Questões do ENEM: Ciências Humanas e nível médio

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5.433 questões encontradas. Mostrando a página 64 de 272.

  • 4A68DBA4-0A

    História

    História Geral
    ENEM · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    O cristianismo incorporou antigas práticas relativas ao fogo para criar uma festa sincrética. A igreja retomou a distância de seis meses entre os nascimentos de Jesus Cristo e João Batista e instituiu a data de comemoração a este último de tal maneira que as festas do solstício de verão europeu com suas tradicionais fogueiras se tornaram “fogueiras de São João”. A festa do fogo e da luz no entanto não foi imediatamente associada a São João Batista. Na Baixa Idade Média, algumas práticas tradicionais da festa (como banhos, danças e cantos) foram perseguidas por monges e bispos. A partir do Concílio de Trento (1545-1563), a Igreja resolveu adotar celebrações em torno do fogo e associá-las à doutrina cristã.

    CHIANCA, L. Devoção e diversão: expressões contemporâneas de festas e santos católicos. Revista Anthropológicas, n. 18, 2007 (adaptado).


    Com o objetivo de se fortalecer, a instituição mencionada no texto adotou as práticas descritas, que consistem em

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  • 4A5AAE14-0A

    Geografia

    Agropecuária
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    Localizado a 160 km da cidade de Porto Velho (capital do estado de Rondônia), nos limites da Reserva Extrativista Jaci-Paraná e Terra Indígena Karipunas, o povoado de União Bandeirantes surgiu em 2000 a partir de movimentos de camponeses, madeireiros, pecuaristas e grileiros que, à revelia do ordenamento territorial e diante da passividade governamental, demarcaram e invadiram terras na área rural fundando a vila. Atualmente, constitui-se na região de maior produção agrícola e leiteira do município de Porto Velho, fornecendo, inclusive, alimentos para a Hidrelétrica de Jirau.

    SILVA, R. G. C. Amazônia globalizada — o exemplo de Rondônia. Confins, n. 23, 2015 (adaptado).


    A dinâmica de ocupação territorial descrita foi decorrente da

    Escolha uma alternativa para a questão 4a5aae14-0a
  • 4A4E7538-0A

    Filosofia

    A Política
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    Para Maquiavel, quando um homem decide dizer a verdade pondo em risco a própria integridade física, tal resolução diz respeito apenas a sua pessoa. Mas se esse mesmo homem é um chefe de Estado, os critérios pessoais não são mais adequados para decidir sobre ações cujas consequências se tornam tão amplas, já que o prejuízo não será apenas individual, mas coletivo. Nesse caso, conforme as circunstâncias e os fins a serem atingidos, pode-se decidir que o melhor para o bem comum seja mentir.

    ARANHA, M. L. Maquiavel: a lógica da força. São Paulo: Moderna, 2006 (adaptado).


    O texto aponta uma inovação na teoria política na época moderna expressa na distinção entre

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  • 4A475061-0A

    História

    História Geral
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    TEXTO I

    A centralização econômica, o protecionismo e a expansão ultramarina engrandeceram o Estado, embora beneficiassem a burguesia incipiente.

    ANDERSON, P. In: DEYON, P. O mercantilismo. Lisboa: Gradiva,1989 (adaptado).


    TEXTO II

    As interferências da legislação e das práticas exclusivistas restringem a operação benéfica da lei natural na esfera das relações econômicas.

    SMITH, A. A riqueza das Nações. São Paulo: Abril Cultural, 1983 (adaptado).


    Entre os séculos XVI e XIX, diferentes concepções sobre as relações entre Estado e economia foram formuladas. Tais concepções, associadas a cada um dos textos, confrontam-se, respectivamente, na oposição entre as práticas de

    Escolha uma alternativa para a questão 4a475061-0a
  • 4A312E87-0A

    Geografia

    Industrialização
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    A reestruturação global da indústria, condicionada pelas estratégias de gestão global da cadeia de valor dos grandes grupos transnacionais, promoveu um forte deslocamento do processo produtivo, até mesmo de plantas industriais inteiras, e redirecionou os fluxos de produção e de investimento. Entretanto, o aumento da participação dos países em desenvolvimento no produto global deu-se de forma bastante assimétrica quando se compara o dinamismo dos países do leste asiático com o dos demais países, sobretudo os latino-americanos, no período 1980-2000.

    SARTI, F.; HIRATUKA, C. Indústria mundial: mudanças e tendências recentes. Campinas: Unicamp, n. 186, dez. 2010.


    A dinâmica de transformação da geografia das indústrias descrita expõe a complementaridade entre dispersão espacial e

    Escolha uma alternativa para a questão 4a312e87-0a
  • 4A2AB4B9-0A

    História

    Construção de Estados e o Absolutismo
    ENEM · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Dificilmente passa-se uma noite sem que algum sitiante tenha seu celeiro ou sua pilha de cereais destruídos pelo fogo. Vários trabalhadores não diretamente envolvidos nos ataques pareciam apoiá-los, como se vê neste depoimento ao The Times: “deixa queimar, pena que não foi a casa”; “podemos nos aquecer agora”; “nós só queríamos algumas batatas, há um fogo ótimo para cozinhá-las”.

    HOBSBAWM, E.; RUDÉ, G. Capitão Swing. Rio de Janeiro: Francisco Alves, 1982 (adaptado).


    A revolta descrita no texto, ocorrida na Inglaterra no século XIX, foi uma reação ao seguinte processo socioespacial:

    Escolha uma alternativa para a questão 4a2ab4b9-0a
  • 4A1D9D1E-0A

    Sociologia

    Cultura e sociedade
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    A hospitalidade pura consiste em acolher aquele que chega antes de lhe impor condições, antes de saber e indagar o que quer que seja, ainda que seja um nome ou um “documento” de identidade. Mas ela também supõe que se dirija a ele, de maneira singular, chamando-o portanto e reconhecendo-lhe um nome próprio: “Como você se chama?” A hospitalidade consiste em fazer tudo para se dirigir ao outro, em lhe conceder, até mesmo perguntar seu nome, evitando que essa pergunta se torne uma “condição”, um inquérito policial, um fichamento ou um simples controle das fronteiras. Uma arte e uma poética, mas também toda uma política dependem disso, toda uma ética se decide aí.

    DERRIDA, J. Papel-máquina. São Paulo: Estação Liberdade, 2004 (adaptado).


    Associado ao contexto migratório contemporâneo, o conceito de hospitalidade proposto pelo autor impõe a necessidade de

    Escolha uma alternativa para a questão 4a1d9d1e-0a
  • AC689189-F9

    História

    Demandas políticas e sociais no mundo atual
    UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Esboçamos as preocupações fundamentais que a nossa peça procura refletir. A primeira e mais importante de todas se refere a uma face da sociedade brasileira que ganhou relevo nos últimos anos: a experiência capitalista que se vem implantando aqui − radical, violentamente predatória, impiedosamente seletiva − adquiriu um trágico dinamismo. O santo que produziu o milagre é conhecido por todas as pessoas de boa-fé e bom nível de informação: a brutal concentração da riqueza elevou a capacidade de consumo de bens duráveis de uma parte da população, enquanto a maioria ficou no ora veja. [Adaptado da apresentação.]


    CREONTE:

    (...)

    O trem atrasa o quê? Nem meia hora

    E o cara quebra tudo... Acha que é certo,

    Jasão?...


    JASÃO:

    Não discuto quebrar... Agora,

    quem às três da manhã tá de olho aberto,

    se espreme pra chegar no emprego às sete,

    lá passa o dia todo, volta às onze

    da noite pra acordar a canivete

    de novo às três, tinha que ser de bronze

    para fazer isso sempre, todo dia,

    levando na marmita arroz, feijão

    e humilhação...

    (...)


    CREONTE:

    Sociologia, Jasão...


    JASÃO:

    Não...

    (...)

    O cara já tá por aqui. Tá perto

    de explodir, um trem que atrasa, ele mata,

    quebra mesmo, é a gota d`água...

    BUARQUE, C.; PONTES, P. Gota d’agua: uma tragédia brasileira. Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2018.


    Encenada pela primeira vez em 1975, a premiada peça de teatro Gota d`água foi reapresentada diversas vezes. No momento em que foi escrita, como indicam seus autores, a peça buscou explicitar questionamentos sobre mudanças que afetaram a sociedade brasileira durante os governos militares.

    Tendo como base o diálogo citado acima, entre os personagens Creonte e Jasão, um dos efeitos dessas mudanças na experiência capitalista do Brasil da época foi a:

    Escolha uma alternativa para a questão ac689189-f9
  • AC610EA9-F9

    Geografia

    Geografia Política
    UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    UM MUNDO DE MUROS: AS BARREIRAS QUE NOS DIVIDEM


    Um mundo cada vez mais interconectado tem erguido muros e cercas para bloquear aqueles que considera indesejáveis. Das 17 barreiras físicas existentes em 2001 passamos para 70 hoje. Alguns separam fronteiras. Outros dividem a mesma população. Alguns freiam refugiados. Outros escondem a pobreza. Ou o medo. Ou a guerra. Ou a desigualdade. Ou a mudança climática.

    Adaptado de arte.folha.uol.com.br, 27/02/2017.


    Imagem da questão de Geografia, UERJ 2019, Geografia Política


    Os objetivos prioritários para a construção das barreiras físicas apresentadas nos mapas 1 e 2 são, respectivamente:

    Escolha uma alternativa para a questão ac610ea9-f9
  • AC5CCFFD-F9

    Geografia

    Geografia Política
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    O gueto do Norte tinha se transformado numa espécie de área colonial. A colônia era impotente porque todas as decisões importantes que afetavam a comunidade vinham de fora. Muitos de seus habitantes chegavam a ter sua vida diária dominada pelo agente da previdência e pelo policial. Os lucros obtidos por senhorios e comerciantes eram retirados e raramente reinvestidos. A única coisa positiva que a sociedade mais ampla via na favela era o fato de ela ser uma fonte de mão de obra excedente barata em tempos de prosperidade.

    Adaptado de CARSON, C. A autobiografia de Martin Luther King. Rio de Janeiro: Zahar, 2014.


    No fragmento, Martin Luther King, líder do movimento pelos direitos civis, estabelece uma comparação entre o colonialismo territorial e os eventos ocorridos no gueto negro de Lawndale, na cidade de Chicago, onde ele morou com sua família.


    Essa comparação está fundamentada no seguinte processo social:

    Escolha uma alternativa para a questão ac5ccffd-f9
  • AC582B00-F9

    Geografia

    Noções Gerais de Urbanização
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    Na administração do engenheiro e prefeito Carlos Sampaio (1920-1922), o Morro do Castelo foi totalmente demolido. A decisão causou muita polêmica, tendo sido criticada por vários intelectuais, como, por exemplo, Monteiro Lobato.


    Imagem da questão de Geografia, UERJ 2019, Noções Gerais de Urbanização


    [O Morro do Castelo] ouve sempre cochichos suspeitos nos quais um estribilho soa insistente: precisamos arrasar o Morro do Castelo! Percebe que virou negócio, que o verdadeiro tesouro oculto em suas entranhas não é a imagem de ouro maciço de Santo Inácio, e sim o panamá do arrasamento. Os homens de hoje são negocistas sem alma. Querem dinheiro. Para obtê-lo venderão tudo, venderiam até a alma se a tivessem. Como pode ele, pois, resistir à maré, se suas credenciais − velhice, beleza, pitoresco, historicidade − não são valores de cotação na bolsa?

    MONTEIRO LOBATO Adaptado de A onda verde. São Paulo: Monteiro Lobato & Cia Editores, 1922.


    De acordo com a crítica de Monteiro Lobato, transcrita acima, o arrasamento do Morro do Castelo expressou a seguinte perspectiva de intervenção urbana:

    Escolha uma alternativa para a questão ac582b00-f9
  • AC529AE8-F9

    Geografia

    Globalização
    UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, UERJ 2019, Globalização


    A primeira imagem acima ilustra a Teoria dos Lugares Centrais, elaborada com base em estudos sobre a rede de cidades do sul da Alemanha, na década de 1930. Já a segunda imagem foi feita a partir de estudos e mapeamentos das cidades globais do final do século XX.

    A comparação entre os dois estudos permite identificar a seguinte mudança vinculada às redes urbanas, ao longo do século XX:

    Escolha uma alternativa para a questão ac529ae8-f9
  • AC4F7812-F9

    História

    História Geral
    UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    1970: BRANDT DE JOELHOS EM VARSÓVIA


    Imagem da questão de História, UERJ 2019, História Geral


    Ao se ajoelhar diante do Memorial aos Heróis do Gueto de Varsóvia, em 7 de dezembro de 1970, o então chanceler federal alemão, Willy Brandt (1913-1992), protagonizou um gesto que entraria para a história como um símbolo da busca alemã pela reconciliação no pós-Guerra.

    Os nazistas haviam encurralado meio milhão de judeus no Gueto de Varsóvia. Em abril de 1943, aconteceu o levante, reprimido violentamente pelas tropas de Hitler. O cair de joelhos do chefe de governo Willy Brandt e o silêncio que se seguiu repercutiram no mundo como um símbolo de arrependimento, pedido de perdão e tentativa de reconciliação da Alemanha.

    Dentro do país, entretanto, Brandt foi até xingado. Vinte e cinco anos depois do final da Segunda Guerra, a viagem de Brandt à Polônia de regime comunista foi um tema extremamente controvertido na Alemanha. O objetivo era a assinatura do tratado de normalização das relações entre os dois países, que seria seguido de um acordo no mesmo sentido entre a Alemanha e a União Soviética.

    A coragem e a espontaneidade de Willy Brandt naquele 7 de dezembro de 1970 foram apenas um dos motivos que lhe valeram o Prêmio Nobel da Paz do ano seguinte.

    Adaptado de dw.com.


    A foto e o episódio relatado na reportagem indicam transformações que afetaram a sociedade alemã entre as décadas de 1930 e 1970.

    Uma dessas transformações, no âmbito das relações internacionais, está associada à seguinte mudança de orientação:

    Escolha uma alternativa para a questão ac4f7812-f9
  • AC44AA3B-F9

    Geografia

    Geografia Política
    UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, UERJ 2019, Geografia Política


    Os mapas acima, publicados em momentos distintos pela revista The Economist, representam o alcance calculado para os mísseis balísticos da Coreia do Norte. No mapa 1, de 03/05/2003, os mísseis não atingem plenamente o espaço continental dos Estados Unidos. O mapa 2, publicado alguns dias depois, corrige essa informação, revelando a efetiva vulnerabilidade de todo o território estadunidense àqueles artefatos militares.


    A correção das informações do mapa 1 decorre da seguinte característica desse tipo de representação da superfície terrestre:

    Escolha uma alternativa para a questão ac44aa3b-f9
  • AC41760F-F9

    Geografia

    Desenvolvimento
    UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    O BRASIL SOB A LAMA


    O Brasil viveu, na última semana, um pesadelo. O país ainda chora os 110 mortos e mais de 200 desaparecidos deixados pela avalanche de lama da sexta-feira passada, dia 25 de janeiro, em Brumadinho (MG), causada pelo rompimento de uma barragem de rejeitos da mineradora Vale. A tragédia tem um precedente muito próximo, também no Estado de Minas Gerais, em Mariana. Em 5 de novembro de 2015, o rompimento de duas paredes de contenção na represa da Samarco matou 19 pessoas e deixou um irreparável rastro de destruição ambiental.

    É assombroso constatar que, mais de três anos depois, o Brasil continua debatendo sobre os mesmos problemas que ocasionaram a primeira tragédia. Mais ainda, que durante todo este tempo nada tenha sido feito para melhorar a segurança de tais instalações. É terrível também ver como uma parte da sociedade continua demonizando a fiscalização ambiental e militando em uma dicotomia cega e antiquada entre preservação e desenvolvimento econômico.

    Adaptado de brasil.elpais.com, 01/02/2019


    NÃO HÁ DESENVOLVIMENTO SEM PROTEÇÃO AMBIENTAL


    O desastre de Brumadinho é uma boa oportunidade para refletir sobre uma visão muito disseminada no Brasil de que a proteção ambiental é um entrave ao desenvolvimento. Muitos acreditam que devemos desenhar políticas econômicas sem analisar suas consequências ambientais. Isso está profundamente equivocado. Os livros de economia das melhores universidades do mundo já não falam mais de crescimento sem considerar os seus impactos ambientais, que no passado eram tratados como simples “externalidades”. Na visão antiga, qualquer forma de extrair minério é boa porque faz a economia crescer. Não entra nessa perspectiva a análise do custo das vidas e da degradação ambiental decorrente de desastres como os de Brumadinho ou Mariana. Se os órgãos ambientais tivessem exigido maiores investimentos da Vale na segurança das barragens antes de conceder a licença, isso teria sido visto como um “entrave ambiental”.

    VIRGÍLIO VIANA

    Adaptado de brasil.elpais.com, 16/03/2019.


    Nos textos são apresentados alguns dos significados dos desastres humanos e ambientais causados pelo rompimento de barragens de rejeitos de mineração em Mariana e Brumadinho.

    Os desastres mencionados indicam a permanência do seguinte critério na relação entre desenvolvimento econômico e preservação ambiental:

    Escolha uma alternativa para a questão ac41760f-f9
  • AC3E3D5B-F9

    Geografia

    Migrações
    UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, UERJ 2019, Migrações


    Os gráficos acima são parte do resultado de uma pesquisa feita em 2015 sobre a percepção dos cidadãos de diferentes países acerca do fenômeno migratório.

    A diferença entre o percentual médio estimado pelos que responderam à pergunta e o percentual real de imigrantes em cada população nacional expressa uma grande preocupação de cidadãos europeus na atualidade.


    Uma consequência direta dessa preocupação é:

    Escolha uma alternativa para a questão ac3e3d5b-f9
  • ABC28E39-F9

    Geografia

    Geografia Física
    UERJ · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Geografia, UERJ 2019, Geografia Física


    A partir da análise do mapa, constata-se que o uso da metáfora do “arquipélago” no título da imagem expressa a seguinte característica da organização espacial do Brasil naquele momento:

    Escolha uma alternativa para a questão abc28e39-f9
  • E372E118-BA

    Geografia

    População
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Observe o gráfico abaixo, a respeito da sobremortalidade masculina (maior mortalidade da população masculina em relação à feminina) no Brasil, entre 1940 e 2015.


    Imagem da questão de Geografia, UFRGS 2019, População


    Considere as afirmações abaixo, sobre a dinâmica populacional recente no Brasil.

    I - A sobremortalidade masculina, em 2015, concentra-se nos grupos de 15 a 19 anos, de 20 a 24 anos e de 25 a 29 anos.

    II - A alta incidência de mortes entre homens jovens adultos pode ser explicada pelo grande número de óbitos por causas violentas ou não naturais, que atingem com maior intensidade a população masculina.

    III- Os altos níveis de sobremortalidade masculina no grupo de adultos jovens em 2015, quando comparados a 1940, mostram que é um fenômeno de regiões que passaram por rápido processo de urbanização e metropolização.


    Quais estão corretas?

    Escolha uma alternativa para a questão e372e118-ba
  • E368BA7A-BA

    Geografia

    População
    UFRGS · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o segmento abaixo.


    Segundo o IBGE, a partir de 2039, haverá mais idosos que crianças no país, e, em 2060, um em cada quatro brasileiros terá mais de 65 anos.

    Fonte: IBGE. Acesso em: 05 set. 2018.


    O aumento do percentual de pessoas com mais de 65 anos, no total da população brasileira projetada, está relacionado

    Escolha uma alternativa para a questão e368ba7a-ba