Filosofia
- A Política
- Prova de 2015
- PUC - Campinas
- Dificuldade: Fácil
- Com imagem
- Código da questão: 749454BB-4C

Prova
125 questões da prova de 2015 de Pontifícia Universidade Católica de Campinas (PUC - Campinas), em Português, História, Literatura, Matemática e mais matérias. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.


Deve-se a Graciliano Ramos obras fundamentais para a literatura brasileira como Vidas secas.
Encolhido no banto do copiar Fabiano espiava a caatinga amarela, onde as folhas secas se pulverizavam, torturadas pelos redemoinhos, e os garranchos se torciam, negros, torrados. No céu azul as últimas arribações tinham desaparecido. (http://www.passeiweb.com/estudos/livros/vidas_secas)
Sobre a caatinga, que até os dias atuais ainda pode ser vista, é correto afirmar que
O pequeno lavrador, segundo lei federal de 2006, é aquele que, residindo na zona rural, detenha a posse de gleba rural não superior a 50 (cinquenta) hectares, explorando-a mediante o trabalho pessoal e de sua família, admitida a ajuda eventual de terceiros.
Sobre o pequeno lavrador brasileiro é correto afirmar que

Considere os itens abaixo.
I. Necessidade de aprofundar a internacionalização da economia brasileira.
II. Preservação da estabilidade da moeda.
III. Liberação dos mecanismos de mercado como forma de estímulo à competividade.
IV. Abertura ao capital estrangeiro como meio potencial de financiar o crescimento.
A análise dos itens permite afirmar que o modelo de desenvolvimento adotado, no Brasil, na década de 1990 pode ser identificado com uma política econômica que
Da polis grega às megacidades do século XXI ocorreram extraordinárias transformações nas sociedades. No Brasil, o
fenômeno urbano é relativamente recente. Considere os mapas abaixo que mostram a urbanização brasileira em dois momentos
distintos.

A partir da análise dos mapas pode-se concluir que o processo de urbanização no Brasil foi




Considere os itens abaixo.
I. Os dirigentes procuravam sujeitar toda a vida da nação a uma ideologia imposta pelo Partido.
II. O totalitarismo de direita era justificado como sendo o único meio de terminar com a luta de classes, com a ameaça do internacionalismo comunista e com a fraqueza da liberdade individual.
III. O combate à democracia por considerá-la um regime fraco frente às ameaças do comunismo.
IV. O nacionalismo extremado e a exaltação da guerra como meio de restaurar as glórias passadas e sobrepor o regime às demais nações.
V. A imposição de uma cooperação entre capital e o trabalho, condicionada por uma ampla legislação social.
O conhecimento histórico permite afirmar que os itens identificam

Somente o relógio de ponto controla a presença do trabalhador? O trabalhador sempre encontrará trabalho? Que tipo de tarefa exercerá no futuro? Há muitas questões... Nem todas têm respostas...
Sobre a questão do emprego/trabalho no mundo são feitas as seguintes afirmações:
I. Desde meados da década de 1990, os níveis de emprego têm se mantido estáveis nos países do Sul e em forte crescimento nos países tradicionalmente industrializados.
II. A revolução tecnocientífica promoveu forte impacto sobre os empregos industriais tanto nos países do Norte como nos do Sul industrializados.
III. Tem-se observado forte migração de atividades industriais dos países desenvolvidos para os países recentemente industrializados.
IV. A partir da década de 2000 os países europeus passaram a apresentar baixas taxas de desemprego entre a população jovem.
Está correto o que se afirma APENAS em

Operadores da Bolsa atuam em várias partes do mundo, como se pode observar no mapa abaixo.

A alternativa que apresenta uma conclusão extraída a partir da interpretação do mapa é:

Considere a figura abaixo:

Pode-se associar aos bombardeiros que a figura retrata
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
(...) os mitos e o imaginário fantástico medieval não foram subitamente subtraídos da mentalidade coletiva europeia durante o século XVI. (...) Conforme Laura de Mello e Sousa, “parece lícito considerar que, conhecido o Índico e desmitificado o seu universo fantástico, o Atlântico passará a ocupar papel análogo no imaginário do europeu quatrocentista”.
(VILARDAGA, José Carlos. Lastros de viagem: expectativas, projeções e descobertas portuguesas no Índico (1498- 1554). São Paulo: Annablume, 2010, p. 197)
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
(...) os mitos e o imaginário fantástico medieval não foram subitamente subtraídos da mentalidade coletiva europeia durante o século XVI. (...) Conforme Laura de Mello e Sousa, “parece lícito considerar que, conhecido o Índico e desmitificado o seu universo fantástico, o Atlântico passará a ocupar papel análogo no imaginário do europeu quatrocentista”.
(VILARDAGA, José Carlos. Lastros de viagem: expectativas, projeções e descobertas portuguesas no Índico (1498- 1554). São Paulo: Annablume, 2010, p. 197)
Atenção: Para responder à questão, considere o texto abaixo.
Nos poemas indianistas, o heroísmo dos indígenas em nenhum momento é utilizado como crítica à colonização europeia, da qual a elite era a herdeira. Ao contrário, pela resistência ou pela colaboração, os indígenas do passado colonial, do ponto de vista dos nossos literatos, valorizavam a colonização e deviam servir de inspiração moral à elite brasileira. (...) Já o africano escravizado demorou para aparecer como protagonista na literatura romântica. Na segunda metade do século XIX, Castro Alves, na poesia, e Bernardo Guimarães, na prosa, destacaram em obras suas o tema da escravidão.
(Adaptado de: NAPOLITANO, Marcos e VILLAÇA, Mariana. História para o ensino médio. São Paulo: Atual Editora, 2013, p. 436-37)