Português
- Gêneros Textuais
- Prova de 2011
- IF-TM
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: AA074C4B-B5
Texto para a questão.

Disponível em: <http://colmeia.eng.br/zum-zum/preservacao-do-solo/> Acesso em abril de 2011.
Prova
111 questões da prova de 2011 de Instituto Federal de Educação, Ciências e Tecnologia - Triângulo Mineiro (IF-TM), em Português, Inglês, Química, Geografia e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
Texto para a questão.

Disponível em: <http://colmeia.eng.br/zum-zum/preservacao-do-solo/> Acesso em abril de 2011.
TEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
A tela denominada “Noite Estrelada”, de Vincent Van Gogh, nos remete ao livro “Noite na Taverna”, de Álvares de Azevedo.

Disponível em:<eternosaprendizes.com/2009/10/12/uma-noite-estrelada-por-vicent-van-gogh/> Acesso em abril de 2011.
Texto para a questão.

Disponível em: <http://colmeia.eng.br/zum-zum/preservacao-do-solo/> Acesso em abril de 2011.

Fonte: http://opcaodeescolha.blogspot.com/2011/05/criacao-do-homem-criacao-simbolisa-o.html. Acesso em: 24 set. 2011.
TEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
TEXTO I
“A questão ambiental também vem assumindo novos contornos com o processo de globalização econômica. Constata-se um duplo movimento: por um lado, a dissolução das fronteiras políticas ao desenvolvimento do capitalismo (mercado global e desregulamentado) e, por outro, a emergência de “novas” fronteiras ecológicas e ambientais que não podem ser desconsideradas em longo prazo, por este modo de produção. Esta situação lança desafios à questão democrática, particularmente no caso brasileiro, país profundamente marcado por uma cultura política autoritária, que impediu a sedimentação de uma experiência democrática e o exercício da cidadania de forma plena.” (REIS, 2005)
Disponível em <http://www.contemporanea.uerj.br/pdf/ed_04/contemporanea_n04_15_HeloizaBeatriz.pdf>Acesoem: 1 out. 2011.
TEXTO II

Em relação aos textos, pode-se afirmar que:
Analisando a charge de Millôr e a linguagem subliminar, pode-se afirmar que:

Disponível em< http://www.uol.com.br/millor> Acesso em: 1 out. 2011.
Leia a charge para responder a questão.

Disponível em:< http://unebgeo.blogspot.com/2010_07_19_archive.html>
Acesso em abril de 2011.
TEXTO I

Disponível em: < http://plantiodavida.blogspot.com/2010/12/paradigma-planetario.html> Acesso em: 1 out. 2011.
Com base no texto I e em seus conhecimentos sobre globalização e meio ambiente, analise as afirmativas a seguir.
I - A globalização estimulou os países a se desenvolverem sem se preocupar com as gerações futuras.
II - A figura nos mostra a falta de preparo dos países em relação ao desenvolvimento, visto que cada um só se preocupa com seu próprio crescimento, questão própria da globalização.
III - A questão agrícola não é preponderante sobre a devastação ambiental seja nos países desenvolvidos como naqueles em desenvolvimento.
IV - O homem, como ser racional, percebe na questão socioambiental a resolução dos problemas ambientais, decorrente do saber científico globalizado imposto aos países desenvolvidos.
Estão corretas apenas as afirmativas:

Morte e Vida Severina – Chico Buarque
Esta cova em que estás, com palmos medida
É a conta menor que tiraste em vida
É de bom tamanho, nem largo, nem fundo
É a parte que te cabe deste latifúndio
Não é cova grande, é cova medida
É a terra que querias ver dividida
É uma cova grande pra teu pouco defunto
Mas estarás mais ancho que estavas no mundo
É uma cova grande pra teu defunto parco
Porém mais que no mundo, te sentirás largo
É uma cova grande pra tua carne pouca
Mas à terra dada não se abre a boca
É a conta menor que tiraste em vida
É a parte que te cabe deste latifúndio
(É a terra que querias ver dividida)
Estarás mais ancho que estavas no mundo
Mas à terra dada não se abre a boca
Comparando painel de Cândido Portinari e a música baseada no fragmento do livro de João Cabral de
Melo Neto, pode-se concluir que: