Muitos a vida, e em terra estranha e alheia
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Canto V Estância 81
E foi que, de doença crua efeia,
A mais que eu nunca vi, desampararam
Muitos a vida, e em terra estranha e alheia
Os ossos para sempre sepultaram.
Quem haverá que, sem ver, o creia?
Que tão disformemente ali lhe incharam
As gengivas na boca, que crescia
A carne e juntamente apodrecia?
Luís Vaz de Camões, Os Lusíadas.
É correto afirmar que Camões, neste trecho, descreveu sintomas de
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