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Prova

Prova de 2016: Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF) — questões com gabarito

29 questões da prova de 2016 de Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Fluminense (IFF), em Português, Inglês. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

  • 29 questões

Resultados: 29 questões

Página 1 de 2

  • Linguagens

    Português

    As palavras pitoresca, alastrou, matriz e aquela, como classe de palavras, são, respectivamente:
    Escolha uma alternativa para a questão c6e98e62-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge abaixo para responder à questão. 


    Imagem da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos

    O efeito de humor da charge é causado:
    Escolha uma alternativa para a questão c6f3b7e8-d8
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    Os cinco maiores problemas ambientais do
    mundo e suas soluções


    Poluição do ar, desmatamento, extinção de espécies, degradação do solo e superpopulação representam grandes ameaças que devem ser resolvidas para que o planeta continue sendo um lar para todas as espécies.

    (…)

    Desmatamento

    O problema: florestas ricas em espécies estão sendo destruídas, especialmente nos trópicos, para muitas vezes abrir espaço para criação de gado, plantações de soja ou de óleo de palma, ou para outras monoculturas agrícolas. Cerca de 30% da área terrestre do planeta é coberta por florestas – isso é cerca de metade do que existia antes de o início da agricultura, 11 mil anos atrás. Cerca de 7,3 milhões de hectares de floresta são destruídos a cada ano, principalmente nos trópicos.
    Florestas tropicais costumavam cobrir cerca de 15% da área terrestre do planeta. Atualmente elas cobrem de 6% a 7%. Grande parte do que sobrou foi degradado pela derrubada de árvores ou pelas queimadas. As florestas naturais não atuam apenas como reservas da biodiversidade, elas também são reservatórios, que mantêm o carbono fora da atmosfera e dos oceanos.
    Soluções: conservar o que resta das florestas naturais e recuperar as áreas degradadas com o replantio de espécies arbóreas nativas. Isso exige um governo forte – só que muitos países tropicais ainda estão em desenvolvimento, têm populações crescentes, carecem de um Estado de Direito e sofrem com nepotismo generalizado e corrupção quando se trata do uso da terra.

    (...)

    Disponível em: noticias.uol.com.br/ciencia-e-saude. Acesso em: 26 out. 2016.
    Na frase O povo está nas ruas, o vocábulo povo, de acordo com as classes gramaticais da nossa língua, é classificado como um substantivo:
    Escolha uma alternativa para a questão ac83820d-d8
  • Linguagens

    Inglês

    Nas frases a seguir, observe os sujeitos em destaque. Em seguida, verifique qual a sequência correta dos pronomes pessoais que podem substituí-los.

    I- My cousin and my sister are students.
    II- John likes to swim.
    III- Mary buys a dictionary every year.
    IV- Peter and I travel to the beach.
    V- My cat drinks milk every day.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a64ce5a6-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Uma campanha alegre

    O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
    Não é uma existência, é uma expiação. 

    Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960. 
    O trecho Não é uma existência, é uma expiação, que compõe o último parágrafo do texto, poderia ser substituído, sem perda de sentido, pela seguinte alternativa:
    Escolha uma alternativa para a questão dd2649e2-d8
  • Linguagens

    Inglês

    How can cities be made more accessible for disabled people?

    Europe is an urban continent. The vast majority of the EU population – four out of every five people – live in a town or city. For the roughly 80 million EU citizens who have some form of disability, navigating the bustling maze of a city can pose all sorts of challenges. People with disabilities would often like to be more mobile and independent, so are there better ways to design cities so they are more accessible for everybody?
    There might be no wheelchair lifts on local buses, or no Braille on signposts, or perhaps there are annoying steps that block people in wheelchairs (or people with prams, or mobility strollers) from entering a building. Should city planners and architects consider these issues more carefully? And, where there are accessibility challenges, can technology help us overcome them?
    How can cities be made more accessible? Can new technology help us to achieve that goal? Let us know your thoughts and comments in the form below and we’ll take them to policymakers and experts for their reactions!  

    Figura 1 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    How can cities be made more accessible for disabled people? I see it the other way around. How can disabled people adapt better and faster to evolving cities? No offence, but I see it as a more rational solution. 

    Figura 2 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    More rational? We already pay out for expensive wheelchairs and mobility aids as it, without being expected to pay more. Especially in this era when disabilities benefits are being stripped away from us. Forward planning is what needed to ensure that all European towns and cities are accessible to all. 

    Figura 3 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    In many European cities the biggest access problem is finding an accessible toilet. Either because they don’t exist or because they are hard to find. 

    Figura 4 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    A good starting point is to start PLANNING! It is as simple as that, PLAN for the accessibility of disabled and limited mobility people. The European population is aging, in case planners have not noticed, and they also need and will continue needing more accessibility. There has been no planning. Only bandaids applied here and there.  

    Figura 5 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    It would take a lot more than a few dropped curbs and disabled spaces to make any impact and to be brutally honest, how can you make things any easier for the disabled when even the able bodied struggle to negotiate many cities at certain times of the day? 

    Figura 6 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Necessary ramps on beaches! In Greece, they have a University that manufactures specific ramps beaches and is funded by donors. 

    Figura 7 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Please add to the list accessible toilet facilities. 

    Figura 8 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Maybe Tokio is a good example, but Japan is not. Most train/metro stations do not have a lift. 

    Figura 9 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Hey, we’re living in the 21st century! Isn’t it better to make robotized aids for the people with disabilities in such a way that they can go anywhere a healthy person can, instead of making the environment accessible?
     
    Figura 10 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation
    Sometimes the issue is having adequate, reliable and affordable transportation accessible to all in one’s community. I hardly go anywhere because I don’t drive. 

    (Adapted from http://www.debatingeurope.eu/2016/04/05/how-can-cities-be-made-more-accessible-for-disabled people/#.V_vRCOUrLIU, accessed in September/2016) 

    Figura 11 de 11 da questão de Inglês, IFF 2016, Tradução | Translation

    (source: https://br.pinterest.com/pin/444167581971867250/, accessed in Septmber/2016.)




    Qual das frases a seguir melhor resume a mensagem do texto acima?

    Escolha uma alternativa para a questão 5ba3534f-b0
  • Linguagens

    Português

    Leia a charge abaixo para responder à questão. 


    Imagem da questão de Português, IFF 2016, Interpretação de Textos

    Essa charge foi publicada em um blog que tem como objetivo a publicação de textos que promovam reflexões sobre a realidade brasileira. Assim sendo, além do efeito humorístico, é possível notar uma crítica social na charge lida, a qual é construída a partir:
    Escolha uma alternativa para a questão c6fb08ae-d8
  • Linguagens

    Português

    Em um hipotético diálogo, um matuto diz a seguinte frase: Nóis apricêia muito os concêio que tu qué dá pra nóis.

    Para grafarmos este trecho em conformidade com a norma-padrão da linguagem, teríamos: 
    Escolha uma alternativa para a questão c6ee1482-d8
  • Linguagens

    Português

    A respeito da conotação e da denotação, observe o quadrinho a seguir e assinale a alternativa correta.

    Imagem da questão de Português, IFF 2016, Denotação e Conotação
    Escolha uma alternativa para a questão c6e4a986-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o poema abaixo, de Valéria Paz de Almeida, para responder à questão.



    Metaformose



    A palavra atravessa

    a máscara pálida da emoção

    e instiga o reflexo ofuscante da criação.


    Através da forma formosa

    da disforme forma

    da alomorfia da metáfora

    crio e recrio

    o empírico

    o impuro

    o imperene.


    Até o nada

    me alucina

    me fertiliza.

    Niilismo lírico

    da existência metamórfica

    que me desgasta

    e se engasta na palavra.


    Essa palavra que atravessa

    o corpo silente

    e explode e se expande

    como o cosmo

    metaformoso.



    ALMEIDA, Valéria Paz de. In: CEREJA, W. R.;
    (MAGALHÃES, T. C. Gramática reflexiva: texto, semântica e
    interação. 4. ed. São Paulo: Atual, 2013. p. 93).


    Metaformose é uma palavra criada pela autora, provavelmente a partir de outra forma parônima: metamorfose. Observe como se deu o processo de formação de metamorfose:


    meta (prefixo grego, “mudança) + morfo (radical grego, “forma”) + ose (sufixo grego, “ação, processo”)


    A partir das informações acima e do significado da palavra formoso, o sentido provável do neologismo metaformose é:
    Escolha uma alternativa para a questão ac8e996f-d8
  • Linguagens

    Português

    Assinale a alternativa em que a forma verbal substitui corretamente o “gerundismo” cometido pelo personagem do segundo quadrinho na tirinha a seguir:

    Imagem da questão de Português, IFF 2016, Flexão verbal de modo (indicativo, subjuntivo, imperativo)

    Disponível em: tocadocuty.wordpress.com. Acesso em: 31 out. 2016.
    Escolha uma alternativa para a questão ac8ac4be-d8
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    Os cinco maiores problemas ambientais do
    mundo e suas soluções


    Poluição do ar, desmatamento, extinção de espécies, degradação do solo e superpopulação representam grandes ameaças que devem ser resolvidas para que o planeta continue sendo um lar para todas as espécies.

    (…)

    Desmatamento

    O problema: florestas ricas em espécies estão sendo destruídas, especialmente nos trópicos, para muitas vezes abrir espaço para criação de gado, plantações de soja ou de óleo de palma, ou para outras monoculturas agrícolas. Cerca de 30% da área terrestre do planeta é coberta por florestas – isso é cerca de metade do que existia antes de o início da agricultura, 11 mil anos atrás. Cerca de 7,3 milhões de hectares de floresta são destruídos a cada ano, principalmente nos trópicos.
    Florestas tropicais costumavam cobrir cerca de 15% da área terrestre do planeta. Atualmente elas cobrem de 6% a 7%. Grande parte do que sobrou foi degradado pela derrubada de árvores ou pelas queimadas. As florestas naturais não atuam apenas como reservas da biodiversidade, elas também são reservatórios, que mantêm o carbono fora da atmosfera e dos oceanos.
    Soluções: conservar o que resta das florestas naturais e recuperar as áreas degradadas com o replantio de espécies arbóreas nativas. Isso exige um governo forte – só que muitos países tropicais ainda estão em desenvolvimento, têm populações crescentes, carecem de um Estado de Direito e sofrem com nepotismo generalizado e corrupção quando se trata do uso da terra.

    (...)

    Disponível em: noticias.uol.com.br/ciencia-e-saude. Acesso em: 26 out. 2016.
    A respeito dos vocábulos especialmente, principalmente e atualmente, retirados do texto 1, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão ac7c696f-d8
  • Linguagens

    Português

    Texto 1


    Os cinco maiores problemas ambientais do
    mundo e suas soluções


    Poluição do ar, desmatamento, extinção de espécies, degradação do solo e superpopulação representam grandes ameaças que devem ser resolvidas para que o planeta continue sendo um lar para todas as espécies.

    (…)

    Desmatamento

    O problema: florestas ricas em espécies estão sendo destruídas, especialmente nos trópicos, para muitas vezes abrir espaço para criação de gado, plantações de soja ou de óleo de palma, ou para outras monoculturas agrícolas. Cerca de 30% da área terrestre do planeta é coberta por florestas – isso é cerca de metade do que existia antes de o início da agricultura, 11 mil anos atrás. Cerca de 7,3 milhões de hectares de floresta são destruídos a cada ano, principalmente nos trópicos.
    Florestas tropicais costumavam cobrir cerca de 15% da área terrestre do planeta. Atualmente elas cobrem de 6% a 7%. Grande parte do que sobrou foi degradado pela derrubada de árvores ou pelas queimadas. As florestas naturais não atuam apenas como reservas da biodiversidade, elas também são reservatórios, que mantêm o carbono fora da atmosfera e dos oceanos.
    Soluções: conservar o que resta das florestas naturais e recuperar as áreas degradadas com o replantio de espécies arbóreas nativas. Isso exige um governo forte – só que muitos países tropicais ainda estão em desenvolvimento, têm populações crescentes, carecem de um Estado de Direito e sofrem com nepotismo generalizado e corrupção quando se trata do uso da terra.

    (...)

    Disponível em: noticias.uol.com.br/ciencia-e-saude. Acesso em: 26 out. 2016.
    Assinale a única alternativa correta, no que diz respeito ao processo de formação das seguintes palavras retiradas do texto.

    Desmatamento - monocultura - replantio - terrestre
    Escolha uma alternativa para a questão ac784632-d8
  • Linguagens

    Português

    Texto 1
    O desserviço da ‘cultura das princesas’ 

    Todo sonho de menina é tornar-se uma princesa. Foi partindo desse pressuposto equivocado que a Escola de Princesas abriu suas portas em Uberlândia (MG) com a finalidade de, mais do que ensinar meninas de 4 a 15 anos a portar vestidos extravagantes e tiaras brilhantes, resguardar valores e princípios morais e sociais. Entre eles, boas maneiras e postura corporal, etiqueta à mesa, a importância da aparência pessoal, como se “guardar” para o príncipe e restaurar a moralidade do casamento. 
    Para o espanto geral, a proposta pitoresca convenceu famílias e se alastrou. Além da matriz, três outras unidades da Escola de Princesas funcionam no Brasil hoje; duas outras em Minas Gerais, nas cidades de Uberaba e Belo Horizonte, e a terceira em São Paulo, inaugurada por Silvia Abravanel, filha de Sílvio Santos.
    Desde que caiu na mídia, a existência das escolas é alvo de uma avalanche de críticas. “Como se já não bastasse todas as novelas, revistas e filmes, ainda temos que nos deparar com a institucionalização do que é o ideário de mulher em uma escola”, indigna-se a antropóloga Michele Escoura. (…) 
    “É uma visão excludente de felicidade porque nem todas se encaixam nesse padrão ou querem segui-lo. E quando o negam, sofrem repreensões sociais. Basta olhar para os comentários que fazem das mulheres que não são vaidosas ou que não querem casar”. Em sua pesquisa, Michele analisou como as princesas da Disney influenciavam a visão de feminilidade de meninos e meninas da pré-escola e concluiu que, para as crianças, a mulher feliz, ideal, era aquela casada, com dinheiro e dentro de determinado padrão de beleza – jovem, branca, cabelos lisos e longos. “Fiz parte da pesquisa em uma escola pública de periferia onde a maioria das meninas era negra e, quando brincavam de salão, falavam sempre em fazer chapinha e luzes. Isso é o mais nocivo, pois leva uma série de meninas a rejeitar o próprio corpo, a desenvolver uma baixa autoestima”, diz.
    Para Hélio Deliberador, professor do departamento de Psicologia Social da PUC-SP, o fascínio que as princesas exercem sobre as crianças explica-se também pelo ângulo da fantasia, da imaginação, de sonhar com um mundo imaginário. “Essas histórias são recorrentes porque se renovam sempre. A indústria do entretenimento se aproveita desses símbolos para trazer sempre algo novo”. (…)

    Disponível em: cartacapital.com.br. Acesso em: 27 out. 2016. 
    A respeito das referências internas do texto 1, assinale a alternativa em que essa relação está correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a62939d8-d8
  • Linguagens

    Português

    Texto 1
    O desserviço da ‘cultura das princesas’ 

    Todo sonho de menina é tornar-se uma princesa. Foi partindo desse pressuposto equivocado que a Escola de Princesas abriu suas portas em Uberlândia (MG) com a finalidade de, mais do que ensinar meninas de 4 a 15 anos a portar vestidos extravagantes e tiaras brilhantes, resguardar valores e princípios morais e sociais. Entre eles, boas maneiras e postura corporal, etiqueta à mesa, a importância da aparência pessoal, como se “guardar” para o príncipe e restaurar a moralidade do casamento. 
    Para o espanto geral, a proposta pitoresca convenceu famílias e se alastrou. Além da matriz, três outras unidades da Escola de Princesas funcionam no Brasil hoje; duas outras em Minas Gerais, nas cidades de Uberaba e Belo Horizonte, e a terceira em São Paulo, inaugurada por Silvia Abravanel, filha de Sílvio Santos.
    Desde que caiu na mídia, a existência das escolas é alvo de uma avalanche de críticas. “Como se já não bastasse todas as novelas, revistas e filmes, ainda temos que nos deparar com a institucionalização do que é o ideário de mulher em uma escola”, indigna-se a antropóloga Michele Escoura. (…) 
    “É uma visão excludente de felicidade porque nem todas se encaixam nesse padrão ou querem segui-lo. E quando o negam, sofrem repreensões sociais. Basta olhar para os comentários que fazem das mulheres que não são vaidosas ou que não querem casar”. Em sua pesquisa, Michele analisou como as princesas da Disney influenciavam a visão de feminilidade de meninos e meninas da pré-escola e concluiu que, para as crianças, a mulher feliz, ideal, era aquela casada, com dinheiro e dentro de determinado padrão de beleza – jovem, branca, cabelos lisos e longos. “Fiz parte da pesquisa em uma escola pública de periferia onde a maioria das meninas era negra e, quando brincavam de salão, falavam sempre em fazer chapinha e luzes. Isso é o mais nocivo, pois leva uma série de meninas a rejeitar o próprio corpo, a desenvolver uma baixa autoestima”, diz.
    Para Hélio Deliberador, professor do departamento de Psicologia Social da PUC-SP, o fascínio que as princesas exercem sobre as crianças explica-se também pelo ângulo da fantasia, da imaginação, de sonhar com um mundo imaginário. “Essas histórias são recorrentes porque se renovam sempre. A indústria do entretenimento se aproveita desses símbolos para trazer sempre algo novo”. (…)

    Disponível em: cartacapital.com.br. Acesso em: 27 out. 2016. 
    Em cada um dos seguintes trechos, retirados do texto 1, as vírgulas são utilizadas por uma regra específica.

    I - Desde que caiu na mídia, a existência das escolas é alvo de uma avalanche de críticas.
    II - Entre eles, boas maneiras e postura corporal.
    III - Para Hélio Deliberador, professor do departamento de Psicologia Social da PUC-SP, o fascínio que as princesas exercem sobre as crianças explica-se também pelo ângulo da fantasia.
    IV - Todo sonho de menina é tornar-se uma princesa, mas o sonho é para poucas. (com adaptação)

    Identifique a regra gramatical que justifica o uso dessas vírgulas, e assinale a opção que corresponde à sua sequência.
    Escolha uma alternativa para a questão a6253c60-d8
  • Linguagens

    Português

    Nas frases a seguir, estão sublinhadas algumas palavras que podem ser substituídas por pronomes. Selecione a alternativa que contém os pronomes adequados, respectivamente, quando feita a substituição desses nomes.


    I – Marta esteve presente na festa do seu professor.
    II – A menina de olhos azuis é filha do meu irmão.
    III – Minha irmã emprestou a mim um casaco.
    IV – Dei aos meus filhos presentes úteis.
    V – O médico abraçou seu antigo paciente.

    Escolha uma alternativa para a questão dd40eeaf-d8
  • Linguagens

    Português

    Texto para as questão


    21 de maio


    Passei uma noite horrivel. Sonhei que eu residia numa casa residivel, tinha banheiro, cozinha, copa e até quarto e criada. Eu ia festejar o aniversário de minha filha Vera Eunice. Eu ia comprar-lhe umas panelinhas que há muito ela vive pedindo. Porque eu estava em condições de comprar. Sentei na mesa para comer. A toalha era alva ao lirio. Eu comia bife, pão com manteiga, batata frita e salada. Quando fui pegar outro bife despertei. Que realidade amarga! Eu não residia na cidade. Estava na favela. Na lama, as margens do Tietê. E com 9 cruzeiros apenas. Não tenho açucar porque ontem eu saí e os meninos comeram o pouco que eu tinha.
    [...] Quem deve dirigir é quem tem capacidade. Quem tem dó e amisade ao povo. Quem governa o nosso país é quem tem dinheiro. Quem não sabe o que é fome, a dor, e a aflição do pobre. Se a maioria revoltar-se, o que pode fazer a minoria? Eu estou ao lado do pobre, que é o braço. Braço desnutrido. Precisamos livrar o paiz dos politicos açambarcadores.


    Disponível em: JESUS, Carolina Maria de. Quarto de despejo: diário de uma favelada. 10. ed. São Paulo, Ática, 2014. (fragmento). 

    O texto é um fragmento do livro “Quarto de despejo: diário de uma favelada”, de Carolina Maria de Jesus (1914 – 1977). A autora registra em um diário o cotidiano cruel de que é testemunha. São histórias reais vividas por essa mulher negra, moradora da favela do Canindé, na cidade de São Paulo, de origem humilde, que estudou apenas até o segundo ano do Ensino Fundamental, mas fez da escrita um instrumento para refletir sobre a sua condição. Os editores do livro respeitaram fielmente a linguagem da autora, que, muitas vezes, contraria a gramática, mas que, por isso mesmo, traduz com realismo a forma do povo enxergar e expressar seu mundo. Das alternativas abaixo, marque aquela em que todas as palavras extraídas do texto contrariam as regras ortográficas:
    Escolha uma alternativa para a questão dd3457bc-d8
  • Linguagens

    Português

    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    Uma campanha alegre

    O País perdeu a inteligência e a consciência moral. Os costumes estão dissolvidos e os caracteres corrompidos. A prática da vida tem por única direção a conveniência. Não há princípio que não seja desmentido, nem instituição que não seja escarnecida. Ninguém se respeita. Não existe nenhuma solidariedade entre os cidadãos. Já se não crê na honestidade dos homens públicos. A classe média abate-se progressivamente na imbecilidade e na inércia. O povo está na miséria. Os serviços públicos vão abandonados a uma rotina dormente. O desprezo pelas ideias aumenta em cada dia. Vivemos todos ao acaso. Perfeita, absoluta indiferença de cima a baixo! Todo o viver espiritual, intelectual, parado. O tédio invadiu as almas. A mocidade arrasta-se, envelhecida, das mesas das secretarias para as mesas dos cafés. A ruína econômica cresce, cresce, cresce... O comércio definha. A indústria enfraquece. O salário diminui. A renda diminui. O Estado é considerado na sua ação fiscal como um ladrão e tratado como um inimigo. Neste salve-se quem puder, a burguesia proprietária de casas explora aluguel. A agiotagem explora o juro. (…) A intriga política alastra-se por sobre a sonolência enfastiada do País. Apenas a devoção perturba o silêncio da opinião, com padre-nossos maquinais.
    Não é uma existência, é uma expiação. 

    Disponível em: QUEIROZ, E. Obras de Eça de Queiroz. Vol. III. Porto: Lello & Irmão, [s.d.], p. 959-960. 
    As frases abaixo, retiradas do texto Uma campanha alegre, foram adaptadas para o uso da segunda pessoa do singular do tempo verbal. Aponte a alternativa que completa corretamente as frases, de tal modo que a flexão dos verbos indicados entre parênteses esteja de acordo com as normas gramaticais, no tempo presente do indicativo e na segunda pessoa do singular.

    I – Tu ___________ a inteligência e a consciência moral. (perder)
    II – Já não _____________ na honestidade dos homens públicos. (crer)
    III – _____________________ progressivamente na imbecilidade e na inércia. (abater)
    IV – _________ por única direção a conveniência. (ter)
    V – Tu ___________ ao acaso. (viver)

    Escolha uma alternativa para a questão dd2c183a-d8
  • Linguagens

    Inglês

    How can cities be made more accessible for disabled people?

    Europe is an urban continent. The vast majority of the EU population – four out of every five people – live in a town or city. For the roughly 80 million EU citizens who have some form of disability, navigating the bustling maze of a city can pose all sorts of challenges. People with disabilities would often like to be more mobile and independent, so are there better ways to design cities so they are more accessible for everybody?
    There might be no wheelchair lifts on local buses, or no Braille on signposts, or perhaps there are annoying steps that block people in wheelchairs (or people with prams, or mobility strollers) from entering a building. Should city planners and architects consider these issues more carefully? And, where there are accessibility challenges, can technology help us overcome them?
    How can cities be made more accessible? Can new technology help us to achieve that goal? Let us know your thoughts and comments in the form below and we’ll take them to policymakers and experts for their reactions!  

    Figura 1 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    How can cities be made more accessible for disabled people? I see it the other way around. How can disabled people adapt better and faster to evolving cities? No offence, but I see it as a more rational solution. 

    Figura 2 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    More rational? We already pay out for expensive wheelchairs and mobility aids as it, without being expected to pay more. Especially in this era when disabilities benefits are being stripped away from us. Forward planning is what needed to ensure that all European towns and cities are accessible to all. 

    Figura 3 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    In many European cities the biggest access problem is finding an accessible toilet. Either because they don’t exist or because they are hard to find. 

    Figura 4 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    A good starting point is to start PLANNING! It is as simple as that, PLAN for the accessibility of disabled and limited mobility people. The European population is aging, in case planners have not noticed, and they also need and will continue needing more accessibility. There has been no planning. Only bandaids applied here and there.  

    Figura 5 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    It would take a lot more than a few dropped curbs and disabled spaces to make any impact and to be brutally honest, how can you make things any easier for the disabled when even the able bodied struggle to negotiate many cities at certain times of the day? 

    Figura 6 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Necessary ramps on beaches! In Greece, they have a University that manufactures specific ramps beaches and is funded by donors. 

    Figura 7 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Please add to the list accessible toilet facilities. 

    Figura 8 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Maybe Tokio is a good example, but Japan is not. Most train/metro stations do not have a lift. 

    Figura 9 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Hey, we’re living in the 21st century! Isn’t it better to make robotized aids for the people with disabilities in such a way that they can go anywhere a healthy person can, instead of making the environment accessible?
     
    Figura 10 de 10 da questão de Inglês, IFF 2016, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Sometimes the issue is having adequate, reliable and affordable transportation accessible to all in one’s community. I hardly go anywhere because I don’t drive. 

    (Adapted from http://www.debatingeurope.eu/2016/04/05/how-can-cities-be-made-more-accessible-for-disabled people/#.V_vRCOUrLIU, accessed in September/2016) 

    De acordo com as informações apresentadas na introdução, na Europa:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b952a16-b0
  • Linguagens

    Português

    TEXTO 1

    Figura 1 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática

    Figura 2 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática

    MEIRELES, C.Romanceiro da Inconfidência. 3.ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1989, p.182. 



    TEXTO 2

    Figura 3 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática

    Disponível em:< http://filosofiavo2.blogspot.com.br/2011/04/argumento-falacias.html>
    Acesso em: 07 out 2016. 



    TEXTO 3
    Fuja da falácia no texto argumentativo

    (Mayra Gabriella de Rezende Pavan)
    Em um texto argumentativo, é importante tomar cuidado com a falácia, ou seja, argumentos falsos, ilógicos, raciocínios infundados, pois prejudicam a argumentação. 
    Figura 4 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática
    Falar que o ovo é “fruto” do coelho é um argumento falso (falácia). Entretanto, apesar de ilógico, na
    Páscoa, todos o aguardam

           Todo texto argumentativo busca convencer. Para alcançar esse objetivo, os argumentos tornam-se imprescindíveis. Há várias estratégias argumentativas, as citações, exemplos, argumento, contra-argumento, entre outras.
           Todos os argumentos são válidos? Posso usar qualquer exemplo para embasar meu texto? Ao argumentar, buscam-se razões que embasem uma conclusão, por isso é preciso tomar cuidado com as falácias.
           Falácia é um substantivo, derivado de um adjetivo latino fallace, que significa enganador, ilusório. Todas as vezes em que um raciocínio errado ou mentiroso é colocado como verdadeiro ocorre a falácia.
    [...]
            Por isso, é preciso estar atento à construção textual, porque o texto argumentativo deve usar argumentos plausíveis, pautados na lógica. Então, cuidado com aqueles que parecem sustentar uma conclusão, mas na realidade não sustentam. [...]  
    Disponível em:< http://portugues.uol.com.br/redacao/fuja-falacia-no-texto-argumentativo.html>
    Acesso em: 07 out 2016.


    TEXTO 4
    Figura 5 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática
    Figura 6 de 6 da questão de Português, IFF 2016, Análise sintática      Disponível em http://acervo.novaescola.org.br/lingua-portuguesa/fundamentos/leitura-textoscomplexidades-diferentes-466478.shtml
    Acesso em: 07 out 2016. 

    “Vou já descer para abraçar a amiga raposa, mas... como lá vêm vindo três cachorros, acho bom esperá-los, para que também eles tomem parte na confraternização.”
    Sobre o trecho transcrito, NÃO é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão 5b8ce779-b0