeline. It also gleans data from your interactions with Facebook friends, as well as the pages and posts you “like.” Plus, the company collects seven different kinds of information it takes from a phone, computer or tablet you’re using. That includes data about the version of software you’re running, how low your battery is and how much storage you have left on your device. On top of that, Facebook can access information about devices that are connected to the same network you’re on.

        This kind of info is often used for something industry experts call fingerprinting, which is how websites identify you based on all the data they can collect from your device.

    (Adaptado de https://www.cnet.com/news/facebook-data-policy-answers-to-your-privacyquestions-cambridge-analytica/. Publicado em: 21 abr. 2018.

    Acesso em: 21 ago. 2018, às 16h31.)

    Segundo o texto, os usuários do Facebook não costumam:
    Escolha uma alternativa para a questão c1f65213-f2
  • Leia o excerto abaixo:


    A cidade ainda sem nome, conhecida por enquanto apenas como a “nova capital administrativa” do país, foi anunciada em março de 2015 como uma das principais iniciativas do governo do general Abdel Fattaf al Sisi, que prevê transferir seu governo para lá dentro de um ano. [...] De acordo com o Serviço de Informação do governo, a principal razão por trás do projeto é aliviar a superlotação do Cairo, uma megacidade com quase 20 milhões de habitantes e que deve chegar aos 40 milhões em 2050.

    (Como será a grandiosa e polêmica capital que o Egito está construindo no meio do deserto.

    Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/internacional-44320974.

    Acesso em: 19 ago. 2018, às 18h15)


    De acordo com o texto, entre os motivos que levaram o presidente Abdel Fattaf al Sisi à construção de uma nova capital para o Egito, pode-se destacar:

    Escolha uma alternativa para a questão c1c5fccb-f2
  • Matemática

    Matemática

    Em uma corrida de revezamento por equipes, com 8 participantes, a média de tempo gasto por cada membro da equipe para dar uma volta completa na pista é de 73 segundos; um dos participantes dessa equipe foi substituído por um corredor mais ágil, que conseguiu reduzir o tempo total da equipe em 12 segundos. Assim, a média de tempo dessa equipe reduziu em
    Escolha uma alternativa para a questão c1a17b16-f2
  • Linguagens

    Português

        A voz o chama. Uma voz que o alegra, que faz bater seu coração. Ajudar a mudar o destino de todos os pobres. Uma voz que atravessa a cidade, que parece vir dos atabaques que ressoam nas macumbas da religião ilegal dos negros. Uma voz que vem com o ruído dos bondes onde vão os condutores e motorneiros grevistas. Uma voz que vem do cais, do peito dos estivadores, de João de Adão, de seu pai morrendo num comício, dos marinheiros dos navios, dos saveiristas e dos canoeiros. Uma voz que vem do grupo que joga a luta da capoeira, que vem dos golpes que o Querido-de-Deus aplica. Uma voz que vem mesmo do padre José Pedro, padre pobre de olhos espantados diante do destino terrível dos Capitães da Areia. Uma voz que vem das filhas-de-santo do candomblé de Don’Aninha, na noite que a polícia levou Ogum. Voz que vem do trapiche dos Capitães da Areia. Que vem do reformatório e do orfanato. Que vem do ódio do Sem-Pernas se atirando do elevador para não se entregar. […] Porque é uma voz que chama para lutar por todos, pelo destino de todos, sem exceção. Voz poderosa como nenhuma outra. Voz que atravessa a cidade e vem de todos os lados. Voz que traz com ela uma festa, que faz o inverno acabar lá fora e ser a primavera. A primavera da luta. Voz que chama Pedro Bala, que o leva para a luta. Voz que vem de todos os peitos esfomeados da cidade, de todos os peitos explorados da cidade. Voz que traz o bem maior do mundo, bem que é igual ao sol, mesmo maior que o sol: a liberdade. […] Dentro de Pedro Bala uma voz o chama: voz que traz para a canção da Bahia, a canção da liberdade. Voz poderosa que o chama. Voz de toda a cidade pobre da Bahia, voz da liberdade. A revolução chama Pedro Bala.

    (AMADO, Jorge. Capitães da Areia. São Paulo: Companhia das Letras, 2009. p. 258-259”)

    A “voz” que chama por Pedro Bala, no trecho apresentado, deseja que o garoto:
    Escolha uma alternativa para a questão c172ba91-f2
  • Ciências da Natureza

    Física

    O jogo de realidade aumentada, denominado Pokémon Go, está fazendo grande sucesso atualmente. Um jovem jogador saiu de casa, em busca dos pokémons, às 20h30 e retornou às 23h, após fazer o seguinte trajeto: andou 300m pela rua até chegar numa praça quadrada de 100m de lado, em que deu três voltas completas, seguindo exatamente suas laterais; em seguida, caminhou 500m por uma avenida, 200m sobre uma passarela e mais 300m, já de volta ao seu ponto de partida. Aponte a razão entre a distância total percorrida e o intervalo de tempo gasto pelo jovem.
    Escolha uma alternativa para a questão 97ce67db-e6
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Os hormônios são mediadores químicos que atuam nas células regulando o funcionamento dos tecidos. O esquema abaixo demonstra a ação de um destes reguladores:



    Com base no esquema, aponte, respectivamente, o hormônio que atua no receptor da membrana e o órgão que o secreta:
    Escolha uma alternativa para a questão 97b615ae-e6
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Observe a foto e, em seguida, leia o trecho de uma notícia apresentado abaixo:

    Governo cria o Refúgio de Vida Silvestre de Alcatrazes

    Imagem da questão de Geografia, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2016, Geografia Física


    O presidente interino Michel Temer assinou na noite de terça-feira (2/8) o decreto que cria o Refúgio de Vida Silvestre (RVS) do Arquipélago de Alcatrazes, uma antiga reivindicação dos ambientalistas. A mais nova unidade de conservação (UC) federal fica no litoral norte de São Paulo, no município de São Sebastião. Com ela, sobe para 326 o número de UCs geridas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) no País.

    (Adaptado de: http://www.icmbio.gov.br/portal/ultimas-noticias/ 20-geral/8056-governo-cria-o-refugio-de-vida-silvestre-de-alcatrazes)


    Com base na foto, no texto e nos seus conhecimentos sobre geografia física do Brasil, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão 9789c08d-e6
  • Ciências Humanas

    História

    Leia as informações:


    Imagem da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2016, Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)


    (Imagem disponível em: http://professorlindomar.blogspot.com.br/ 2010/03/lisistrata-guerra-do-sexo.html. Acesso em: 11 ago. 2016, às 17h30.)


        Atenas e uma coalisão de cidades-Estado gregas, lideradas por Esparta, estavam em guerra havia anos, e as mulheres estavam cansadas daquilo. Elas queriam seus maridos e filhos de volta. Então, a ateniense Lisístrata bolou um plano: as mulheres se negariam a fazer sexo com seus maridos até eles acabarem com a guerra.


    (KICK, Russ (org.). Cânone gráfico – volume 1. SP: Barricada, 2014, p. 62.)


    A peça do dramaturgo grego Aristófanes, Lisístrata, tem como pano de fundo a série de guerras que opuseram as coalisões lideradas por Atenas e Esparta, durante o chamado Período Clássico da história grega, entre os anos de 431 e 404 a.C. Assinale a alternativa na qual aparecem, respectivamente, o nome do conjunto de guerras e uma de suas principais motivações.

    Escolha uma alternativa para a questão 973f9cb5-e6
  • Linguagens

    Inglês

    Is some Olympic commentary sexist?
    By Claire Bates, 11 August 2016

        According to a recent study by Cambridge University Press. Researchers analysed millions of words relating to men and women and Olympic sports in the Cambridge English Corpus (CEC) and the Sport Corpus - massive databases that include news articles and posts on social media.
        The study revealed common word combinations for female athletes included aged, older, pregnant and married or unmarried. In contrast, top word combinations for male athletes included fastest, strong, big and great.
        It also found that the language around women in sport also focussed disproportionately on appearance, clothes and personal lives.
        It’s not just language where there is a difference in attitude - female Olympic athletes are still garnering far fewer column inches and given less TV airtime than their male counterparts. Researchers found men were mentioned twice as often in the CEC and three times more often in the Sports Corpus.
        However, some things are changing. The proportion of female athletes competing at the Olympics has increased with every games since 1964 when it was 13.2%. By 1988, 26.1% of competitors were women and in Rio 2016 it is 45%.

    (Adaptado de www.bbc.com - acesso em 11/08/2016)
    De acordo com as informações do texto, as bases de dados citadas, reúnem palavras retiradas de:
    Escolha uma alternativa para a questão 9719b839-e6
  • Linguagens

    Português

    Cientistas descobrem o que passa pela cabeça dos animais

    (Alexandre Versignassi e Eduardo Szklarz)


        [...] Para começar a entender como funciona a inteligência em mentes que não são de Homo sapiens, temos que compreender como elas percebem o mundo. Para os humanos, uma rosa é uma flor romântica. Para um besouro, ela é um território de caça. Um leopardo mal percebe que as rosas existem. Um cachorro não vai ligar pra ela, a menos que ela contenha xixi de outro cachorro ou tenha sido tocada pelo dono. Aí sim, ele vai dar à rosa um montão de significados.

        “Enquanto somos seres visuais, os cães sentem a realidade com o focinho”, diz a psicóloga americana Alexandra Horowitz, especialista em comportamento animal. Ao cheirar um cafezinho, por exemplo, algumas pessoas conseguem saber se ele foi adoçado com uma colherinha de açúcar. Já um beagle consegue farejar uma colher de açúcar diluída numa quantidade de café equivalente a duas piscinas olímpicas.

        Assim, o universo dos cachorros é um extrato de cheiros diferentes. Talvez por isso eles não liguem para a própria imagem no espelho. Mesmo que não concluam que a imagem é a deles, não sentem nenhum cheiro diferente, então não interpretam como sendo outro cachorro. Esse supernariz também lhes confere a habilidade de um detetive. Graças aos odores que você exala e às células epiteliais que deixa pelo caminho, seu cão sabe quase tudo sobre você: por onde andou, que objetos tocou, o que comeu, se beijou alguém ou se correu um pouco. Exceto a comida, claro, ele não se interessa pelos outros dados. O olfato do cão é capaz até de rastrear doenças em humanos, como mostra um recente estudo da Universidade Kyushi, no Japão. O labrador Marine, de 8 anos, detectou câncer de intestino ao cheirar o hálito e as fezes de pacientes. Tumores de pele, pulmão e bexiga também já foram farejados por cães em estudos anteriores. Mas nem vem, cachorrada: nossa capacidade de ler placas lá longe na estrada deixaria vocês morrendo de inveja.

        [...] Golfinhos aprendem linguagens artificiais, como demonstrou o psicólogo Louis Herman, da Universidade do Havaí, EUA. Numa delas, palavras representadas por sons de computador formavam 2 mil frases. Quando os golfinhos ouviam “ESQUERDO BOLA BATER”, por exemplo, entendiam que era para bater na bola do lado esquerdo. E também compreendiam a ordem das palavras. Sabiam que o pedido “PRANCHA PESSOA ÁGUA” era para que levassem uma prancha a uma pessoa que estava na água. Já “PESSOA PRANCHA ÁGUA” era para levar a pessoa à prancha na água. Não existe diferença entre fazer isso e aprender um idioma. Ponto para os golfos.

        Mas talvez nem eles sejam páreo para Chaser, uma border collie. A cadela aprendeu o nome de mais de mil objetos - a maioria brinquedos, mas tudo bem. Seu dono, um psicólogo, já nem conta mais quantas palavras ela sabe. Agora ele prefere lhe ensinar rudimentos de gramática. Então estamos de acordo: certos animais, quando treinados, conseguem compreender parte da linguagem humana. [...] a ideia de que eles praticamente não se comunicam entre si morreu faz tempo. Até as abelhas fazem isso: elas dançam para informar a distância e a direção das fontes de alimentos.

        Golfinhos têm uma linguagem interna. Eles se comunicam por assobios e sinais corporais como saltos, tapas da cauda na água e fricção da mandíbula. Cada animal tem uma modulação única, o que lhe confere uma voz individual.

        Kathleen Dudzinski, diretora do Dolphin Communication Project, escuta esses animais há quase 20 anos com aparelhos que registram a frequência e as nuances de sua linguagem. Mas admite que ainda falta muito para decifrá-la, sobretudo porque golfinhos nadam rápido e é difícil captar uma conversa entre vários animais debaixo d’água. Além disso, cada sinal varia conforme o contexto. Com os humanos é igual: dependendo da situação, uma pessoa que levanta a mão aberta quer dizer “tchau”, “pare” ou “custa R$ 5”. [...]

        Golfinhos têm um lado sádico: se aproximam sorrateiramente de gaivotas que descansam na água, dão um caldo nelas e as liberam depois de mantê-las alguns segundos debaixo d’água, sofrendo.

        Mas o macaco rhesus, um primata asiático com jeito de babuíno, está aí para redimir seus colegas aquáticos. Num estudo da Universidade Northwestern, EUA, os macacos precisavam apertar um botão para ganhar comida. Mas sempre que eles faziam isso outros rhesus levavam um choque (de leve, mas um choque). Alguns macacos não se importaram. Mas com outros foi diferente. O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.

        [...]


    (Adaptado de http://super.abril.com.br/ciencia/cientistas-descobrem-o-que-passapela-cabeca-dos-animais?utm_source=redesabril_jovem&utm_medium=f acebook&utm_campaign=redesabril_super)

    Releia o trecho abaixo:


    O psicólogo americano Frans De Wall conta melhor: “Um macaco parou de apertar o botão por 12 dias depois de ver outro levar choque. Ele estava morrendo de fome para não causar sofrimento aos outros”. Pois é. Não precisa ser gente para pensar, se emocionar ou aproveitar a vida. Nem para ser gente fina.


    Para tomar a decisão de passar fome, foi preciso que o macaco:

    Escolha uma alternativa para a questão 9652bcdf-e6
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Os testes de gravidez comercializados em farmácias consistem em detectar, na urina da mulher, a presença ou não do hormônio secretado pela ocorrência de nidação – implantação do embrião no útero. Além da secreção deste, ocorrem alterações nas concentrações de dois outros hormônios ovarianos, durante a gravidez.


    Assinale, a seguir, a alternativa que contenha o nome do hormônio detectado no teste farmacêutico e o gráfico que melhor representa as concentrações de hormônios ovarianos durante uma gestação.


    Imagem da questão de Biologia, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Identidade dos seres vivos
    Escolha uma alternativa para a questão 517cbfeb-df
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Leia o texto abaixo sobre a Dengue:


    ATENÇÃO:


    Devido às altas temperaturas dessa época do ano, o ciclo do mosquito – que em temperaturas amenas demora 30 dias – pode ser reduzido para 12 dias. Isso significa um aumento direto na população do vetor.

    A dengue é transmitida pelo mosquito Aedes aegypti infectado. A picada do pernilongo acontece pelas fêmeas, que precisam de sangue para produzir ovos. O mosquito deposita os ovos em locais de água limpa parada, principalmente em zonas urbanas. Os sintomas mais comuns da doença são febre alta com dor de cabeça, dor atrás dos olhos, no corpo e nas juntas.

    Atualmente, um dos métodos de prevenção é o controle da proliferação do transmissor através de cuidados básicos para evitar potenciais criadouros do mosquito.

