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Prova de 2017: Universidade Federal de Roraima — questões com gabarito

12 questões da prova de 2017 de Universidade Federal de Roraima, em Inglês, Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.

Matérias nesta prova

Resultados

12 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 1.

  • A3430064-B2

    Inglês

    Discurso direto e indireto | Reported speech
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal de Roraima 2017, Discurso direto e indireto | Reported speech
    Taken from <http://www.thatdeafguy.com/?p=697> . Accessed on August 21st, 2017

    In the exerpt "In that case, do you have any of your teachers e-mail addresses?", taken from TEXT VII, the corresponding reported speech for the sentence would be:
    Escolha uma alternativa para a questão a3430064-b2
  • A33F935E-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Inglês, Universidade Federal de Roraima 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension
    Taken from <http://www.thatdeafguy.com/?p=697> . Accessed on August 21st, 2017

    That Deaf Guy is a website that reproduces situations about a family in which the father is deaf. From this comic stripe one can infer that: 
    Escolha uma alternativa para a questão a33f935e-b2
  • A3353D54-B2

    Inglês

    Verbos | Verbs
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXT V 

    They call it ‘tourism-phobia’ but that’s not what’s happening in Barcelona

    Jordi Rabassa, Barcelona en Comú District Councilor for the

    Old City in Barcelona


       There‘s a new word that‘s taken over the local political debate in Barcelona: tourism-phobia. For months now, political and media personalities have been using accusations of tourism-phobia to attack the social movements and political parties that are questioning the so-called ‗tourism industry‘ and its repercussions on the right to the city.

       The use of ―tourism-phobia‖ seeks to criminalize this criticism, painting it as a form of racism against people who visit the city in the popular imagination. But this attempt to compare, even at a subconscious level, ―tourism-phobia‖ and racism is not just irresponsible, it‘s a sign of defeat by those who have invented the word. Because these are the same people who warned us that regulating tourism would paralyze economic activity and employment in the city. This argument, based on the supposedly unquestionable logic of the productive economy, hasn‘t gone anywhere; it‘s the same old neoliberal discourse that tourism is a harmless and friendly activity. They‘ve just pushed it aside temporarily to make room for the related idea of tourism-phobia, which aims to appeal to people‘s emotions.

       They call it tourism-phobia but they probably don‘t know what they really want to say. They use the concept of tourism-phobia to camouflage their support for business interests that are putting the right to the city of the people of Barcelona at risk. They call it tourism-phobia to weaken the city government, to criminalize the most active and radical social movements, and to patronize unorganized citizens. They call it tourism-phobia to inject a meme that can be launched on social media and vomited up on TV and the radio.

       Those of us in Barcelona who criticize, problematize or reject an economic model based on the liberalization of the tourism industry are not filled with hate. We‘re defending human rights, principally the right to housing and the right to the city.

      Those who criticize the hegemony of tourism as an economic model are calling for a fair and inclusive city, a city with neighborhoods where people can live. We‘re demanding rent caps and denouncing speculation with commercial premises and licenses. We‘re condemning the black market of tourist apartments that is pushing low-income families out of their homes. We‘re saying, loud and clear, that we want public, affordable housing. We‘re working to make sure that our streets and squares aren‘t overwhelmed by visitors. We‘re grieving for the men and women who‘ve been expelled from our neighborhoods.

       They call it tourism-phobia but that‘s not what it is: it‘s a conscious demand for the right to the city.


    Translation of an article published in eldiario.es on 27/06/2017

    Disponível em: https://medium.com/@BComuGlobal/they-call-ittourism-phobia-but-that-s-not-what-s-happening-in-barcelonacb56b02da97b Acesso em: 07 ago. 2017.

    O trecho do texto V que constrói e enfatiza a ideia de que a turismofobia vem circulando há algum tempo e continua assim no presente é:
    Escolha uma alternativa para a questão a3353d54-b2
  • A330CE5D-B2

    Inglês

    Interpretação de texto | Reading comprehension
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Inglês, Universidade Federal de Roraima 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension

    Figura 2 de 2 da questão de Inglês, Universidade Federal de Roraima 2017, Interpretação de texto | Reading comprehension


    JACKSON, M. Disponível em: https://www.vagalume.com.br/. Acesso em: 07 ago. 2017.

    Sentences in lines 13 and 14 contribute to the general meaning of the song by indicating
    Escolha uma alternativa para a questão a330ce5d-b2
  • A241C365-B2

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia os versos do poema ''Os estatutos do homem'' de Tiago Melo para responder à questão:


    "O homem confiará no homem como um menino confia em outro"

    (...)

    "e saber que é a água

    que dá à planta o milagre da flor"

    (...)

    "Fica proibido o uso da palavra liberdade,

    a qual será suprimida dos dicionários"


    Observe a análise sintática dos termos a seguir:

    I. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (objeto indireto)

    II. "O homem confiará no homem" - o homem (sujeito) / no homem (adjunto adverbial)

    III. A expressão "o milagre da flor" - (objeto direto e indireto, respectivamente)

    IV. A expressão "em outro" - (objeto indireto do verbo confiar)


    Estão corretas:

    Escolha uma alternativa para a questão a241c365-b2
  • A23CF9C9-B2

    Português

    Análise sintática
    Universidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho da entrevista "A Filosofia é pop", feita com o filósofo Mario Sergio Cortella, publicada em maio de 2013, para responder à questão:

    Apesar de interessante, a filosofia costuma parecer chata. Além do seu dom de oratória, como transformou a matéria em algo instigante?
    Agradeço o elogio, mas quero fazer um reparo filosófico. Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora. Ocorre que Deus não me escolheu e disse "você vai ser o cara". Tudo bem, sei que não foi isso que você quis dizer. Mas eu diria que tenho a prática, a intenção e o gosto. Minha intenção é fazer com que a filosofia seja simples sem ser simplória. Em outras palavras, que seja compreensível sem ser banalizável. Por exemplo, na semana da Rio+20, eu participei de um programa especial da Xuxa sobre sustentabilidade. Antes de entrar no ar, uma pessoa da produção me pediu para não usar o termo "biocídio" [eliminação de variadas formas de vida, inclusive a humana], porque não ia ser entendido. Então eu disse: "Lamento, não ajo dessa forma. Vou usar e explicar". Se eu recuso o uso, furto das pessoas o acesso a um conceito importante. Se uso sem explicar, estou dando uma demonstração tola de sabedoria. Mas, se uso e traduzo, estou partilhando. Eu quero que a filosofia seja compreensível.

    Fonte: http://www.revistaplaneta.com.br/a-filosofia-pop/ acessado em 17/08/2017


    Em conformidade com as regras gramaticais, todas as orações destacadas são subordinadas adverbiais, ou seja, elas indicam circunstâncias de tempo, condição, comparação, proporcionalidade entre outras. Como base nessa informação, analise as proposições a seguir:

    I. "porque dom é algo" / "porque não ia ser entendido" - são orações que indicam a causa do que se declara na oração principal;
    II. "Quando você diz" - a oração exprime ideia de tempo e essa circunstância foi estabelecida pela conjunção quando;
    III. "se eu recuso o uso" / "se uso" / "se uso" - as três orações exprimem a condição do fato expresso pela oração principal.
    IV. Transformando as orações adverbiais desenvolvidas, tais como: "Quando você diz que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, porque dom é algo que se recebe de fora." em orações reduzidas, teremos: "Ao dizer que eu tenho o dom, está dizendo que não tenho mérito nenhum, por ser o dom algo que se recebe de fora."

    Podemos afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a23cf9c9-b2
  • A235214C-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

        ''Caía então luz de chapa sobre ela, iluminando-lhe o rosto, parte do colo e da cabeça, coberta por um lenço vermelho atado por trás da nuca.

         Apesar de bastante descorada e um tanto magra, era Inocência de beleza deslumbrante. 

         Do seu rosto irradiava singela expressão de encantadora ingenuidade, realçada pela meiguice do olhar sereno que, a custo, parecia coar por entre os cílios sedosos a franjar-lhe as pálpebras, e compridos a ponto de projetarem sombras nas mimosas faces.

         Era o nariz fino, um bocadinho arqueado; a boca pequena, e o queixo admiravelmente torneado.

         Ao erguer a cabeça para tirar o braço de sob o lençol, descera um nada a camisinha de crivo que vestia, deixando nu um colo de fascinadora alvura, em que ressaltava um ou outro sinal de nascença.''


    TAUNAY, Visconde de. Inocência. São Paulo: DCL, 2013.

    Sobre a figura feminina na visão do Romantismo, e sobre o enredo do romance Inocência, só NÃO se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a235214c-b2
  • A2307BBF-B2

    Português

    Adjetivos
    Universidade Federal de Roraima · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto abaixo e responda a questão.


    TEXTO II

    UM APÓLOGO


       Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
         — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
         — Deixe-me, senhora.
        — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
         — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
         — Mas você é orgulhosa.
         — Decerto que sou.
         — Mas por quê?
        — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
         — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
        — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
        — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
        — Também os batedores vão adiante do imperador.
        — Você é imperador?
        — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... 
       Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
        — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
       A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
       Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
         — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
       Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
    — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
       Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
         — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

    ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.
    No trecho: "Esta agora é melhor.", e no trecho "... um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência...", as palavras destacadas são adjetivos expressos na gradação ou grau:
    Escolha uma alternativa para a questão a2307bbf-b2
  • A22C5BEE-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto abaixo e responda a questão.


    TEXTO II

    UM APÓLOGO


       Era uma vez uma agulha, que disse a um novelo de linha:
         — Por que está você com esse ar, toda cheia de si, toda enrolada, para fingir que vale alguma cousa neste mundo?
         — Deixe-me, senhora.
        — Que a deixe? Que a deixe, por quê? Porque lhe digo que está com um ar insuportável Repito que sim, e falarei sempre que me der na cabeça.
         — Que cabeça, senhora? A senhora não é alfinete, é agulha. Agulha não tem cabeça. Que lhe importa o meu ar? Cada qual tem o ar que Deus lhe deu. Importe-se com a sua vida e deixe a dos outros.
         — Mas você é orgulhosa.
         — Decerto que sou.
         — Mas por quê?
        — É boa! Porque coso. Então os vestidos e enfeites de nossa ama, quem é que os cose, senão eu?
         — Você? Esta agora é melhor. Você é que os cose? Você ignora que quem os cose sou eu e muito eu?
        — Você fura o pano, nada mais; eu é que coso, prendo um pedaço ao outro, dou feição aos babados...
        — Sim, mas que vale isso? Eu é que furo o pano, vou adiante, puxando por você, que vem atrás obedecendo ao que eu faço e mando...
        — Também os batedores vão adiante do imperador.
        — Você é imperador?
        — Não digo isso. Mas a verdade é que você faz um papel subalterno, indo adiante; vai só mostrando o caminho, vai fazendo o trabalho obscuro e ínfimo. Eu é que prendo, ligo, ajunto... 
       Estavam nisto, quando a costureira chegou à casa da baronesa. Não sei se disse que isto se passava em casa de uma baronesa, que tinha a modista ao pé de si, para não andar atrás dela. Chegou a costureira, pegou do pano, pegou da agulha, pegou da linha, enfiou a linha na agulha, e entrou a coser. Uma e outra iam andando orgulhosas, pelo pano adiante, que era a melhor das sedas, entre os dedos da costureira, ágeis como os galgos de Diana — para dar a isto uma cor poética. E dizia a agulha:
        — Então, senhora linha, ainda teima no que dizia há pouco? Não repara que esta distinta costureira só se importa comigo; eu é que vou aqui entre os dedos dela, unidinha a eles, furando abaixo e acima...
       A linha não respondia; ia andando. Buraco aberto pela agulha era logo enchido por ela, silenciosa e ativa, como quem sabe o que faz, e não está para ouvir palavras loucas. A agulha, vendo que ela não lhe dava resposta, calou-se também, e foi andando. E era tudo silêncio na saleta de costura; não se ouvia mais que o plic-plic-plicplic da agulha no pano. Caindo o sol, a costureira dobrou a costura, para o dia seguinte. Continuou ainda nessa e no outro, até que no quarto acabou a obra, e ficou esperando o baile.
       Veio a noite do baile, e a baronesa vestiu-se. A costureira, que a ajudou a vestir-se, levava a agulha espetada no corpinho, para dar algum ponto necessário. E enquanto compunha o vestido da bela dama, e puxava de um lado ou outro, arregaçava daqui ou dali, alisando, abotoando, acolchetando, a linha para mofar da agulha, perguntou-lhe:
         — Ora, agora, diga-me, quem é que vai ao baile, no corpo da baronesa, fazendo parte do vestido e da elegância? Quem é que vai dançar com ministros e diplomatas, enquanto você volta para a caixinha da costureira, antes de ir para o balaio das mucamas? Vamos, diga lá.
       Parece que a agulha não disse nada; mas um alfinete, de cabeça grande e não menor experiência, murmurou à pobre agulha:
    — Anda, aprende, tola. Cansas-te em abrir caminho para ela e ela é que vai gozar da vida, enquanto aí ficas na caixinha de costura. Faze como eu, que não abro caminho para ninguém. Onde me espetam, fico.
       Contei esta história a um professor de melancolia, que me disse, abanando a cabeça:
         — Também eu tenho servido de agulha a muita linha ordinária!

    ASSIS, Machado de. Para Gostar de Ler - Volume 9 – Contos. São Paulo: Ática, 1984.
    A narrativa traz seres inanimados e personagens humanos desempenhando, paralelamente, comportamentos sociais semelhantes. Sobre essa analogia só NÃO se pode afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão a22c5bee-b2
  • A228F0DA-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o poema de Tomás Antônio Gonzaga, transcrito a seguir, e marque a alternativa que aponta três características do Arcadismo brasileiro que nele podem ser observadas.

                Lira I

                Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
               Que viva de guardar alheio gado;
               De tosco trato, d’expressões grosseiro,
               Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
               Tenho próprio casal, e nele assisto;
               Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
               Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
               E mais as finas lãs, de que me visto.

               Graças, Marília bela,
               Graças à minha Estrela! 
    Escolha uma alternativa para a questão a228f0da-b2
  • A224BC19-B2

    Português

    Por que- porque/ porquê/ por quê
    Universidade Federal de Roraima · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

       "Após encontrar um abrigo seguro sob uma copa de maçaranduba caída, ainda ofegante, e com dores fortes em sua pata esquerda e coxa direita, começou a averiguar o que aquele estrondo havia lhe causado. A pata estava completamente dilacerada, com sangramento. As duas garras da região esquerda tinham sido arrancadas. Observou a mutilação. Em sua memória automática, associava o ferimento ao barulho alto e aterrorizante.

       Pelo instinto, a onça vislumbrou que, geralmente antes e durante as chuvas torrenciais, estrondos ecoavam pela floresta. Não eram parecidos com os dois que acabara de ouvir, mas às vezes, quando acontecia, isso a assustava como se a floresta estivesse sendo engolida por um animal maior e mais forte. Olhou novamente para a pata, e diante de sua imponência, iniciou uma tentativa de escoamento do sangramento com sua língua, o que logo pressentiu ser inútil.

       Ao passar do tempo, a coxa direita latejava cada vez mais. Tentou levantar da toca provisória com o intuito de chegar até sua caverna próxima à cachoeira. Constatou ser impossível conseguir se apoiar sem firmar o corpo com as regiões atingidas. O sangramento da pata diminuiu de intensidade. Iniciou sua peregrinação arrastando-se pela floresta. Sentiu a pele de seu peito sendo esfolada pelas folhas, galhos e ouriços de castanha da Amazônia.

       Um rastro de sangue era visível ao longo da tentativa exaustiva de chegar à sua toca. Ao se deparar com um igarapé, vacilou várias vezes até entrar n‘água. Mas não tinha alternativa. Na situação em que se encontrava, não teria como se equilibrar nos troncos das árvores caídas que serviam de ponte e eram facilmente transpassados.

       Entrando no igarapé, a onça sentiu um alívio em sua pata flagelada. De súbito, deitou-se na água e aliviou a coxa atingida pelo impacto desconhecido. Aproveitou e tomou longos goles do líquido. O ferimento na coxa não sangrava mais como antes, porém, a pata dianteira manchava o igarapé atraindo pequenos peixes que mordiscavam seu pelo e a carne dilacerada do ferimento. No movimento de afastar os peixes, enterrou a pata na lama do fundo do igarapé e o sangue parou de manchar a água. Logo a onça afundou mais a pata, e aos poucos a dor foi diminuindo."


    DANTAS, Ricardo. Meia Pata. São Paulo: Kazuá, 2013. p. 20-21

    Assinale a alternativa em que 'porque", 'por que", "porquê" e "por quê" estão todos empregados CORRETAMENTE.
    Escolha uma alternativa para a questão a224bc19-b2
  • A2205CBA-B2

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal de Roraima · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO I

       "Após encontrar um abrigo seguro sob uma copa de maçaranduba caída, ainda ofegante, e com dores fortes em sua pata esquerda e coxa direita, começou a averiguar o que aquele estrondo havia lhe causado. A pata estava completamente dilacerada, com sangramento. As duas garras da região esquerda tinham sido arrancadas. Observou a mutilação. Em sua memória automática, associava o ferimento ao barulho alto e aterrorizante.

       Pelo instinto, a onça vislumbrou que, geralmente antes e durante as chuvas torrenciais, estrondos ecoavam pela floresta. Não eram parecidos com os dois que acabara de ouvir, mas às vezes, quando acontecia, isso a assustava como se a floresta estivesse sendo engolida por um animal maior e mais forte. Olhou novamente para a pata, e diante de sua imponência, iniciou uma tentativa de escoamento do sangramento com sua língua, o que logo pressentiu ser inútil.

       Ao passar do tempo, a coxa direita latejava cada vez mais. Tentou levantar da toca provisória com o intuito de chegar até sua caverna próxima à cachoeira. Constatou ser impossível conseguir se apoiar sem firmar o corpo com as regiões atingidas. O sangramento da pata diminuiu de intensidade. Iniciou sua peregrinação arrastando-se pela floresta. Sentiu a pele de seu peito sendo esfolada pelas folhas, galhos e ouriços de castanha da Amazônia.

       Um rastro de sangue era visível ao longo da tentativa exaustiva de chegar à sua toca. Ao se deparar com um igarapé, vacilou várias vezes até entrar n‘água. Mas não tinha alternativa. Na situação em que se encontrava, não teria como se equilibrar nos troncos das árvores caídas que serviam de ponte e eram facilmente transpassados.

       Entrando no igarapé, a onça sentiu um alívio em sua pata flagelada. De súbito, deitou-se na água e aliviou a coxa atingida pelo impacto desconhecido. Aproveitou e tomou longos goles do líquido. O ferimento na coxa não sangrava mais como antes, porém, a pata dianteira manchava o igarapé atraindo pequenos peixes que mordiscavam seu pelo e a carne dilacerada do ferimento. No movimento de afastar os peixes, enterrou a pata na lama do fundo do igarapé e o sangue parou de manchar a água. Logo a onça afundou mais a pata, e aos poucos a dor foi diminuindo."


    DANTAS, Ricardo. Meia Pata. São Paulo: Kazuá, 2013. p. 20-21

    O texto I diz respeito a um momento pungente da narrativa de Meia Pata, de Ricardo Dantas, e que é fundamental para o desenrolar da obra. Trata-se de quando:

    Escolha uma alternativa para a questão a2205cba-b2