Pular para o conteúdo

Prova

Prova de 2014: Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC) — questões com gabarito

23 questões da prova de 2014 de Faculdade de Tecnologia do Estado de São Paulo (FATEC), em Inglês, Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 23 questões

Resultados: 23 questões

Página 1 de 2

  • Linguagens

    Inglês

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension

    (http://tinyurl.com/oev7nk3 Acesso em: 18.07.2014. Original colorido)


    Glossário

    uh - oh: representação escrita do som que as pessoas produzem quando descobrem que fizeram algo de errado.


    De acordo com a situação apresentada no cartum, o relógio do rapaz

    Escolha uma alternativa para a questão 08d07b04-b1
  • Linguagens

    Português

    Um dispositivo portátil mostrou-se eficaz em controlar o diabetes tipo 1 em adultos e jovens com a doença. Segundo os pesquisadores que desenvolveram a tecnologia, a técnica é mais prática e segura do que as disponíveis atualmente para tratar o problema. O equipamento é formado por um pequeno sensor inserido sob a pele de um lado do abdome do paciente. Esse sensor mede os níveis de glicose no sangue e envia essa informação a um smartphone adaptado. O smartphone, a partir desses dados, calcula a quantidade de insulina e glucagon que deve ser secretada. Os hormônios são administrados por duas pequenas bombas ligadas a tubos finos que são inseridos sob a pele do outro lado do abdome do paciente.

    (http://tinyurl.com/veja-cientistas Acesso em: 28.08.14. Adaptado)

    Considerando as informações do texto, é correto afirmar que o smartphone
    Escolha uma alternativa para a questão 08ede91e-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Wearable tech for kids coming from LeapFrog

    By Doug Gross, CNN

    updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014


    (CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.

          LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.

          The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.

          The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.

          Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.

    (http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)

    Glossário 1

    unveil: revelar, apresentar.

    De acordo com o artigo
    Escolha uma alternativa para a questão 092a4863-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Wearable tech for kids coming from LeapFrog

    By Doug Gross, CNN

    updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014


    (CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.

          LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.

          The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.

          The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.

          Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.

    (http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)

    Glossário 1

    unveil: revelar, apresentar.

    LeapFrog refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão 0931861f-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Wearable tech for kids coming from LeapFrog

    By Doug Gross, CNN

    updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014


    (CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.

          LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.

          The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.

          The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.

          Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.

    (http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)

    Glossário 1

    unveil: revelar, apresentar.

    Assinale a alternativa que apresenta uma característica que pode ser associada à LeapBand.
    Escolha uma alternativa para a questão 09347e08-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Wearable tech for kids coming from LeapFrog

    By Doug Gross, CNN

    updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014


    (CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.

          LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.

          The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.

          The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.

          Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.

    (http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)

    Glossário 1

    unveil: revelar, apresentar.

    Ainda sobre a LeapBand, pode-se afirmar corretamente que
    Escolha uma alternativa para a questão 0938b7d3-b1
  • Linguagens

    Inglês

    Wearable tech for kids coming from LeapFrog

    By Doug Gross, CNN

    updated 12:57 PM EDT, Thu May 1, 2014


    (CNN) – The wearable technology movement is in full effect, and exercise-based activity trackers lead the way. Now, it’s becoming child’s play.

          LeapFrog, the maker of education-oriented tablets and apps for children, has unveiled1 LeapBand, a wearable activity tracker designed with kids in mind.

          The band fits around the user’s wrist and looks a lot like a kids version of a smartwatch. By performing actions like “walk like a crab,” “spin like a helicopter” or “pop like popcorn,” kids can unlock new games and a group of Pokemon-like “digital pets” on the device.

          The band connects to a website or app that lets parents monitor their children’s activities and choose which challenges they can select, and which they can’t.

          Moving past smartphones and tablets, wearable tech has become arguably the hottest digital trend in the past year or so.

    (http://tinyurl.com/noswsfc Acesso em: 20.07.2014. Adaptado)

    Glossário 1

    unveil: revelar, apresentar.

    Assinale a alternativa que apresenta o termo like usado como uma conjunção, tal qual em “walk like a crab”, “spin like a helicopter” , “pop like popcorn”.
    Escolha uma alternativa para a questão 093b9668-b1
  • Linguagens

    Português

    Felicidade Clandestina

    Clarice Lispector

          Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. (...) Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. (...)

          Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

          Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.

          Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (...)

          No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

          Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono da livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. (...) E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. (...) Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. (...)

          Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!(...)

          Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.

          Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. (...) Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. (...) Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre ia ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. (...)

    (http://tinyurl.com/veele-contos Acesso em: 27.08.14. Adaptado)

    De acordo com a leitura do texto, pode-se afirmar que a narradora-personagem,
    Escolha uma alternativa para a questão 0990e7e3-b1
  • Linguagens

    Português

    Felicidade Clandestina

    Clarice Lispector

          Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. (...) Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. (...)

          Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

          Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.

          Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (...)

          No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

          Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono da livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. (...) E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. (...) Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. (...)

          Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!(...)

          Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.

          Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. (...) Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. (...) Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre ia ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. (...)

    (http://tinyurl.com/veele-contos Acesso em: 27.08.14. Adaptado)

    Considerando as informações do texto, é correto afirmar que a narradora-personagem possuía
    Escolha uma alternativa para a questão 0995bf79-b1
  • Linguagens

    Português

    Felicidade Clandestina

    Clarice Lispector

          Ela era gorda, baixa, sardenta e de cabelos excessivamente crespos, meio arruivados. Tinha um busto enorme, enquanto nós todas ainda éramos achatadas. (...) Mas possuía o que qualquer criança devoradora de histórias gostaria de ter: um pai dono de livraria. (...)

          Ela toda era pura vingança, chupando balas com barulho. Como essa menina devia nos odiar, nós que éramos imperdoavelmente bonitinhas, esguias, altinhas, de cabelos livres. Comigo exerceu com calma ferocidade o seu sadismo. Na minha ânsia de ler, eu nem notava as humilhações a que ela me submetia: continuava a implorar-lhe emprestados os livros que ela não lia.

          Até que veio para ela o magno dia de começar a exercer sobre mim uma tortura chinesa. Como casualmente, informou-me que possuía As reinações de Narizinho, de Monteiro Lobato.

          Era um livro grosso, meu Deus, era um livro para se ficar vivendo com ele, comendo-o, dormindo-o. E, completamente acima de minhas posses. Disse-me que eu passasse pela sua casa no dia seguinte e que ela o emprestaria. (...)

          No dia seguinte fui à sua casa, literalmente correndo. Ela não morava num sobrado como eu, e sim numa casa. Não me mandou entrar. Olhando bem para meus olhos, disse-me que havia emprestado o livro a outra menina, e que eu voltasse no dia seguinte para buscá-lo. Boquiaberta, saí devagar, mas em breve a esperança de novo me tomava toda e eu recomeçava na rua a andar pulando, que era o meu modo estranho de andar pelas ruas de Recife. Dessa vez nem caí: guiava-me a promessa do livro, o dia seguinte viria, os dias seguintes seriam mais tarde a minha vida inteira, o amor pelo mundo me esperava, andei pulando pelas ruas como sempre e não caí nenhuma vez.

          Mas não ficou simplesmente nisso. O plano secreto da filha do dono da livraria era tranquilo e diabólico. No dia seguinte lá estava eu à porta de sua casa, com um sorriso e o coração batendo. Para ouvir a resposta calma: o livro ainda não estava em seu poder, que eu voltasse no dia seguinte. (...) E assim continuou. Quanto tempo? Não sei. (...) Eu ia diariamente à sua casa, sem faltar um dia sequer. Às vezes ela dizia: pois o livro esteve comigo ontem, mas você só veio de manhã, de modo que o emprestei a outra menina. (...)

          Até que um dia, quando eu estava à porta de sua casa, ouvindo humilde e silenciosa a sua recusa, apareceu sua mãe. Ela devia estar estranhando a aparição muda e diária daquela menina à porta de sua casa. Pediu explicações a nós duas. Houve uma confusão silenciosa, entrecortada de palavras pouco elucidativas. A senhora achava cada vez mais estranho o fato de não estar entendendo. Até que essa mãe boa entendeu. Voltou-se para a filha e com enorme surpresa exclamou: mas este livro nunca saiu daqui de casa e você nem quis ler!(...)

          Foi então que, finalmente se refazendo, disse firme e calma para a filha: você vai emprestar o livro agora mesmo. E para mim: “E você fica com o livro por quanto tempo quiser.” Entendem? Valia mais do que me dar o livro: “pelo tempo que eu quisesse” é tudo o que uma pessoa, grande ou pequena, pode ter a ousadia de querer.

          Como contar o que se seguiu? Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão. Acho que eu não disse nada. Peguei o livro. Não, não saí pulando como sempre. Saí andando bem devagar. (...) Chegando em casa, não comecei a ler. Fingia que não o tinha, só para depois ter o susto de o ter. (...) Criava as mais falsas dificuldades para aquela coisa clandestina que era a felicidade. A felicidade sempre ia ser clandestina para mim. Parece que eu já pressentia. Como demorei! Eu vivia no ar... Havia orgulho e pudor em mim. Eu era uma rainha delicada. (...)

    (http://tinyurl.com/veele-contos Acesso em: 27.08.14. Adaptado)

    Leia este fragmento: “Eu estava estonteada, e assim recebi o livro na mão.”


    A função sintática do termo destacado nesse período é

    Escolha uma alternativa para a questão 099d54f5-b1
  • Linguagens

    Português

    O escritor, dramaturgo e poeta Ariano Suassuna morreu em 2014, aos 87 anos. Membro da Academia Brasileira de Letras (ABL), esse autor traduziu em suas obras a tradição popular do Nordeste.


    Assinale a alternativa que apresenta um trecho da obra Auto da Compadecida, de Ariano Suassuna.

    Escolha uma alternativa para a questão 09a1aa04-b1
  • Linguagens

    Português

    Governo e Fifa apresentam medidas de saúde para a Copa do Mundo

    SÃO PAULO – [...] O governo federal e a Fifa apresentaram, neste sábado, em São Paulo, medidas relativas à área da saúde visando à Copa do Mundo de 2014. Entre as novidades apresentadas, uma mochila contendo um desfibrilador, que deve prevenir a morte súbita cardíaca em jogos de futebol.
    Avaliado em 20 mil reais, esse equipamento foi distribuído para todos os países participantes da Copa de 2014. A expectativa da entidade é de que esse aparelho fique como um legado dessa competição. Todas as atividades ligadas à Copa, como jogos e treinos, terão a presença desses desfibriladores.
    Outra novidade é uma campanha de comunicação aos visitantes, por meio de folhetos, chamados de Saúde do Viajante, elaborados em português, espanhol, inglês e francês. Além disso, em maio, será lançado um aplicativo para celulares denominado Saúde na Copa 2014. Ele trará informações, tais como, as principais doenças da região, indicará o hospital mais próximo e dará outras dicas de saúde.
    Com relação ao risco à saúde dos atletas, por conta dos jogos sob sol forte, o diretor médico da Fifa afirmou que, nas sete partidas no horário de risco (13h), a equipe médica vai avaliar se é necessária a parada técnica [...].

    (http://tinyurl.com/estadao-governo-fifa Acesso em: 20.03.14. Adaptado)


    De acordo com as informações do texto, é correto afirmar que, na Copa do Mundo de 2014,
    Escolha uma alternativa para a questão 5e7669d0-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Learning to Speak Brazinglish

    By VANESSA BARBARA

    Published: November 8, 2013


    Brazilians are trying hard to get ready to host the 2014 FIFA World Cup.

         Despite having a big territory rich with natural scenery, Brazil is not accustomed to many international visitors. The World Tourism Organization, which ranks tourist spending in different countries, puts it 39th on the list, behind much smaller countries like Lebanon, Croatia and Malaysia. Next year, the government expects tourism spending in Brazil to grow by 55 percent, thanks largely to the World Cup. But as that time draws near, the general feeling among my compatriots is one of disbelief (...). The prevailing feeling is captured by the expression “Imagina na Copa ...” — Imagine during the Cup — spoken every time we see a 112-mile-long traffic jam, an overcrowded airport or the rising prices of hotels and flights. If things are already bad, imagine what they’ll be like during the World Cup.

         Such pre-tournament pessimism is common. Last year the British were skeptical about the Olympics, which turned out to be O.K. (...)

        And yet Brazilians are doing what we can to welcome tourists. (...)


    (http://www.nytimes.com/2013/11/09/opinion/barbara-learning-to-speak brazinglish.html pagewanted=1&_r=0 Acesso em: 13.02.2014. Adaptado)


    O texto afirma que o Brasil

    Escolha uma alternativa para a questão 5e81f5cd-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    De acordo com a fala de Calvin no primeiro quadro da tirinha
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb1528d-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    No segundo quadro da tirinha, Hobbes
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb42001-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    No terceiro quadro da tirinha, Calvin afirma que não conseguirá a nota “A” que ele julga merecer pois
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb6d5e4-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Interpretação de texto | Reading comprehension
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    No último quadro da tirinha, os quinze minutos que Hobbes menciona dizem respeito ao tempo que Calvin
    Escolha uma alternativa para a questão 5eb9c470-b2
  • Linguagens

    Inglês

    Para responder a questão, considere a tirinha que mostra o diálogo entre o menino Calvin e o seu tigre de pelúcia – e amigo imaginário – Hobbes.

    Imagem da questão de Inglês, FATEC 2014, Vocabulário | Vocabulary
    (Bill Watterson’s Calvin and Hobbes, http://home.loloyd.com/ebooks/Calvin%20and%20Hobbes/9312/ch931201.gif Acesso em: 04.12.2013)
    A contração won’t presente na fala de Calvin (“I won’t get the ‘A’ I deserve!”) é composta pelos termos
    Escolha uma alternativa para a questão 5ebc9a94-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    É correto afirmar que, no terceiro parágrafo do texto, há a predominância da figura de linguagem denominada
    Escolha uma alternativa para a questão 5efb1518-b2
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto para responder a questão.

    O futebol repete a vida

    Tostão

    (Colunista da Folha)


         Há muitas analogias entre o esporte e a vida. Por isso, as empresas, principalmente as americanas, adoram convidar pessoas do futebol para darem palestras aos seus funcionários e executivos. Por ter sido campeão do mundo e ser agora um cronista, recebo muitos convites. Recuso todos.

         As empresas confundem as razões e as emoções do esporte com as experiências pessoais. Querem criar um manual e um perfil dos vencedores. Não existe. As experiências não se transmitem. Cada um faz do seu jeito.

         Um jogo de futebol é um espetáculo, uma metáfora da vida. Estão presentes a alegria e a tristeza, a glória e o ocaso, a razão e a paixão, a ganância e a solidariedade, o invisível e o previsível, o evidente e o contraditório, o real e o simbólico, a ternura e a agressividade e outras ambivalências que fazem parte da alma humana.

         Nos esportes coletivos e na vida, todos querem brilhar mais do que os outros. Muitos aprendem que só vão se destacar e melhorar de vida se participarem de um grupo ou de uma sociedade organizada, forte e solidária. Por outro lado, são os talentos individuais que iluminam o coletivo. Parece contraditório. A vida é contraditória.

        O esporte é uma boa analogia entre razão e paixão. Um grande jogo precisa ter técnica e emoção. Para formarmos um grande time, é necessário talento, criatividade, disciplina tática e garra. Os grandes atletas são sábios e guerreiros. Quanto mais difícil a partida, mais Pelé vibrava em campo.

       O futebol está tão próximo da brincadeira e da descontração quanto da disciplina e da seriedade. Garrincha foi barrado antes da Copa de 58 porque era considerado uma criança irresponsável. Ele mostrou que o futebol pode ser uma brincadeira séria.

        Em qualquer atividade, a base da criatividade está na brincadeira com seriedade. Craques brincam com a bola; poetas e artistas brincam com as palavras, as imagens e os sons. O ideal seria brincar com a vida, com responsabilidade e sem sentimento de culpa.

      Em um jogo de futebol é muito estreita a linha divisória entre a ética, a responsabilidade e a ambição e a busca pela vitória de todas as maneiras. Na emoção de uma partida, no desejo intenso de ser um campeão, muitas vezes se perdem esses limites. Aí, o atleta dribla a ética. Alguns se arrependem. Assim é também na vida.

    (http://www1.folha.uol.com.br/fsp/esporte/fk0405200342.htm Acesso em:12.02.14. Adaptado)

    De acordo com as informações presentes no texto, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 5f033b14-b2