    (http://vestibular.uol.com.br/resumo-das-disciplinas/ atualidades/brasil-tem-novo-surto-de-dengue-sp-concentra-a-maioria-dos-casos- -brasil-tem-novo-surto-de-dengue-sp-concentra-a-maioria-dos-casos.htm)


    Além das altas temperaturas, podemos afirmar que, no Estado de São Paulo e principalmente na capital, o surto de dengue foi agravado devido:
    Escolha uma alternativa para a questão 5172442f-df
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Leia a notícia abaixo:


    Moradores de Tianjin se queixam de
    ardência na pele após primeiras chuvas


    Chineses temem que precipitações espalhem restos químicos; autoridades pediram que população se afaste da área


    PEQUIM - Alguns moradores de áreas próximas ao terminal de contêineres que armazenava produtos químicos, onde ocorreram duas explosões na semana passada, se queixaram nesta quarta-feira, 19, de ardência na pele após as primeiras chuvas registradas na região do porto de Tianjin, na China.
    [...] Até o momento, as autoridades ambientais de Tianjin garantiram que os níveis de contaminação no ar e na água se mantêm em patamares “seguros”.
    No entanto, o medo em relação à nocividade dos produtos químicos continua. O cianureto pode reagir ao contato com água e produzir cianureto de hidrogênio (acido cianídrico), extremamente prejudicial à saúde humana.
    (http://internacional.estadao.com.br/noticias/geral,moradores-de-tianjin-sequeixam-de-ardencia-na-pele-apos-primeiras-chuvas,1746899


    De acordo com as informações expostas e com seus conhecimentos prévios, o temor da população de áreas próximas ao Porto de Tianjin:
    Escolha uma alternativa para a questão 516e68af-df
  • Ciências Humanas

    Geografia

    As bacias hidrográficas representam regiões banhadas por um rio principal, afluentes e subafluentes, separadas por divisores de águas, que geralmente são as partes mais altas do relevo. A utilização de cada bacia hidrográfica leva em consideração não apenas a rede de drenagem de um rio como também o relevo e o clima da região.


    O mapa abaixo representa as principais bacias hidrográficas brasileiras.
    Analise-o e assinale a alternativa correta:


    Imagem da questão de Geografia, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Geografia Física
    Escolha uma alternativa para a questão 515577d2-df
  • Ciências Humanas

    História

    Analise as imagens para responder à questão:


    Imagem da questão de História, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Guerra Fria e seus desdobramentos


    Sobre o contexto histórico retratado pelas imagens, julgue os itens:


    I. Apesar dos esforços para manter a União Soviética “protegida” da cultura ocidental, como pode ser identificado na capa do álbum, a crise do socialismo real acabou por permitir a penetração destes padrões.

    II. A longa fila na inauguração do McDonalds em Moscou e o imenso público no festival, podem ser entendidos, ao lado da queda do Muro de Berlim, como marcos do final da Guerra Fria e da suposta vitória do Ocidente “liberal” sobre o Oriente “socialista”.

    III. A partir da queda do Muro de Berlim, e da consequente reunificação alemã, o mundo do socialismo real entrou em um processo de crise irreversível, permitindo a entrada de padrões até então inaceitáveis em sua cultura.



    Está (ão) correto (s):

    Escolha uma alternativa para a questão 514ccb0b-df
  • Matemática

    Matemática

    Após a queda de um avião, uma equipe de busca delimitou uma região trapezoidal como a área mais provável para a localização da aeronave. A região está representada na figura abaixo com suas dimensões indicadas:

    Imagem da questão de Matemática, Escola Superior de Administração, Marketing e Comunicação 2015, Probabilidade

    Se o avião realmente caiu na região delimitada pelo trapézio ABCD, a probabilidade de a aeronave estar no interior da fazenda é próxima de:
    Escolha uma alternativa para a questão 50c1fcda-df
  • Linguagens

    Português

    Da arte de citar
    SÍRIO POSSENTI


         No texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.
         Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.
         Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.
         O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).
         O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).
         Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.
         O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.
         O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.
         O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).
         Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!
         Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.
        Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?
         Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?
        Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.
    (Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)
    “Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?”


