Espanhol
- Interpretação de Texto | Comprensión de Lectura
- Prova de 2014
- UERJ
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: EF420E6C-BA


Prova
44 questões da prova de 2014 de Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em Espanhol, Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.




Pois assim como Amarildo é aquele que desapareceu das vistas, e não faz muito tempo, Cláudia é aquela que subitamente salta à vista, e ambos soam, queira-se ou não, como o verso e o reverso do mesmo. (l. 22-24)
Neste trecho, para aproximar dois casos recentemente noticiados na imprensa, o autor emprega um recurso de linguagem denominado:

É uma imagem verdadeiramente surreal, (l. 17)
Na argumentação desenvolvida pelo autor, a imagem do porta-malas do carro da polícia expressa sentidos ambivalentes em relação à violência.
Esses sentidos podem ser definidos como:


Sabia que era aquela a sua amada, por quem esperara desde sempre e que por muitos anos buscara em cada mulher, na mais terrível e dolorosa busca. (l. 15-16)
Neste trecho, existe um contraste que busca acentuar o seguinte traço relativo à mulher amada:


vai ter que voltar antes de meia-noite, o seu irmão é diferente, menino é outra coisa, (l. 18-19) O fragmento reproduz falas que apontam uma diferença entre meninos e meninas.
Essa diferença se verifica em relação ao seguinte aspecto:


no fundo, no fundo, bem lá no fundo, (v. 1-2)
Nesses versos iniciais do poema, a repetição de palavras e o emprego do vocábulo “bem”
produzem um efeito de:

“Caso tenha uma aranha na sua perna, é melhor não se mexer.”
No quadrinho seguinte, o próprio personagem analisa essa fala como hipotética.
A construção de hipótese está marcada na frase do personagem pelo seguinte traço linguístico:




y no quisieran sentir el horror a lo que parece existir mientras lo leemos y sin embargo nunca ha sido. (l. 23-24)
Los conectores destacados establecen relación de sentido entre lo que viene inmediatamente antes y después en el fragmento entresacado.
Este sentido se puede definir respectivamente como:


No soy el primero ni seré el último escritor cuya vida se enriquece o condena por causa de lo que imaginó o fabuló y haya escrito y publicado. (l. 9-10)
Se observa en este fragmento una imagen de escritor que comparte características comunes con escritores de diferentes épocas.
Esta idea se construye por medio de la asociación de las siguientes formas verbales:





En la cohesión textual, se llama anáfora al procedimiento de utilizarse un término para referirse a algo ya enunciado.
Se puede identificar la anáfora en el siguiente ejemplo:

“Miles salen a las calles contra todo”. (l. 32)
El titular de la noticia resume la insatisfacción de los brasileños respecto a la situación actual del país.
La palabra que se acerca al sentido de ese sentimiento de insatisfacción es:
