Espanhol
Flexão do Nome | Flexíon de las PalabrasIF-RR · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
25 questões da prova de 2017 de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia - Roraima (IF-RR), em Espanhol, Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
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TEXTO I
Figuras del fútbol ecuatoriano se integran a acciones que buscan prevenir el consumo juvenil de drogas
Jueves, 06 de julio de 2017
“Festejamos su decisión de recuperarse, su tenacidad para hacerlo, sin duda son valientes por estar enrumbando su vida hacia un presente y futuro alegre y saludable”. Con estas motivadoras palabras se dirigió Ledy Zúñiga, secretaria Técnica de Drogas, a los 30 adolescentes residentes de la casa de acogida Juan Elías, centro público de tratamiento de adicciones al alcohol y otras drogas (Cetad), durante su visita, la tarde de este 3 de julio.
Zúñiga fue recibida por Lorena Mendoza, directora de este centro especializado para el tratamiento de adolescentes varones de Guayaquil. A la cita acudieron además José Francisco Cevallos, gobernador del Guayas, junto a destacadas figuras del fútbol ecuatoriano.
“Agradezco al Gobernador del Guayas por este tiempo de camaradería con ustedes, chicos tomaron la mejor decisión de sus vidas, hoy están recuperándose para tener un mejor futuro, nosotros nos comprometemos a acompañarlos hasta el final, no solo hasta que reciban el alta médica sino en el proceso de reinserción, este Gobierno quiere cumplir sus anhelos” concluyó la Secretaria de Estado.
Los adolescentes compartieron con las autoridades de un almuerzo al que fueron también invitados los jugadores del Barcelona Sporting Club (BSC), Damián ‘El Kitu’ Díaz, Matías Oyola y Máximo Banguera, los tres talentos futbolísticos hicieron emocionar a todos, demostrando que además de ser grandes deportistas, son seres humanos que apoyan las iniciativas gubernamentales orientadas a prevenir el uso y consumo problemático de drogas, a través del fortalecimiento y el desarrollo emocional de adolescentes y jóvenes.
Luego de firmar autógrafos, Banguera felicitó a las autoridades por preocuparse del bienestar de los adolescentes. “Sacar a los jóvenes del consumo de drogas es un trabajo titánico y lo están haciendo de manera comprometida, cuenten conmigo para todo lo que necesiten, quiero que mi imagen sirva para animar a los chicos a elegir una vida sin drogas, motivarlos a que se inclinen a hacer deporte” indicó el arquero del BSC y de la selección ecuatoriana de fútbol.
José, de 16 años de edad, no podía creer que a su lado tenía al jugador que más admira. “Para mí ‘El Kitu’ Díaz es toda una estrella con el balón, es el 10 del equipo de mis amores, me encantaría jugar como él, estoy comprometido con mi recuperación, voy a salir del consumo para iniciar mi entrenamiento formal en las filas de Barcelona, si Dios me lo permite” manifestó el joven.
Extraído de <http://elperiodicohispano.com/32175-figuras-del-futbolecuatoriano-se-integran-a-acciones-que-buscan-prevenir-el-consumo-juvenilde-drogas/>
Leia o texto ‘Cresce violência nas escolas’ e responda à questão.
Os atos de violência contra os professores têm aumentado, de maneira inquietadora, apesar das medidas tomadas pelas autoridades para coibilos, como mostram dados levantados pela reportagem do Estado nas escolas públicas e particulares de ensino fundamental e médio do Estado de São Paulo. No primeiro semestre deste ano, foram registrados nada menos do que 548 boletins de ocorrência de agressão física de alunos contra professores, o que dá uma média de três por dia.
No caso da rede pública estadual, que conta com 5,2 mil unidades, dados da Secretaria da Educação indicam que aqueles casos de agressão subiram de 188 em 2015 para 249 em 2016. O problema não é de hoje. Resultados de um levantamento publicado em 2013 mostram que 44% dos professores da rede de ensino básico já haviam sofrido algum tipo de violência, sendo as mais comuns as verbais (39%) e as de assédio moral (10%). As de violência física não passavam de 5%, o que indica que a situação vem piorando.
Esse problema é um grande desafio para as autoridades porque tem vários aspectos importantes a serem atacados ao mesmo tempo, tais como a quebra de disciplina e autoridade – que começa em casa –, sem as quais a escola não funciona, a desestruturação da família, as carências sociais, a falta de perspectiva profissional para os jovens, em contraste com a sedução das drogas e do tráfico, e a difusão da cultura da violência. Sem se esquecer de que esse tipo de violência não é exclusivo das regiões e populações mais carentes.
Em contraposição a esta situação estarrecedora, em 2009, as autoridades educacionais de São Paulo lançaram a ideia inovadora da criação da figura de um professor mediador de conflitos para promover o diálogo e melhorar as relações entre os professores e os alunos. A ideia teve o apoio do Sindicato dos Professores do Ensino Oficial do Estado de São Paulo (Apeoesp) e da Prefeitura da capital e a participação, em sua implantação, do Tribunal de Justiça. A intenção dessa iniciativa é resolver os conflitos dentro da escola, evitando que eles descambem para a violência.
“Buscamos evitar a judicialização de conflitos. Desde criança se aprende que violência se responde com violência. E assim a justiça se tornou uma espécie de vingança”, afirma o juiz Egberto de Almeida Penido, que participa de um dos projetos desse programa, indicando o esforço que os mediadores devem fazer para matar no nascedouro o ciclo de ódio que leva à agressão.
Um exemplo dos resultados que podem ser obtidos com a ação dos mediadores de conflitos, citado pela reportagem, é o da Escola Estadual Sérgio Murilo Raduan, no Jardim Varginha, extremo sul da capital. Ali, só no primeiro bimestre de 2016, foram registrados 46 casos de desrespeito ao professor ou funcionário por aluno e neste ano, no mesmo período, o número baixou para 12 por causa do diálogo promovido entre as partes pelos mediadores, precedido de uma calma conversa com o aluno exaltado.
Apesar desses resultados animadores, os números que mostram o aumento das agressões deixam claro que a ação dos mediadores de conflito não é uma panaceia. Tem limites. Quando o diálogo falha e a agressão ocorre, quebrando o princípio da autoridade – além, é claro, do dano físico ou moral causado ao agredido –, o caso tem de ter desdobramentos administrativos e criminais. O agressor tem de ser responsabilizado por seus atos.
Todos os esforços devem ser feitos, em todos os planos possíveis, para atacar o complexo problema da violência entre os jovens. Mas, ultrapassado o limite da integridade física e moral, assim como o da disciplina em sala de aula, não pode haver tolerância com a violência. O recente episódio da brutal agressão sofrida pela professora Márcia Friggi, da cidade de Indaial, em Santa Catarina – que está longe de ser um caso isolado –, vítima de um aluno de 15 anos, que já havia agredido antes a própria mãe, mostra o alto preço que sempre se paga por tolerar a impunidade, dentro ou fora das escolas.
O Estado de S. Paulo, 25 agosto 2017.
Disponível em http://opiniao.estadao.com.br/noticias/geral,cresceviolencia-nas-escolas,70001949611. Acesso em 30.11.2017
No trecho “a ação dos mediadores de conflito não é uma panaceia”, a palavra em destaque pode ser substituída sem alterar o significado, por: