Questões do ENEM: Ciências Humanas e História Geral

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2.724 questões encontradas. Mostrando a página 82 de 137.

  • B2CF7A69-A6

    História

    História Geral
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
          “Só para mim nasceu Dom Quixote, e eu para ele: ele para praticar as ações e eu para as escrever (...) a contar com pena de avestruz, grosseira e mal aparada, as façanhas do meu valoroso cavaleiro, porque não é carga para os seus ombros, nem assunto para o seu frio engenho; e a esse advertirás, se acaso chegares a conhecê-lo, que deixe descansar na sepultura os cansados e já apodrecidos ossos de Dom Quixote (...), pois não foi outro o meu intento, senão o de tornar aborrecidas dos homens as fingidas e disparatadas histórias dos livros de cavalarias, que vão já tropeçando com as do meu verdadeiro Dom Quixote, e ainda hão de cair de todo, sem dúvida."

                                                     (Miguel de Cervantes Saavedra, Dom Quixote de la Mancha, 1991)

    Sobre a obra em questão, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão b2cf7a69-a6
  • B2C9DCEB-A6

    História

    História Geral
    FGV · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o documento a seguir.

    “Não estabeleceremos no nosso reino nenhum subsídio ou escudagem (imposto) sem o consentimento comum do nosso reino (...).

    Nenhum homem livre será detido, preso ou privado de seus bens (...) ou levado de qualquer maneira (...) salvo em virtude de um julgamento legal por seus pares (...). A ninguém venderemos, recusaremos (...) o direito ou a justiça. Todos os mercadores poderão livre e seguramente sair da Inglaterra, aí vir e morar e aí passar, por terra ou por mar, para comprar e vender (...)

    Instituímos e concedemos aos nossos barões a garantia seguinte: eles elegerão 25 barões de reino, que lhes aprouverem, os quais deverão com todo o seu poder, observar, manter e fazer observar a paz e as liberdades que nós concedemos e confirmamos pela presente carta. (...)"

                                 (apud Gustavo de Freitas, 900 textos e documentos de História, volume II. 1976)

    O trecho refere-se
    Escolha uma alternativa para a questão b2c9dceb-a6
  • B2C3E712-A6

    História

    História Geral
    FGV · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Analise o mapa.

              Imagem da questão de História, FGV 2015, História Geral

    Considerando-se as informações do mapa e o processo histórico europeu do século XIV, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão b2c3e712-a6
  • B2BED14B-A6

    História

    História Geral
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Em muitos reinos sudaneses, sobretudo entre os reis e as elites, o islamismo foi bem recebido e conseguiu vários adeptos, tendo chegado à região da savana africana, provavelmente, antes do século XI, trazido pela família árabe-berbere dos Kunta.

          (...) O islamismo possuía alguns preceitos atraentes e aceitáveis pelas concepções religiosas africanas, (...) associava as histórias sagradas às genealogias, acreditava na revelação divina, na existência de um criador e no destino. (...) O escritor árabe Ibn Batuta relatou, no século XIV, que o rei do Mali, numa manhã, comemorou a data islâmica do fim do Ramadã e, à tarde, presenciou um ritual da religião tradicional realizado por trovadores com máscaras de aves."

                       (Regiane Augusto de Mattos, História e cultura afro-brasileira. 2011)

    Considerando o trecho e os conhecimentos sobre a história da África, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão b2bed14b-a6
  • B2B87C65-A6

    História

    Antiguidade Ocidental (Gregos, Romanos e Macedônios)
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Não descreverei catástrofes pessoais de alguns dias infelizes, mas a destruição de toda a humanidade, pois é com horror que meu espírito segue o quadro das ruínas da nossa época. Há vinte e poucos anos que, entre Constantinopla e os Alpes Julianos, o sangue romano vem sendo diariamente vertido. A Cítia, Trácia, Macedônia, Tessália, Dardânia, Dácia, Épiro, Dalmácia, Panônia são devastadas pelos godos, sármatas, quedos, alanos (...); deportam e pilham tudo.

          Quantas senhoras, quantas virgens consagradas a Deus, quantos homens livres e nobres ficaram na mão dessas bestas! Os bispos são capturados, os padres assassinados, todo tipo de religioso perseguido; as igrejas são demolidas, os cavalos pastam junto aos antigos altares de Cristo (…)."

    (São Jerônimo, Cartas apud Pedro Paulo Abreu Funari, Roma: vida pública e vida privada. 2000)

    O excerto, de 396, remete a um contexto da história romana marcado pela
    Escolha uma alternativa para a questão b2b87c65-a6
  • 494ED4A1-A4

    História

    História Geral
    UNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
          Há grande diversidade entre aqueles que procuram inspiração em sua fé no Islã. A monarquia vaabita da Arábia Saudita e os líderes religiosos xiitas do Irã têm profundas discordâncias políticas e divergem igualmente em questões socioeconômicas. Em termos mais amplos, ocorre nos movimentos islamitas um debate sobre se a meta correta é mesmo chegar ao poder estatal, assim como sobre a democracia, a diversidade social, o papel das mulheres e da educação e sobre a maneira de interpretar o Corão. E, embora a maioria dos islamitas aceite a realidade da existência dos atuais Estados e suas fronteiras, uma minoria mais radical procura destruir todo o sistema e estabelecer um califado que abarque a região inteira [do Oriente Médio].

                                                                                       (Dan Smith. O atlas do Oriente Médio, 2008.)

    O argumento principal do texto pode ser ilustrado por meio da comparação entre

    Escolha uma alternativa para a questão 494ed4a1-a4
  • 49437F65-A4

    História

    História Geral
    UNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

          Enquanto os franceses e os britânicos tinham emergido da Primeira Guerra Mundial com um profundo trauma dos horrores da guerra e a convicção de que um novo conflito deveria, se possível, ser evitado, na Alemanha só ocorreria algo parecido depois da Segunda Guerra Mundial. Os acontecimentos de 1945 levaram a uma profunda mudança na cultura popular e política da parte ocidental da Alemanha. Aos olhos desses alemães, a extrema violência de 1945 fez da Segunda Guerra Mundial “a guerra para acabar com todas as guerras”.

                                                                                (Richard Bessel. Alemanha, 1945, 2010. Adaptado.)

    A mudança de mentalidade na Alemanha ocidental, ocorrida, segundo o texto, ao final da Segunda Guerra Mundial, envolveu, entre outros fatores,
    Escolha uma alternativa para a questão 49437f65-a4
  • 493E06C8-A4

    História

    História Geral
    UNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

          Enquanto os franceses e os britânicos tinham emergido da Primeira Guerra Mundial com um profundo trauma dos horrores da guerra e a convicção de que um novo conflito deveria, se possível, ser evitado, na Alemanha só ocorreria algo parecido depois da Segunda Guerra Mundial. Os acontecimentos de 1945 levaram a uma profunda mudança na cultura popular e política da parte ocidental da Alemanha. Aos olhos desses alemães, a extrema violência de 1945 fez da Segunda Guerra Mundial “a guerra para acabar com todas as guerras”.

                                                                                (Richard Bessel. Alemanha, 1945, 2010. Adaptado.)

    Entre os fatos que poderiam confirmar a interpretação, oferecida pelo texto, sobre a atitude de franceses e britânicos depois da Primeira Guerra Mundial, pode-se incluir
    Escolha uma alternativa para a questão 493e06c8-a4
  • 492D4CCA-A4

    História

    História Geral
    UNESP · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
          A divisão capitalista do trabalho – caracterizada pelo célebre exemplo da manufatura de alfinetes, analisada por Adam Smith – foi adotada não pela sua superioridade tecnológica, mas porque garantia ao empresário um papel essencial no processo de produção: o de coordenador que, combinando os esforços separados dos seus operários, obtém um produto mercante.

                                        (Stephen Marglin. In: André Gorz (org.). Crítica da divisão do trabalho, 1980.)

    Ao analisar o surgimento do sistema de fábrica, o texto destaca


    Escolha uma alternativa para a questão 492d4cca-a4
  • 4919C15E-A4

    História

    História Geral
    UNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    As reformas protestantes do princípio do século XVI, entre outros fatores, reagiam contra
    Escolha uma alternativa para a questão 4919c15e-a4
  • 490E6E99-A4

    História

    História Geral
    UNESP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
         A cidade tira de seu império uma parte da honra, da qual todos vós vos gloriais, e que deveis legitimamente apoiar; não vos esquiveis às provas, se não renunciais também a buscar as honras; e não penseis que se trata apenas, nesta questão, de ser escravos em vez de livres: trata-se da perda de um império, e do risco ligado ao ódio que aí contraístes.

                                        (Péricles apud Pierre Cabanes. Introdução à história da Antiguidade, 2009.)

    O discurso de Péricles, no século V a.C., convoca os atenienses para lutar na Guerra do Peloponeso e enfatiza

    Escolha uma alternativa para a questão 490e6e99-a4
  • C1CB6026-9A

    História

    História Geral
    PUC-GO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 5

          NA VIRADA DO SÉCULO, o biólogo Roosmarc conheceu o ápice da fama ao descobrir um novo gênero de primata: o sagui-anão-de-coroa-preta. Foi considerado pela revista Time o grande herói do planeta. Entre os mais de 500 primatas no mundo, Roosmarc descobrira o Callibella humilis, o macaquinho mais saltitante e alegre, anãozinho, com aquela coroa preta. Enquanto outros primatólogos matavam os animais para descrevê-los, dissecando-os em laboratórios, longe da Amazônia, ele criava macacos em sua casa. Esperava que morressem de forma natural e, aí sim, dissecava-os.

          O sagui-anão-de-coroa-preta foi a sensação mundial. Então, ele viveu o ápice da glória. As publicações científicas não se cansaram de elogiá-lo. Quase todos os dias, jornais e revistas estampavam: “Protetor dos animais”, “O bandeirantes da Amazônia”, “O último primatólogo”. De Manaus para o mundo. Os ribeirinhos o saudavam; os políticos o pajeavam; os estudantes de biologia o veneravam. Sim, Roosmarc era visto e considerado como herói do planeta.

          Vida simples, com suas vestes quase sempre largas cobrindo o corpo magro e alto, enfiado semanas na floresta, nunca quisera dinheiro, jamais almejara fortuna. O verdadeiro cientista, dizia, quer, antes de tudo, reconhecimento. Não havia prêmio maior do que isso. Sequer gastava o que ganhava. Aprendera com os bichos que, na vida, não se precisa de muitas coisas...

          Nascera no sul da Holanda e, aos 17 anos, mudou-se para Amsterdã. Queria estudar biologia. Nos fins do ano 60, a cidade fervilhava, era a capital da contestação. John Lennon e Yoko Ono haviam escolhido a cidade para protestar contra a Guerra do Vietnã. Os rebeldes desfilavam pelas ruas, enquanto John Lennon e Yoko Ono incitavam a quebra de valores deitados uma semana num hotel da cidade, consumindo droga e criando suas canções. O gosto pela contracultura crescia, agigantava-se. Rebelde, Roosmarc desfilava pelas ruas, gritando pela paz, também queimando maconha e outras ervas.

          Mas foi, nesta época, que ele se interessou pelos primatas. Depois que terminou a universidade, fez amizade com uma estudante, que também saboreava a contracultura, o desprezo a normas e procedimentos, e com ela, vivendo um romance apaixonado, deu volta ao mundo, como se fosse o famigerado navegante português Vasco da Gama. Estudante de artes plásticas, Marie tinha sede por aventuras: o novo lhe apetecia; o velho não era mais do que um mundo cinzento. A Europa, com seus prédios cinzentos e frios, uma população resignada, não lhe apetecia. Queria quebrar barreiras, outras fronteiras. Não queria apodrecer naquelas cidadezinhas holandesas, onde as mulheres envelheciam rapidamente e só cuidavam de casa. Não queria se transformar num símbolo de cama, fogão e igreja. Menosprezava o título “rainha do lar”, que os pastores tanto veneravam entre a população fiel. Tinha horror ao ver sua mãe de lenço na cabeça e avental cobrindo a gordura da barriga. Se ficasse numa daquelas cidadezinhas, em poucos anos estaria como a mãe – brigava constantemente com o seu pai, saía de casa aos domingos para assistir a mesmice do partor Simeão, e que, rapidamente, voltava para casa para preparar o almoço para os filhos. Que destino! A liberdade a chamava. Não era o que dizia a canção de John Lennon? Ao conhecer Roosmarc, o desejo por aventuras avivou como brasa viva. Quando convidada para segui-lo, e ela queria produzir desenhos e aquarelas jamais vistas no mundo, não titubeou, como se a oportunidade fosse um cavalo encilhado. E cavalo encilhado passa por nós somente uma vez ...

                         (GONÇALVES, David. Sangue verde. Joinville: Sucesso Pocket, 2014. p. 200-201.Adaptado.)

    Ao longo do Texto 5 é possível identificar passagens que nos remetem ao período pós-Segunda Guerra, quando o autor menciona a Europa, com seus prédios cinzentos e frios, uma população resignada e protestos contra a Guerra do Vietnã. Com base na leitura do texto, nas informações deste enunciado e em seus conhecimentos, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão c1cb6026-9a
  • C1797268-9A

    História

    História Geral
    PUC-GO · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 4

          A dúvida, continuou Laura, maldita dúvida. Essa é minha companheira, a sombra inconveniente que me segura pelos calcanhares, que há de seguir comigo até o túmulo. A morte de Tomázia, será que ela me convinha? Talvez me conviesse. Essa hipótese, eu não tenho como descartar. Seu desaparecimento anularia a prova de meu crime? Teria poder para apaziguar a culpa que continuava latejando mesmo depois de meu rompimento definitivo com Vítor? A dúvida acabou se revelando muito superior à certeza. Mil, um milhão de vezes mais forte. Talvez se eu tivesse sido obrigada a confessar meu crime aos pés de um juiz, se tivesse sido enjaulada entre mulheres que me odiavam, que me submetessem ao horror do estupro, que atentassem contra minha pessoa, a sensação de culpa tivesse sido atenuada. Juro que cheguei a sentir inveja do destino reservado às muçulmanas que cometem o pecado do adultério. Desejei, sim, ser publicamente difamada, arrastada pelos cabelos, enterrada até o pescoço, e, finalmente, ter a cabeça esfacelada a pedradas. Qualquer coisa, qualquer situação limite teria sido menos penosa do que seguir carregando a culpa, enquanto simulava a mais absoluta indiferença. Não tenho vocação para o disfarce, a simulação. Ah, como eu lamentei a perda de meu direito de exibir minha fraqueza como outras mulheres faziam! Mas não, eu tinha a permanente obrigação de ser forte, de estar preparada para o momento em que meu mundo viesse abaixo, como veio.

          A visão de mulheres com as cabeças esfaceladas, transformadas em um bolo de carne sangrento e disforme, partículas de cérebro espatifadas pra tudo que é lado, arrepiou meu corpo dolorido. Sentindo um princípio de náusea, comecei a fungar uma emoçãozinha desconfiada. Essa bruxa tá me embromando, penso, daqui a pouco eu entro na dela, caio em prantos e, alagada de piedade, abraço a velha, aliso seus cabelos grisalhos, cubro-lhe a face enrugada com beijinhos consoladores. Calma, tia, calma! Cuidado com a pressão. Tem aí algum tranquilizante que eu possa lhe dar?

                                       (BARROS, Adelice da Silveira. A mesa dos inocentes. Goiânia: Kelps, 2010. p. 23.)

    A religião mulçumana, referida no texto, teve seus primórdios na Arábia do século VI d.C. Logo após o falecimento do profeta Maomé, ela se espalhou pelo norte do continente africano, chegando a ocupar territórios europeus, e permaneceu por vários séculos na Península Ibérica. Acerca dessa religião, seus valores éticos e sua cultura, assinale a alternativa correta:
    Escolha uma alternativa para a questão c1797268-9a
  • C12175C7-9A

    História

    História Geral
    PUC-GO · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2

                                                       XX

                                            Os Homens

                                             nesta manhã de sangrenta primavera

                                             parecem não mais saber

                                             o que nunca souberam,

                                             que a Vida é para sempre

                                             sã ou demente

                                              tão de repente

                                              tão de repente! 


                            (VIEIRA, Delermando.  Os tambores da tempestade. Goiânia: Poligráfica, 2010. p. 108.)

    O Texto 2 faz menção a uma “manhã de sangrenta primavera”. Uma das manhãs mais sangrentas da história ocorreu em 6 de junho de 1944, com o desembarque das tropas aliadas na região da Normandia, operação que, em código militar, fora chamada Dia D. Esse acontecimento faz parte da luta contra os países do Eixo durante a II Guerra Mundial. Assinale a alternativa correta acerca dos grupos que se enfrentavam naquele momento:
    Escolha uma alternativa para a questão c12175c7-9a
  • 195B45D0-98

    História

    História Geral
    UERJ · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de História, UERJ 2015, História Geral

    A imagem acima retrata a luta das mulheres pelo sufrágio universal nas décadas iniciais do século XX, nas sociedades norte-americana e europeia.

    Naquele momento, a negação desse direito indicava o seguinte problema social:

    Escolha uma alternativa para a questão 195b45d0-98
  • 19509507-98

    História

    História Geral
    UERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    CAMPOS DE “REEDUCAÇÃO PELO TRABALHO” NA CHINA: A MUDANÇA DE UM SISTEMA DE OPRESSÃO POR OUTRO

    A extinção do sistema chinês de campos de “reeducação pelo trabalho” (RTL) arrisca não ser mais do que uma mudança cosmética. “Abolir o sistema de RTL é um passo na direção certa. Mas há agora indicadores de que isto é apenas para desviar as atenções públicas dos abusos cometidos naqueles campos, onde a tortura é uma prática sistemática. É claro que as políticas subjacentes de castigar pessoas pelas suas atividades políticas ou pelas suas crenças religiosas não mudaram. Os abusos e a tortura continuam na China, apenas assumiram uma expressão diferente”, sustenta a perita Corinna Barbara Francis, da Anistia Internacional.

