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Prova

Prova de 2017: Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) — questões com gabarito

281 questões da prova de 2017 de Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), em Geografia, Física, Espanhol, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 281 questões

Resultados: 281 questões

Página 12 de 15

  • Ciências Humanas

    Geografia

    A grande novidade na nova ordem mundial foi a “revolução” nos meios de transporte e nas comunicações – fator fundamental para que se estabelecesse uma economia globalizada. Apesar das vantagens que oferece, a globalização tem sido bastante criticada. Assinale as alternativas que confirmam estas críticas.

    I) Aumento da desigualdade social e econômica;
    II) Desemprego;
    III) Facilidade na atuação de atividades do crime organizado;
    IV) Transmissão de informações e notícias em tempo real;
    Escolha uma alternativa para a questão 1bc5bd06-fd
  • Ciências Humanas

    Geografia

    Qualquer sociedade, para continuar existindo, tem de garantir a conservação e o desenvolvimento de seus conhecimentos e de seus objetos de trabalho para as futuras gerações. A este conjunto de conhecimentos e objetos chamamos forças produtivas. O Capitalismo é um modo de produção e forças produtivas. Assinale a alternativa que não corresponde ao sistema sócio econômico vigente.
    Escolha uma alternativa para a questão 1bbaa64a-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    Qual é o comprimento de onda de um elétron de massa 9,0 . 10-31 kg que se move com velocidade de 100 m/s. Considere a constante de Planck: h = 6,6 . 10-34J . s.
    Escolha uma alternativa para a questão 18dbfd64-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    Considere a afirmação:
    “Carga elétrica é fonte de campo elétrico”
    Tal afirmação fundamenta a lei de:
    Escolha uma alternativa para a questão 18d558ef-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    Um fio longo e retilíneo é percorrido por uma corrente constante de intensidade 6 A. Qual é a intensidade do vetor indução magnética em um ponto localizado a 30 cm deste fio? (Dado µ0 = 4π . 10-7T .m/A;).
    Escolha uma alternativa para a questão 18d16355-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    De acordo com a segunda lei de Ohm, quais são as variáveis que devem ser levadas em consideração para calcular a resistência elétrica de um condutor e para compará-lo com outro condutor?
    Escolha uma alternativa para a questão 18c73559-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    A intensidade da força elétrica entre duas cargas elétricas, uma de +3,2 . 10-19 C e outra de -1,6 . 10-19 C, é de 4,6 . 10-8 N. Sabendo que as cargas estão no vácuo, onde k = 9 . 109 Nm2 /C2 , qual a distância entre as duas cargas?
    Escolha uma alternativa para a questão 18c4138a-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    Três corpos eletrizados inicialmente com carga Q1 = -2 µC, Q2 = 5 µC e Q3 = -4 µC, localizam-se em um sistema eletricamente isolado. Após trocarem cargas entre si, os corpos 1 e 2 apresentam as cargas Q`1 = 1 µC e Q`2 = 3 µC, respectivamente. Qual a carga final do corpo 3 (Q`3)? Qual o número de elétrons cedidos ou recebidos pelo corpo 2?
    (Dado 1 µC = 10-6 C.)
    Escolha uma alternativa para a questão 18c09716-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    Ao aproximar-se um ímã permanente de uma barra, observa-se que a barra se transforma em um ímã. Isto acontece porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 18bb8757-fd
  • Ciências da Natureza

