Português
- Interpretação de Textos
- Prova de 2019
- UERJ
- Dificuldade: Muito fácil
- Com imagem
- Código da questão: DA993588-8C
O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.

Prova
45 questões da prova de 2019 de Universidade do Estado do Rio de Janeiro (UERJ), em Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.



Segundo, por ser alguém que, aos 21 anos, foi informado pelos médicos de que teria apenas mais cinco anos de vida e que completou 76 anos em 2018. (l. 2-3)
Os verbos sublinhados descrevem dois fatos que podem ser caracterizados, respectivamente, como:
JASÃO:
Eu só não gosto
de deixar este fim de mundo sem levar
tudo o que sempre foi pra mim a vida inteira
Uma alegria ou outra, um pouco de saudade,
meus filhos, minha carteira de identidade,
cada bagulho, meu calção, minha chuteira,
a mesa do boteco, o time de botão,
tanto amigo, tanto fumo, tanta birita,
que dava pra botar na sala de visita
mas ia atrapalhar toda a decoração...
(...)
As recordações de Jasão atrapalhariam a decoração da casa nova pois representam o seguinte
elemento de sua vida:


Metáforas são um perigo. (ℓ. 1)
No primeiro parágrafo do texto Com a lama na alma, o autor dá um tratamento metafórico à própria metáfora.
Esse procedimento é exemplificado pelo seguinte trecho:
O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.

Ausente para os outros, continuava docemente presente para si mesmo. (l. 7)
Uma reformulação que mantém sentido equivalente ao da frase acima é:
O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.

O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.

O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.

O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.
Para Começar
Desejou ter a beleza de uma árvore frondosa tatuada nas costas, copa espraiada sobre os ombros. Temendo, porém, o longo sofrimento imposto pelas agulhas, mandou tatuar na base da coluna, bem na base, a mínima semente.

O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.

É comum, no pensamento contemporâneo, o entendimento de que os conceitos de Bem e de Mal não são fixos, mas sim relativos a épocas e lugares.
Esse entendimento se reflete no conto quando o Bem e o Mal têm a atitude de:
O conto a seguir foi retirado do livro Hora de Alimentar Serpentes, de Marina Colasanti.

No conto de Marina Colasanti, Bem e Mal são ideias personificadas.
Essa personificação é identificada pela narração de


Acho que é disso que estamos falando quando falamos em civilização. (l. 37-38)
O termo “disso” se refere a praticamente toda a crônica de Antonio Prata e pode ser resumido como o esforço da comunidade para:


A matéria saiu no New York Times, foi publicada na Folha de São Paulo; deveria ser bibliografia obrigatória do ensino fundamental à pós-graduação, deveria ser colada aos postes, lançada de aviões, viralizada nas redes sociais, impressa em santinhos, (l. 1-3)
Com base no trecho acima, é possível reconhecer que, para o autor, o conteúdo da notícia comentada se caracteriza por:




SOBRE A FORMA DA TERRA
Nesses últimos tempos, tem-se difundido na internet uma concepção sobre a forma da Terra: a Terra Plana. Na verdade, essa concepção está associada com outras ideias em conflito com o conhecimento científico atual. Afirma-se, por exemplo, que a gravidade inexiste; a Lua é autoiluminada; o Sol e os demais astros se encontram a não mais de alguns milhares de quilômetros de nós; o Sol e a Lua descrevem órbitas paralelas à superfície da Terra; as viagens espaciais são impossíveis. Negam-se, assim, a ida do homem à Lua e a existência de satélites artificiais, ao mesmo tempo que se afirmam o geocentrismo antropocêntrico e o criacionismo fixista dos 6 mil anos, segundo o qual tudo teria sido criado como é hoje há cerca de 6 mil anos.
FERNANDO LANG DA SILVEIRA
Adaptado de researchgate.net, maio/2017.
De acordo com essa concepção sobre a forma da Terra, dentre as viagens empreendidas pelos exploradores do período das Grandes Navegações, a que faz alusão Stephen Hawking, seria impossível a realização do seguinte percurso:
Metaphors aren’t just used for flowery speech. They shape the conversation for things we’re trying to explain and figure out. (ℓ. 29-30)
In order to clarify the meaning relation between the two sentences above, the following word can be inserted in the underlined one:
test subjects were asked to read short paragraphs (ℓ. 14)
The reason for the omission of the agent in the sentence above is:
we didn’t know the extent to which these metaphors influence people. (ℓ. 12-13)
In the fragment above, the doubt expressed by the researcher can be formulated by the following question: