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Prova

Prova de 2014: Universidade Estadual Paulista (UNESP) — questões com gabarito

48 questões da prova de 2014 de Universidade Estadual Paulista (UNESP), em Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 48 questões

Resultados: 48 questões

Página 2 de 3

  • Linguagens

    Português

    Para responder à  questão, leia o fragmento de um romance de Érico Veríssimo (1905-1975).

        O defunto dominava a casa com a sua presença enorme. Anoitecia, e os homens que cercavam o morto ali na sala ainda não se haviam habituado ao seu silêncio espesso.
        Fazia um calor opressivo. Do quarto contíguo vinham soluços sem choro. Pareciam pedaços arrancados dum grito de dor único e descomunal, davam uma impressão de dilaceramento, de agonia sincopada.
        As velas ardiam e o cheiro da cera derretida se casava com o perfume adocicado das flores que cobriam o caixão. A mistura enjoativa inundava o ar como uma emanação mesma do defunto, entrava pelas narinas dos vivos e lhes dava a sensação desconfortante duma comunhão com a morte.
       O velho calvo que estava a um canto da sala, voltou a cabeça para o militar a seu lado e cochichou:
    — Está fazendo falta aqui é o Tico, capitão.
         O oficial ainda não conhecia o Tico. Era novo na cidade. Então o velho explicou. O Tico era um sujeito que sabia animar os velórios, contava histórias, tinha um jeito especial de levar a conversa, deixando todo o mundo à vontade. Sem o Tico era o diabo... Por onde andaria aquela alma?
       Entrou um homem magro, alto, de preto. Cumprimentou com um aceno discreto de cabeça, caminhou devagarinho até o cadáver e ergueu o lenço branco que lhe cobria o rosto. Por alguns segundos fitou na cara morta os olhos tristes. Depois deixou cair o lenço, afastou-se enxugando as lágrimas com as costas das mãos e entrou no quarto vizinho.
    O velho calvo suspirou.
     — Pouca gente... O militar passou o lenço pela testa suada. 
    — Muito pouca. E o calor está brabo. 
    — E ainda é cedo.
     O capitão tirou o relógio: faltava um quarto para as oito. 
    (Um lugar ao sol, 1978.)
    Assinale a alternativa em que a reformulação do último período do texto incorporou a segunda oração ao conjunto como discurso indireto estrito.
    Escolha uma alternativa para a questão 98fd8ac9-35
  • Linguagens

    Português

    Para responder à  questão, leia o fragmento de um romance de Érico Veríssimo (1905-1975).

        O defunto dominava a casa com a sua presença enorme. Anoitecia, e os homens que cercavam o morto ali na sala ainda não se haviam habituado ao seu silêncio espesso.
        Fazia um calor opressivo. Do quarto contíguo vinham soluços sem choro. Pareciam pedaços arrancados dum grito de dor único e descomunal, davam uma impressão de dilaceramento, de agonia sincopada.
        As velas ardiam e o cheiro da cera derretida se casava com o perfume adocicado das flores que cobriam o caixão. A mistura enjoativa inundava o ar como uma emanação mesma do defunto, entrava pelas narinas dos vivos e lhes dava a sensação desconfortante duma comunhão com a morte.
       O velho calvo que estava a um canto da sala, voltou a cabeça para o militar a seu lado e cochichou:
    — Está fazendo falta aqui é o Tico, capitão.
         O oficial ainda não conhecia o Tico. Era novo na cidade. Então o velho explicou. O Tico era um sujeito que sabia animar os velórios, contava histórias, tinha um jeito especial de levar a conversa, deixando todo o mundo à vontade. Sem o Tico era o diabo... Por onde andaria aquela alma?
       Entrou um homem magro, alto, de preto. Cumprimentou com um aceno discreto de cabeça, caminhou devagarinho até o cadáver e ergueu o lenço branco que lhe cobria o rosto. Por alguns segundos fitou na cara morta os olhos tristes. Depois deixou cair o lenço, afastou-se enxugando as lágrimas com as costas das mãos e entrou no quarto vizinho.
    O velho calvo suspirou.
     — Pouca gente... O militar passou o lenço pela testa suada. 
    — Muito pouca. E o calor está brabo. 
    — E ainda é cedo.
     O capitão tirou o relógio: faltava um quarto para as oito. 
    (Um lugar ao sol, 1978.)
    A oração como uma emanação mesma do defunto sugere que
    Escolha uma alternativa para a questão 98ef2bc3-35
  • Linguagens

    Português

    Para responder à  questão, leia o fragmento de um romance de Érico Veríssimo (1905-1975).