    Física

    A Airbus está testando seu novo avião, o A350 XWB. Na opinião dos engenheiros da empresa, esse avião é ideal para linhas aéreas ligando cidades em longas distâncias. Conforme anunciado pelos técnicos, a velocidade média de cruzeiro do avião vale aproximadamente 900 km/h (no ar). Assim sendo, o tempo gasto num percurso de 5000 km será de aproximadamente:
    Escolha uma alternativa para a questão 18add83c-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Para Rodolfo Otto la presencia de lo Otro – y podríamos añadir, la sensación de "otredad" – se manifiesta "como un misterio tremendum, un misterio que hace temblar." Al analizar el contenido de lo tremendo, el pensador alemán encuentra tres elementos. En primer término el terror sagrado, esto es, "un terror especial," que sería vano comparar con el miedo que nos produce un peligro conocido. El terror sagrado es pavor indecible, precisamente por ser experiencia de lo indecible. El segundo elemento es la majestad de la Presencia o Aparición: «tremenda majestad». Finalmente, al poder majestuoso se alía la noción de «energía de lo numinoso» y así la idea de un Dios vivo, activo, todopoderoso, es el tercer elemento. Ahora bien, las dos últimas notas son atributos de la presencia divina y más bien parecen derivarse de la experiencia que constituir su núcleo original. Por tanto, podemos excluirlas y quedarnos con la nota esencial: «misterio que hace temblar».
    Octavio Paz, «El arco y la lira» (Disponível em https://www.passeidireto.com/arquivo/5560869/el-arco-y-la-lira---octavio-paz/32. Acesso em 21.08.2017)
    Según Paz, ¿cuáles son las dos ideas que serían vanas comparar?
    Escolha uma alternativa para a questão 1751f7fd-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Para Rodolfo Otto la presencia de lo Otro – y podríamos añadir, la sensación de "otredad" – se manifiesta "como un misterio tremendum, un misterio que hace temblar." Al analizar el contenido de lo tremendo, el pensador alemán encuentra tres elementos. En primer término el terror sagrado, esto es, "un terror especial," que sería vano comparar con el miedo que nos produce un peligro conocido. El terror sagrado es pavor indecible, precisamente por ser experiencia de lo indecible. El segundo elemento es la majestad de la Presencia o Aparición: «tremenda majestad». Finalmente, al poder majestuoso se alía la noción de «energía de lo numinoso» y así la idea de un Dios vivo, activo, todopoderoso, es el tercer elemento. Ahora bien, las dos últimas notas son atributos de la presencia divina y más bien parecen derivarse de la experiencia que constituir su núcleo original. Por tanto, podemos excluirlas y quedarnos con la nota esencial: «misterio que hace temblar».
    Octavio Paz, «El arco y la lira» (Disponível em https://www.passeidireto.com/arquivo/5560869/el-arco-y-la-lira---octavio-paz/32. Acesso em 21.08.2017)
    ¿A que se refiere “otredad” en este fragmento?
    Escolha uma alternativa para a questão 174a9340-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Smart cities 

    Inteligencia artificial y gestión de residuos: ¿el fin de los camiones de basura?

    Por M. Victoria S. Nadal


    Un nuevo sistema de recogida automatizada registra la cantidad de basura que deposita cada familia y adapta las tasas a pagar

    Madrid 21 AGO 2017 - 09:14 CEST


    En la mayor parte de las ciudades, los basureros recorren las calles, vacían contenedores, soportan —como los vecinos— los malos olores y los ruidos que genera el proceso de recogida de basura. Parece que los camiones son una parte imprescindible difícil de automatizar, pero la empresa Envac propuso hace unos años un sistema neumático propulsado por ventiladores, que podría ayudar a mecanizar este proceso de recolección transportando la basura por debajo del suelo. Ahora, este sistema se sirve de la inteligencia artificial y el internet de las cosas para autorregularse y ser más eficiente haciendo, por ejemplo, que pagues solo por la basura que generas.

    (Texto disponivel em https://retina.elpais.com/retina/2017/08/17/innovacion/1502964881_855411.html. Acesso em 22.08.2017)

    Qual a proposta da empresa Envac para a coleta de lixo?
    Escolha uma alternativa para a questão 1746f489-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Smart cities 

    Inteligencia artificial y gestión de residuos: ¿el fin de los camiones de basura?

    Por M. Victoria S. Nadal


    Un nuevo sistema de recogida automatizada registra la cantidad de basura que deposita cada familia y adapta las tasas a pagar

    Madrid 21 AGO 2017 - 09:14 CEST


    En la mayor parte de las ciudades, los basureros recorren las calles, vacían contenedores, soportan —como los vecinos— los malos olores y los ruidos que genera el proceso de recogida de basura. Parece que los camiones son una parte imprescindible difícil de automatizar, pero la empresa Envac propuso hace unos años un sistema neumático propulsado por ventiladores, que podría ayudar a mecanizar este proceso de recolección transportando la basura por debajo del suelo. Ahora, este sistema se sirve de la inteligencia artificial y el internet de las cosas para autorregularse y ser más eficiente haciendo, por ejemplo, que pagues solo por la basura que generas.

