Prova de 2020: Instituto Mauá de Tecnologia - SP — questões com gabarito
75 questões da prova de 2020 de Instituto Mauá de Tecnologia - SP, em Conhecimentos Gerais, História, Inglês, Português. Cada uma tem página própria, com enunciado completo, alternativas e gabarito — e dá para responder na própria página.
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75 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 4.
EAFF1B24-7F A partir de meados do séc. XVIII, o Barroco tornouse o estilo artístico mais marcante no Brasil. Aqui esse movimento teve características próprias, além daquelas encontradas no Barroco português, sendo a mais importanteEAFC8FC4-7F Conhecimentos Gerais
EconomiaInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosDo ponto de vista do desenvolvimento, o Brasil permanece como país emergente, apesar do seu processo de industrialização. Isso ocorre devidoEAF8BF65-7F História
História GeralInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosA crise do séc. XIV deu início ao processo de desagregação do feudalismo e à formação dos Estados Nacionais na Europa. Por que a burguesia apoiou esse processo?EAF49FFE-7F Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosTexafornia dreamingAmerica’s future will be written in the two mega-states In the cable-news version of America, the president sits in the White House issuing commands that transform the nation. Life is not like that. In the real version of America many of the biggest political choices are made not in Washington but by the states—and by two of them in particular. Texas and California are the biggest, most important states in the union, each equally convinced that it is the future. However, their rules and regulations are basically opposite to each other.Adapted from https://www.economist.com/leaders/2019/06/20/texaforniadreaming?cid1What can one infer by reading the text?
EAF13210-7F Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020MédioEntre para guardar nos favoritosBeetles and flies are becoming part of the agricultural food chain.

Some visionaries hope that insects will play a big role in future human diets. Insects are nutritious, being packed with protein. Unlike hot-blooded mammals and birds, which use a lot of energy to keep themselves warm, they are efficient converters of food into body mass. And in some parts of the world they are, indeed, eaten already. Well, maybe. But it will take some serious marketing to persuade consumers, in the West at least, that fricasseed locusts or termite burgers are the yummy must-haves of 21st-century cuisine. Which sentence below best summarizes the text?
EAEE8A1C-7F Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020MédioEntre para guardar nos favoritosWhich alternative shows the best summary of the graph below?

EAEBD0D2-7F Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020DifícilEntre para guardar nos favoritosQual a principal característica do trabalho de Jane Austen, mencionada no trecho a seguir?Jane Austen (December 16, 1775 - July 18, 1817) is widely known for her most famous novels. Jane Austen's work features biting social commentary, often delivered with great irony. While her writing was not well known during her lifetime, the 1870 publication of A Memoir of the Life of Jane Austen introduced her to a wider public. Her work is widelyread and admired by modern audiences, who have become quite familiar with Austen's cultural references, including television shows and movies adapted from her work.EAE769CF-7F Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020DifícilEntre para guardar nos favoritosJohn is talking to Garfield about life. What does Garfield mean by his comment?
EAE4EABF-7F Inglês
Interpretação de texto | Reading comprehensionInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020MédioEntre para guardar nos favoritosThe world has a handful of great commercial hubs. Silicon Valley dominates technology. The home of luxury is Paris and the capital of outsourcing is Bangalore, in India. One of the mightiest clusters of all is London, which hosts the globe’s largest international financial center. Within a square mile on the Thames, a multinational firm can sell $5bn of shares in 20 minutes, or a European startup can raise seed finance from Asian pensioners. You can insure container ships or a pop star’s vocal cords. Companies can hedge the risk that a factory anywhere on the planet will face a volatile currency or hurricanes and a rising sea level a decade from now.Adapted from: https://www.economist.com/leaders/2019/06/27/can-thecity-survive-brexit?cid1According to the text, what are examples of important global deals that may be closed in London?EAE0F37B-7F Português
Coesão e coerênciaInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosPapéis Velhos
Vou ocupar o tempo em reler uns papéis velhos que o meu criado José achou dentro de uma velha mala e me trouxe agora. A cara dele tinha a expressão de prazer que dá o serviço inesperado; aquele gosto de descobrir papéis que podem ser importantes fazia-o risonho, olhos escancarados, quase comovidos.
- Vossa Excelência talvez os procure há muito tempo.
Eram cartas, apontamentos, minutas, contas, um inferno de lembranças que era melhor não se terem achado. Que perdia eu sem elas? Já não curava delas; provavelmente não me fariam falta. Agora estou entre estes dois extremos, ou lê-las, primeiro, ou queimá-las já. Inclino-me ao segundo. Ante mim continuava o meu José com a mesma expressão de gosto que lhe deu o achado. Naturalmente agradecia à sua boa Fortuna que lhe deparou; contará que é mais um elo que nos prende. Talvez a ideia que o levou à mala fosse a esperança de algum valor extraviado, uma joia, por exemplo, ou ainda menos, uma camisa, um colete, e sendo assim o silêncio era mui possível. Achou papéis velhos, veio fielmente entregar-mos.
Não lhe quero mal por isso. Não lhe quis no dia em que descobri que ele me levava dos coletes, ao escová-los, dois ou três tostões por dia. Foi há dois meses, e possivelmente já o faria antes, desde que entrou cá em casa. Não me zanguei com ele; tratei de acautelar os níqueis, isso sim; mas, para que não se creia descoberto, lá deixei alguns, uma vez ou outra, que ele pontualmente diminui; não me vendo zangar é provável que me chame nomes feios, descuidado, tonto, papalvo que seja... Não lhe quero mal do furto nem dos nomes.
Ele serve bem e gosta de mim; podia levar mais e chamar-me pior.
Resolvo mandar queimar os papéis, ainda que dê grande mágoa ao José que imaginou haver achado recordações grandes e saudades. Poderia dizer-lhe que a gente traz na cabeça outros papéis velhos que não ardem nunca nem se perdem por malas antigas; não me entenderia.
(Machado de Assis)
Para ______, disse o patrão, o criado visava ____ tostões______ vários anos.Completa-se corretamente a frase acima com as palavras da alternativaEADE0AF5-7F Português
Interpretação de TextosInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020MédioEntre para guardar nos favoritosPapéis Velhos
Vou ocupar o tempo em reler uns papéis velhos que o meu criado José achou dentro de uma velha mala e me trouxe agora. A cara dele tinha a expressão de prazer que dá o serviço inesperado; aquele gosto de descobrir papéis que podem ser importantes fazia-o risonho, olhos escancarados, quase comovidos.
- Vossa Excelência talvez os procure há muito tempo.
Eram cartas, apontamentos, minutas, contas, um inferno de lembranças que era melhor não se terem achado. Que perdia eu sem elas? Já não curava delas; provavelmente não me fariam falta. Agora estou entre estes dois extremos, ou lê-las, primeiro, ou queimá-las já. Inclino-me ao segundo. Ante mim continuava o meu José com a mesma expressão de gosto que lhe deu o achado. Naturalmente agradecia à sua boa Fortuna que lhe deparou; contará que é mais um elo que nos prende. Talvez a ideia que o levou à mala fosse a esperança de algum valor extraviado, uma joia, por exemplo, ou ainda menos, uma camisa, um colete, e sendo assim o silêncio era mui possível. Achou papéis velhos, veio fielmente entregar-mos.
Não lhe quero mal por isso. Não lhe quis no dia em que descobri que ele me levava dos coletes, ao escová-los, dois ou três tostões por dia. Foi há dois meses, e possivelmente já o faria antes, desde que entrou cá em casa. Não me zanguei com ele; tratei de acautelar os níqueis, isso sim; mas, para que não se creia descoberto, lá deixei alguns, uma vez ou outra, que ele pontualmente diminui; não me vendo zangar é provável que me chame nomes feios, descuidado, tonto, papalvo que seja... Não lhe quero mal do furto nem dos nomes.
Ele serve bem e gosta de mim; podia levar mais e chamar-me pior.
Resolvo mandar queimar os papéis, ainda que dê grande mágoa ao José que imaginou haver achado recordações grandes e saudades. Poderia dizer-lhe que a gente traz na cabeça outros papéis velhos que não ardem nunca nem se perdem por malas antigas; não me entenderia.
(Machado de Assis)
Na forma de discurso indireto, o verbo procurar da frase - “Vossa Excelência talvez os procure há muito tempo” - deverá ficarEADA8F15-7F Português
Figuras de LinguagemInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosPapéis Velhos
Vou ocupar o tempo em reler uns papéis velhos que o meu criado José achou dentro de uma velha mala e me trouxe agora. A cara dele tinha a expressão de prazer que dá o serviço inesperado; aquele gosto de descobrir papéis que podem ser importantes fazia-o risonho, olhos escancarados, quase comovidos.
- Vossa Excelência talvez os procure há muito tempo.
Eram cartas, apontamentos, minutas, contas, um inferno de lembranças que era melhor não se terem achado. Que perdia eu sem elas? Já não curava delas; provavelmente não me fariam falta. Agora estou entre estes dois extremos, ou lê-las, primeiro, ou queimá-las já. Inclino-me ao segundo. Ante mim continuava o meu José com a mesma expressão de gosto que lhe deu o achado. Naturalmente agradecia à sua boa Fortuna que lhe deparou; contará que é mais um elo que nos prende. Talvez a ideia que o levou à mala fosse a esperança de algum valor extraviado, uma joia, por exemplo, ou ainda menos, uma camisa, um colete, e sendo assim o silêncio era mui possível. Achou papéis velhos, veio fielmente entregar-mos.
Não lhe quero mal por isso. Não lhe quis no dia em que descobri que ele me levava dos coletes, ao escová-los, dois ou três tostões por dia. Foi há dois meses, e possivelmente já o faria antes, desde que entrou cá em casa. Não me zanguei com ele; tratei de acautelar os níqueis, isso sim; mas, para que não se creia descoberto, lá deixei alguns, uma vez ou outra, que ele pontualmente diminui; não me vendo zangar é provável que me chame nomes feios, descuidado, tonto, papalvo que seja... Não lhe quero mal do furto nem dos nomes.
Ele serve bem e gosta de mim; podia levar mais e chamar-me pior.
Resolvo mandar queimar os papéis, ainda que dê grande mágoa ao José que imaginou haver achado recordações grandes e saudades. Poderia dizer-lhe que a gente traz na cabeça outros papéis velhos que não ardem nunca nem se perdem por malas antigas; não me entenderia.
(Machado de Assis)
A frase do último parágrafo do texto - “a gente traz na cabeça outros papéis velhos” contém uma figura de linguagem denominadaEAD806F1-7F Português
Interpretação de TextosInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosPapéis Velhos
Vou ocupar o tempo em reler uns papéis velhos que o meu criado José achou dentro de uma velha mala e me trouxe agora. A cara dele tinha a expressão de prazer que dá o serviço inesperado; aquele gosto de descobrir papéis que podem ser importantes fazia-o risonho, olhos escancarados, quase comovidos.
- Vossa Excelência talvez os procure há muito tempo.
Eram cartas, apontamentos, minutas, contas, um inferno de lembranças que era melhor não se terem achado. Que perdia eu sem elas? Já não curava delas; provavelmente não me fariam falta. Agora estou entre estes dois extremos, ou lê-las, primeiro, ou queimá-las já. Inclino-me ao segundo. Ante mim continuava o meu José com a mesma expressão de gosto que lhe deu o achado. Naturalmente agradecia à sua boa Fortuna que lhe deparou; contará que é mais um elo que nos prende. Talvez a ideia que o levou à mala fosse a esperança de algum valor extraviado, uma joia, por exemplo, ou ainda menos, uma camisa, um colete, e sendo assim o silêncio era mui possível. Achou papéis velhos, veio fielmente entregar-mos.
Não lhe quero mal por isso. Não lhe quis no dia em que descobri que ele me levava dos coletes, ao escová-los, dois ou três tostões por dia. Foi há dois meses, e possivelmente já o faria antes, desde que entrou cá em casa. Não me zanguei com ele; tratei de acautelar os níqueis, isso sim; mas, para que não se creia descoberto, lá deixei alguns, uma vez ou outra, que ele pontualmente diminui; não me vendo zangar é provável que me chame nomes feios, descuidado, tonto, papalvo que seja... Não lhe quero mal do furto nem dos nomes.
Ele serve bem e gosta de mim; podia levar mais e chamar-me pior.
Resolvo mandar queimar os papéis, ainda que dê grande mágoa ao José que imaginou haver achado recordações grandes e saudades. Poderia dizer-lhe que a gente traz na cabeça outros papéis velhos que não ardem nunca nem se perdem por malas antigas; não me entenderia.
(Machado de Assis)
Descoberto o furto dos tostões, o patrãoEAD52F91-7F Português
Interpretação de TextosInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020FácilEntre para guardar nos favoritosPapéis Velhos
Vou ocupar o tempo em reler uns papéis velhos que o meu criado José achou dentro de uma velha mala e me trouxe agora. A cara dele tinha a expressão de prazer que dá o serviço inesperado; aquele gosto de descobrir papéis que podem ser importantes fazia-o risonho, olhos escancarados, quase comovidos.
- Vossa Excelência talvez os procure há muito tempo.
Eram cartas, apontamentos, minutas, contas, um inferno de lembranças que era melhor não se terem achado. Que perdia eu sem elas? Já não curava delas; provavelmente não me fariam falta. Agora estou entre estes dois extremos, ou lê-las, primeiro, ou queimá-las já. Inclino-me ao segundo. Ante mim continuava o meu José com a mesma expressão de gosto que lhe deu o achado. Naturalmente agradecia à sua boa Fortuna que lhe deparou; contará que é mais um elo que nos prende. Talvez a ideia que o levou à mala fosse a esperança de algum valor extraviado, uma joia, por exemplo, ou ainda menos, uma camisa, um colete, e sendo assim o silêncio era mui possível. Achou papéis velhos, veio fielmente entregar-mos.
Não lhe quero mal por isso. Não lhe quis no dia em que descobri que ele me levava dos coletes, ao escová-los, dois ou três tostões por dia. Foi há dois meses, e possivelmente já o faria antes, desde que entrou cá em casa. Não me zanguei com ele; tratei de acautelar os níqueis, isso sim; mas, para que não se creia descoberto, lá deixei alguns, uma vez ou outra, que ele pontualmente diminui; não me vendo zangar é provável que me chame nomes feios, descuidado, tonto, papalvo que seja... Não lhe quero mal do furto nem dos nomes.
Ele serve bem e gosta de mim; podia levar mais e chamar-me pior.
Resolvo mandar queimar os papéis, ainda que dê grande mágoa ao José que imaginou haver achado recordações grandes e saudades. Poderia dizer-lhe que a gente traz na cabeça outros papéis velhos que não ardem nunca nem se perdem por malas antigas; não me entenderia.
(Machado de Assis)
O patrão julgou o que recebeu do criado coisasEAD1F95E-7F Português
Interpretação de TextosInstituto Mauá de Tecnologia - SP · 2020DifícilEntre para guardar nos favoritosPapéis Velhos
Vou ocupar o tempo em reler uns papéis velhos que o meu criado José achou dentro de uma velha mala e me trouxe agora. A cara dele tinha a expressão de prazer que dá o serviço inesperado; aquele gosto de descobrir papéis que podem ser importantes fazia-o risonho, olhos escancarados, quase comovidos.
- Vossa Excelência talvez os procure há muito tempo.
Eram cartas, apontamentos, minutas, contas, um inferno de lembranças que era melhor não se terem achado. Que perdia eu sem elas? Já não curava delas; provavelmente não me fariam falta. Agora estou entre estes dois extremos, ou lê-las, primeiro, ou queimá-las já. Inclino-me ao segundo. Ante mim continuava o meu José com a mesma expressão de gosto que lhe deu o achado. Naturalmente agradecia à sua boa Fortuna que lhe deparou; contará que é mais um elo que nos prende. Talvez a ideia que o levou à mala fosse a esperança de algum valor extraviado, uma joia, por exemplo, ou ainda menos, uma camisa, um colete, e sendo assim o silêncio era mui possível. Achou papéis velhos, veio fielmente entregar-mos.
Não lhe quero mal por isso. Não lhe quis no dia em que descobri que ele me levava dos coletes, ao escová-los, dois ou três tostões por dia. Foi há dois meses, e possivelmente já o faria antes, desde que entrou cá em casa. Não me zanguei com ele; tratei de acautelar os níqueis, isso sim; mas, para que não se creia descoberto, lá deixei alguns, uma vez ou outra, que ele pontualmente diminui; não me vendo zangar é provável que me chame nomes feios, descuidado, tonto, papalvo que seja... Não lhe quero mal do furto nem dos nomes.
Ele serve bem e gosta de mim; podia levar mais e chamar-me pior.
Resolvo mandar queimar os papéis, ainda que dê grande mágoa ao José que imaginou haver achado recordações grandes e saudades. Poderia dizer-lhe que a gente traz na cabeça outros papéis velhos que não ardem nunca nem se perdem por malas antigas; não me entenderia.
(Machado de Assis)
Segundo o texto, o patrão recebeu do criado José