Filosofia
- Conceitos Filosóficos
- Prova de 2019
- UFU-MG
- Dificuldade: Médio
- Código da questão: 966C9303-C3
Assinale a alternativa que apresenta os dois pontos de vista sobre a educação que são
deduzidos da alegoria da caverna.
Prova
106 questões da prova de 2019 de Universidade Federal de Uberlândia (UFU-MG), em Filosofia, História, Geografia, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
Assinale a alternativa que apresenta os dois pontos de vista sobre a educação que são
deduzidos da alegoria da caverna.
Considerando-se o excerto acima, diz-se que, para Aristóteles, a felicidade é
Considerando-se a definição de silogismo, assinale a alternativa que indica sua
interpretação correta.
Alguns filósofos podem ser considerados realistas e outros nominalistas, conforme o posicionamento de cada um.
Guilherme de Champeaux (1070 – 1121 d. C.) foi um filósofo e teólogo francês, professor na escola da catedral de Notre Dame, em Paris. Champeaux afirmava que “o universal é não somente real, mas também essencialmente idêntico na diversidade das coisas de que é atributo.”
A posição de Champeaux, em relação aos universais, é classificada como
Segundo Kant, o princípio supremo da doutrina dos costumes é: “aja segundo uma máxima
que possa valer ao mesmo tempo como lei universal – cada máxima que não se qualifica a isso é
contrária à moral”.
“Deveis saber, portanto, que existem duas formas de se combater: uma, pelas leis, outra,
pela força. A primeira é própria do homem; a segunda, dos animais. Como, porém, muitas vezes a
primeira não é suficiente, é preciso recorrer à segunda. [...] um príncipe obrigado a bem servir-se
da natureza dos animais deve dela tirar as qualidades da raposa e do leão, pois este não tem defesa
alguma contra laços, e a raposa, contra os lobos. Precisa, pois, ser raposa para conhecer os laços
e leão para aterrorizar os lobos. Os que se fizeram unicamente leões não serão bem sucedidos”.
[...] a palavra “bom”, de antemão, não se prende necessariamente a ações “não-egoístas”;
como é a superstição daqueles genealogistas da moral. Em vez disso, somente com um declínio
de juízos de valor aristocráticos acontece que essa oposição “egoísta” – “não-egoísta” se imponha
mais e mais à consciência humana – é, para me servir de minha linguagem, o instinto de rebanho
que, com ela, afinal, toma a palavra (e também as palavras).
“Quase toda a soma de nosso conhecimento, que de fato se deva julgar como verdadeiro e
sólido conhecimento, consta de duas partes: o conhecimento de Deus e o conhecimento de nós
mesmos. Como, porém, se entrelaçam com muitos elos, não é fácil, entretanto, discernir qual deles
precede ao outro, e ao outro origina. [...] Por outro lado, é notório que o homem jamais chegue ao
puro conhecimento de si mesmo até que haja antes contemplado a face de Deus, e da visão dele
desça a examinar-se a si próprio [...].