    (Texto disponivel em https://retina.elpais.com/retina/2017/08/17/innovacion/1502964881_855411.html. Acesso em 22.08.2017)

    De acordo com o texto 2, a principal dificuldade na mecanização do processo de coleta de lixo é:
    Escolha uma alternativa para a questão 17443afc-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Los ensayos de Conan Doyle sobre literatura y escritura reflejan un cierto hartazgo de su propio detective

    El actor Basil Rathbone, en la piel de 'Sherlock Holmes'. THE GRANGER COLLECTION, NUEVA YORK

    Sherlock Holmes se convirtió en una criatura tan real que los escolares franceses llegados a Londres querían ver su (inexistente) casa en Baker Street, y muchos lectores enviaban cartas a su creador para pedirle autógrafos de su detective. Cuando Arthur Conan Doyle anunció que Holmes se retiraba para dedicarse a la apicultura en South Downs, el escritor empezó a recibir misivas ofreciéndole ayuda para la tarea. “¿Necesitará el señor Holmes un ama de llaves para su casa de campo?”, se interesaba una de ellas. “Sé de alguien a quien le encanta la vida tranquila del campo, además de ser una mujer discreta como las de antes”. Y no era la única. 

    No importaban las excentricidades que se gastaba el detective en el 221 B de Baker Street con su propia casera y criada, la señora Hudson, ni el peligro en que ponía el inmueble virtual una y otra vez. Los candidatos a asistirle en su etapa como apicultor u otras eran reales, como reales eran las peticiones de ayuda que recibía el doctor Conan Doyle para que investigara misterios sin resolver.

    El elegante sir británico (Edimburgo, 1859-Crowborough, 1930) dejó la huella de sus recuerdos en Mis libros, Ensayos sobre literatura y escritura, una sabrosa rareza para aficionados y curiosos que Páginas de Espuma ha traído a España en traducción de Jon Bilbao. Estará en las librerías a la vuelta del verano.

    ¿Es justo que la criatura adquiera más fama que el creador? ¿No es realmente digno de orgullo que Frankenstein, Sherlock, Dorian Gray, el Quijote o Sancho se conviertan en iconos y parte de nuestro imaginario sin que prestemos atención al autor? Conan Doyle se resiente un tanto de que su criatura le supere y lo narra divertido en sus ensayos, llenos de anécdotas sobre casos reales que reclamaban de él el planteamiento que hubiera hecho Holmes si hubiera vivido de verdad.

    (Texto disponível em: https://elpais.com/cultura/2017/08/21/actualidad/1503315459_069366.html. Acesso em 21.08.2017)
    Qual o motivo do ressentimento de Conan Doyle (4º parágrafo)?
    Escolha uma alternativa para a questão 1740a817-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Los ensayos de Conan Doyle sobre literatura y escritura reflejan un cierto hartazgo de su propio detective

    El actor Basil Rathbone, en la piel de 'Sherlock Holmes'. THE GRANGER COLLECTION, NUEVA YORK

    Sherlock Holmes se convirtió en una criatura tan real que los escolares franceses llegados a Londres querían ver su (inexistente) casa en Baker Street, y muchos lectores enviaban cartas a su creador para pedirle autógrafos de su detective. Cuando Arthur Conan Doyle anunció que Holmes se retiraba para dedicarse a la apicultura en South Downs, el escritor empezó a recibir misivas ofreciéndole ayuda para la tarea. “¿Necesitará el señor Holmes un ama de llaves para su casa de campo?”, se interesaba una de ellas. “Sé de alguien a quien le encanta la vida tranquila del campo, además de ser una mujer discreta como las de antes”. Y no era la única. 

    No importaban las excentricidades que se gastaba el detective en el 221 B de Baker Street con su propia casera y criada, la señora Hudson, ni el peligro en que ponía el inmueble virtual una y otra vez. Los candidatos a asistirle en su etapa como apicultor u otras eran reales, como reales eran las peticiones de ayuda que recibía el doctor Conan Doyle para que investigara misterios sin resolver.

    El elegante sir británico (Edimburgo, 1859-Crowborough, 1930) dejó la huella de sus recuerdos en Mis libros, Ensayos sobre literatura y escritura, una sabrosa rareza para aficionados y curiosos que Páginas de Espuma ha traído a España en traducción de Jon Bilbao. Estará en las librerías a la vuelta del verano.

    ¿Es justo que la criatura adquiera más fama que el creador? ¿No es realmente digno de orgullo que Frankenstein, Sherlock, Dorian Gray, el Quijote o Sancho se conviertan en iconos y parte de nuestro imaginario sin que prestemos atención al autor? Conan Doyle se resiente un tanto de que su criatura le supere y lo narra divertido en sus ensayos, llenos de anécdotas sobre casos reales que reclamaban de él el planteamiento que hubiera hecho Holmes si hubiera vivido de verdad.

    (Texto disponível em: https://elpais.com/cultura/2017/08/21/actualidad/1503315459_069366.html. Acesso em 21.08.2017)
    De acordo com as regras de ortografia espanholas, a forma correta de se escrever o numeral 1859 (3º parágrafo) é:
    Escolha uma alternativa para a questão 173d0785-fd
  • Linguagens

    Espanhol

    Los ensayos de Conan Doyle sobre literatura y escritura reflejan un cierto hartazgo de su propio detective

    El actor Basil Rathbone, en la piel de 'Sherlock Holmes'. THE GRANGER COLLECTION, NUEVA YORK

    Sherlock Holmes se convirtió en una criatura tan real que los escolares franceses llegados a Londres querían ver su (inexistente) casa en Baker Street, y muchos lectores enviaban cartas a su creador para pedirle autógrafos de su detective. Cuando Arthur Conan Doyle anunció que Holmes se retiraba para dedicarse a la apicultura en South Downs, el escritor empezó a recibir misivas ofreciéndole ayuda para la tarea. “¿Necesitará el señor Holmes un ama de llaves para su casa de campo?”, se interesaba una de ellas. “Sé de alguien a quien le encanta la vida tranquila del campo, además de ser una mujer discreta como las de antes”. Y no era la única. 

    No importaban las excentricidades que se gastaba el detective en el 221 B de Baker Street con su propia casera y criada, la señora Hudson, ni el peligro en que ponía el inmueble virtual una y otra vez. Los candidatos a asistirle en su etapa como apicultor u otras eran reales, como reales eran las peticiones de ayuda que recibía el doctor Conan Doyle para que investigara misterios sin resolver.

    El elegante sir británico (Edimburgo, 1859-Crowborough, 1930) dejó la huella de sus recuerdos en Mis libros, Ensayos sobre literatura y escritura, una sabrosa rareza para aficionados y curiosos que Páginas de Espuma ha traído a España en traducción de Jon Bilbao. Estará en las librerías a la vuelta del verano.

    ¿Es justo que la criatura adquiera más fama que el creador? ¿No es realmente digno de orgullo que Frankenstein, Sherlock, Dorian Gray, el Quijote o Sancho se conviertan en iconos y parte de nuestro imaginario sin que prestemos atención al autor? Conan Doyle se resiente un tanto de que su criatura le supere y lo narra divertido en sus ensayos, llenos de anécdotas sobre casos reales que reclamaban de él el planteamiento que hubiera hecho Holmes si hubiera vivido de verdad.

    (Texto disponível em: https://elpais.com/cultura/2017/08/21/actualidad/1503315459_069366.html. Acesso em 21.08.2017)
    De acordo com o texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão 172d71f9-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Re-Planting a Forest, One Drone at a Time


    That funny little buzz you hear in the forest may not just be the hum of summer insects. In the near future it could be a small fleet of drones, coming to replant and restore forests that have been stripped of trees by industrial-scale deforestation. It’s all part of an ambitious plan by BioCarbon Engineering, a U.K.-based startup on a global mission to battle widespread clear-cutting, which strips more than 26 billion trees off the planet each year. CEO Lauren Fletcher, who spent 20 years as an engineer with NASA, says the only way to fight industrial-scale deforestation is with industrial-scale reforestation. Their idea: plant 1 billion trees a year. The first targets are in South Africa and the Amazonian jungles, both of which have suffered from widespread forest eradication.

