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Prova

Prova de 2018: Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO) — questões com gabarito

70 questões da prova de 2018 de Universidade Estadual do Centro-Oeste (UNICENTRO), em Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 70 questões

Resultados: 70 questões

Página 1 de 4

  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2018, Interpretação de TextosFigura 2 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2018, Interpretação de Textos

    Da leitura do texto, pode-se apreender que
    Escolha uma alternativa para a questão a4fc12c5-02
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Fill the parentheses with T (True) or F (False).
    In reference to eraser and delete keys one can say that



    ( ) their utility is important only to scientists.

    ( ) those machines have nothing to do with papers and researches.

    ( ) those high-tech electronic inventions allow us to erasemistakes, so that we can remake texts again and again.



    The correct sequence, from top to bottom, is

    Escolha uma alternativa para a questão a5163176-02
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Fill in the parentheses with T (True) or F (False).


    According to the text, scholars got together in Edge in order todecide the inventions of great influence



    ( ) of the last two centuries.

    ( ) for nearly two hundred years.

    ( ) during the last two thousand years.


    The correct sequence, from top to bottom, is

    Escolha uma alternativa para a questão a50c21b1-02
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    "To cheer up or boost energy, listen to Latin music or anythingwith accented beats, lots of percussion and a fast tempo.”(l. 8-10)

    This fragment may be interpreted as a

    Escolha uma alternativa para a questão e660b303-01
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Fill in the parentheses with T (Tuee) or F (False).According to the text,

    ( ) music can deeply affect people’s state of mind

    .( ) bad-tempered people avoid listening to music after they gethome

    .( ) anxious people get even more nervous if they listen to musicin a rush hour traffic jam.


    The correct sequence, from top to bottom, is

    Escolha uma alternativa para a questão e65bb9e9-01
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2018, Interpretação de Textos

    O autor faz referência a dois fluxos: o do rio e o da língua.

    Assinale a alternativa que melhor retrata os sentidos desses fluxos.
    Escolha uma alternativa para a questão e6423307-01
  • Linguagens

    Inglês

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    “and we still don’t know what Frankenstein foods can do tous.” (l. 32-33)


    This fragment expresses the ideas of

    Escolha uma alternativa para a questão d7f95c89-ff
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2018, Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos

    Indique a alternativa em que as palavras são acentuadas por razões diferentes, segundo a ortografia oficial da Língua Portuguesa.
    Escolha uma alternativa para a questão d7e63eea-ff
  • Linguagens

    Inglês

    Calvin and Hobbes by Bill Watterson


    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Hobbes can’t succeed in writing the paragraph because
    Escolha uma alternativa para a questão 7fb666a2-fd
  • Linguagens

    Inglês

    The President is Missing
    By Bill Clinton and James Patterson

    When Tom Wolfe noted that “the problem with fiction” is that “it has to be plausible,” he may have had efforts like this one in mind. Bill Clinton and James Patterson’s ambitious and wildly readable new novel, “The President Is Missing,” arches more closely toward plausibility in its geopolitical subplots — threats against the Saudi king, malicious Russian meddling in world affairs — than its main story line of a president who ditches his handlers and goes rogue from the White House, convinced he is the only one who can foil a huge cyberterror plot.
    The book opens with a charged scene in which President Jonathan Duncan is participating in a mock hearing to prepare for a congressional inquiry investigating the botched attempt to capture a terrorist. When the president loses his temper, he vindicates the advisers who have cautioned him not to appear before the actual committee. It’s a satisfying outcome for the former senior staffer in me — but unrealistic, considering the picture of the president that unfolds on the subsequent pages.

    Disponível em<https://www.nytimes.com/2018/06/05/books/review/president-is-missing-clinton-patterson.html> . Acesso em 20 de jul. 2018. 
    When the president loses his temper, could be replaced by
    Escolha uma alternativa para a questão 7faa3429-fd
  • Linguagens

    Inglês

    The President is Missing
    By Bill Clinton and James Patterson

    When Tom Wolfe noted that “the problem with fiction” is that “it has to be plausible,” he may have had efforts like this one in mind. Bill Clinton and James Patterson’s ambitious and wildly readable new novel, “The President Is Missing,” arches more closely toward plausibility in its geopolitical subplots — threats against the Saudi king, malicious Russian meddling in world affairs — than its main story line of a president who ditches his handlers and goes rogue from the White House, convinced he is the only one who can foil a huge cyberterror plot.
    The book opens with a charged scene in which President Jonathan Duncan is participating in a mock hearing to prepare for a congressional inquiry investigating the botched attempt to capture a terrorist. When the president loses his temper, he vindicates the advisers who have cautioned him not to appear before the actual committee. It’s a satisfying outcome for the former senior staffer in me — but unrealistic, considering the picture of the president that unfolds on the subsequent pages.

    Disponível em<https://www.nytimes.com/2018/06/05/books/review/president-is-missing-clinton-patterson.html> . Acesso em 20 de jul. 2018. 
    From this book review, we can state that
    Escolha uma alternativa para a questão 7fa6132b-fd
  • Linguagens

    Português

    Para responder à questão , considere a tira abaixo.


    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2018, Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação

    Na interação verbal entre Susanita e Mafalda, o humor é desencadeado pelo neologismo INVEJÓLOGO, criado para designar a futura especialidade médica do “filho da D. Susanita”. O processo de formação dessa palavra indica
    Escolha uma alternativa para a questão c6f1794b-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
    Élida Ramirez
        Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
        É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
        Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
        É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
        Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
        Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
        
    Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
    Em relação ao emprego da palavra portanto, no período “Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida”, é correto afirmar que 
    Escolha uma alternativa para a questão c6cfc2f3-fd
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir e responda à questão:

    Viver em cima do muro é prejudicial à saúde
    Élida Ramirez
        Ocre. Sempre me incomodou essa cor. Sabe aquele marrom amarelado? O tal burro fugido? Exato isso! Quando vejo alguém com roupa ocre, tenho maior aflição. Certa feita, entrei em um consultório médico to-di-nho ocre. Paredes, chão, quadros. Tive uma gastura horrorosa. A sensação é que o ocre existe no dilema de não ser amarelo nem marrom. Invejando o viço das outras colorações definidas e nada fazendo para mudar sua tonalidade. Isso explica meu desconforto. O ocre, para mim, ultrapassa o sentido de cor. Ele dá o tom da existência do viver em cima do muro. E conviver com gente assim é um transtorno.
        É fato que a tal “modernidade líquida”, definida por Bauman, favorece o comportamento. Pensemos. Segundo o sociólogo, a globalização trouxe o encurtamento das distâncias, borrando fronteiras. E, ao reconfigurar esses limites geográficos, mudou a concepção de si do sujeito bem como sua relação com as instituições. Muito rapidamente houve um esfacelamento de estruturas rígidas como a família e o estado. Essa mudança do sólido para líquido detonou o processo de individualização generalizado no mundo ocidental reforçando o conceito de que “Nada é para durar” (Bauman). Então, desse jeito dá para ser mutante pleno nesse viver em cima do muro. Nem amarelo ou marrom. Ocre. Por isso, discursos ocos de pessoas com personalidades fluidas ganham espaço. E vão tomando a forma do ambiente, assim como a água. Uma fusão quase nebulosa que embaça o comprometimento.
        Nota-se ainda certo padrão do viver em cima do muro. Como uma receitinha básica. Vejam só: Misture meias palavras em um discurso politicamente correto. Inclua, com ar de respeito, a posição contrária. Cozinhe em banho-maria. Deixe descansar, para sempre, se puder. Se necessário, volte ao fogo brando. Não mexa mais. Sirva morno. Viu? Simples de fazer. Difícil é digerir.
        É porque, na prática, a legião de ocres causa a maior complicação. Quem vive do meio de campo, sem decidir sua cor publicamente, não tem o inconveniente de arcar com as escolhas. Quase nunca se tornará um desafeto. Fará pouco e, muitas vezes, será visto com um sujeito comedido. Quem não escolhe tem mais liberdade para mudar de ideia. Não fica preso ao dito anteriormente. Exatamente porque não disse nada. Não se comprometeu com nada. Apenas proferiu ideias genéricas e inconclusivas estando liberado para transitar por todos os lados, segundo sua necessidade. Ao estar em tudo não estando em nada, seja para evitar responsabilidades, não se expor à crítica ou fugir de polêmicas, o em cima do muro se esconde, sobrecarrega e expõe aqueles que bancam opiniões.
        Portanto, conviver com quem não toma posição, de forma crônica, atrasa a vida. Ao se esquivar de escolher, o indivíduo condena o outro a fazê-lo em seu lugar. Reconheço que, às vezes, a gente leva tempo para se decidir por algo. Todos temos medos que nos impedem de agir. Mas ouso dizer: nunca tomar partido nas situações é covardia. Parece, inclusive, que o viver em cima do muro é mais confortável que a situação do mau-caráter. É que o sacana, ao menos, se define. Embora atue na surdina, sua ação reflete um posicionamento. Já o indefinido, não. Ele vive na toada do alheio. E, curiosamente, também avacalha o próprio percurso por delegar ao outro a sua existência.
        Recorro outra vez a Bauman para esclarecer: “Escapar da incerteza é um ingrediente fundamental presumido, de todas e quaisquer imagens compósitas da felicidade genuína, adequada e total, sempre parece residir em algum lugar à frente”. Por isso, atenção! Viver em cima do muro é prejudicial à sua própria saúde. Facilita a queda e impede novos caminhos. Um deles, o da alegria de poder ser. Talvez seja isso a que Bauman se refere quando trata da fuga da incerteza para alcançar a felicidade genuína. E, pensando bem, desconheço imagem de alegria predominantemente ocre.
        
    Texto adaptado e disponível em: https://www.revistabula.com/16514-viver-em-cima-do-muro-e-prejudicial-a-saude/. Acesso em 14 de ago. 2018.
    O título recorre a um enunciado que circula cotidianamente nas campanhas/propagandas contra o tabagismo. Tal procedimento constitui o que se chama de
    Escolha uma alternativa para a questão c6af5d1f-fd
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    According to the text, the word that corresponds to its respective meaning is
    Escolha uma alternativa para a questão a51328eb-02
  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, UNICENTRO 2018, Interpretação de texto | Reading comprehension

    “What changed the course of human events most profoundly?”(l. 1-2)

    According to the text, the suitable answer for this question is

    Escolha uma alternativa para a questão a50ff71b-02
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que não existe, em seu teor, ideia de paradoxo:
    Escolha uma alternativa para a questão a5082d55-02
  • Linguagens

    Português

    Imagem da questão de Português, UNICENTRO 2018, Interpretação de Textos

    Depois de ferir Martim, Iracema o leva à sua cabana e trata dele e por ele se apaixona, mas não consuma essa paixão através do casamento, dentro dos ritos tradicionais de sua gente,porque
    Escolha uma alternativa para a questão a5026bdc-02
  • Linguagens

    Português

    "Mar, belo mar selvagem

    das nossas praias solitárias. Tigre

    a que as brisas da terra o sono embalam

    a que o vento do largo eriça o pelo.”

                                      (Vicente de Carvalho)



    A palavra “Tigre”, em relação a ”mar selvagem”, representa uma imagem figurativa conhecida como

    Escolha uma alternativa para a questão a4ff8d68-02
  • Linguagens

    Português

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2018, Interpretação de TextosFigura 2 de 2 da questão de Português, UNICENTRO 2018, Interpretação de Textos

    O texto sobre o pequeno Zeca, de autor desconhecido, nos traz uma grande lição de vida e de aprendizagem sobre o comportamento humano.



    Assinale o provérbio ou a sentença que melhor sintetiza o texto:

    Escolha uma alternativa para a questão a4f88264-02