        O defunto dominava a casa com a sua presença enorme. Anoitecia, e os homens que cercavam o morto ali na sala ainda não se haviam habituado ao seu silêncio espesso.
        Fazia um calor opressivo. Do quarto contíguo vinham soluços sem choro. Pareciam pedaços arrancados dum grito de dor único e descomunal, davam uma impressão de dilaceramento, de agonia sincopada.
        As velas ardiam e o cheiro da cera derretida se casava com o perfume adocicado das flores que cobriam o caixão. A mistura enjoativa inundava o ar como uma emanação mesma do defunto, entrava pelas narinas dos vivos e lhes dava a sensação desconfortante duma comunhão com a morte.
       O velho calvo que estava a um canto da sala, voltou a cabeça para o militar a seu lado e cochichou:
    — Está fazendo falta aqui é o Tico, capitão.
         O oficial ainda não conhecia o Tico. Era novo na cidade. Então o velho explicou. O Tico era um sujeito que sabia animar os velórios, contava histórias, tinha um jeito especial de levar a conversa, deixando todo o mundo à vontade. Sem o Tico era o diabo... Por onde andaria aquela alma?
       Entrou um homem magro, alto, de preto. Cumprimentou com um aceno discreto de cabeça, caminhou devagarinho até o cadáver e ergueu o lenço branco que lhe cobria o rosto. Por alguns segundos fitou na cara morta os olhos tristes. Depois deixou cair o lenço, afastou-se enxugando as lágrimas com as costas das mãos e entrou no quarto vizinho.
    O velho calvo suspirou.
     — Pouca gente... O militar passou o lenço pela testa suada. 
    — Muito pouca. E o calor está brabo. 
    — E ainda é cedo.
     O capitão tirou o relógio: faltava um quarto para as oito. 
    (Um lugar ao sol, 1978.)
    A força expressiva da locução silêncio espesso resulta do fato de o substantivo e o adjetivo
    Escolha uma alternativa para a questão 98e7f45c-35
  • Linguagens

    Português

    A   questão  focaliza  uma passagem de um artigo de José Francisco Botelho e uma das ilustrações de Carlo Giovani a esse artigo.

    Compaixão   
        Considerada a maior de todas as virtudes por religiões como o budismo e o hinduísmo, a compaixão é a capacidade humana de compartilhar (ou experimentar de forma parcial) os sentimentos alheios — principalmente o sofrimento. Mas a onipresença da miséria humana faz da compaixão uma virtude potencialmente paralisante. Afogados na enchente das dores alheias, podemos facilmente cair no desespero e na inação. Por isso, a piedade tem uma reputação conturbada na história do pensamento: se alguns a apontaram como o alicerce da ética e da moral, outros viram nela uma armadilha, um mero acréscimo de tristeza a um Universo já suficientemente amargo. Porém, vale lembrar que as virtudes, para funcionarem, devem se encaixar umas às outras: quando aliado à temperança, o sentimento de comiseração pelas dores do mundo pode ser um dos caminhos que nos afastam da cratera de Averno*. Dosando com prudência uma compaixão potencialmente infinita, é possível sentirmos de forma mais intensa a felicidade, a nossa e a dos outros — como alguém que se delicia com um gole de água fresca, lembrando-se do deserto que arde lá fora.
    Isso tudo pode parecer estranho, mas o fato é que a denúncia da compaixão segue um raciocínio bastante rigoroso. O sofrimento — e todos concordam — é algo ruim. A compaixão multiplica o sofrimento do mundo, fazendo com que a dor de uma criatura seja sentida também por outra. E o que é pior: ao passar a infelicidade adiante, ela não corrige, nem remedia, nem alivia a dor original. Como essa infiltração universal da tristeza poderia ser uma virtude? No século 1 a.C., Cícero escreveu: “Por que sentir piedade, se em vez disso podemos simplesmente ajudar os sofredores? Devemos ser justos e caridosos, mas sem sofrer o que os outros sofrem".

    * Os romanos consideravam a cratera vulcânica de Averno, situada perto de Nápoles, como entrada para o mundo inferior, o mundo dos mortos, governado por Plutão.



