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Prova

Prova de 2021: Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ) — questões com gabarito

88 questões da prova de 2021 de Centro de Educação Superior a Distância do Estado do Rio de Janeiro (CEDERJ), em Biologia, Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 88 questões

Resultados: 88 questões

Página 5 de 5

  • Ciências da Natureza

    Biologia

    Coronavírus é uma família de vírus envelopados de RNA com senso positivo, responsável por provocar, em humanos, doenças respiratórias. Em 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) foi alertada sobre vários casos de pneumonia causada por um novo coronavírus na cidade de Wuhan, na China. A nova cepa do vírus, atualmente identificada como SARS-CoV-2, se espalhou rapidamente para diversos países do mundo e, em março de 2020, a OMS declarou pandemia de COVID-19, a doença causada pelo novo coronavírus. O SARS-CoV-2 é capaz de infectar as células da via respiratória a partir da interação das espículas de glicoproteínas virais com os receptores de angiotensina 2 (ACE2), como mostrado na figura abaixo.

    Imagem da questão de Biologia, CEDERJ 2021, Identidade dos seres vivos
    Fonte: http://proec.ufabc.edu.br. Acesso em: 26/05/2021.

    Após entrar nas células, o vírus libera o seu genoma que, por sua vez, comandará o processo de síntese das proteínas virais. Para que isso ocorra, é importante a participação de uma estrutura celular que está associada à síntese de proteína.

    O componente celular envolvido nesse processo é
    Escolha uma alternativa para a questão 23af998f-04
  • Ciências da Natureza

    Biologia

    As briófitas são pequenas plantas herbáceas (a maioria até 10 cm) representadas por três filos: hepáticas (filo Hepatophyta), musgos (filo Bryophyta) e antóceros (filo Anthocerophyta).

    Os pesquisadores acreditam que as hepáticas, os musgos e os antóceros foram as primeiras linhagens a divergirem do ancestral comum das plantas terrestres. Dessa forma, são consideradas as pioneiras na transição do ambiente aquático para o terrestre. No mundo, são conhecidas cerca de 17.900 espécies e, no Brasil, aproximadamente 2.950 espécies.

    A característica que impede que esses vegetais consigam atingir uma grande estatura é
    Escolha uma alternativa para a questão 23abd04c-04
  • Linguagens

    Português

    Sujeito de Sorte
    Belchior 

    Presentemente eu posso me
    Considerar um sujeito de sorte
    Porque apesar de muito moço
    Me sinto são, e salvo, e forte.

    E tenho comigo pensado
    Deus é brasileiro e anda do meu lado
    E assim já não posso sofrer
    No ano passado.

    Tenho sangrado demais
    Tenho chorado pra cachorro
    Ano passado eu morri
    Mas esse ano eu não morro
    (...)

    Disponível em https://www.letraz.com.br/belchior/sujeito-de-sorte/. Acesso em:
    04 de maio de 2021
    “Me sinto são, e salvo, e forte.”

    No verso em destaque, percebe-se a repetição da conjunção “e”.

    Tal recurso linguístico tem uma função dentro do texto II, que se traduz como o objetivo de se
    Escolha uma alternativa para a questão 23a8c53e-04
  • Linguagens

    Português

    Sujeito de Sorte
    Belchior 

    Presentemente eu posso me
    Considerar um sujeito de sorte
    Porque apesar de muito moço
    Me sinto são, e salvo, e forte.

    E tenho comigo pensado
    Deus é brasileiro e anda do meu lado
    E assim já não posso sofrer
    No ano passado.

    Tenho sangrado demais
    Tenho chorado pra cachorro
    Ano passado eu morri
    Mas esse ano eu não morro
    (...)

    Disponível em https://www.letraz.com.br/belchior/sujeito-de-sorte/. Acesso em:
    04 de maio de 2021
    “Ano passado eu morri
    Mas esse ano eu não morro.”

    A relação entre os versos destacados do texto II, com base na presença da conjunção “mas”, define um valor semântico de
    Escolha uma alternativa para a questão 23a56be2-04
  • Linguagens

    Português

    A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
    Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
    (...)
    Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
    (...)
    A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
    Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
    (...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
    (...)

    Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
    a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
    maio de 2021.
    O texto I é um artigo de opinião de natureza jornalística. Dessa forma, é possível afirmar que a função da linguagem predominante no texto é a
    Escolha uma alternativa para a questão 23a24b7e-04
  • Linguagens

    Português

    A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
    Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
    (...)
    Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
    (...)
    A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
    Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
    (...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
    (...)

    Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
    a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
    maio de 2021.
    “Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.”

    No fragmento em destaque, assim como em outras passagens do texto I, percebe-se o uso do “você”.

    O objetivo do uso desse pronome de tratamento é
    Escolha uma alternativa para a questão 239f05af-04
  • Linguagens

    Português

    A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
    Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
    (...)
    Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
    (...)
    A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
    Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
    (...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
    (...)

    Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
    a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
    maio de 2021.
    “A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não.”

    O fragmento em destaque sinaliza uma estratégia argumentativa com base em
    Escolha uma alternativa para a questão 239b155f-04
  • Linguagens

    Português

    A diferença entre ciência e fé é a seguinte: em ciência, a gente tem que ver para crer. Você observa a natureza, você observa o mundo, obtém dados sobre como o mundo funciona, analisa esses dados e entende. Pela fé, você crê para ver. A crença vem antes da visão. Você acredita naquilo, nem precisa ver nada, acredita naquilo e esse, essencialmente, é o cerne da fé, que é uma outra maneira de se relacionar com a realidade, muito diferente da ciência.
    Infelizmente, hoje em dia, parece que essa questão está novamente a mil com a chamada ‘guerra’ entre a ciência e a religião. Na verdade, essa é uma guerra fabricada, porque, por exemplo, se você pergunta aos cientistas, mais ou menos 40% deles, ao menos nos Estados Unidos — não sei se existe essa estatística no Brasil, talvez seja até maior aqui —, acreditam em alguma forma de divindade, de Deus.
    (...)
    Para esses cientistas, existe um compromisso, uma complementaridade entre o seu trabalho e a sua fé. Não existe nenhum problema nesse caso. Mas, infelizmente, existe conflito em outras situações. 
    (...)
    A criança aprende numa aula que houve toda uma evolução da vida, os fósseis etc., 3,5 bilhões de anos de evolução da vida aqui na Terra enquanto, na outra aula, o professor diz que não. Que em seis dias Deus fez o mundo, que nós somos todos descendentes de Adão e Eva e o mundo tem apenas dez mil anos.
    Note que a proposta é que isso seja ensinado em pé de igualdade. São duas versões da mesma história e nenhuma é melhor do que a outra. Mas são, sim, duas histórias muito diferentes, com um objetivo muito diferente. Então, a questão é como é construída a informação na ciência.
    (...) Não existe a possibilidade de um cientista afirmar: eu acho que esse pedaço de osso aqui tem três milhões de anos. Você sabe que tem três milhões de anos, com grande precisão.
    (...)

    Disponível em https://www.fronteiras.com/artigos/21-ideias-marcelo-gleiser-e-
    a-complementaridade-entre-religiao-e-ciencia - adaptado. Acesso em: 05 de
    maio de 2021.
    O texto I estabelece uma relação entre ciência e religião. De acordo com o autor, é possível afirmar que tanto a ciência quanto a religião são
    Escolha uma alternativa para a questão 2396f44d-04