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Prova de 2012: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás — questões com gabarito

71 questões da prova de 2012 de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás, em Inglês, Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

Matérias nesta prova

Resultados

71 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 4.

  • 197E5CB8-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    De acordo com a charge a seguir, pode-se afirmar que:

    Imagem da questão de Inglês, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2012, Interpretação de texto | Reading comprehension


    Escolha uma alternativa para a questão 197e5cb8-b6
  • 197B1275-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para a questão.

    Mouse Night: One of our games

    William Stafford

    We heard thunder. Nothing great – on high

    ground rain began. Who ran through

    that rain? I shrank, a fieldmouse, when

    the thunder came – under grass with bombs

    of water scything stems. My tremendous

    father cowered: “Lions rushing make

    that sound,” he said: “we'll be brain-washed

    for sure if head-size chunks of water hit us.

    Duck and cover! It takes a man

    to be a mouse this night,” he said. 

    O título do poema “Mouse night: One of our games” revela ao leitor que:
    Escolha uma alternativa para a questão 197b1275-b6
  • 19764384-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para a questão.

    Mouse Night: One of our games

    William Stafford

    We heard thunder. Nothing great – on high

    ground rain began. Who ran through

    that rain? I shrank, a fieldmouse, when

    the thunder came – under grass with bombs

    of water scything stems. My tremendous

    father cowered: “Lions rushing make

    that sound,” he said: “we'll be brain-washed

    for sure if head-size chunks of water hit us.

    Duck and cover! It takes a man

    to be a mouse this night,” he said. 

    According to the poem, the best meaning for the word “duck” is:
    Escolha uma alternativa para a questão 19764384-b6
  • 197281C5-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para a questão.

    Mouse Night: One of our games

    William Stafford

    We heard thunder. Nothing great – on high

    ground rain began. Who ran through

    that rain? I shrank, a fieldmouse, when

    the thunder came – under grass with bombs

    of water scything stems. My tremendous

    father cowered: “Lions rushing make

    that sound,” he said: “we'll be brain-washed

    for sure if head-size chunks of water hit us.

    Duck and cover! It takes a man

    to be a mouse this night,” he said. 

    No poema, a palavra que sugere perigo é:
    Escolha uma alternativa para a questão 197281c5-b6
  • 196CD552-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir para a questão.

    Mouse Night: One of our games

    William Stafford

    We heard thunder. Nothing great – on high

    ground rain began. Who ran through

    that rain? I shrank, a fieldmouse, when

    the thunder came – under grass with bombs

    of water scything stems. My tremendous

    father cowered: “Lions rushing make

    that sound,” he said: “we'll be brain-washed

    for sure if head-size chunks of water hit us.

    Duck and cover! It takes a man

    to be a mouse this night,” he said. 

    As it can be seen, the “music” of a poem is essential part of its meaning. However, this music can be lost if the reader does not pay close attention to the form and to each word of each line. The poet is very careful when he writes his poem, and he uses many different ways to allow the reader to feel the music and understand the meaning of his words. One of the techniques William Stafford used to create this poem was what we called run-on lines, which is:
    Escolha uma alternativa para a questão 196cd552-b6
  • 196634ED-B6

    Inglês

    Verbos | Verbs
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    The Wind
    James Stephens

    The wind stood up, and gave a shout:
    He whistled on his fingers, and

    Kicked the withered leaves about,
    And thumped the branches with his hand,

    And said he'd kill, and kill, and kill:
    And so he will! And so he will! 
    Assinale entre as alternativas seguir aquela que apresenta os verbos conjugados da mesma forma que stand up no texto
    Escolha uma alternativa para a questão 196634ed-b6
  • 196350FF-B6

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012DifícilEntre para guardar nos favoritos
    The Wind
    James Stephens

    The wind stood up, and gave a shout:
    He whistled on his fingers, and

    Kicked the withered leaves about,
    And thumped the branches with his hand,

    And said he'd kill, and kill, and kill:
    And so he will! And so he will! 
    The Wind
    James Stephens

    The wind stood up, and gave a shout:
    He whistled on his fingers, and

    Kicked the withered leaves about,
    And thumped the branches with his hand,

    And said he'd kill, and kill, and kill:
    And so he will! And so he will!

    The figure of speech in which an animal, object, or idea is given the characteristics of a person, as we see in the poem, is:

    Escolha uma alternativa para a questão 196350ff-b6
  • 1960477A-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 4

    Auto-retrato

    Provinciano que nunca soube

    Escolher bem uma gravata;

    Pernambucano a quem repugna

    A faca do pernambucano;

    Poeta ruim que na arte da prosa

    Envelheceu na infância da arte,

    E até mesmo escrevendo crônicas

    Ficou cronista de província; 

    Arquiteto falhado, músico
    Falhado (engoliu um dia
    Um piano, mas o teclado
    Ficou de fora); sem família,
    Religião ou filosofia;
    Mal tendo a inquietação de espírito
    Que vem do sobrenatural,
    E em matéria de profissão
    Um tísico profissional.”
    (Manuel Bandeira. Poesia completa e prosa.
    Rio de Janeiro: Aguilar, 1983)

    TEXTO 5

    Felicidade clandestina (excerto)

        Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. Como se não bastasse, enchia os dois bolsos da blusa, por cima do busto, com balas. Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria.
        Pouco aproveitava. E nós menos ainda: até para aniversário, em vez de pelo menos um livrinho barato, ela nos entregava em mãos um cartão-postal da loja do pai. Ainda por cima era de paisagem do Recife mesmo, onde morávamos, com suas pontes mais do que vistas. Atrás escrevia com letra bordadíssima palavras como “data natalícia” e “saudade”.
        Mas que talento tinha para a crueldade. Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.”

    (Clarice Lispector. Felicidade clandestina: contos. Rio de Janeiro: Rocco, 1998) 

    Considere as afirmativas a seguir.

    I. No poema Auto-retrato, como em boa parte de sua obra, Manuel Bandeira apresenta uma visão bem humorada dos sofrimentos e descontentamentos do ser humano diante de suas limitações.

    II. Clarice Lispector escreveu contos e romances que discutem a relevância do contexto social para os personagens de suas narrativas, com uma perspectiva politicamente engajada.

    III. Escritores brasileiros do século XX, Clarice Lispector e Manuel Bandeira se aproximam pela tendência negativista, apresentando sempre o homem por seus hábitos e características mais condenáveis.

    IV. Manuel Bandeira é considerado um autor da primeira geração modernista, enquanto Clarice Lispector filia-se à terceira geração de autores do modernismo brasileiro.  


    Estão corretas: 

    Escolha uma alternativa para a questão 1960477a-b6
  • 195745C7-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
    A expressão “É o chapéu”, na propaganda, tem o mesmo efeito de sentido que a expressão sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 195745c7-b6
  • 19533157-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás 2012, Interpretação de Textos

    O texto 3 é criação de uma agência publicitária alemã para a chapelaria Hut Weber. Para divulgar o produto, a propaganda vale-se de:

    Escolha uma alternativa para a questão 19533157-b6
  • 194F4A25-B6

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Goiás · 2012MédioEntre para guardar nos favoritos

    Polivalência: do mito... para a realidade

        A modernidade, ao flexibilizar a divisão de tarefas no interior dos processos produtivos, estaria cumprindo com o papel de substituir o desqualificado e descomprometido “apertador de parafusos” por um funcionário que pensa e molda seu próprio emprego, à medida em que é chamado a experimentar novos métodos de trabalho capazes de garantir ao mesmo tempo a sua realização pessoal e o crescimento da empresa. Desta forma, graças à polivalência, o ser humano estaria deixando de ser um mero apêndice das máquinas para reencontrar no trabalho o caminho de sua própria humanização.

        Mas será que é isso mesmo? Com a polivalência, o capital estaria mesmo abrindo mão da crescente submissão do homem à máquina que, aliás, é um dos elementos que lhe garantem a progressiva exploração da força de trabalho? A polivalência que tem sua origem na flexibilização e na automação dos processos produtivos estaria gerando uma maior qualificação do trabalhador coletivo?

        O novo trabalhador, a ser moldado de acordo com as necessidades dos sistemas informatizados, teria que ser jovem, polivalente, sem tradição de luta, com estudos que lhe fornecessem conhecimentos gerais mais amplos (o segundo grau, por exemplo) ou, no limite, as noções técnicas básicas que podem ser assimiladas através dos cursos de SENAI.

        Ou seja, o perfil da grande maioria dos trabalhadores, que do final da década de 80 até os nossos dias começam a compor o quadro de funcionários das grandes empresas, tem como traços fundamentais a ausência de uma militância política e de uma qualificação efetiva, ao lado de uma bagagem de conhecimentos que serve apenas para proporcionar-lhes uma leitura rápida e segura das informações que aparecem nos sistemas de controle dos equipamentos automatizados e para garantir uma rápida operacionalização das ordens recebidas.

        Se tivermos que descrever em poucas palavras o perfil de um trabalhador polivalente, diríamos que ele não passa de um “pau pra toda obra” que, diante do aumento do desemprego e da ameaça constante que isso traz à manutenção de suas condições de vida, percebe uma sensação de alívio ao aderir, ora ativa ora passivamente, aos objetivos e aos limites impostos pela lógica das mudanças no interior do sistema capitalista. Lógica que tem na polivalência e na flexibilização dos processos de trabalho dois importantes instrumentos para ocultar a continuidade histórica da necessidade da classe dominante ir adequando a organização do trabalho às exigências da acumulação do capital e para apagar nas classes trabalhadoras a memória coletiva de sua tradição de lutas e, com ela, a necessidade de construir uma nova ordem social.

    (GENNARI, Emílio. Automação, Terceirização e Programas de Qualidade Total: os fatos e a lógica das mudanças nos processos de trabalho. São Paulo: CPV, 1997. Adaptado) 

    Com relação ao sentido e às estruturas linguísticas do texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 194f4a25-b6