    Por meio da expressão onipresença da miséria humana, o autor do artigo salienta que
    Escolha uma alternativa para a questão 98c03b95-35
  • Linguagens

    Português

    A  questão  toma  por base um poema satírico do poeta português João de Deus (1830-1896).
    Ossos do ofício

    Uma vez uma besta do tesouro,
    Uma besta fiscal,
    Ia de volta para a capital,
    Carregada de cobre, prata e ouro;
    E no caminho
    Encontra-se com outra carregada
    De cevada,
    Que ia para o moinho.
    Passa-lhe logo adiante
    Largo espaço,
    Coleando arrogante
    E a cada passo
    Repicando a choquilha
    Que se ouvia distante.
    Mas salta uma quadrilha
    De ladrões,
    Como leões,
    E qual mais presto
    Se lhe agarra ao cabresto.
    Ela reguinga, dá uma sacada
    Já cuidando
    Que desfazia o bando;
    Mas, coitada!
    Foi tanta a bordoada,
    Ah! que exclamava enfim
    A besta oficial:
    — Nunca imaginei tal!
    Tratada assim
    Uma besta real!...
    Mas aquela que vinha atrás de mim,
    Por que a não tratais mal?
    “Minha amiga, cá vou no meu sossego,
    Tu tens um belo emprego!
    Tu sustentas-te a fava, e eu a troços!
    Tu lá serves el-rei, e eu um moleiro!
    Ossos do ofício, que o não há sem ossos."
    (Campo de flores, s/d.)
    Na última estrofe, o comentário da besta que ia para o moinho corresponde à moral da fábula e equivale, no contexto,o provérbio:
    Escolha uma alternativa para a questão 98ba3988-35
  • Linguagens

    Português

    A  questão  toma  por base um poema satírico do poeta português João de Deus (1830-1896).
    Ossos do ofício

    Uma vez uma besta do tesouro,
    Uma besta fiscal,
    Ia de volta para a capital,
    Carregada de cobre, prata e ouro;
    E no caminho
    Encontra-se com outra carregada
    De cevada,
    Que ia para o moinho.
    Passa-lhe logo adiante
    Largo espaço,
    Coleando arrogante
    E a cada passo
    Repicando a choquilha
    Que se ouvia distante.
    Mas salta uma quadrilha
    De ladrões,
    Como leões,
    E qual mais presto
    Se lhe agarra ao cabresto.
    Ela reguinga, dá uma sacada
    Já cuidando
    Que desfazia o bando;
    Mas, coitada!
    Foi tanta a bordoada,
    Ah! que exclamava enfim
    A besta oficial:
    — Nunca imaginei tal!
    Tratada assim
    Uma besta real!...
    Mas aquela que vinha atrás de mim,
    Por que a não tratais mal?
    “Minha amiga, cá vou no meu sossego,
    Tu tens um belo emprego!
    Tu sustentas-te a fava, e eu a troços!
    Tu lá serves el-rei, e eu um moleiro!
    Ossos do ofício, que o não há sem ossos."
    (Campo de flores, s/d.)
    Na terceira estrofe, com relação à oração principal do período de que faz parte, a oração que exclamava enfim expressa
    Escolha uma alternativa para a questão 98af4893-35
  • Linguagens

    Português

    A  questão  toma  por base um poema satírico do poeta português João de Deus (1830-1896).
    Ossos do ofício

    Uma vez uma besta do tesouro,
    Uma besta fiscal,
    Ia de volta para a capital,
    Carregada de cobre, prata e ouro;
    E no caminho
    Encontra-se com outra carregada
    De cevada,
    Que ia para o moinho.
    Passa-lhe logo adiante
    Largo espaço,
    Coleando arrogante
    E a cada passo
    Repicando a choquilha
    Que se ouvia distante.
    Mas salta uma quadrilha
    De ladrões,
    Como leões,
    E qual mais presto
    Se lhe agarra ao cabresto.
    Ela reguinga, dá uma sacada
    Já cuidando
    Que desfazia o bando;
    Mas, coitada!
    Foi tanta a bordoada,
    Ah! que exclamava enfim
    A besta oficial:
    — Nunca imaginei tal!
    Tratada assim
    Uma besta real!...
    Mas aquela que vinha atrás de mim,
    Por que a não tratais mal?
    “Minha amiga, cá vou no meu sossego,
    Tu tens um belo emprego!
    Tu sustentas-te a fava, e eu a troços!
    Tu lá serves el-rei, e eu um moleiro!
    Ossos do ofício, que o não há sem ossos."
    (Campo de flores, s/d.)
    Empregada na segunda estrofe, a palavra choquilha não é registrada em alguns dicionários. No entanto, pelo contexto dessa estrofe, sobretudo pela presença da forma verbal repicando, torna-se possível verificar que significa
    Escolha uma alternativa para a questão 98a91ff8-35
  • Linguagens

