Questões do ENEM: Ciências Humanas e A Experiência do Sagrado

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32 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 2.

  • 43E60B1F-68

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UEG · 2025MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir.


    No que diz respeito a todas as coisas que compreendemos, não consultamos a voz de quem ensina, a qual soa por fora, mas a verdade que dentro de nós preside à própria mente, incitados talvez pelas palavras a consultá-la. Quem é consultado ensina verdadeiramente, e este é Cristo, que habita, como foi dito, no homem interior, isto é: a virtude incomensurável de Deus e a sempiterna Sabedoria, que toda alma racional consulta, mas que se revela a cada um quanto é permitido pela sua própria boa ou má vontade.

    AGOSTINHO, Santo. De magistro (Do mestre). 2. ed. São Paulo: Abril Cultural, 1980. p. 319. (Adaptado).


    Desde o início do século IV, o cristianismo foi se tornando cada vez mais influente em todos os setores da sociedade, inclusive na reflexão filosófica, como ilustra a vasta produção literária de Agostinho de Hipona (Santo Agostinho). 

    Nesse sentido, o trecho apresentado ilustra uma ideia filosófica que ficou conhecida como
    Escolha uma alternativa para a questão 43e60b1f-68
  • 0A4577F1-32

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UFU-MG · 2024MédioEntre para guardar nos favoritos
    Sobre as verdades que são preâmbulos da fé e sobre a relação entre fé e razão, Tomás de Aquino afirma


    [...] portanto, deve-se dizer que a existência de Deus e as outras verdades referentes a Deus, acessíveis à razão natural, como diz o Apóstolo, não são artigos de fé, mas preâmbulos dos artigos. A fé pressupõe o conhecimento natural, como a graça pressupõe a natureza, e a perfeição o que é perfectível. No entanto, nada impede que aquilo que, por si, é demonstrável e compreensível, seja recebido como objeto de fé por aquele que não consegue apreender a demonstração.

    TOMÁS DE AQUINO, Suma Teológica. São Paulo: Loyola, 2009, p.165. V.1.


    Tomando como referência o excerto acima, assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 0a4577f1-32
  • A6271E05-A2

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2022FácilEntre para guardar nos favoritos
    O filósofo, teólogo e padre cearense Manfredo Ramos, um grande estudioso do pensamento de Agostinho de Hipona (354-450), afirma o seguinte sobre a relação entre liberdade humana e graça divina.

    “Deus não salva ninguém obrigado. Ele nos criou sem pedir licença, mas não nos salva sem a nossa vontade. [...] Ele nos fez à sua imagem e semelhança, dotados de inteligência, por isso nos dá a liberdade. Toda a natureza criada é determinada para Deus. [...] Deus criador põe, em tudo o que faz, a sua marca, que é uma marca de bondade. Tudo é dirigido para o bem, porque Deus é bom. Mas o homem é chamado por Deus de uma maneira diferente, com liberdade. [...] o pobre do homem, ferido pelo pecado, ele quer o bem, quer fazer aquilo que está na marca dele, e não consegue. Por isso que essa perspectiva de salvação deve ser abraçada, deve ser querida, mas não sem a graça de Deus. Aqui é que está o mistério.”

    RAMOS, Manfredo. A ressurreição de Cristo e a perspectiva da Salvação.
    Entrevista ao site da Paróquia Nossa Senhora da Glória em 04-04-2018.
    Disponível em https://www.paroquiagloria.org.br/confira-entrevista-com-monsenhor-manfredo-ramos-a-ressurreicao-de-cristo-e-a-perspectiva-da-salvacao/. Acessado em 05-11-2022.

    Com base na passagem anterior, é correto afirmar, sobre a teoria agostiniana da liberdade e da graça, que
    Escolha uma alternativa para a questão a6271e05-a2
  • E89C214A-0A

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    “Não existe, para Hegel, o momento em que a arte morre, ou deixa de ser arte. O que ele concebe é apenas o movimento da perda de uma espécie de ‘tarefa’ originária da intuição estética enquanto lugar de plenitude ou de satisfação plena do espírito.”

    Gonçalves, Márcia C. F. A morte e a vida da arte. In: Kriterion, vol. 45, nº 109, Jan./Jun. 2004.

    Segundo a interpretação acima apresentada, o tema da “morte da arte”, em Hegel, pode ser corretamente entendido da seguinte forma:
    Escolha uma alternativa para a questão e89c214a-0a
  • 67DE1786-7C

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    ENEM · 2021MédioEntre para guardar nos favoritos
    A humanidade, a humanidade do homem, ainda é um conceito completamente novo para o filósofo que não cochila em pé. A velha questão do próprio homem continua por ser inteiramente reelaborada, não apenas em relação às ciências do vivo, não apenas em relação ao que se nomeia com essa palavra geral, homogênea e confusa, o animal, mas em relação a todos os traços que a metafísica reservou ao homem e que nenhum deles resiste à análise.

    DERRIDA, J. Papel-máquina. São Paulo: Estação Liberdade, 2004.

    No trecho, caracteriza-se o seguinte tema fundamental do pensamento filosófico contemporâneo:
    Escolha uma alternativa para a questão 67de1786-7c
  • FB0A918C-6B

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    ENEM · 2021FácilEntre para guardar nos favoritos

    Sem negar que Deus prevê todos os acontecimentos futuros, entretanto, nós queremos livremente aquilo que queremos. Porque, se o objeto da presciência divina é a nossa vontade, é essa mesma vontade assim prevista que se realizará. Haverá, pois, um ato de vontade livre, já que Deus vê esse ato livre com antecedência.


    SANTO AGOSTINHO. O livre-arbítrio. São Paulo: Paulus, 1995 (adaptado).


    Essa discussão, proposta pelo filósofo Agostinho de Hipona (354-430), indica que a liberdade humana apresenta uma

    Escolha uma alternativa para a questão fb0a918c-6b
  • A30E648C-FF

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UNICENTRO · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Do ponto de vista filosófico, a condição humana é de ambiguidade. Porque o homem, enquanto ser, não se reduz a uma compreensão simples, o que pode levar à reafirmação de valores subjacentes no seu comportamento diário.

    A alternativa em que está corretamente relacionado o dito popular à base de crença subjacente do ser humano é a
    Escolha uma alternativa para a questão a30e648c-ff
  • 69A59D97-FF

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    “De fato, a corrupção é nociva, e, se não diminuísse o bem, não seria nociva. Portanto, ou a corrupção nada prejudica – o que não é aceitável – ou todas as coisas que se corrompem são privadas de algum bem. Isto não admite dúvida. Se, porém, fossem privadas de todo o bem, deixariam inteiramente de existir. [...]. Logo, enquanto existem, são boas. Portanto, todas as coisas que existem são boas, e aquele mal que eu procurava não é uma substância, pois, se fosse substância, seria um bem”.


    HIPPONA, Agostinho. Confissões. Coleção “Os Pensadores”.
    Livro VII, cap. XII, 1983. – Texto adaptado.


    Sobre a questão do mal em Santo Agostinho, considere as seguintes afirmações:


    I. O mal não existe sem o bem.
    II. O mal diminui o bem, e vice-versa.
    III. O mal absoluto pode existir.


    É correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 69a59d97-ff
  • 699114F3-FF

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia com atenção a seguinte passagem:


    “Diz-se livre a coisa que existe exclusivamente pela necessidade de sua natureza e que por si só é determinada a agir. E diz-se necessária, ou melhor, coagida, aquela coisa que é determinada por outra a existir e a operar de maneira definida e determinada”.

    SPINOZA, Benedictus de. Ética. Tradução e Notas de
    Tomaz Tadeu. Belo Horizonte: Autêntica, 2007, parte I,
    definição 7, p. 13. – Texto adaptado.


    Sobre a questão da liberdade divina e humana em Spinoza, considere as seguintes afirmações:


    I. Somente Deus é livre.

    II. A liberdade de Deus consiste em determinar-se por si só a operar.

    III. O homem é coagido, pois é determinado por outra coisa a operar de maneira definida e determinada.


    É correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 699114f3-ff
  • 60460F54-FD

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Segundo Tomás de Aquino, o homem é entendido como um composto de corpo e alma, fazendo eco, sobretudo, a teorias aristotélicas sobre o ser humano. Por isso, na Suma contra os gentios o filósofo afirma que “é impossível que o homem e o animal sejam uma alma servindo-se de um corpo, e não uma coisa composta de corpo e alma”.

    Fonte: TOMÁS DE AQUINO. Suma contra os gentios. Caxias do Sul: Sulina, 1990, p. 264.

    Tendo em vista esta citação, assinale a alternativa que NÃO apresenta uma característica que o Aquinata utiliza para descrever o homem:
    Escolha uma alternativa para a questão 60460f54-fd
  • 1370C8EB-FD

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Em diálogo com Evódio, Santo Agostinho afirma: “parecia a ti, como dizias, que o livre-arbítrio da vontade não devia nos ter sido dado, visto que as pessoas servem-se dele para pecar. Eu opunha à tua opinião que não podemos agir com retidão a não ser pelo livre-arbítrio da vontade. E afirmava que Deus no-lo deu, sobretudo em vista desse bem. Tu me respondeste que a vontade livre devia nos ter sido dada do mesmo modo como nos foi dada a justiça, da qual ninguém pode se servir a não ser com retidão”.

                                                                           AGOSTINHO. O livre-arbítrio, Introdução, III, 18, 47.

    Com base nessa passagem acerca do livre-arbítrio da vontade, em Agostinhoé correto afirmar que

    Escolha uma alternativa para a questão 1370c8eb-fd
  • 1360671D-FD

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    O maniqueísmo é uma filosofia religiosa sincrética e dualística fundada e propagada por Manesou Maniqueu, filósofo cristão do século III, que divide o mundo simplesmente entre Bom, ou Deus, e Mau, ou o Diabo. A matéria é intrinsecamente má e o espírito, intrinsecamente bom. Com a popularização do termo, maniqueísta passou a ser um adjetivo para toda doutrina fundada nos dois princípios opostos do Bem e do Mal.

                                                ”Wikipédia. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Manique%C3%ADsmo.

    Contra o maniqueísmo, Agostinho de Hipona (Santo Agostinho) afirmava que

    Escolha uma alternativa para a questão 1360671d-fd
  • 7921ABCF-FC

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UFT · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    No livro XI das Confissões há uma célebre investigação sobre a natureza do tempo. Aquilo sobre o que paira a discussão é a pergunta de um contestador: o que estava fazendo Deus antes do princípio do mundo? Agostinho brinca, mas rejeita a resposta ‘Preparando o inferno para pessoas que examinam com demasiada curiosidade assuntos profundos’ (Conf. XI. 12. 14).

    Fonte: KENNY, Anthony. Filosofia Medieval. São Paulo: Loyola, 2008


    Analise as afirmativas a seguir relacionadas à questão do tempo na obra Confissões de Santo Agostinho.


    I. Para Agostinho, antes do céu e da Terra serem criados não havia o tempo, e sem o tempo não pode haver nenhuma mudança.

    II. Ao tratar o tempo como uma criatura, Agostinho trata-o como uma entidade sólida comparável aos itens que compõem o Universo.

    III. A solução de Agostinho para as dificuldades por ele levantadas é declarar que o tempo está realmente só na mente.

    IV. Segundo Agostinho, em Deus o hoje não substitui o ontem, nem cede ao amanhã; há somente um único presente eterno.

    V. Para Agostinho o tempo não é nada mais do que a sucessão de passado, presente e futuro.



    Assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 7921abcf-fc
  • 797C3278-C4

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UNIOESTE · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    “(...) Em primeiro lugar, como ninguém pode amar uma coisa de todo ignorada, deve- -se examinar com diligência de que natureza é o amor dos estudantes, entendendo-se por estudantes os que ainda não sabem, mas desejam saber. Naqueles casos em que a palavra estudo não é usual, podem existir amores de ouvido: como quando o ânimo se acende em desejo de ver e de gozar devido à fama de alguma beleza, porque possui uma noção genérica das belezas corpóreas pelo fato de ter visto muitas delas, e existe no interior dele algo que aprova o que no exterior é cobiçado. Quando isto acontece, o amor não é paixão de uma coisa ignorada, pois já conhece seu gênero. Quando amamos um varão bondoso, cujo rosto nunca vimos, amamo-lo pela notícia das virtudes que conhecemos na própria verdade”


    SANTO AGOSTINHO, De Trinitade, livro 10.


    A partir do texto de Santo Agostinho, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 797c3278-c4
  • 99ED698A-B9

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Atente para a seguinte passagem, em que Santo Agostinho se questiona sobre a origem do mal: 

         “Quem me criou? Não foi o meu Deus, que é bom, e é também a mesma bondade? Donde me veio, então, o querer, eu, o mal e não querer o bem? Qual a sua origem, se Deus, que é bom, fez todas as coisas? Sendo o supremo e sumo Bem, criou bens menores do que Ele; mas, enfim, o Criador e as criaturas, todos são bons. Donde, pois, vem o mal?” 

    AGOSTINHO, Santo. Confissões; De magistro. São Paulo: Nova Cultural, 1987. Coleção “Os Pensadores”. Livro VII. Adaptado.

    Sobre esse aspecto da filosofia do bispo de Hipona, considere as seguintes afirmações: 
    I. Como os maniqueístas, de quem sofreu forte influência, Agostinho afirmava a existência do Bem e do Mal e que os homens não eram culpados de ações classificadas como más. O mal lhes era inato, portanto, não havia culpa, mas poderiam obter a salvação da alma por intermédio da graça divina.
    II. Para Agostinho, não se deveria atribuir a Deus a origem do Mal, visto que, como Sumo Bem, ele não o poderia criar. São os homens os responsáveis pela presença do Mal e cabe a estes fazerem uso de sua liberdade e escolherem entre a boa e a má ação.
    III. Dispondo do livre arbítrio, o ser humano pode optar por bens inferiores. Mas o livre arbítrio não pode ser visto como um mal em si, pois foi Deus quem o criou. Ter recebido de Deus uma vontade livre é para o ser humano um grande bem. O mal é o mau uso desse grande bem. 

    É correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão 99ed698a-b9
  • A3358B34-B6

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    ENEM · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Tomás de Aquino, filósofo cristão que viveu no século XIII, afirma: a lei é uma regra ou um preceito relativo às nossas ações. Ora, a norma suprema dos atos humanos é a razão. Desse modo, em última análise, a lei está submetida à razão; é apenas uma formulação das exigências racionais. Porém, é mister que ela emane da comunidade, ou de uma pessoa que legitimamente a representa.
    GILSON, E.; BOEHNER, P. História da filosofia cristã. Petrópolis: Vozes, 1991 (adaptado).

    No contexto do século XIII, a visão política do filósofo mencionado retoma o
    Escolha uma alternativa para a questão a3358b34-b6
  • 4A36FF76-0A

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    ENEM · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

    De fato, não é porque o homem pode usar a vontade livre para pecar que se deve supor que Deus a concedeu para isso. Há, portanto, uma razão pela qual Deus deu ao homem esta característica, pois sem ela não poderia viver e agir corretamente. Pode-se compreender, então, que ela foi concedida ao homem para esse fim, considerando-se que se um homem a usa para pecar, recairão sobre ele as punições divinas. Ora, isso seria injusto se a vontade livre tivesse sido dada ao homem não apenas para agir corretamente, mas também para pecar. Na verdade, por que deveria ser punido aquele que usasse sua vontade para o fim para o qual ela lhe foi dada?

    AGOSTINHO. O livre-arbítrio. In: MARCONDES, D. Textos básicos de ética. Rio de Janeiro: Jorge Zahar, 2008.


    Nesse texto, o filósofo cristão Agostinho de Hipona sustenta que a punição divina tem como fundamento o(a)

    Escolha uma alternativa para a questão 4a36ff76-0a
  • CCA25F3E-9C

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UECE · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Sobre a questão da liberdade em Spinoza, a filósofa brasileira Marilena Chauí afirma o seguinte: “[...] o poder teológico-político é duplamente violento. Em primeiro lugar, porque pretende roubar dos homens a origem de suas ações sociais e políticas, colocando-as como cumprimento a mandamentos transcendentes de uma vontade divina incompreensível ou secreta, fundamento da ‘razão de Estado’. Em segundo, porque as leis divinas reveladas, postas como leis políticas ou civis, impedem o exercício da liberdade, pois não regulam apenas usos e costumes, mas também a linguagem e o pensamento, procurando dominar não só os corpos, mas também os espíritos”.

    CHAUÍ, Marilena. Espinosa, uma subversão filosófica. Revista CULT, 14 de março de 2010. Disponível em: https://revistacult.uol.com.br/home/baruch-espinosa/.

    O poder teológico-político é violento, porque

    Escolha uma alternativa para a questão cca25f3e-9c
  • C9A2DB11-83

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    Universidade Federal do Ceará · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    No livro Confissões, Santo Agostinho, principal representante da Patrística medieval, trata do seguinte problema “É Deus o autor do mal?”. Desse problema advêm as seguintes indagações: “Onde está, portanto, o mal? De onde e por onde conseguiu penetrar? Qual é a sua raiz e a sua semente? Porventura não existe nenhuma? Por que recear muito, então, o que não existe?”

    Fonte: (AGOSTINHO, S. Confissões. São Paulo: Nova Cultural, 1999, p. 177 (Col. Os pensadores)).

    Com relação ao problema do mal em Confissões analise as afirmativas a seguir:

    I. todas as coisas que existem são boas, e o mal não é uma substância, pois, se fosse substância seria um bem.
    II. todas as coisas que se corrompem não são boas, pois são privadas de todo bem.
    III. o mal se não é substância, é a perversão da vontade desviada da substância suprema.
    IV. o mal é a corrupção que afeta diretamente a substância divina que está sujeita a ela.

    Com base nas afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão c9a2db11-83
  • D3C5C685-3F

    Filosofia

    A Experiência do Sagrado
    UEL · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto a seguir.


    Os corcéis que me transportam, tanto quanto o ânimo me impele, conduzem-me, depois de me terem dirigido pelo caminho famoso da divindade [...] E a deusa acolheu-me de bom grado, mão na mão direita tomando, e com estas palavras se me dirigiu: [...] Vamos, vou dizer-te – e tu escuta e fixa o relato que ouviste – quais os únicos caminhos de investigação que há para pensar, um que é, que não é para não ser, é caminho de confiança (pois acompanha a realidade): o outro que não é, que tem de não ser, esse te indico ser caminho em tudo ignoto, pois não poderás conhecer o não-ser, não é possível, nem indicá-lo [...] pois o mesmo é pensar e ser.

    PARMÊNIDES. Da Natureza, frags. 1-3. Trad. José Trindade Santos. 2. ed. São Paulo: Loyola, 2009. p. 13-15.


    Com base no texto e nos conhecimentos sobre a filosofia de Parmênides, assinale a alternativa correta.

    Escolha uma alternativa para a questão d3c5c685-3f