    Sírio Possenti sugere que Ruy Castro não compreende uma figura de linguagem muito comum na língua, trata-se:
    Escolha uma alternativa para a questão 509cd753-df
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    Da arte de citar
    SÍRIO POSSENTI


         No texto, chamado ‘Com o sentido que você quiser’, publicado na Folha de S. Paulo de 25/04/2012, Ruy Castro estranha o emprego de ‘dérbi’ para designar embates como Guarani X Ponte Preta e cita uma série de dicionários que não anotam a acepção relativa a confrontos futebolísticos.
         Cita o Aurélio, que informa que dérbi é a “mais importante e tradicional carreira inglesa, disputada em Epsom pela primeira vez no século 18, e que veio a dar o nome ao primeiro clube de corrida de cavalos do Brasil, no RJ, depois incorporado ao Jóquei Clube”. Não há referências ao futebol, o que o deixou tranquilo.
         Para mostrar que aqueles jornalistas estão mesmo errados, consultou também o Webster’s Dictionary, cujas informações traduz: “1. Corrida de cavalos em Epsom, Inglaterra, patrocinada pelo 12º conde de Derby em 1780, daí o nome. Por extensão, corrida de cachorros (sic). 2. Chapéu-coco. 3. Um certo tipo de sapato com fivela para homens”. Ruy não lamenta os sentidos 2 e 3, nem explica suas razões.
         O final da coluna dele é irônico: “Ora, que besteira. Por que não fui logo ao Google ou à Wikipédia? Neles tem ‘dérbi’ à vontade, e com o sentido que você quiser” (anote-se a ocorrência de ‘tem’, embora a questão seja outra).
         O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!): a) não se chateia com o fato de ‘dérbi’ signifi car chapéu-coco ou um tipo de sapato, mas acha estapafúrdio que designe uma partida de futebol; b) diz que se pode atribuir à palavra o sentido que se quiser; c) não consultou outros dicionários (ou não contou ao leitor o que eles dizem).
         Começo pelo final, que cobre as outras questões. Consultar outras fontes pode ser revelador. Vamos lá.
         O Houaiss informa que dérbi é um “jogo, partida ou competição esportiva de grande destaque (como o Derby de Epsom, na Inglaterra)”. Como se vê, ele não o restringe ao turfe; só menciona o evento ‘original’ entre parênteses.
         O Petit Larousse (traduzo) diz que é um “encontro esportivo entre equipes vizinhas” (como Ponte e Guarani, portanto). Segundo o Petit Robert, é um “encontro de futebol entre duas cidades vizinhas”.
         O McMillan anota: “um jogo entre dois times da mesma cidade” (nada de cavalos, como se vê) e o YOURDictionary repete a mesma informação (ou será o contrário?).
         Finalmente, o Diccionario de La Lengua Española (da Real Academia) informa que dérby é um “encontro, geralmente futebolístico, entre duas equipes cujos torcedores mantêm permanente rivalidade”. De novo, nada de cavalos. E prioriza claramente o futebol!
         Gostaria muito de conseguir entender outras coisas (que dérbi não significa só corridas de cavalos está mais do que claro; já entendi). Uma: por que será que dérbi significa chapéu-coco e um tipo de sapato com fivela para homens? Meu faro diz que eram peças usadas para ir aos dérbis.
        Pergunta: por que Ruy Castro teve a má sorte de só conhecer dicionários que, casualmente, não citam o sentido relativo a encontros futebolísticos?
         Outra pergunta: por que Ruy Castro estranha os sentidos analógicos (no caso, a extensão de uma disputa turfística para uma futebolística), que são uma das principais características das línguas humanas? Será que ele pensa, por exemplo, que uma pessoa doce vem coberta de açúcar?
        Finalmente, queria entender como Ruy Castro consegue não entender que, se todo mundo emprega ‘dérbi’ para falar de certos jogos de futebol e os dicionários que ele consultou não registram o fato, o problema deve ser dos dicionários.
    (Ciência Hoje, 24/04/2015. Disponível em http://cienciahoje.uol.com.br/ colunas/palavreado/da-arte-de-citar, acesso em 02/09/2015. Adaptado.)
    Em “O brilhante Ruy Castro erra pelo menos três vezes (imaginem os outros!)”, o uso do adjetivo “brilhante” é:
    Escolha uma alternativa para a questão 5099c392-df