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Se com efeito, a existência precede a essência, não será nunca possível referir uma explicação a uma natureza humana dada e…

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Se com efeito, a existência precede a essência, não será nunca possível referir uma explicação a uma natureza humana dada e imutável, por outras palavras, não há um determinismo, o homem é livre, o homem é liberdade, o homem está condenado a ser livre. Condenado, não porque não se criou a si próprio, mas uma vez lançado no mundo é responsável por tudo quanto fizer. A liberdade, dentro da visão existencial, caracteriza-se pela possibilidade do ser Para-Si, um ser de consciência capaz de planejar suas realizações, sem que haja conteúdos dados, ou inatos que o impulsionariam para esta ou aquela realização.

CHAUI, MARILENA. Convite à Filosofia. 12. ed. São Paulo: Ática, 2002.


Sartre, em um de seus mais conhecidos aforismos, dizia “Eu estou condenado a ser livre”, já que, nesta ausência de essência da consciência, esta se vê obrigada a projetar, a construir-se, já que a única escolha que não se pode fazer é a de não ser livre. O ser livre só pode existir porque:

Alternativas

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Resposta DSe o homem primeiro nasce e no decurso da vida constrói sua essência, então é de responsabilidade deste o que faz de si, e, ao fazer suas escolhas, opta não apenas por si, mas por…

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