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Prova

Prova de 2013: Universidade Estadual do Ceará (UECE) — questões com gabarito

368 questões da prova de 2013 de Universidade Estadual do Ceará (UECE), em Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 368 questões

Resultados: 368 questões

Página 9 de 19

  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Análise sintática

    Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.

    Considere o seguinte extrato transcrito do texto: “o romance narra simplesmente, com nomes e topônimos diversos, o crime cometido pela velha Lessa a mulher que matou o marido da molecada fortalezense de há mais de meio século.” (linhas 31- 36). O excerto traz uma ambiguidade causada pela construção sintática: “a mulher que matou o marido da molecada fortalezense de há mais de um século” (linhas 34-36).


    Observe o que se comenta sobre o extrato e assinale a opção INCORRETA.

    Escolha uma alternativa para a questão 82bfb688-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 1

    O texto 1 desta prova é da autoria do intelectual cearense Gustavo Barroso, que nasceu em Fortaleza, no ano de 1888 e morreu no Rio de Janeiro, em 1959. Professor, jornalista, ensaísta, romancista, foi membro da Academia Brasileira de Letras. A obra À margem da história do Ceará, em dois volumes, foi seu último trabalho. É uma reunião de setenta e seis artigos e crônicas que falam exclusivamente sobre a história do Ceará entre 1608 e 1959. O texto transcrito abaixo foi extraído do segundo volume e, como vocês poderão ver, é um artigo sobre a obra do também cearense Manuel de Oliveira Paiva, Dona Guidinha do Poço. Servindo-se de uma pesquisa feita pelo historiador Ismael Pordeus, Gustavo Barroso fala do romance de Oliveira Paiva, mais especificamente, das relações entre essa obra literária e a verdade histórica que ela transfigura. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Análise sintática

    Gustavo Barroso. À margem da história do Ceará. v. 2, 3 ed. p. 347-350. Texto adaptado.

    Pondere sobre as relações sintáticas do seguinte período: “Vivia, no entanto, tão desassossegado, receando qualquer atentado por parte da esposa, cujo caráter conhecia, que pedira garantias de vida às autoridades e andava pelas ruas sob a guarda do destacamento policial” (linhas 45-50). Escreva V para a assertiva verdadeira e F para a assertiva falsa.


    ( ) O período, como um todo, relaciona-se com o período anterior, fazendo-lhe restrição ao conteúdo, o que se destaca pelo uso da conjunção no entanto. Relaciona-se também com o período posterior, o qual lhe faz oposição explicitada pela conjunção mas, que os liga.

    ( ) A oração “Vivia, no entanto, tão desassossegado” relaciona-se com o conjunto de orações coordenadas entre si: “que pedira garantias de vida às autoridades e andava pelas ruas sob a guarda do destacamento policial”. Essas orações introduzem, em relação à primeira, a ideia de consequência.

    ( ) A oração “cujo caráter conhecia” relaciona-se unicamente com a anterior, “receando qualquer atentado por parte da esposa”, à qual se liga por meio do pronome relativo cujo. Pode, inclusive, ser retirada do enunciado, sem prejuízo de seu conteúdo. Essa retirada, entretanto, enfraquece a enunciação.

    ( ) A oração “receando qualquer atentado por parte da esposa”, liga-se, ainda, à primeira oração, “Vivia, no entanto, tão desassossegado”, e introduz uma ideia de concessão.

    ( ) A primeira oração, “Vivia, no entanto, tão desassossegado” é a oração principal das orações que com ela se relacionam e para ela funcionam como termo sintático. Por outro lado, a oração “receando qualquer atentado por parte da esposa” é oração principal para a oração “cujo caráter conhecia”, que lhe serve como termo sintático, adjunto adnominal.


    A sequência correta, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 82c38e42-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.

    O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Coesão e coerência

    Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado. 

    A personagem Margarida é referida por várias palavras ou expressões. Observe o que se diz sobre esses elementos referenciais e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.


    ( ) A expressão “a presa mandatária”, a primeira a aparecer no texto (linha 75), antecipa a aparição de Guida como a assassina e indica uma posição tendenciosa do enunciador.

    ( ) O antropônimo “Guida” (linha 78), que já havia substituído a expressão “a presa mandatária”, é substituído pela expressão “a presa” (linha 83), o que reforça a estratégia de apresentar Guida, de antemão, como uma criminosa.

    ( ) No texto, a palavra “presa” pode assumir também o sentido de “coisa ou pessoa que alguém ou algo subjuga; coisa ou pessoa de que(m) alguém ou algo se apodera”.

    ( ) “Presa” vem substituída por “Naiú” (linha 96), o nome do assassino real. Isso iguala Guida àquele que, por uma ordem sua, apunhalou o Major.

    ( ) Na linha 103, o vocábulo “Naiú” foi substituído pela expressão “(a)a pobre senhora”. Essa substituição pode ser entendida ou como uma expressão da compaixão de um homem da Igreja ou como uma expressão de ironia do enunciador.


    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão 82c8984d-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.

    O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos

    Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado. 

    O substantivo “diligência” (linha 73) foi empregado, no texto, com o significado de
    Escolha uma alternativa para a questão 82cc4b7c-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.

    O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos

    Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado. 

    Assinale a única expressão que é indubitavelmente irônica.
    Escolha uma alternativa para a questão 82d0d091-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.

    O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos

    Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado. 

    A partir da leitura dos dois textos, escreva R para o que for real e F para o que for ficcional.


    ( ) A velha Lessa

    ( ) O Poço da Moita

    ( ) O Major Joaquim Damião de Barros

    ( ) Domingos Víctor de Abreu e Vasconcelos

    ( ) Corumbé

    ( ) Guida

    ( ) Senhorinho Antônio Pereira da Costa

    ( ) Naiú

    ( ) Secundino


    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão 82d46d9a-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.

    O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Análise sintática

    Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado. 

    Reflita sobre o excerto transcrito: “A saia de montaria, de bretanha, arfava ao vento, produzindo uma irritação estranha aquele pano branco na alma enlutada da população. Guida olhava a turba com admiração, que ao povo parecia petulância e, por vê-la açoitar o cavalo, diziam que ela acenava com o chicote para ele...” (linhas 87-93).


    I. O período transcrito poderia ter a seguinte estrutura: A saia de montaria, de bretanha, arfava ao vento, produzindo aquele pano branco uma irritação estranha na alma enlutada da população.

    II. O verbo dizer, no plural, “diziam”, concorda ideologicamente com “povo”, isto é, concorda com a ideia de plural dessa palavra, não com a sua forma.

    III. A oração “por vê-la açoitar o cavalo” tem o valor semântico de condição.


    Está correto o que se diz somente em

    Escolha uma alternativa para a questão 82d756c9-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.

    O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos

    Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado. 

    O texto 1 finaliza com uma interrogação: “Jamais quis tornar a Quixeramobim: orgulho ou remorso?” (linhas 70-72). Escreva V para o que for verdadeiro e F para o que for falso em relação ao enunciado transcrito.


    ( ) O enunciador do texto 1 fala da personagem da ficção.

    ( ) O enunciador do texto 2 fala de fatos ficcionais.

    ( ) Se considerarmos o que o enunciador do texto 2 fala da personagem de ficção, podemos, pela leitura desse texto 2, responder à interrogação dizendo que foi por orgulho.

    ( ) A interrogação expressa que o enunciador tinha dúvida sobre o verdadeiro caráter da personagem D. Guidinha.

    ( ) A interrogação é um recurso de estilo que provoca uma maior interação entre enunciador e enunciatário.


    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão 82e13e57-af
  • Linguagens

    Português

    Texto 2


    A obra D. Guidinha do Poço conta a história de D. Margarida Reginaldo de Sousa Barros — conhecida como Guida ou Guidinha —, herdeira do Capitão-Mor Reginaldo Venceslau. Depois da morte do pai, ela se casa com o Major Joaquim Damião de Barros, o Major Quim, dezesseis anos mais velho do que ela. Embora tivessem casa na vila, fixaram residência na fazenda Poço da Moita, herdade de Margarida. Depois de alguns anos de casados, Margarida se apaixona por Secundino, jovem praciano, sobrinho do marido. Quando o Major Quim descobre a traição, pede o divórcio, que Guida não aceita. O Major deixa-a na fazenda e vai morar na casa da Vila. A mulher, então, contrata um capanga de nome Naiú para matar o marido. O caboclo faz o serviço, mas, quando é preso, revela que fora D. Margarida a mandante do homicídio.

    O capítulo que você lerá é o último da obra, quando se dá a prisão de D. Guidinha do Poço. 


    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos

    Manuel de Oliveira Paiva. Dona Guidinha do Poço. p. 125-126. Texto adaptado. 

