Questões do ENEM: Ciências Humanas e Construção de Estados e o Absolutismo
Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.
- Filtrando por
- Ciências HumanasRemover este filtro
- Construção de Estados e o AbsolutismoRemover este filtro
- Limpar tudo
Resultados
77 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 4.
CE79DB62-B8 Ancien Régime (Antigo Regime) é um termo que foi utilizado inicialmente pelos revolucionários franceses para designar, com conotações pejorativas, o sistema de governo precedente à Revolução Francesa de 1789. Esse sistema de governo correspondiaE07F3F3C-BF História
Construção de Estados e o AbsolutismoENEM · 2012FácilEntre para guardar nos favoritos
No documento de 1689, identifica-se uma particularidade da Inglaterra diante dos demais Estados europeus na Época Moderna. A peculiaridade inglesa e o regime político que predominavam na Europa continental estão indicados, respectivamente, em:16F9D5A6-E3 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosO absolutismo que se instalou na Europa Ocidental, a partir do século XVI, construiu-se sobre uma base social caracterizada pela730F4469-E0 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUEPB · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritosO nacionalismo ajudou a redesenhar o mapa da Europa no século XIX. Movimentos políticos, ancorados em conceitos de identidade nacional, redefiniram as fronteiras europeias e substituíram monarquias tradicionais por nações-Estado. Assinale V para as alternativas verdadeiras e F para as falsas:( ) Os países que derrotaram a França napoleônica reuniram-se em Viena (1814) para impedir que monarquias destronadas pelos exércitos bonapartistas se recompusessem. O resultado foi que Fernando VII, da Espanha, foi banido da Europa; a Itália foi unificada e virou nação; Noruega e Suécia foram divididas e perderam suas coroas.( ) Os movimentos nacionalistas europeus aceitavam depender economicamente de uma nação estrangeira, desde que tivessem autonomia política, e defendiam subideologias nacionalistas, algumas limitadas à defesa de um idioma próprio.( ) Otto Von Bismarck, estadista prussiano, viu um desejo de unidade nacional ao defender a supremacia da Prússia na Europa Central. O processo se inicia em 1864, quando Prússia e Áustria se unem para anexar ducados dinamarqueses, e culmina em 1871 com a proclamação do Império Alemão, tendo Bismarck como seu Chanceler.( ) A lealdade ao rei foi substituída, nos exércitos europeus, pela lealdade ao país - um patriotismo fundado no conceito de revolução social. Para defender a pátria, a população contribuiria para a guerra e o alistamento obrigatório foi introduzido na Europa.Assinale a alternativa correta:72E46359-E0 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUEPB · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosNo final do século XVII, o absolutismo perdia forças e dava lugar ao parlamentarismo. Este processo, que culminou com a Revolução Gloriosa (1688-1689), gerou desenvolvimento e contribuiu para que a Inglaterra se tornasse uma potência industrial no final do século XVIII. Assinale a única alternativa INCORRETA.34098F3D-DC História
Construção de Estados e o AbsolutismoUFRN · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosEntre os teóricos que defenderam o Absolutismo monárquico estava Jacques Bossuet, que declarou:“O trono real não é o trono de um homem, mas o trono do próprio Deus. Os reis são deuses e participam de alguma maneira da independência divina. O rei vê de mais longe e de mais alto; deve acreditar-se que ele vê melhor, e deve obedecer-se-lhe sem murmurar, pois o murmúrio é uma disposição para a sedição.”Jacques Bossuet, Política tirada da Sagrada Escritura. FREITAS, Gustavo de. 900 textos e documentos de história. Lisboa: Plátano, [1977]. v. 2, p. 201. [Adaptado]Analisando os conflitos políticos da Inglaterra no século XVII, o historiador Christopher Hill escreveu:
“A partir das vitórias militares sobre os Cavaleiros, [os Cabeças Redondas] conseguiram a rendição do rei em 1646. Entretanto, Carlos I reorganizou seus soldados e recomeçou a guerra, sendo derrotado definitivamente pelos Cabeças Redondas de Cromwell. Preso, Carlos I foi julgado pela Alta Corte de Justiça, a mando do Parlamento, sendo condenado à morte. Em janeiro de 1649, o rei foi decapitado em frente ao palácio de Whitehall, em Londres.”HILL, Christopher. O eleito de Deus. São Paulo: Companhia das Letras, 1988. p. 179.Analisando a afirmação teórica de J. Bossuet e relacionando-a com os fatos narrados por C. Hill, pode-se corretamente afirmar que a execução de Carlos I assinalouF8BE5C1A-D8 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUniversidade Presbiteriana Mackenzie · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos“O fim último, causa final de desígnio dos homens (que amam naturalmente a liberdade e o domínio sobre os outros), ao introduzir aquela restrição sobre si mesmos sob a qual vemos viver nos Estados, é o cuidado com sua própria conservação e com a vida mais satisfeita. Quer dizer, o desejo de sair daquela mísera condição de guerra que é a consequência necessária [...] das paixões naturais dos homens, quando não há um poder visível capaz de os manter em respeito, forçando-os, por medo do castigo, ao cumprimento de seus pactos e ao respeito àquelas leis da natureza [...]”.
“Portanto todo homem, pelo ato de [concordar] [...] com outros em formar um corpo político debaixo de um governo, se obriga para com cada um dos membros dessa sociedade a se submeter à determinação da maioria, e a ser governado por ela”.
Pela análise dos excertos, conclui-se que36BD7DF4-B0 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUFPR · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosTenho insistido também que a monarquia deve ser atribuída exclusivamente aos varões, já que a ginecocracia vai contra a lei natural; esta deu aos homens a força, a prudência, as armas, o poder. A lei de Deus ordena explicitamente que a mulher se submeta ao homem, não só no governo de reinos e impérios, mas também na família. (...) Também a lei civil proíbe à mulher os cargos e ofícios próprios ao homem. (...) É extremamente perigoso que uma mulher ostente a soberania. (...) No caso de uma rainha que não contraia o matrimônio – caso de uma verdadeira ginecocracia –, o Estado está exposto a graves perigos procedentes tanto dos estrangeiros como dos súditos, pois caso seja um povo generoso e de bom ânimo suportará mal que uma mulher exerça o poder.
(Jean Bodin, Los seis libros de la republica. Edição espanhola de 1973, p. 224.)
A citação extraída do livro do jurista francês Jean Bodin (1530-1596), publicado em 1576, refere-se ao exercício do poder soberano por mulheres, algo que seria contrário às leis da natureza, à lei de Deus e às leis civis, de acordo com o pensamento político da época. Contudo, uma importante monarca contemporânea a Bodin, Elizabeth Tudor, exerceu o poder político em condições adversas e muitas vezes ameaçadoras à sua integridade física, e seu longo reinado foi considerado pelos historiadores como a “época dourada” da Inglaterra. Sobre a monarquia e o exercício do poder soberano, é correto afirmar:D52B0525-0C História
Construção de Estados e o AbsolutismoUESPI · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosO poder dos reis tinha, na época do absolutismo, respaldo em ideias de filósofos, como Hobbes, e fortalecia a centralização de suas ações colonizadoras no tempo das navegações. Os reis do absolutismo:B33EE7CF-6D História
Construção de Estados e o AbsolutismoUEG · 2011MédioEntre para guardar nos favoritosNos séculos XVII e XVIII, as revoluções burguesas convulsionaram o mundo. Com a crise do absolutismo monárquico, elas transformaram o cenário político e os regimes de governo, até então presentes. Dentre essas revoluções, uma ficou famosa por ter respeitado o papel político do rei, que continuaria sendo o chefe de Estado, ainda que tendo seus poderes reduzidos e controlados pelo parlamento. Esta revolução foi a seguinte:9E920011-B6 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUniversidade do Estado do Amapá · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos“A organização dos Estados Nacionais, entre os séculos XV e XVIII, foi desencadeada por diversos acontecimentos importantes, que fizeram parte do contexto histórico europeu na transição do sistema feudal para uma sociedade de ordem burguesa”. (MOTA, Mirian B.; BRAICK, Patrícia R. História: das cavernas ao Terceiro Milênio. São Paulo: Moderna, 2002, p.122).Leia as assertivas a seguir e, com base no texto e em seus conhecimentos sobre o contexto histórico que tornou possível a constituição dos Estados Nacionais, marque a alternativa correta.I- No final da Idade Média os reis procuram concentrar o poder político em suas mãos, processo esse que se desenrolou de forma tranqüila, pois foram pontuais os embates e guerras entre os senhores feudais e os reis.II- Com a expansão comercial e urbana a partir do século XI, surge um novo grupo social, a burguesia, que, devido a interesses opostos aos da nobreza, apóia financeiramente os reis no processo de centralização do poder.III- O renascimento comercial e urbano e a crise do feudalismo fortaleceram a centralização do poder nas mãos dos reis, fazendo com que, aos poucos, a organização política feudal cedesse lugar às monarquias nacionais.IV- No processo de centralização do poder, os reis se utilizaram de milícias urbanas, sem, no entanto, chegarem a criar exércitos nacionais permanentes.D82C775F-B4 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUniversidade Estadual de Feira de Santana · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosConstituída no contexto da Revolução Industrial, a burguesia alemã apoiava a política de unificação do país, no século XIX, porque
B7820A7C-B0 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUNICENTRO · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosO “capitalismo”, em sua primeira fase é chamado de “capitalismo liberal” e fundamentava-se na propriedade privada dos meios de produção pela burguesia, que tinha total liberdade econômica para produzir, vender, investir, fazer circular riquezas; comprar, fixar salário. Assinale a alternativa correta.
2A5CF472-B0 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUNICENTRO · 2010FácilEntre para guardar nos favoritosA burguesia ainda não tinha força política para assumir a tarefa de centralização de poder. Era uma classe numérica e politicamente fraca, que possuía o capital e a consciência de que os particularismos feudais eram contrários a seus interesses econômicos. Mas, sem lugar na hierarquia feudal, essa classe precisava encontrar uma força significativa, disposta a lutar contra a nobreza e centralizar o poder.
(CÁCERES, 1996, p.195).
De acordo com o texto, a construção da ordem burguesa, na Europa Ocidental da Idade Moderna, resultou
7F6850EC-E7 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUniversidade do Estado do Amapá · 2009DifícilEntre para guardar nos favoritos
Com base na charge e em seus conhecimentos sobre a Santa Aliança, analise as proposições abaixo:I. Após a derrota de Napoleão as monarquias vitoriosas convocaram o Congresso de Viena e, mais tarde, o czar da Rússia propôs a formação da Santa Aliança, uma organização supranacional de ajuda mútua das monarquias européias em nome da “ religião, da paz e da justiça”.II. Propunha a restauração do equilíbrio europeu em benefício dos vencedores de Napoleão, pela qual os Estados europeus tinham o direito de intervir nos países em que irrompessem revoluções de caráter liberal e nacionalista.III. A Inglaterra solicitou uma consulta para discutir e arbitrar sobre as ações a serem tomadas contra a Espanha e a Itália, já que as revoltas liberais que estavam se desenvolvendo nesses países ameaçavam o equilíbrio europeu.IV. Em reunião, o Congresso de Viena, por um lado, desautorizou a Santa Aliança a adotar medidas repressivas contra as universidades e, por outro, permitiu a censura à imprensa e repressão de movimentos de caráter nacionalista.Assinale a alternativa correta.E2F78AD2-D9 História
Construção de Estados e o AbsolutismoUniversidade Estadual do Pará · 2009MédioEntre para guardar nos favoritos
AQUINO, Rubens Santos Leão; LISBOA, Ronaldo César. Fazendo a História: A Europa e as Américas no século XVIII e XIX. Rio de Janeiro: Ao Livro Técnico, 1990, p.35.
Com base na charge e em seus conhecimentos sobre a Santa Aliança, analise as proposições abaixo:
I. Após a derrota de Napoleão as monarquias vitoriosas convocaram o Congresso de Viena e, mais tarde, o czar da Rússia propôs a formação da Santa Aliança, uma organização supranacional de ajuda mútua das monarquias européias em nome da “ religião, da paz e da justiça”.
II. Propunha a restauração do equilíbrio europeu em benefício dos vencedores de Napoleão, pela qual os Estados europeus tinham o direito de intervir nos países em que irrompessem revoluções de caráter liberal e nacionalista.
III. A Inglaterra solicitou uma consulta para discutir e arbitrar sobre as ações a serem tomadas contra a Espanha e a Itália, já que as revoltas liberais que estavam se desenvolvendo nesses países ameaçavam o equilíbrio europeu.
IV. Em reunião, o Congresso de Viena, por um lado, desautorizou a Santa Aliança a adotar medidas repressivas contra as universidades e, por outro, permitiu a censura à imprensa e repressão de movimentos de caráter nacionalista.
Assinale a alternativa correta.
3BB66487-BE História
Construção de Estados e o AbsolutismoENEM · 2006MédioEntre para guardar nos favoritos
Considerando-se que a sociedade do Antigo Regime dividia-se tradicionalmente em estamentos: nobreza, clero e 3.° Estado, é correto afirmar que o autor do texto, ao fazer referência a “classe média”, descreve a sociedade utilizando a noção posterior de classe social a fim de