    Adaptado de amnistia-internacional.pt, 17/12/2013.

    Nas últimas quatro décadas, o sistema político chinês vem evoluindo de forma muito lenta, se comparado às grandes mudanças econômicas observadas no país.

    A prática mencionada no texto foi intensamente utilizada no momento da história chinesa denominado:

    Escolha uma alternativa para a questão 19509507-98
  • 83EC3555-97

    História

    História Geral
    FGV · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O direito ao sufrágio torna-se, na viragem do século, o eixo principal da luta feminista. Para as radicais não se trata apenas de um princípio de igualdade, mas de uma condição sine qua non da realização dos direitos na vida privada e pública. Para as moderadas, o sufrágio permanece um objetivo longínquo; ele será a coroação de seus esforços: devem merecê-lo graças a uma melhor formação e dar as suas provas por meio de um trabalho de utilidade pública.

    KÄPPELI, A.-M., “Cenas feministas", in DUBY, G. e PERROT, M. dir., História das Mulheres. O século XIX. Trad., Porto: Afrontamento, 1994, p. 556.

    Os movimentos feministas, no final do século XIX,  

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  • 60B3FCB5-97

    História

    Guerra Fria e seus desdobramentos
    USP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    O processo de expansão das características multilaterais do sistema ocidental nas diversas áreas do mundo conheceu crescente impasse a partir do início do novo século. A sustentabilidade de um sistema substancialmente unipolar mostrou se ada vez mais crítica, precisamente em face das transformações estruturais, ligadas, antes de mais nada, ao crescimento econômico da Ásia, que pareciam complementar e sustentar a ordem mundial do pós Guerra Fria. A ameaça do fundamentalismo islâmico e do terrorismo internacional dividiu o Ocidente. O papel de pilar dos Estados Unidos oscilou entre um unilateralismo imperial, tendendo a renegar as próprias características da hegemonia, e um novo multilateralismo, ainda a ser pensado e definido.

    Silvio Pons. A revolução global: história do comunismo
    internacional (1917-1991). Rio deJaneiro: Contraponto, 2014.
    O texto propõe uma interpretação do cenário internacional no princípio do século XXI e afirma a necessidade de se
    Escolha uma alternativa para a questão 60b3fcb5-97
  • 60AE3D9A-97

    História

    História Geral
    USP · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Somos produto de 500 anos de luta: primeiro, contra a escravidão, na Guerra de Independência contra a Espanha, encabeçada pelos insurgentes; depois, para evitar sermos absorvidos pelo expansionismo norte americano; em seguida, para promulgar nossa Constituição e expulsar o Império Francês de nosso solo; depois, a ditadura porfirista nos negou a aplicação justa das leis de Reforma e o povo se
    rebelou criando seus próprios líderes; assim surgiram Villa e Zapata, homens pobres como nós, a quem se negou a preparação mais elementar, para assim utilizar nos como bucha de canhão e saquear as riquezas de nossa pátria, sem importar que estejamos morrendo de fome e enfermidades curáveis, sem importar que não tenhamos nada, absolutamente nada, nem um teto digno, nem terra, nem trabalho, nem saúde, nem alimentação, nem educação, sem ter direito a eleger livre e democraticamente nossas autoridades, sem independência dos estrangeiros, sem paz nem justiça para nós e nossos filhos.

    “Primeira declaração da Selva Lacandona" (janeiro de 1994), in Massimo di
    Felice e Cristoval Munoz (orgs.). A revolução invencível. Subcomandante
    Marcos e Exército Zapatista de Libertação Nacional. Cartas e
    comunicados. São Paulo: Boitempo, 1998. Adaptado.
    O documento, divulgado no início de 1994 pelo Exército Zapatista de Libertação Nacional, refere-se, entre outros processos históricos, à
    Escolha uma alternativa para a questão 60ae3d9a-97
  • 60A831D2-97

    História

    Construção do Estado Liberal: Revolução Francesa
    USP · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de História, USP 2015, Construção do Estado Liberal: Revolução Francesa

    A imagem pode ser corretamente lida como uma

    Escolha uma alternativa para a questão 60a831d2-97