    “O crime nivela, como a virtude.” (linhas 114- 115) Essa frase axiomática significa que
    Escolha uma alternativa para a questão 82e602a6-af
  • Linguagens

    Português

    Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


    TEXTO I

    Porta de colégio 

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Gêneros Textuais


    SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
    A crônica é um gênero, digamos, aberto. Dentro dessa rubrica cabem vários conceitos. As quatro opções abaixo apresentam características de crônica, mas só uma expressa as características apresentadas pelo texto de Sant’Anna. Assinale essa opção.
    Escolha uma alternativa para a questão 85e0f9f9-c6
  • Linguagens

    Português

    Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


    TEXTO I

    Porta de colégio 

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos


    SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
    Marque com V o que for verdadeiro e com F o que for falso, em relação à crônica “Porta de colégio”.


    ( ) O cronista introduz a ideia núcleo do texto logo nas três primeiras linhas e o faz por meio de uma analogia.

    ( ) No quarto parágrafo, o enunciador responde à pergunta retórica feita no terceiro, empregando o advérbio interrogativo onde. As respostas, no entanto, não correspondem às respostas que se dariam a uma pergunta feita com o advérbio onde. Na pergunta correspondente a essas respostas, deveria constar algo como “Que acontecerá” ou “Como estarão”, não onde.

    ( ) O vocábulo clima (linha 6) e o vocábulo atmosfera (linha 11) não poderiam intercambiar suas ocorrências no texto sem prejuízo do sentido.

    ( ) No parágrafo 5 (linhas 37-45), o cronista faz alusão a um conto infantil, para mostrar como os adolescentes só têm segurança dentro da escola.

    ( ) Os assaltos do “lobo feroz” (linha 40), corresponderiam, no mundo moderno, ao estupro, ao latrocínio, ao homicídio, ao tráfico de crianças e de mulheres, à venda de drogas, em suma, aos perigos da vida moderna.


    Está correta a seguinte sequência de cima para baixo:
    Escolha uma alternativa para a questão 85e83b7d-c6
  • Linguagens

    Português

    Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


    TEXTO I

    Porta de colégio 

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Coesão e coerência


    SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
    Atente para o que se diz sobre as expressões referenciais seguintes: esses meninos e meninas (linha 23) e aquele/a (linhas 25, 28, 29 e 32).

    I. Todas essas expressões retomam individualmente o que foi mencionado de maneira geral no trecho das linhas 7, 8 e 9.

    II. Enquanto a expressão da linha 23 se refere ao que foi dito (anáfora), todas as outras se referem ao que vai ser dito (catáfora).

    III. A expressão aquele (ali) presentifica a cena enunciativa.


    Está correto o que se afirma em 
    Escolha uma alternativa para a questão 85ee6de7-c6
  • Linguagens

    Português

    Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


    TEXTO I

    Porta de colégio 

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Concordância verbal, Concordância nominal


    SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
    Entre as linhas 6 e 10 da crônica, existe um caso de concordância verbal curioso: “Primeiro há uma diferença de clima entre aquele bando de adolescentes espalhados pela calçada, sentados sobre carros, em torno de carrocinhas de doces e refrigerantes, e aqueles que transitam pela rua”. No trecho “aquele bando de adolescentes espalhados pela calçada, sentados sobre carros”, há um sintagma nominal cujo núcleo é bando, um substantivo coletivo que vem seguido de uma expressão no plural que o especifica: de adolescentes.


    Observe o que é dito a seguir.


    I. Em casos como esse, a regra geral da gramática normativa é a seguinte: com o substantivo coletivo, a concordância se faz no singular. Por essa ótica, no texto, deveríamos ter a seguinte estrutura: aquele bando de adolescentes espalhado pela calçada e sentado sobre carros.

    II. A gramática faculta a seguinte possibilidade: se o coletivo vier seguido de uma expressão no plural que o especifique, o adjetivo ou o particípio que forma essa expressão pode ir para o plural ou ficar no singular: aquele bando de adolescentes espalhados pela calçada, sentados sobre carros.

    III. Empregar o singular ou o plural nesses casos fica a critério do usuário da língua. Esses dois tipos de concordância variam livremente, independente de possíveis motivações.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 8602e14b-c6
  • Linguagens

    Português

    Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


    TEXTO I

    Porta de colégio 

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Concordância verbal, Concordância nominal


    SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
    Observe a concordância verbal que se dá no trecho seguinte: “um ou outro já transou droga” (linha 17). Nesse trecho,


    I. o “ou” indica exclusão.

    II. a concordância poderia ser feita no plural: um ou outro já transaram droga.

    III. a ação do verbo transar refere-se tanto a um quanto a outro.


    Estão corretas as complementações contidas em
    Escolha uma alternativa para a questão 8606f6c2-c6
  • Linguagens

    Português

    Prezado candidato, o texto 1 desta prova foi extraído de uma crônica de Affonso Romano de Sant’Anna, cronista e poeta mineiro. Professor universitário e jornalista, escreveu para os maiores jornais do País. “Com uma produção diversificada e consistente, pensa o Brasil e a cultura do seu tempo, e se destaca como teórico, como poeta, como cronista, como professor, como administrador cultural e como jornalista.”


    TEXTO I

    Porta de colégio 

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Interpretação de Textos


    SANT’ANNA, Affonso Romano de. Affonso Romano de Sant’Anna: seleção e prefácio de Letícia Malard. Coleção Melhores Crônicas. p. 64-66.
    Atente ao parágrafo quatro, que é constituído de assertivas do enunciador sobre os adolescentes que vê na porta do colégio, partindo de previsões feitas por ele mesmo.


    I. Poderíamos dividir o parágrafo em duas partes, considerando a oposição individual/coletivo.

    II. Em uma das assertivas, verifica-se quebra de paralelismo sintático-semântico.

    III. Todas as assertivas constituem previsões.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 860c0b4c-c6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II

    PORTÃO

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Figuras de Linguagem

    ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
    Observe a metáfora que inicia o poema — “O portão fica bocejando” — e o que se diz sobre ela.


    I. Essa metáfora empresta ao portão faculdades humanas, constituindo, também uma prosopopeia ou personificação. Por outro lado, essa expressão aceita, ainda, a seguinte leitura: o portão representa metonimicamente a escola, com seus valores criticáveis e seus preconceitos.

    II. O emprego da locução verbal de gerúndio “fica bocejando”, no lugar da forma simples boceja, dá à ação expressa pelo verbo bocejar um caráter de continuidade, de duração.

    III. O gerúndio realça a própria semântica do verbo bocejar.


    Está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 861093a4-c6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II

    PORTÃO

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Adjetivos

    ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
    Atente ao que é dito sobre o vocábulo “insípida” (linha 50).


    I. Foi empregado na acepção de sem graça, desinteressante, monótono.

    II. Foi empregado no seu sentido literal, não figurado.

    III. A mudança da posição desse adjetivo para depois do substantivo não alteraria o significado do substantivo.


    Está correto o que se afirma somente em
    Escolha uma alternativa para a questão 86144af1-c6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II

    PORTÃO

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Adjetivos

    ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
    Os dois superlativos (linhas 52-53) emprestam ao poema um tom de
    Escolha uma alternativa para a questão 8618b683-c6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II

    PORTÃO

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Coesão e coerência

    ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
    Atente para o que se afirma sobre os versos “ah, isso não: o vagabundo ficará mofando lá fora/ e leva no boletim uma galáxia de zeros” (linhas 55- 57).


    I. Eles são construídos sobre duas metáforas hiperbólicas, isto é, metáforas que contêm um exagero.

    II. O pronome isso em “ah, isso não”, aponta para um referente na cena enunciativa.

    III. O pronome isso, no poema, aponta para o que é dito nos dois primeiros versos, sintetizando-os.


    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 861cd6ca-c6
  • Linguagens

    Português

    TEXTO II

    PORTÃO

    Imagem da questão de Português, UECE 2013, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    ANDRADE, Carlos Drummond de. In: Carlos Drummond de Andrade: Poesia e Prosa. Editora Nova Aguilar:1988. p. 506-507.
    Considere as seguintes afirmações sobre os dois versos finais.

    I. A separação desses dois versos em uma estrofe é um recurso que enfatiza as ideias de exclusão, parcialidade e preconceito presentes no poema.

    II. Os dois versos constituem um enunciado que expressa uma afirmação de valor individual ou particular.

    III. Esse enunciado apresenta a estrutura linguística do axioma (máxima, provérbio, anexim): é breve, expressa um conceito sobre a realidade, tem o objetivo de ensinar e emprega o presente do indicativo.


    Está correto o que se afirma apenas em
    Escolha uma alternativa para a questão 8621d281-c6