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Prova

Prova de 2021: Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ) — questões com gabarito

18 questões da prova de 2021 de Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ), em Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 18 questões

Resultados: 18 questões

  • Linguagens

    Português

    Sujeito de Sorte
    Belchior 

    Presentemente eu posso me
    Considerar um sujeito de sorte
    Porque apesar de muito moço
    Me sinto são, e salvo, e forte.

    E tenho comigo pensado
    Deus é brasileiro e anda do meu lado
    E assim já não posso sofrer
    No ano passado.

    Tenho sangrado demais
    Tenho chorado pra cachorro
    Ano passado eu morri
    Mas esse ano eu não morro
    (...)

    Disponível em https://www.letraz.com.br/belchior/sujeito-de-sorte/. Acesso em:
    04 de maio de 2021
    “Ano passado eu morri
    Mas esse ano eu não morro.”

    A relação entre os versos destacados do texto II, com base na presença da conjunção “mas”, define um valor semântico de
    Escolha uma alternativa para a questão 23a56be2-04
  • Linguagens

    Português

    A tirinha a seguir comemora 100 anos de Paulo Freire e cita um dos ideais do Educador. 


    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2021, Análise sintática

    Disponível em https://www.facebook.com/tirasarmandinho/photos/a. 488361671209144/467697292 2347977 Acesso em: 11 out 2021.


    Sobre o enunciado “Pessoas transformam o mundo”, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão c71ba15b-74
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2021, Coesão e coerência

    Em “Israel, capturado pelo olhar da professora, nunca mais o abandonou” (linhas 38-39), a forma sublinhada recupera 
    Escolha uma alternativa para a questão c718c8b7-74
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2021, Conjunções: Relação de causa e consequência

    Nas orações desenvolvidas a seguir, a conjunção que mantém o mesmo valor semântico do enunciado “E por enxergar, reconhece. E por reconhecer, salva” (linhas 9-10) é:
    Escolha uma alternativa para a questão c715d8c9-74
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2021, Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação

    O vocábulo “olhar”, sublinhado na oração “O mundo é salvo por um olhar” (linhas 4-5), foi formado pelo processo de derivação
    Escolha uma alternativa para a questão c7133f7a-74
  • Linguagens

    Inglês


    Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension
    In https://www.thecomicstrips.com/properties/thatslife/art_images/
    tl1040427.jpg
    If I wanted to discard an old flashdrive, a few margarine tubs, and written post-it, where should I place these items, respectively,
    Escolha uma alternativa para a questão 24295867-04
  • Linguagens

    Português

    Sujeito de Sorte
    Belchior 

    Presentemente eu posso me
    Considerar um sujeito de sorte
    Porque apesar de muito moço
    Me sinto são, e salvo, e forte.

    E tenho comigo pensado
    Deus é brasileiro e anda do meu lado
    E assim já não posso sofrer
    No ano passado.

    Tenho sangrado demais
    Tenho chorado pra cachorro
    Ano passado eu morri
    Mas esse ano eu não morro
    (...)

    Disponível em https://www.letraz.com.br/belchior/sujeito-de-sorte/. Acesso em:
    04 de maio de 2021
    “Me sinto são, e salvo, e forte.”

    No verso em destaque, percebe-se a repetição da conjunção “e”.

    Tal recurso linguístico tem uma função dentro do texto II, que se traduz como o objetivo de se
    Escolha uma alternativa para a questão 23a8c53e-04
  • Linguagens

    Português

    A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
    Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
    (...)
    Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
    (...)
    A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
    Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
    (...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
    (...)

    Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
    a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
    maio de 2021.
    O texto I é um artigo de opinião de natureza jornalística. Dessa forma, é possível afirmar que a função da linguagem predominante no texto é a
    Escolha uma alternativa para a questão 23a24b7e-04
  • Linguagens

    Português

    A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
    Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
    (...)
    Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
    (...)
    A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
    Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
    (...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
    (...)

    Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
    a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
    maio de 2021.
    “Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.”

    No fragmento em destaque, assim como em outras passagens do texto I, percebe-se o uso do “você”.

    O objetivo do uso desse pronome de tratamento é
    Escolha uma alternativa para a questão 239f05af-04
  • Linguagens

    Português

    A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
    Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
    (...)
    Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
    (...)
    A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
    Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
    (...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
    (...)

    Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
    a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
    maio de 2021.
    “A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não.”

    O fragmento em destaque sinaliza uma estratégia argumentativa com base em
    Escolha uma alternativa para a questão 239b155f-04
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT 2

    Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Available from: www.nature.com/naturemedicine. Access: 10 Oct. 2021. Adapted.


    The linking word “although” (underlined in two sentences of the text) establishes a contrast between ideas, and it may be replaced by “but”. The alternative which correctly expresses the ideas which are contrasted in the two sentences is: 

    Escolha uma alternativa para a questão c78fb166-74
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT 1

    Imagem da questão de Inglês, CEDERJ 2021, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Avaiable from:<https://twitter.com/dalupton/status/1291675856926998530>   Access: 10 Oct. 2021.


    In the comic strip, all the characters are answering a question. It may be inferred, from their answers, that this question is:
    Escolha uma alternativa para a questão c78bc5c4-74
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2021, Interpretação de Textos

    A partir de “Aconteceu neste inverno. Eliane, a professora, descobriu Israel” (linhas 24-25) até o final do texto, apresentam-se sequências predominantemente
    Escolha uma alternativa para a questão c70f7ab4-74
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, CEDERJ 2021, Gêneros Textuais

    Eliane Brum, jornalista e escritora, fez uma série de crônicas-reportagens sobre personagens das ruas de Porto Alegre. Mais tarde, os textos foram publicados em livro que recebeu o prêmio Jabuti de 2007: A vida que ninguém vê.

    O texto 1 é fragmento de uma dessas crônicas-reportagens e pode ser considerado literário porque

    Escolha uma alternativa para a questão c706988c-74
  • Linguagens

    Inglês

    Empathy


    Empathy is the ability to recognize, understand, and share the thoughts and feelings of another person, animal, or fictional character. Developing empathy is crucial for establishing relationships and behaving compassionately. It involves experiencing another person’s point of view, rather than just one’s own, and enables prosocial or helping behaviors that come from within, rather than being forced.

    Some surveys indicate that empathy is on the decline in the United States and elsewhere, findings that motivate parents, schools, and communities to support programs that help people of all ages enhance and maintain their ability to walk in each other’s shoes.


    https://www.psychologytoday.com/us/basics/empathy

    Empathy can be defined as ...
    Escolha uma alternativa para a questão 242cee5f-04
  • Linguagens

    Inglês

    NAMATALE, Uganda — Dr. Eva Kabwongera’s job is to make sure life-saving Covid-19 vaccines reach Uganda’s 45 million people. On a recent morning, that journey took her to a tiny island that is home to less than 2,000 people.
    The 40 doses Kabwongera brought with her to Namatale had traveled more than 3,000 miles via plane, truck, ferry and boat from Pune, India, to get to the outcrop in Africa’s vast Lake Victoria.
    “We are delivering hope,” said Kabwongera, who is UNICEF’s immunization chief for Uganda, as she stepped into shallow water and walked to shore soaking wet. Dozens of small, smiling children greeted her. “The people there are waiting for it,” she added.
    Dr. Eva Kabwongera says the country is struggling to finance deliveries to remote locations, such as Namatale. But hope does not defeat a pandemic — vaccines do. And Uganda doesn’t have enough to vaccinate even a tiny portion of its population. With the severe international shortage, Uganda and countries like it look set to have to wait to inoculate even its front-line health workers and most vulnerable groups to help stop Covid-19 and prevent the development of dangerous vaccine-resistant variants.
    The result has been an extreme gap in vaccine distribution, with almost 1 in 4 people receiving a vaccine in high-income countries and a staggering 1 in more than 500 in low-income ones, according to the World Health Organization. Uganda, for example, has so far received only 864,000 vaccine doses — enough to fully vaccinate 400,000 people with two doses, or less than 1 percent of the country’s 45 million population. It wasn’t supposed to be like this.

     In https://www.nbcnews.com/specials/uganda-covid-vaccine-
    struggle/index.html 
    According to the text, it is incorrect to state that
    Escolha uma alternativa para a questão 242654a9-04
  • Linguagens

    Português

    A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
    Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
    (...)
    Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
    (...)
    A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
    Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
    (...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
    (...)

    Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
    a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
    maio de 2021.
    O texto I estabelece uma relação entre ciência e religião. De acordo com o autor, é possível afirmar que tanto a ciência quanto a religião são
    Escolha uma alternativa para a questão 2396f44d-04
  • Linguagens

    Inglês

    TEXT 3

    A pandemic of change?

    Many researchers and wildlife organizations are urging scientists to use this unprecedented time for a close examination of the impact of human activity on the natural world. They argue that the information that researchers gather during this time could help improve conservation and biodiversity efforts.

    It may also improve their ability to predict global environmental changes and potential cases of zoonoses, the transmission of disease from animals to humans. This could save millions of human lives, and economic losses, going forward.

    Realistically, it will take years to assess exactly how the COVID-19 pandemic has affected wildlife, the environment, and the climate. Moreover, the impact of the pandemic on the natural world is unlikely to be linear. Research suggests that a reduction in some pollutants, including nitrogen oxides, may result in the rise of others, such as ozone.

    Understanding how this pandemic has changed humans’ relationship with nature may be just as complex. But for now, these positive changes may be enough to give some people, and Mother Nature, the hope of a better future.

    Avaiable from: <https://www.medicalnewstoday.com/articles/how-covid-19-has-changed-the-face-of-the-natural-world#A-pandemic-of-change?> Access: 10 Oct. 2021. Adapted.


    According to the article, up to the moment, the consequences of COVID-19 on the environment:

    Escolha uma alternativa para a questão c79314c0-74