Questões do ENEM: Ciências Humanas e Cultura e identidade nacional

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

38 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 2.

  • A04CAF19-67

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    UEG · 2025FácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o trecho a seguir:


    Consumismo é consumir mais do que precisamos, consumir para construir uma identidade própria, consumir para mostrar um estado socioeconômico, consumir pelo tédio, consumir para aplacar a ansiedade, consumir procurando uma felicidade que nunca chega. Ao consumo são atribuídas uma série de vantagens que ele na verdade não tem, mas o consumismo continua sendo encorajado, já que é o combustível principal do atual sistema econômico. O shopping, cheio de luzes chamativas e cores, de tentações inescapáveis e de emoções plastificadas, poderia muito bem ser uma imagem icônica de uma sociedade que se dirige despreocupadamente ao abismo.

    FANJUL, Sergio C. Consumir procurando uma felicidade que nunca chega, como compramos para construir nossa identidade. 2021. Disponível em: https://brasil.elpais.com/cultura/2021-10-08/consumir-procurando-uma-felicidade-que-nunca-chega-como-compramos-para-construir-nossa-identidade.html. Acesso em: 13 maio 2025.


    Na contemporaneidade, o consumo deixa de ser um meio para mera manutenção da existência física dos indivíduos e adquire também importância social na construção de identidades. A relação entre consumo, marcas e identidade demonstra que
    Escolha uma alternativa para a questão a04caf19-67
  • C1FC44F2-8D

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    USP · 2024Entre para guardar nos favoritos
       “Aconteceu num debate, num país europeu. Da assistência alguém me lançou a seguinte pergunta:
        - Para si, o que é ser africano?
        Falava-se, inevitavelmente, de identidade versus globalização. Respondi com uma pergunta:
        - E para si, o que é ser europeu?
        O homem gaguejou. Não sabia responder. Mas o interessante é que, para ele, a questão da identidade se colocava naturalmente para os africanos. Não para os europeus. Ele nunca tinha colocado a questão no espelho. 
         Recordo o episódio porque me parece que ele toca uma questão central: quando se fala de África, de qual África estamos falando? Terá o continente africano uma essência facilmente capturável? Haverá uma substância exótica que os caçadores de identidades possam recolher como sendo a alma africana?”

    COUTO, Mia. “Um retrato sem moldura”. In: HERNANDEZ, Leila Leite. A África na sala de aula: visita à história contemporânea. São Paulo: Selo Negro, 2008. p.11.



    Ao relatar e comentar o episódio, o escritor moçambicano Mia Couto apresenta a África como 
    Escolha uma alternativa para a questão c1fc44f2-8d
  • C8648E22-03

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    UECE · 2024Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Para Ribeiro (2006), a história da formação e o sentido da sociedade brasileira explicam a razão por que o Brasil “não deu certo”. Ele quis dizer, em resumo, que o Brasil não conseguiu atingir, de modo satisfatório, justiça social ao longo de sua história. As razões históricas para isto é que duas de suas matrizes formadoras, a Tupi e a Afro, foram quase que, respectivamente, “desindianizada” e “desafricanizada” no processo da empresa colonial. De outra forma, os índios e os negros africanos, além de quase serem extintos fisicamente, foram “desculturalizados” de suas diversas culturas originais devido à escravidão e excluídos da justa distribuição econômica dos bens socialmente produzidos. Ao lado da escravidão sofrida por essas matrizes originais esteve a base econômica colonial de monocultura latifundiária geradora de concentração de terras na posse de poucos, o que ajudou a gestar uma sociedade desigual, cheia de disparidades, contradições e antagonismos que subsiste sob o rótulo de “povo brasileiro”.

    RIBEIRO, Darcy. O Povo Brasileiro: a formação e o sentido do Brasil. São Paulo: Companhia das Letras, 2006.


    No que diz respeito ao enunciado acima, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão c8648e22-03
  • 08405891-D9

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    ENEM · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos
    A corda puxada pelos devotos é, atualmente, um dos elementos mais característicos do Círio de Nazaré. Inserida na procissão de 1855, para que os devotos pudessem tirar a berlinda de um atoleiro, hoje ela perdeu seu significado prático original, embora seu aspecto simbólico de sacrifício e aproximação do sagrado tenha permanecido ao longo dos anos.


    Círio de Nazaré. Disponível em: http://portal.iphan.gov.br.
    Acesso em: 16 nov. 2021 (adaptado).



    A reapropriação simbólica da corda apresentada no texto mostra como a festividade está marcada pela
    Escolha uma alternativa para a questão 08405891-d9
  • B509FC6B-4C

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    ENEM · 2023Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Há uma década, Alter (PA) e Santarém (PA) resgatam o idioma de nheengatu — a língua mais falada no Brasil e proibida em 1758 pela Coroa portuguesa — por meio do ensino em 47 escolas. Uma delas é a Escola Indígena Antônio de Sousa Pedroso, mais conhecida como Escola Borari. A região é hoje repleta de mestres nativos de nheengatu. Nhe’eng significa “língua”, e “boa” é a tradução de katu. Daí o nheengatu ou nhengatu (ou língua geral), criado no século 16 pelos jesuítas a partir do tupi e criminalizado no século 18 por um decreto do Marquês de Pombal. 


    LEMOS, S. Indígena ensina língua proibida pelos portugueses na paradisíaca Alter (PA). Disponível em: https://tab.uol.com.br. Acesso em: 11 nov. 2021 (adaptado).




    O ensino da língua mencionada no texto tem como objetivo a
    Escolha uma alternativa para a questão b509fc6b-4c
  • B4EF3110-4C

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    ENEM · 2023FácilEntre para guardar nos favoritos
    Nos governos de Vargas e Perón, o esporte começou a ser visto como um importante elemento na relação entre o regime e a sociedade. Tal fato não deve ser entendido apenas como uma resposta à crescente popularidade do esporte. Ainda que crescente em seus governos, a massificação do esporte já havia ocorrido muito antes. Talvez a influência dos regimes de Mussolini e Hitler sobre os dois governantes latino-americanos possa apontar para um melhor entendimento dessa nova visão política, uma vez que ambos tiveram uma estreita ligação com o esporte e a sua utilização como propaganda política.


    DRUMOND, M. Vargas, Perón e o esporte. Revista Estudos Históricos, n. 44, jul.-dez. 2009.


    De acordo com o texto, o uso do esporte nos regimes políticos mencionados foi explorado com o objetivo de
    Escolha uma alternativa para a questão b4ef3110-4c
  • 614C1399-49

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    ENEM · 2023DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A abertura dos portos brasileiros em 1808 inaugurou a possibilidade, para viajantes europeus de diversas nacionalidades, de percorrer áreas até então dificilmente acessíveis à sua curiosidade. Os relatos de inúmeras expedições, a maioria de caráter científico, foram publicados na Europa, para leitores ávidos de notícias sobre um Brasil até então desconhecido, terra cujos segredos haviam sido velados por uma Coroa portuguesa ciumenta e possessiva.


    DUARTE, R. H. Olhares estrangeiros: viajantes no vale do Rio Mucuri.
    Revista Brasileira de História, n. 44, 2002 (adaptado).


    Os relatos de viagens ao Brasil, publicados na Europa, contribuíram para a construção da identidade europeia na medida em que
    Escolha uma alternativa para a questão 614c1399-49
  • 628A706B-7A

    Sociologia

    Cidadania e movimentos sociais
    ENEM · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
        No seio de diversos povos africanos, nomeadamente no antigo Reino do Congo, existem testemunhos gráficos de que a escrita tomava várias formas. Exemplo disso são as tampas de panela esculpidas em baixo-relevo do povo Woyo (região de Cabinda), com cenas e provérbios do cotidiano, desenhos na terra ou areia, imagens gravadas ou inscritas nos bastões de chefe ou em pedras sagradas, mas, sobretudo, movimentos do corpo humano inscritos num gestual familiar. Entre os Woyo existia o costume de os pais oferecerem aos filhos testos ou tampas de panelas entalhados, transmitindo uma espécie de recado, com signos codificados que traduziam orientações para conseguir uma boa relação conjugal, ter sensatez na escolha do cônjuge e estar alerta para as dificuldades do casamento.


    RODRIGUES, M. R. A. M.; TAVARES, A. C. P. Singularidades museológicas de uma tábua com esculturas em diálogo: do alambamento ao casamento em Cabinda (Angola).

    Anais do Museu Paulista, n. 2, maio-ago. 2017 (adaptado). 
    Para o povo Woyo, os artefatos culturais mencionados no texto cumprem a função de um
    Escolha uma alternativa para a questão 628a706b-7a
  • E638B56D-75

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    UECE · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos


    A escravidão das populações indígenas e negras no Brasil produziu a desintegração dos seus diversos universos religiosos de origem e, ao longo do processo de formação social brasileiro, ocorreu a assimilação de elementos fraturados das crenças ameríndias e africanas pelas tradições cristã e católica. E, por outro lado, houve também processos de assimilação ou sincretismo na criação de novas religiões produzidas a partir de crenças remanescentes indígenas e africanas misturadas com elementos do cristianismo. Para Ortiz (1999), o que ocorreu foi uma cristianização daquelas antigas religiões fraturadas em algumas crenças cultivadas por índios e negros escravizados e que resultaram, por exemplo, na Umbanda e no Candomblé.

    ORTIZ, Renato. A morte branca do feiticeiro negro:

    umbanda e sociedade brasileira. São Paulo: Brasiliense, 1999.


    Sobre essas religiões oriundas do sincretismo de crenças africanas, indígenas e europeias, é correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão e638b56d-75
  • E6294CE1-75

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    UECE · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos

    Uma importante maneira de se tratar de identidade e diferença culturais é uma análise sobre os dicionários de falares regionais no Brasil. Contudo, essa tentativa de demonstrar identidade e diferença através de padrões linguístico-comportamentais coletivos pode silenciar aspectos socioculturais, históricos e ideológicos relevantes (LIMA, 2003). Em específico, os dicionários de “cearês” ou de “cearensês” potencialmente podem reforçar um “preconceito linguístico em forma de humor”, por exemplo, mesmo que isso certamente não seja o objetivo dos dicionaristas. Termos ou expressões como “vixe”, “macho véi”, “arriégua”, “baqueado”, “pegar o beco”, “salga”. “se abrir”, “mago réi”, “sibite”, “quedê”, “dordói”, “estalicido” podem reforçar preconceitos velados ou mesmo explícitos com os que assim falam fora do padrão da norma culta da língua portuguesa. E é de notoriedade pública que esse “jeito de falar” demonstrado por tais expressões ou palavras é bastante usado em filmes, novelas e séries que retratam os nordestinos e, no caso em pauta, o Ceará. Assim, se por um lado, tais expressões ou termos servem para trazer à tona uma “identidade cearense” diante de outras identidades socioculturais e locais do Brasil, por outro lado, elas podem trazer efeitos de sentido inconscientemente indesejáveis.

    LIMA, Nonato. “Os dicionários do Ceará” In: CARVALHO, Gilmar de. (Org.). Bonito Pra Chover – ensaios sobre a cultura cearense. Fortaleza: Edições Demócrito Rocha, 2003.


    Acerca do exposto, avalie as seguintes proposições:

    I. O problema não é denunciar os dicionaristas, mas apontar que o ato de fala também se realiza sob determinações inconscientes e ideológicas.

    II. Os filmes e novelas que retratam o Nordeste e usam esses “termos nordestinos” estão esforçados em evitar todos os preconceitos velados.

    III. Existem, subjacentes a esses dicionários de falares locais, ideias que podem estigmatizar um “jeito de falar” e, até mesmo, as identidades regionais.

    IV. A “identidade cearense” que emerge dos dicionários é a do “Ceará moleque”, que, de modo gaiato, demonstra não haver preconceitos no estado.


    É correto o que se afirma somente em

    Escolha uma alternativa para a questão e6294ce1-75
  • B0F7AC8D-0A

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    UECE · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    Quando da unificação da Itália em 1861, um político de nome Massimo d’Azeglio afirmou: “Fizemos a Itália. Agora é preciso fazer os italianos”. Este curioso fato aponta para questões que parte dos sociólogos e cientistas sociais, de modo geral, estudam e investigam: a formação sociocultural da Nação e do Nacionalismo. Muitas das nações hoje existentes se formaram há mais de duzentos anos, contudo, existem movimentos nacionalistas pelo mundo que ainda lutam por formar novos Estados-Nação independentes como os bascos, na Espanha. No Brasil, nos últimos anos, muitas pessoas reacenderam um sentimento nacionalista motivadas por posicionamentos e desavenças político-ideológicas e proclamam um “orgulho renovado de ser brasileiro”.

    Partindo de uma perspectiva sociológica sobre as ideias de nação e/ou nacionalismo na atualidade, é correto afirmar que
    Escolha uma alternativa para a questão b0f7ac8d-0a
  • 67F5A28F-7C

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    ENEM · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
    Uma civilização é a entidade cultural mais ampla. As aldeias, as regiões, as etnias, as nacionalidades, os segmentos religiosos, todos têm culturas distintas em diferentes níveis de heterogeneidade cultural. A cultura de um vilarejo no sul da Itália pode ser diferente da de um vilarejo no norte da Itália, mas ambos compartilharam uma cultura italiana comum que os distingue de vilarejos alemães. As comunidades europeias, por sua vez, compartilharão aspectos culturais que as distinguem das comunidades chinesas ou hindus.

    HUNTINGTON, S. P. O choque de civilizações. Rio de Janeiro: Objetiva,1997.

    De acordo com esse entendimento, a civilização é uma construção cultural que se baseia na
    Escolha uma alternativa para a questão 67f5a28f-7c
  • 67C41C56-7C

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    ENEM · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos
    A agenda escolar 2008 convida os alunos das escolas municipais do Recife à leitura mensal de trechos de poemas dos 12 artistas agraciados com estátuas desde 2005. Dessa maneira, esses alunos tiveram acesso, em cada mês do ano, a informações sobre as personalidades retratadas no papel e no espaço público, lendo e discutindo seus versos e visitando as esculturas instaladas estrategicamente no centro da cidade. Trata-se, em suma, de uma pedagogia do espaço público que repousa no reconhecimento de personalidades e lugares simbólicos para a cidade. De acordo com a prefeitura, o itinerário poético seria uma maneira de fazer reconhecer talentos que embelezam os postais recifenses, além de estreitar laços do cidadão com a cultura.

    MACIEL, C. A. A.; BARBOSA, D. T. Democracia, espaços públicos e imagens simbólicas
    da cidade do Recife. In: CASTRO, I. E.; RODRIGUES, J. N.; RIBEIRO, R. W. (Org.). Espaços da democracia. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2013 (adaptado).

    No texto, está descrita uma ação do poder público que coloca a paisagem como um fator capaz de contribuir para a
    Escolha uma alternativa para a questão 67c41c56-7c
  • 63E5832F-70

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    Universidade de Pernambuco · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    Analise os textos a seguir:

    TEXTO I
    Saísse uma música para uma parada ou uma festa e lá estavam infalíveis as capoeiras à frente, gingando, piruetando, manobrando cacetes e exibindo navalhas.
    SETTE, Mário. Maxambombas e Maracatus. Recife: FCCR, 1981, p. 87.

    TEXTO II
    Viva o Quarto,
    Fora o Espanha!
    Cabeça Seca
    É que apanha!
    Não venha,
    chapéu de lenha!
    Partiu,
    Caiu,
    Morreu,
    Fedeu!
    PEREIRA DA COSTA, F. A. Folclore Pernambucano: Subsídios para a História da Poesia Popular em Pernambuco. Separata da Revista do Instituto Histórico e Geográfico Brasileiro. Tomo LXX. Rio de Janeiro, 1908.

    A capoeira é uma herança cultural de matriz africana, que influenciou a vida dos pernambucanos, e sua visibilidade nas manifestações populares contribuiu para a/o
    Escolha uma alternativa para a questão 63e5832f-70
  • FAEB1097-6B

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    ENEM · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos

    Entenda a crise na Ucrânia


    O presidente da Rússia, Vladimir Putin, e dois líderes da Crimeia assinaram, em março de 2014, um acordo para tornar a República Autônoma parte da Rússia. O tratado foi assinado dois dias após o povo da Crimeia aprovar em um referendo a separação da Ucrânia e a reunificação com a Rússia. A votação foi condenada por Kiev e pela comunidade internacional, que a considera ilegítima.


    Disponível em: http://g1.globo.com. Acesso em: 28 out. 2014 (adaptado).


    A justificativa para o acordo descrito fundamentava-se na ideia de

    Escolha uma alternativa para a questão faeb1097-6b
  • 9D3023FA-5F

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    ENEM · 2020FácilEntre para guardar nos favoritos
    Um dos resquícios franceses na dança são os comandos proferidos pelo marcador da quadrilha. Seu papel é anunciar os próximos passos da coreografia. O abrasileiramento de termos franceses deu origem, por exemplo, ao saruê (soirée - reunião social noturna, ordem para todos se juntarem no centro do salão), anarriê (en arrière - para trás) e anavã (en avant — para frente).
    Disponível em www.ebc.com.br Acesso em: 6 jul. 2015


    A característica apresentada dessa manifestação popular resulta do seguinte processo socio-histórico:
    Escolha uma alternativa para a questão 9d3023fa-5f
  • 69D86512-FF

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    “‘Ser ou não índio’ não diz respeito à identificação biológica e muito menos jurídica, mas a um autorreconhecimento da identidade étnica, que não é natural, e sim construída nos processos de sociabilidades ligados tanto às culturas indígenas como às estratégias sociais e políticas em contextos urbanos.”


    BARROSO, Milena Fernandes. Rotas críticas das mulheres
    Sateré-Mawé no enfrentamento à violência doméstica:
    novos marcadores de gênero no contexto indígena.
    Manaus: EDUA, 2015, p.31.


    Considerando o enunciado acima, assinale a opção que corresponde à correta definição da identidade étnica e social dos índios no Brasil.
    Escolha uma alternativa para a questão 69d86512-ff
  • 13CEAE40-FD

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Considerando as imagens socialmente construídas a partir de uma perspectiva externa a respeito do Nordeste brasileiro, analise o que se diz a seguir e assinale com V o que for verdadeiro e com F o que for falso.



    ( )As imagens do Nordeste estão ainda ligadas ao chamado coronelismo, ao cangaceirismo e à persistência de formas arcaicas de relações sociais.

    ( )O Nordeste é visto como uma região rica pela diversidade cultural, econômica e identitária que superou seus dilemas econômicos e sociais, e atualmente se encontra totalmente integrada à moderna cultura nacional.


    ( )No plano cultural, as imagens do Nordeste não estão associadas às manifestações da chamada cultura popular: maracatu, bumba-meu-boi, reisado, coco de roda, chegança, frevo, caboclinho, literatura de cordel, xilogravuras, rabequeiros, ciranda, pastoril, entre outras.

    ( )As expressões “paraíbas”, “baianos”, “cabeças-chatas” usadas para nomear migrantes nordestinos instalados em outras regiões, mas, sobretudo, no Sul e no Sudeste do Brasil, carregam uma forte 
    carga de preconceito, discriminação e de exclusão.

    A sequência correta, de cima para baixo, é:

    Escolha uma alternativa para a questão 13ceae40-fd
  • EB5D6379-D5

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Por herança social, se pode entender:
    Escolha uma alternativa para a questão eb5d6379-d5
  • A3423344-B6

    Sociologia

    Cultura e identidade nacional
    ENEM · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    O frevo é uma forma de expressão musical, coreográfica e poética, enraizada no Recife e em Olinda, no estado de Pernambuco. O frevo é formado pela grande mescla de gêneros musicais, danças, capoeira e artesanato. É uma das mais ricas expressões da inventividade e capacidade de realização popular na cultura brasileira. Possui a capacidade de promover a criatividade humana e também o respeito à diversidade cultural. No ano de 2012, a Unesco proclamou o frevo como Patrimônio Imaterial da Humanidade.
    PORTAL BRASIL. Disponível em: www.brasil.gov.br. Acesso em: 10 fev. 2013.

    A característica da manifestação cultural descrita que justifica a sua condição de Patrimônio Imaterial da Humanidade é a
    Escolha uma alternativa para a questão a3423344-b6