O caos climático, do qual a maior seca
já ocorrida no Sudeste brasileiro é um dos
exemplos, torna infame a discussão sobre se o
aquecimento global tem ou não base científica,
se o homem é ou não responsável ou se países
desenvolvidos têm mais responsabilidade que
os demais.
Não dá para pagar para ver se a
temperatura média mundial vai subir mais de 4
graus Celsius até 2100, como se comportarão
as safras de trigo, arroz, milho e soja diante
disso, se o gelo do Ártico terá desaparecido
nos meses de setembro até 2050 ou se o nível
do mar pode subir 82 centímetros até o fim do
século, inundando países insulares e cidades
costeiras. A inação, portanto, será trágica para
a humanidade.
Se o mundo quiser evitar mudanças
climáticas irreversíveis, deve zerar o uso de
combustíveis fósseis até 2100. Para isto, terá
de quadruplicar o uso de energias renováveis
até 2050. A meta, viável, é para ontem.
Disponível em: oglobo.globo.com.
Acesso em: 4 nov. 2014.
Para alertar sobre a situação do clima, o
texto utiliza argumentos que sustentam a
necessidade de