    Português

    Projeto no Iraque reduz a idade mínima de casamento para xiitas mulheres para 9 anos. Xiitas iraquianas, caso o texto seja aprovado, só poderão sair de casa com autorização do marido e deverão estar sempre disponíveis para relações sexuais. Esse tipo de notícia coloca em xeque os ungidos multiculturalistas ocidentais. Como, segundo estes, não há culturas atrasadas mas apenas “diferentes”, e porque a democracia, entendida apenas como escolha da maioria, é um valor absoluto, por que condenar quando a maioria de um povo escolhe por voto a sharia*? Chegamos ao impasse dos multiculturalistas: aceitam que cada cultura seja “apenas diferente” e que, portanto, não há bárbaros, ou constatam o óbvio, ou seja, que certas sociedades ainda vivem presas a valores abjetos, que ignoram completamente as liberdades básicas dos indivíduos. Qual vai ser a opção?

                                  (Rodrigo Constantino. “Pedofilia? No Iraque islâmico é permitido por lei!”. www.veja.com.br, 02.05.2014. Adaptado.)

    *Sharia: lei islâmica.

    Para o autor, o conflito suscitado opõe essencialmente
    Escolha uma alternativa para a questão d54dd8df-d6
  • Linguagens

    Português

    Escrever mal é difícil, declarou um dos maiores escritores contemporâneos. Durante debate para divulgar seu romance O homem que amava os cachorros, o cubano Leonardo Padura caçoou de autores de best-sellers. “Escrever livros como os de Paulo Coelho e Dan Brown não é fácil, não há muitos Dan Browns que possam escrever um romance tão horrível como O Código Da Vinci, que venda milhões de exemplares. Há que se saber fazer má literatura para poder escrever um livro desses”.

                                                          (Fábio Victor. “Fazer má literatura é difícil, diz escritor Leonardo Padura”. Folha de S.Paulo, 17.04.2014. Adaptado.)

    O comentário irônico do escritor acerca da qualidade literária justifica-se pela
    Escolha uma alternativa para a questão d44c5390-d6
  • Linguagens

    Inglês

                                  Pediatric group advises parents to read to kids

    June 26, 2014
    By Amy Graff

                            Imagem da questão de Inglês, UNESP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

                Reading Go Dog Go to your 6 month old might seem like wasted time because she’s more likely to eat the book than help you turn the pages, but a statement released by the American Academy of Pediatrics (AAP) this week says reading in the early years is essential. Reading out loud gets parents talking to their babies and the sound of an adult’s voice stimulates that tiny yet rapidly growing brain. In the statement, the academy advises pediatricians to tell parents to read books to their children from birth.
                Reading regularly with young children stimulates optimal patterns of brain development and strengthens parent-child relationships at a critical time in child development, which, in turn, builds language, literacy, and social-emotional skills that last a lifetime. Research shows that a child’s brain develops faster between 0 and 3 than at any other time in life, making the early years a critical time for babies to hear rich oral language. The more words children hear directed at them by parents and caregivers, the more they learn.
                While many babies are read Goodnight Moon and The Very Hungry Caterpillar every night before bed, others never get a chance to “pat the bunny.” Studies reveal that children from low-income, less-educated families have significantly fewer books than their more affluent peers. By age 4, children in poverty hear 30 million fewer words than those in higher-income households. These dramatic gaps result in significant learning disadvantages that persist into adulthood. The AAP hopes the new guidelines will encourage all parents to start reading from day one.
                Research shows that when pediatricians talk with parents about reading, moms and dads are more likely to fill their home with books and read. Also, to help get more parents reading, the AAP is partnering with organizations such as Scholastic and Too Small to Fail to help get reading materials to new families who need books the most.
                This is the first time the AAP has made a recommendation on children’s literary education and it seems the timing might be just right as more and more parents are leaning on screens and electronic gadget to occupy their babies. “The reality of today’s world is that we’re competing with portable digital media,” Dr. Alanna Levine, a pediatrician in Orangeburg, N.Y., told The New York Times. “So you really want to arm parents with tools and rationale behind it about why it’s important to stick to the basics of things like books.”

                                                                                                                            (http://blog.seattlepi.com. Adaptado.)
    No trecho do terceiro parágrafo “By age 4, children in poverty hear 30 million fewer words than those in higher-income households.”, o termo em destaque se refere às crianças
    Escolha uma alternativa para a questão ba23c6e4-d6
  • Linguagens

    Inglês

                                  Pediatric group advises parents to read to kids

    June 26, 2014
    By Amy Graff

                            Imagem da questão de Inglês, UNESP 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

                Reading Go Dog Go to your 6 month old might seem like wasted time because she’s more likely to eat the book than help you turn the pages, but a statement released by the American Academy of Pediatrics (AAP) this week says reading in the early years is essential. Reading out loud gets parents talking to their babies and the sound of an adult’s voice stimulates that tiny yet rapidly growing brain. In the statement, the academy advises pediatricians to tell parents to read books to their children from birth.
                Reading regularly with young children stimulates optimal patterns of brain development and strengthens parent-child relationships at a critical time in child development, which, in turn, builds language, literacy, and social-emotional skills that last a lifetime. Research shows that a child’s brain develops faster between 0 and 3 than at any other time in life, making the early years a critical time for babies to hear rich oral language. The more words children hear directed at them by parents and caregivers, the more they learn.
                While many babies are read Goodnight Moon and The Very Hungry Caterpillar every night before bed, others never get a chance to “pat the bunny.” Studies reveal that children from low-income, less-educated families have significantly fewer books than their more affluent peers. By age 4, children in poverty hear 30 million fewer words than those in higher-income households. These dramatic gaps result in significant learning disadvantages that persist into adulthood. The AAP hopes the new guidelines will encourage all parents to start reading from day one.
                Research shows that when pediatricians talk with parents about reading, moms and dads are more likely to fill their home with books and read. Also, to help get more parents reading, the AAP is partnering with organizations such as Scholastic and Too Small to Fail to help get reading materials to new families who need books the most.
                This is the first time the AAP has made a recommendation on children’s literary education and it seems the timing might be just right as more and more parents are leaning on screens and electronic gadget to occupy their babies. “The reality of today’s world is that we’re competing with portable digital media,” Dr. Alanna Levine, a pediatrician in Orangeburg, N.Y., told The New York Times. “So you really want to arm parents with tools and rationale behind it about why it’s important to stick to the basics of things like books.”

                                                                                                                            (http://blog.seattlepi.com. Adaptado.)
    Conforme o texto, os pais devem ler para seus filhos
    Escolha uma alternativa para a questão b51c9a88-d6
  • Linguagens

    Inglês

    Examine o quadrinho para responder à questão.

                            Imagem da questão de Inglês, UNESP 2014, Tradução | Translation

    A expressão “instead of” equivale, em português, a
    Escolha uma alternativa para a questão b3178c66-d6
  • Linguagens

    Português

    A questão abordam um texto de um site especializado em esportes com instruções de treinamento para a corrida olímpica dos 1 500 metros.

                                  Corrida - Prova 1 500 metros rasos

                A prova dos 1 500 metros rasos, juntamente com a da milha (1 609 metros), característica dos países anglo-saxônicos, é considerada prova tática por excelência, sendo muito importante o conhecimento do ritmo e da fórmula a ser utilizada para vencer a prova. Os especialistas nessas distâncias são considerados completos homens de luta que, após um penoso esforço para resistir ao ataque dos adversários, recorrem a todas as suas energias restantes a fim de manter a posição de destaque conseguida durante a corrida, sem ceder ao constante assédio dos seus perseguidores.
                [...] Para correr essa distância em um tempo aceitável, deve-se gastar o menor tempo possível no primeiro quarto da prova, devendo-se para tanto sair na frente dos adversários, sendo essencial o completo domínio das pernas, para em seguida normalizar o ritmo da corrida. No segundo quarto, deve-se diminuir o ritmo, a fim de trabalhar forte no restante da prova, sempre procurando dosar as energias, para não correr o risco de ser surpreendido por um adversário e ficar sem condições para a luta final.
                Deve ser tomado cuidado para não se deixar enganar por algum adversário de condição inferior, que normalmente finge possuir energias que realmente não tem, com o intuito de minar o bom corredor, para que o companheiro da mesma equipe possa tirar proveito da situação e vencer a prova. Assim sendo, o corredor experiente saberá manter regularmente as suas passadas, sem deixar-se levar por esse tipo de artimanha. Conhecendo o estado de suas condições pessoais, o corredor saberá se é capaz de um sprint nos 200 metros finais, que é a distância ideal para quebrar a resistência de um adversário pouco experiente.
                O corredor que possui resistência e velocidade pode conduzir a corrida segundo a sua conveniência, impondo os seus próprios meios de ação. Finalmente, ao ultrapassar um adversário, deve-se fazê-lo decidida e folgadamente, procurando sempre impressioná-lo com sua ação enérgica. Também deve-se procurar manter sempre uma boa descontração muscular durante o desenvolvimento da corrida, nunca levar a cabeça para trás e encurtar as passadas para finalizar a prova.