    BioCarbon’s reforestation scheme is simple and efficient. Here’s a quick look at how it plans to deploy its drone fleet: 


    1 Do a 3-D aerial survey. First, drones are sent to fly over a potential planting zone, snapping photos that create 3-D maps of the area to be reforested. The number of drones will vary depending up on the size of the seeding.

    2 Create a seeding plan. Once all that terrain data has been analyzed, it then generates a seeding pattern that best suits the terrain.

    3 Load the seed pods. The drones, which are equipped with guidance and control software, carry pressurized canisters of seed pods with germinated seeds immersed in a nutrient-rich gel.

    4 Hover and plant. Flying at a height of 1 or 2 meters, the drones follow the planting patterns, firing the biodegradable seed pods down to the ground. The pods break open upon impact, allowing the germinated seed a chance to take root.

    5 Monitor growth. After planting, the drones do low-level flights to assess the health of the sprouts and saplings.


    Such “precision forestry,” as BioCarbon calls it, is extremely efficient. A farmer might hand plant as many as 3,000 seeds a day; Fletcher says his drones can drop up to 36,000 seed pods daily, often in areas where a human can’t reach. Working with local ecologists, BioCarbon will use the drones to spread a variety of tree species, as well as microorganisms and fungi designed to improve the soil quality. “The central focus is ecosystem restoration,” Fletcher says.

    On a planetary climatological scale, Morton notes that “tropical deforestation plays a big role in global climate cycles,” claiming the accelerated pace of cutting and burning of forests accounted for 20 percent of greenhouse gas emissions in the 1990s. Fletcher and his team want to help reverse that trend. “By planting at the scale we’re looking at,” he says, “we can make a real longterm impact. We hope to do a lot of good in the world.”


    (Adapted from https://www.wired.com/brandlab/2015/07/re-planting-forest-one-drone-time/. Access on 22/8/2017)

    The word widespread is closest in meaning to
    Escolha uma alternativa para a questão 15803e20-fd
  • Linguagens

    Inglês

    View from the Rio favelas: 'We're often scared to leave the house in case we're hit by a stray bullet'

    A year has gone by since the Olympic Games. Only 147 of those 365 days ended without the residents of Complexo do Alemão hearing gunshots. After the promises of hope and the Games’ legacy of peace, 218 days were accompanied by a soundtrack of gunfire.

    On 218 days we were afraid we wouldn’t make it home alive; we were scared to leave the house in case we were hit by a stray bullet; on 218 days we were afraid that the walls of our homes might be hit. To pretend that we were not in a war zone, the military police painted their armoured military tanks – popularly called caveirão, or “big skull” – white.

    For a long time I’ve wondered about the reason for the conflict and danger in the favelas of Rio, the same places that hold so much shared affection, culture, art and memory.

    Since the Olympics, residents of the Complexo do Alemão have been afraid of organising a cultural event in the neighbourhood square, or of people gathering outside because an intense shootout might happen without prior notice, with no chance to find protection. It has been 218 days of fear.

    All eyes – and investments – were turned to Brazil when it hosted, over 10 years, three mega sporting events. But the country has failed to keep its promises of peace after the 2007 Pan-American Games, the 2014 World Cup and the 2016 Olympic Games.

    Before the Olympics, the state was completely absent in the favela. Back then we had no cable car – now we do, but it doesn’t work. We did not have family clinics – now we do, but without medical care. There were no police – now there are, and we live with daily shootings. What have the poorest received as a result of the Games? On television, I see only news of corruption.

    Brazil is at war, some say. A war on the poor, justified by drugs. A war that justifies, for many (but not for me) the presence of the Brazilian army in the streets of the city. The beauty of Rio’s natural landscapes contrasts with the conflict of our daily lives, militarised by the government.

    We need to talk about the relationship between violence and drugs. Young people from different favelas are now coming together to think about strategies that we hope can feed into public policies on drugs in Brazil. The #Movimentos movement – which runs discussions and seminars for young people – was created because it isn’t possible to deal with the drugs issue without the input of those who live with the consequences of failed policies. 

    As other countries move towards resolving the issue in a serious way, investing in research and prevention mechanisms in public health services, Brazil invests in more weapons and repression that result in an increase of death and incarceration – particularly among people who are poor, black, young and living in favelas.

