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Prova

Prova de 2024: Universidade do Estado do Amazonas (UEA) — questões com gabarito

140 questões da prova de 2024 de Universidade do Estado do Amazonas (UEA), em História, Geografia, Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 140 questões

Resultados: 140 questões

Página 3 de 7

  • Ciências Humanas

    História

    Leia a postagem realizada pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) em sua conta no Instagram, em 29.12.2023.

    Imagem da questão de História, UEA 2024, Demandas políticas e sociais no mundo atual

    1ILPF: Integração Lavoura-Pecuária-Floresta.


    O resultado anunciado pelo emprego do sistema ILPF é explicado
    Escolha uma alternativa para a questão a5efdd04-46
  • Ciências Humanas

    Geografia

        A proposta de redivisão territorial do estado do Amazonas aparece como discurso libertador para as “sofridas populações do interior”, que dependem de inúmeros serviços públicos que estão mais concentrados na capital. Outro discurso é que uma divisão municipal trará o poder para mais próximo da população, ao transformar os distritos em municípios. É preciso ter coragem para defender um novo arranjo político-administrativo que não seja apenas oportunista, mas que considere, pelo menos, um aspecto fundamental: a rede urbana amazonense.

    (Ricardo J. B. Nogueira. https://bncamazonas.com.br, 17.03.2024. Adaptado.)


    A proposta de redivisão territorial do estado do Amazonas pauta-se
    Escolha uma alternativa para a questão a5f25d80-46
  • Ciências Humanas

    História

        O crescimento desordenado de Manaus, em um processo histórico, privilegiou o transporte de rodas motorizado em detrimento de outros modais, como o hidroviário. Para Marcos Castro, professor da Universidade Federal do Amazonas (UFAM), mesmo sendo cortada por igarapés e cercada por rios, a cidade nunca teve propostas concretas sobre o transporte coletivo urbano hidroviário. Segundo Castro, essa seria uma das soluções para desconcentrar a operação do transporte rodoviário. O professor completa, ainda, que a interligação das zonas ocorreria por meio de portos em toda a orla de Manaus. Nos bairros, a possibilidade seria a instalação de hidrovias urbanas nos igarapés.

    (Marcelo Moreira. https://amazonasatual.com.br, 08.09.2023. Adaptado.)


    São fatores que limitam a implantação do modal hidroviário em Manaus:
    Escolha uma alternativa para a questão a5f8267d-46
  • Ciências Humanas

    História

    Examine a ilustração do cartunista britânico David A. Parkins.

    Imagem da questão de História, UEA 2024, História Geral

    (www.cubadebate.cu. Adaptado.)


    Sobre as disputas comerciais entre a China e os Estados Unidos, a ilustração representa
    Escolha uma alternativa para a questão a5fac960-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Ciranda de pedra, de Lygia Fagundes Telles, para responder à questão.


    Virgínia subiu precipitadamente a escada e trancou-se no quarto.

    — Abre, menina — ordenou Luciana do lado de fora.

    Virgínia encostou-se à parede e pôs-se a roer as unhas, seguindo com o olhar uma formiguinha que subia pelo batente da porta. “Se entrar aí nessa fresta, você morre!”, sussurrou soprando-a para o chão. “Eu te salvo, bobinha, não tenha medo”, disse em voz alta. E afastou-a com o indicador. Nesse instante fixou o olhar na unha roída até a carne. Pensou nas unhas de Otávia. E esmagou a formiga.

    — Virgínia, eu não estou brincando, menina. Abre logo, anda!

    — Agora não posso.

    — Não pode por quê?

    — Estou fazendo uma coisa — respondeu evasivamente.

    Pensava em Conrado a lhe explicar que os bichos são como gente, têm alma de gente, e que matar um bichinho era o mesmo que matar uma pessoa. “Se você for má e começar a matar só por gosto, na outra vida você será bicho também, mas um desses bichos horríveis, cobra, rato, aranha...” Deitou-se no assoalho e começou a se espojar angustiosamente, avançando de rastros até o meio do quarto.

    — Ou você abre ou conto para o seu tio. É isto que você quer, é isto?

    Virgínia imobilizou-se. Ser cobra machucava os cotovelos, melhor ser borboleta. Mas quem ia ser borboleta decerto era Otávia, que era linda. “E eu sou feia e ruim, ruim, ruim!”, exclamou dando murros no chão. Ergueu a cabeça num desafio:

    — Pode contar tudo, tio Daniel não me manda, quem manda em mim é meu pai, ouviu? Meu pai.

    (Ciranda de pedra, 2009.)
    No romance, a personagem Luciana é
    Escolha uma alternativa para a questão a6057241-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Ciranda de pedra, de Lygia Fagundes Telles, para responder à questão.


    Virgínia subiu precipitadamente a escada e trancou-se no quarto.

    — Abre, menina — ordenou Luciana do lado de fora.

    Virgínia encostou-se à parede e pôs-se a roer as unhas, seguindo com o olhar uma formiguinha que subia pelo batente da porta. “Se entrar aí nessa fresta, você morre!”, sussurrou soprando-a para o chão. “Eu te salvo, bobinha, não tenha medo”, disse em voz alta. E afastou-a com o indicador. Nesse instante fixou o olhar na unha roída até a carne. Pensou nas unhas de Otávia. E esmagou a formiga.

    — Virgínia, eu não estou brincando, menina. Abre logo, anda!

    — Agora não posso.

    — Não pode por quê?

    — Estou fazendo uma coisa — respondeu evasivamente.

    Pensava em Conrado a lhe explicar que os bichos são como gente, têm alma de gente, e que matar um bichinho era o mesmo que matar uma pessoa. “Se você for má e começar a matar só por gosto, na outra vida você será bicho também, mas um desses bichos horríveis, cobra, rato, aranha...” Deitou-se no assoalho e começou a se espojar angustiosamente, avançando de rastros até o meio do quarto.

    — Ou você abre ou conto para o seu tio. É isto que você quer, é isto?

    Virgínia imobilizou-se. Ser cobra machucava os cotovelos, melhor ser borboleta. Mas quem ia ser borboleta decerto era Otávia, que era linda. “E eu sou feia e ruim, ruim, ruim!”, exclamou dando murros no chão. Ergueu a cabeça num desafio:

    — Pode contar tudo, tio Daniel não me manda, quem manda em mim é meu pai, ouviu? Meu pai.

    (Ciranda de pedra, 2009.)
    A fala “quem manda em mim é meu pai” (11º parágrafo), passada ao discurso indireto, assume a seguinte redação:
    Escolha uma alternativa para a questão a60a8946-46
  • Linguagens

    Português

    Considere o texto “Serial lover”, escrito por Carpinejar, para responder à questão.

        Existe uma infidelidade mais secreta e menos evidente, que acontece depois do relacionamento. Só acontece depois.
        É uma traição póstuma, retardatária, residual.
        É quando você repete os mesmos lugares, os mesmos apelos, as mesmas confidências com outro. É quando você insiste em escrever e tecer declarações exatamente iguais.
        É uma extorsão sentimental colocar um desejo para sua nova companhia como se fosse inédito.
        Pois a paixão só é idêntica para quem não enxerga as diferenças.
        É como remanejar presentes, aproveitar alianças antigas.
        Você prova que não tem criatividade nenhuma, demonstra a maior apatia: refaz os passeios que já realizou, leva para os restaurantes que frequentava, as baladas e festas conhecidas, reincide nos roteiros de viagem, destina sonhos e palavras já gastos, reemprega até os nomes aprovados para quando nascessem seus filhos.
        Mudou a pessoa, mas não o seu jeito de seduzir. Mudou a pessoa, mas não sua rotina de amar. Mudou a pessoa, mas não seu script.
        É uma melancólica sobreposição, desastrada colagem.
        Nem precisa cometer o ato falho de trocar o nome do atual pelo ex, porque estará revisitando atmosferas e cenários.     Experimenta locações contaminadas por juras velhas.
        Não há sensação mais ingrata para seu namorado anterior ao perceber que era mais um. Um qualquer, nem um pouco especial. Um sósia de cenas românticas. Um dublê da adrenalina e dos feromônios.
        Você oferece um passado usado sob o disfarce de futuro. Alcança aquilo que foi ensaiado com o antecessor. Não se dá o luxo de disfarçar, o trabalho de maquiar, colocar uma manta no mobiliário da memória.
        Recorrendo à fórmula fixa de história feliz, estabelece uma competição imaginária, anula a individualidade do seu par, apaga a invenção a dois e a costura por caminhos surpreendentes e inesquecíveis.
        Acredita em sua inocência porque ninguém comentará o assunto. Desfruta da tolerância dos garçons, dos colegas, dos amigos, dos parentes. É realmente um segredo com pequenas chances de ser revelado, porém a consciência não é boba e um dia se vinga.
        O que vive está longe de ser amor, é obsessão.
    (Carpinejar. Para onde vai o amor, 2015.)
    No contexto em que está inserida, a palavra sublinhada em “É uma traição póstuma, retardatária, residual” (1º parágrafo) tem o sentido de algo que
    Escolha uma alternativa para a questão a6120a82-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema “Sanduíche matinal”, de Astrid Cabral.


    Sanduíche matinal


    Mastigam-se ao café

    entre fatias torradas

    jornais com pingos de sangue

    jornais com furos de bala.

    No portal da manhã

    o sinistro sanduíche

    energiza os transeuntes do dia.

    (Engavetado o remorso

    dos crimes bem menores)

    Omissões? traições? covardias?

    Transgressões mínimas.

    Todos, subitamente, melhores.


    (Astrid Cabral. Intramuros, 2011.)



    No contexto apresentado pelo poema, a leitura matinal dos jornais

    Escolha uma alternativa para a questão a61c2c07-46
  • Linguagens

    Português

    Considere o quadrinho publicado no perfil @alma_de_plastico do Instagram.

    Imagem da questão de Português, UEA 2024, Interpretação de Textos

    Depreende-se da resposta do gato que, em sua opinião, o sentimento expresso pela moça é
    Escolha uma alternativa para a questão b3fe897a-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

    Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
    (Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

    1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

    2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
    Segundo o texto, o experimento proposto por Danto serviria para mostrar que o significado de um objeto de arte depende
    Escolha uma alternativa para a questão b4025497-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

    Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
    (Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

    1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

    2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
    “embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes.”

    Ao falar dos objetos e seus significados, a autora estabelece uma oposição entre
    Escolha uma alternativa para a questão b404c66d-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

    Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
    (Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

    1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

    2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
    “Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana de que nem tudo é possível em qualquer época”

    Mantendo o sentido original e a correção gramatical, a palavra sublinhada pode ser substituída por:
    Escolha uma alternativa para a questão b40721bb-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto de Debora Pazetto Ferreira para responder à questão.

    Danto1 introduz o problema da interpretação de obras de arte propondo, como de costume, um experimento mental: imaginar duas obras de arte que sejam sensorialmente indiscerníveis, mas que foram produzidas em épocas e lugares diferentes. Esse experimento tem o objetivo de mostrar que, embora os objetos materiais que as corporificam sejam idênticos, as referidas obras são distintas, uma vez que têm significados diferentes. Danto concorda, portanto, com a tese wölffliniana2 de que nem tudo é possível em qualquer época, ou seja, os significados artísticos são condicionados pelo seu contexto histórico. Desse modo, o problema da interpretação está inserido no cerne da definição de arte.
    (Revista Kriterion, 2018. Adaptado.)

    1Arthur Danto (1924-2013): filósofo e crítico de arte estadunidense.

    2Heinrich Wölfflin (1864-1945): filósofo e crítico de arte suíço.
    Está na voz passiva a oração:
    Escolha uma alternativa para a questão b409b4d2-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Capitães da areia, de Jorge Amado, para responder à questão.

        Pedro Bala e João Grande abalaram pela ladeira da Praça. Barandão abriu no mundo também. Mas o Sem-Pernas ficou encurralado na rua. Jogava picula1 com os guardas. Estes tinham se despreocupado dos outros, pensavam que já era alguma coisa pegar aquele coxo. Sem-Pernas corria de um lado para outro da rua, os guardas avançavam. Ele fez que ia escapulir por outro lado, driblou um dos guardas, saiu pela ladeira. Mas em vez de descer e tomar pela Baixa dos Sapateiros, se dirigiu para a praça do Palácio. Porque Sem-Pernas sabia que se corresse na rua o pegariam com certeza. Eram homens, de pernas maiores que as suas, e além do mais ele era coxo, pouco podia correr. E acima de tudo não queria que o pegassem. Lembrava-se da vez que fora à polícia. Dos sonhos das suas noites más. Não o pegariam e enquanto corre este é o único pensamento que vai com ele. [...] Não o levarão. Vêm em seus calcanhares, mas não o levarão. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas não para. Sobe para o pequeno muro, volve o rosto para os guardas que ainda correm, ri com toda a força do seu ódio, cospe na cara de um que se aproxima estendendo os braços, se atira de costas no espaço como se fosse um trapezista de circo.
        A praça toda fica em suspenso por um momento. “Se jogou”, diz uma mulher, e desmaia. Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que não tivesse alcançado o outro trapézio. O cachorro late entre as grades do muro.
    (Capitães da areia, 2008.)

    1picula: brincadeira infantil também conhecida como pega-pega, pegador e manja-pega.
    Esse conhecido episódio, que culmina no ato extremo de Sem-Pernas, faz referências ao episódio
    Escolha uma alternativa para a questão b40c3684-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Capitães da areia, de Jorge Amado, para responder à questão.

        Pedro Bala e João Grande abalaram pela ladeira da Praça. Barandão abriu no mundo também. Mas o Sem-Pernas ficou encurralado na rua. Jogava picula1 com os guardas. Estes tinham se despreocupado dos outros, pensavam que já era alguma coisa pegar aquele coxo. Sem-Pernas corria de um lado para outro da rua, os guardas avançavam. Ele fez que ia escapulir por outro lado, driblou um dos guardas, saiu pela ladeira. Mas em vez de descer e tomar pela Baixa dos Sapateiros, se dirigiu para a praça do Palácio. Porque Sem-Pernas sabia que se corresse na rua o pegariam com certeza. Eram homens, de pernas maiores que as suas, e além do mais ele era coxo, pouco podia correr. E acima de tudo não queria que o pegassem. Lembrava-se da vez que fora à polícia. Dos sonhos das suas noites más. Não o pegariam e enquanto corre este é o único pensamento que vai com ele. [...] Não o levarão. Vêm em seus calcanhares, mas não o levarão. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas não para. Sobe para o pequeno muro, volve o rosto para os guardas que ainda correm, ri com toda a força do seu ódio, cospe na cara de um que se aproxima estendendo os braços, se atira de costas no espaço como se fosse um trapezista de circo.
        A praça toda fica em suspenso por um momento. “Se jogou”, diz uma mulher, e desmaia. Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que não tivesse alcançado o outro trapézio. O cachorro late entre as grades do muro.
    (Capitães da areia, 2008.)

    1picula: brincadeira infantil também conhecida como pega-pega, pegador e manja-pega.
    Na frase “E acima de tudo não queria que o pegassem” (1º parágrafo), a expressão sublinhada indica que a ação pretendida pelo personagem é
    Escolha uma alternativa para a questão b40ec1b9-46
  • Linguagens

    Português

    Leia o trecho do romance Capitães da areia, de Jorge Amado, para responder à questão.

        Pedro Bala e João Grande abalaram pela ladeira da Praça. Barandão abriu no mundo também. Mas o Sem-Pernas ficou encurralado na rua. Jogava picula1 com os guardas. Estes tinham se despreocupado dos outros, pensavam que já era alguma coisa pegar aquele coxo. Sem-Pernas corria de um lado para outro da rua, os guardas avançavam. Ele fez que ia escapulir por outro lado, driblou um dos guardas, saiu pela ladeira. Mas em vez de descer e tomar pela Baixa dos Sapateiros, se dirigiu para a praça do Palácio. Porque Sem-Pernas sabia que se corresse na rua o pegariam com certeza. Eram homens, de pernas maiores que as suas, e além do mais ele era coxo, pouco podia correr. E acima de tudo não queria que o pegassem. Lembrava-se da vez que fora à polícia. Dos sonhos das suas noites más. Não o pegariam e enquanto corre este é o único pensamento que vai com ele. [...] Não o levarão. Vêm em seus calcanhares, mas não o levarão. Pensam que ele vai parar junto ao grande elevador. Mas Sem-Pernas não para. Sobe para o pequeno muro, volve o rosto para os guardas que ainda correm, ri com toda a força do seu ódio, cospe na cara de um que se aproxima estendendo os braços, se atira de costas no espaço como se fosse um trapezista de circo.
        A praça toda fica em suspenso por um momento. “Se jogou”, diz uma mulher, e desmaia. Sem-Pernas se rebenta na montanha como um trapezista de circo que não tivesse alcançado o outro trapézio. O cachorro late entre as grades do muro.
    (Capitães da areia, 2008.)

    1picula: brincadeira infantil também conhecida como pega-pega, pegador e manja-pega.
    A palavra sublinhada indica uma condição em:
    Escolha uma alternativa para a questão b4111307-46
  • Linguagens

    Inglês

    Social media and the internet

    Imagem da questão de Inglês, UEA 2024, Interpretação de texto | Reading comprehension

        Social media are forms of digital communication through which users create online communities to share information, ideas, personal messages, and other content.
        Social media use is not inherently beneficial or harmful. Social media platforms offer powerful opportunities for socialization and connection, but may also have some negative effects, including misinformation and disinformation, hate speech, and cyberbullying. At the extreme, social media use can interfere with sleep, physical activity, and in-person social interactions.

    (www.apa.org. Adaptado.)

    The text intends to
    Escolha uma alternativa para a questão b4136147-46
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Misinformation and disinformation



       Misinformation is false or inaccurate information — getting the facts wrong. Disinformation is false information, which is deliberately intended to mislead — intentionally misstating the facts.
        The spread of misinformation and disinformation has affected our ability to improve public health, address climate change, maintain a stable democracy, and more. By providing valuable insight into how and why we are likely to believe misinformation and disinformation, psychological science can inform how we protect ourselves against its ill effects.
    (www.apa.org. Adaptado.)
    De acordo com o texto, a distinção entre “misinformation” e “disinformation” é que
    Escolha uma alternativa para a questão b415c977-46
  • Linguagens

    Inglês

    Leia o texto para responder à questão.

    Misinformation and disinformation



       Misinformation is false or inaccurate information — getting the facts wrong. Disinformation is false information, which is deliberately intended to mislead — intentionally misstating the facts.
        The spread of misinformation and disinformation has affected our ability to improve public health, address climate change, maintain a stable democracy, and more. By providing valuable insight into how and why we are likely to believe misinformation and disinformation, psychological science can inform how we protect ourselves against its ill effects.
    (www.apa.org. Adaptado.)
    No trecho do segundo parágrafo “we are likely to believe misinformation and disinformation”, o termo sublinhado é empregado no sentido de
    Escolha uma alternativa para a questão b41840fe-46
  • Linguagens

    Inglês

        Renowned for its stunning biodiversity, the Amazon rainforest region is also home to a vast array of people and cultures. “People usually think that the environment doesn’t contain and include people, but it does,” said soil scientist Judson Ferreira Valentim, who lives in Brazil’s Acre state. “There are many different Amazonias and many different Amazonians.”

    (www.aljazeera.com, 28.11.2023. Adaptado.)

    According to the information presented, a suitable title for the text is:
    Escolha uma alternativa para a questão b41ab6e1-46