                                                                                              (http://treino-de-corrida.f1cf.com.br)

    Observando as seguintes passagens do texto apresentado, marque a alternativa em que as duas palavras em negrito são utilizadas como advérbios:
    Escolha uma alternativa para a questão b00d439d-d6
  • Linguagens

    Português

    A questão abordam um texto de um site especializado em esportes com instruções de treinamento para a corrida olímpica dos 1 500 metros.

                                  Corrida - Prova 1 500 metros rasos

                A prova dos 1 500 metros rasos, juntamente com a da milha (1 609 metros), característica dos países anglo-saxônicos, é considerada prova tática por excelência, sendo muito importante o conhecimento do ritmo e da fórmula a ser utilizada para vencer a prova. Os especialistas nessas distâncias são considerados completos homens de luta que, após um penoso esforço para resistir ao ataque dos adversários, recorrem a todas as suas energias restantes a fim de manter a posição de destaque conseguida durante a corrida, sem ceder ao constante assédio dos seus perseguidores.
                [...] Para correr essa distância em um tempo aceitável, deve-se gastar o menor tempo possível no primeiro quarto da prova, devendo-se para tanto sair na frente dos adversários, sendo essencial o completo domínio das pernas, para em seguida normalizar o ritmo da corrida. No segundo quarto, deve-se diminuir o ritmo, a fim de trabalhar forte no restante da prova, sempre procurando dosar as energias, para não correr o risco de ser surpreendido por um adversário e ficar sem condições para a luta final.
                Deve ser tomado cuidado para não se deixar enganar por algum adversário de condição inferior, que normalmente finge possuir energias que realmente não tem, com o intuito de minar o bom corredor, para que o companheiro da mesma equipe possa tirar proveito da situação e vencer a prova. Assim sendo, o corredor experiente saberá manter regularmente as suas passadas, sem deixar-se levar por esse tipo de artimanha. Conhecendo o estado de suas condições pessoais, o corredor saberá se é capaz de um sprint nos 200 metros finais, que é a distância ideal para quebrar a resistência de um adversário pouco experiente.
                O corredor que possui resistência e velocidade pode conduzir a corrida segundo a sua conveniência, impondo os seus próprios meios de ação. Finalmente, ao ultrapassar um adversário, deve-se fazê-lo decidida e folgadamente, procurando sempre impressioná-lo com sua ação enérgica. Também deve-se procurar manter sempre uma boa descontração muscular durante o desenvolvimento da corrida, nunca levar a cabeça para trás e encurtar as passadas para finalizar a prova.

                                                                                              (http://treino-de-corrida.f1cf.com.br)

    Pela própria descrição da corrida no texto, verifica-se que o termo “rasos”, incluído na denominação da prova, significa, tecnicamente, que
    Escolha uma alternativa para a questão af0bee3e-d6
  • Linguagens

    Português

    A questão abordam um texto de um site especializado em esportes com instruções de treinamento para a corrida olímpica dos 1 500 metros.

                                  Corrida - Prova 1 500 metros rasos

                A prova dos 1 500 metros rasos, juntamente com a da milha (1 609 metros), característica dos países anglo-saxônicos, é considerada prova tática por excelência, sendo muito importante o conhecimento do ritmo e da fórmula a ser utilizada para vencer a prova. Os especialistas nessas distâncias são considerados completos homens de luta que, após um penoso esforço para resistir ao ataque dos adversários, recorrem a todas as suas energias restantes a fim de manter a posição de destaque conseguida durante a corrida, sem ceder ao constante assédio dos seus perseguidores.
                [...] Para correr essa distância em um tempo aceitável, deve-se gastar o menor tempo possível no primeiro quarto da prova, devendo-se para tanto sair na frente dos adversários, sendo essencial o completo domínio das pernas, para em seguida normalizar o ritmo da corrida. No segundo quarto, deve-se diminuir o ritmo, a fim de trabalhar forte no restante da prova, sempre procurando dosar as energias, para não correr o risco de ser surpreendido por um adversário e ficar sem condições para a luta final.
                Deve ser tomado cuidado para não se deixar enganar por algum adversário de condição inferior, que normalmente finge possuir energias que realmente não tem, com o intuito de minar o bom corredor, para que o companheiro da mesma equipe possa tirar proveito da situação e vencer a prova. Assim sendo, o corredor experiente saberá manter regularmente as suas passadas, sem deixar-se levar por esse tipo de artimanha. Conhecendo o estado de suas condições pessoais, o corredor saberá se é capaz de um sprint nos 200 metros finais, que é a distância ideal para quebrar a resistência de um adversário pouco experiente.
                O corredor que possui resistência e velocidade pode conduzir a corrida segundo a sua conveniência, impondo os seus próprios meios de ação. Finalmente, ao ultrapassar um adversário, deve-se fazê-lo decidida e folgadamente, procurando sempre impressioná-lo com sua ação enérgica. Também deve-se procurar manter sempre uma boa descontração muscular durante o desenvolvimento da corrida, nunca levar a cabeça para trás e encurtar as passadas para finalizar a prova.

                                                                                              (http://treino-de-corrida.f1cf.com.br)

    No terceiro parágrafo, descreve-se uma “artimanha” nessa prova:
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    Português

    A questão abordam um texto de um site especializado em esportes com instruções de treinamento para a corrida olímpica dos 1 500 metros.

                                  Corrida - Prova 1 500 metros rasos

                A prova dos 1 500 metros rasos, juntamente com a da milha (1 609 metros), característica dos países anglo-saxônicos, é considerada prova tática por excelência, sendo muito importante o conhecimento do ritmo e da fórmula a ser utilizada para vencer a prova. Os especialistas nessas distâncias são considerados completos homens de luta que, após um penoso esforço para resistir ao ataque dos adversários, recorrem a todas as suas energias restantes a fim de manter a posição de destaque conseguida durante a corrida, sem ceder ao constante assédio dos seus perseguidores.
                [...] Para correr essa distância em um tempo aceitável, deve-se gastar o menor tempo possível no primeiro quarto da prova, devendo-se para tanto sair na frente dos adversários, sendo essencial o completo domínio das pernas, para em seguida normalizar o ritmo da corrida. No segundo quarto, deve-se diminuir o ritmo, a fim de trabalhar forte no restante da prova, sempre procurando dosar as energias, para não correr o risco de ser surpreendido por um adversário e ficar sem condições para a luta final.
                Deve ser tomado cuidado para não se deixar enganar por algum adversário de condição inferior, que normalmente finge possuir energias que realmente não tem, com o intuito de minar o bom corredor, para que o companheiro da mesma equipe possa tirar proveito da situação e vencer a prova. Assim sendo, o corredor experiente saberá manter regularmente as suas passadas, sem deixar-se levar por esse tipo de artimanha. Conhecendo o estado de suas condições pessoais, o corredor saberá se é capaz de um sprint nos 200 metros finais, que é a distância ideal para quebrar a resistência de um adversário pouco experiente.
                O corredor que possui resistência e velocidade pode conduzir a corrida segundo a sua conveniência, impondo os seus próprios meios de ação. Finalmente, ao ultrapassar um adversário, deve-se fazê-lo decidida e folgadamente, procurando sempre impressioná-lo com sua ação enérgica. Também deve-se procurar manter sempre uma boa descontração muscular durante o desenvolvimento da corrida, nunca levar a cabeça para trás e encurtar as passadas para finalizar a prova.

                                                                                              (http://treino-de-corrida.f1cf.com.br)

    Segundo o texto, antes desse tipo de corrida, é muito importante para o atleta
    Escolha uma alternativa para a questão ad077eeb-d6
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    Português

    Para responder à questão, leia o poema de Catulo da Paixão Cearense (1863-1946).


    Imagem da questão de Português, UNESP 2014, Interpretação de Textos



    Considerando a nota do editor, que identifica o Sabiá como Rui Barbosa, grande admirador da poesia de Catulo, os tico-ticos representam no poema
    Escolha uma alternativa para a questão ab02946b-d6
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    Português

    Para responder à questão, leia o poema de Catulo da Paixão Cearense (1863-1946).


    Imagem da questão de Português, UNESP 2014, Flexão verbal de pessoa (1ª, 2ª, 3ª pessoa)



    Na fala do papagaio, dos versos de números 16 a 22, uma das formas verbais não apresenta, como deveria, flexão correspondente à mesma pessoa gramatical das demais. Trata-se de
    Escolha uma alternativa para a questão a9fe70bd-d6
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    Português

    A questão toma por base uma passagem de um romance de Autran Dourado (1926- 2012).

                                  A gente Honório Cota

                Quando o coronel João Capistrano Honório Cota mandou erguer o sobrado, tinha pouco mais de trinta anos. Mas já era homem sério de velho, reservado, cumpridor. Cuidava muito dos trajes, da sua aparência medida. O jaquetão de casimira inglesa, o colete de linho atravessado pela grossa corrente de ouro do relógio; a calça é que era como a de todos na cidade - de brim, a não ser em certas ocasiões (batizado, morte, casamento - então era parelho mesmo, por igual), mas sempre muito bem passada, o vinco perfeito. Dava gosto ver:
                O passo vagaroso de quem não tem pressa - o mundo podia esperar por ele, o peito magro estufado, os gestos lentos, a voz pausada e grave, descia a rua da Igreja cumprimentando cerimoniosamente, nobremente, os que por ele passavam ou os que chegavam na janela muitas vezes só para vê-lo passar.
                Desde longe a gente adivinhava ele vindo: alto, magro, descarnado, como uma ave pernalta de grande porte. Sendo assim tão descomunal, podia ser desajeitado: não era, dava sempre a impressão de uma grande e ponderada figura. Não jogava as pernas para os lados nem as trazia abertas, esticava-as feito medisse os passos, quebrando os joelhos em reto.
                Quando montado, indo para a sua Fazenda da Pedra Menina, no cavalo branco ajaezado de couro trabalhado e prata, aí então sim era a grande, imponente figura, que enchia as vistas. Parecia um daqueles cavaleiros antigos, fugidos do Amadis de Gaula ou do Palmeirim, quando iam para a guerra armados cavaleiros.

                                                                                                                                  (Ópera dos mortos, 1970.)

    Analisando o último período do terceiro parágrafo, verifica-se que a palavra “feito” é empregada como
    Escolha uma alternativa para a questão a2095f25-d6
  • Linguagens

    Português

    A questão toma por base uma passagem de um romance de Autran Dourado (1926- 2012).

                                  A gente Honório Cota

                Quando o coronel João Capistrano Honório Cota mandou erguer o sobrado, tinha pouco mais de trinta anos. Mas já era homem sério de velho, reservado, cumpridor. Cuidava muito dos trajes, da sua aparência medida. O jaquetão de casimira inglesa, o colete de linho atravessado pela grossa corrente de ouro do relógio; a calça é que era como a de todos na cidade - de brim, a não ser em certas ocasiões (batizado, morte, casamento - então era parelho mesmo, por igual), mas sempre muito bem passada, o vinco perfeito. Dava gosto ver:
                O passo vagaroso de quem não tem pressa - o mundo podia esperar por ele, o peito magro estufado, os gestos lentos, a voz pausada e grave, descia a rua da Igreja cumprimentando cerimoniosamente, nobremente, os que por ele passavam ou os que chegavam na janela muitas vezes só para vê-lo passar.
                Desde longe a gente adivinhava ele vindo: alto, magro, descarnado, como uma ave pernalta de grande porte. Sendo assim tão descomunal, podia ser desajeitado: não era, dava sempre a impressão de uma grande e ponderada figura. Não jogava as pernas para os lados nem as trazia abertas, esticava-as feito medisse os passos, quebrando os joelhos em reto.
                Quando montado, indo para a sua Fazenda da Pedra Menina, no cavalo branco ajaezado de couro trabalhado e prata, aí então sim era a grande, imponente figura, que enchia as vistas. Parecia um daqueles cavaleiros antigos, fugidos do Amadis de Gaula ou do Palmeirim, quando iam para a guerra armados cavaleiros.

                                                                                                                                  (Ópera dos mortos, 1970.)

    No início do segundo parágrafo, por ter na frase a mesma função sintática que o vocábulo “vagaroso” com relação a “passo”, a oração “de quem não tem pressa” é considerada
    Escolha uma alternativa para a questão a1096777-d6