    But despite all the fear, all the chaos, we continue to conquer the world, occupying the spaces that we have been historically denied. The Coletivo Papo Reto (Straight Talk Collective) has created a calendar that celebrates the good news and achievements of the people who live in Complexo do Alemão. Many people may not understand what it is that motivates us in the midst of this chaos and fear. I don’t know either – but I feel that I must keep going.

    (Adapted from https://www.theguardian.com/global-development/2017/aug/19/rio-voices-view-from-the-favelas-olympics-they-
    promised-a-legacy-of-peace-but-brazil-is-now-at-war. Access on 22/8/2017)
    Considering the text, fill the parenthesis with T (true) or F (false):

    ( ) The author agrees with the presence of the Brazilian army in the streets.
    ( ) The #Movimentos movement was created to include the input of the population in the issue of drug violence.
    ( ) The author thinks it’s important to talk about the relationship between violence and drugs.
    ( ) The author knows what motivates people in the midst of fear.
    ( ) Brazil is investing in research and prevention mechanisms in public health services.

    The correct sequence, from top to bottom is:
    Escolha uma alternativa para a questão 156df1ab-fd
  • Linguagens

    Inglês

    View from the Rio favelas: 'We're often scared to leave the house in case we're hit by a stray bullet'

    A year has gone by since the Olympic Games. Only 147 of those 365 days ended without the residents of Complexo do Alemão hearing gunshots. After the promises of hope and the Games’ legacy of peace, 218 days were accompanied by a soundtrack of gunfire.

    On 218 days we were afraid we wouldn’t make it home alive; we were scared to leave the house in case we were hit by a stray bullet; on 218 days we were afraid that the walls of our homes might be hit. To pretend that we were not in a war zone, the military police painted their armoured military tanks – popularly called caveirão, or “big skull” – white.

    For a long time I’ve wondered about the reason for the conflict and danger in the favelas of Rio, the same places that hold so much shared affection, culture, art and memory.

    Since the Olympics, residents of the Complexo do Alemão have been afraid of organising a cultural event in the neighbourhood square, or of people gathering outside because an intense shootout might happen without prior notice, with no chance to find protection. It has been 218 days of fear.

    All eyes – and investments – were turned to Brazil when it hosted, over 10 years, three mega sporting events. But the country has failed to keep its promises of peace after the 2007 Pan-American Games, the 2014 World Cup and the 2016 Olympic Games.

    Before the Olympics, the state was completely absent in the favela. Back then we had no cable car – now we do, but it doesn’t work. We did not have family clinics – now we do, but without medical care. There were no police – now there are, and we live with daily shootings. What have the poorest received as a result of the Games? On television, I see only news of corruption.

    Brazil is at war, some say. A war on the poor, justified by drugs. A war that justifies, for many (but not for me) the presence of the Brazilian army in the streets of the city. The beauty of Rio’s natural landscapes contrasts with the conflict of our daily lives, militarised by the government.

    We need to talk about the relationship between violence and drugs. Young people from different favelas are now coming together to think about strategies that we hope can feed into public policies on drugs in Brazil. The #Movimentos movement – which runs discussions and seminars for young people – was created because it isn’t possible to deal with the drugs issue without the input of those who live with the consequences of failed policies. 

    As other countries move towards resolving the issue in a serious way, investing in research and prevention mechanisms in public health services, Brazil invests in more weapons and repression that result in an increase of death and incarceration – particularly among people who are poor, black, young and living in favelas.

    But despite all the fear, all the chaos, we continue to conquer the world, occupying the spaces that we have been historically denied. The Coletivo Papo Reto (Straight Talk Collective) has created a calendar that celebrates the good news and achievements of the people who live in Complexo do Alemão. Many people may not understand what it is that motivates us in the midst of this chaos and fear. I don’t know either – but I feel that I must keep going.

    (Adapted from https://www.theguardian.com/global-development/2017/aug/19/rio-voices-view-from-the-favelas-olympics-they-
    promised-a-legacy-of-peace-but-brazil-is-now-at-war. Access on 22/8/2017)
    The author talks about the favelas before and after the Olympics. Regarding this, it is correct to say that
    Escolha uma alternativa para a questão 156ab8b3-fd