Geografia
EnergiaEscola Superior de Administração, Marketing e Comunicação · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
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84 questões encontradas. Mostrando a página 1 de 5.




Atente para as informações:

(Cartaz oficial da Spartakiada - Jogos Soviéticos dos Trabalhadores. Imagem disponível em: https://www.flickr.com/photos/44425842@N00/3749870799. Acesso em: 01 mar. 2019, às 09h00.)
Em 1928 [...] o Comitê Olímpico Internacional (COI) celebrava a realização da nona edição das Olimpíadas modernas [na Holanda], com a participação de 46 países e 3.014 atletas. [...] O modelo de esporte burguês do Ocidente era condenado pelos sovietes, que pregavam que a prática esportiva deveria ser voltada à disciplina e à coletividade, e não a glórias individuais. E assim pensaram: se eles têm Olimpíada assim, vamos criar a nossa própria. [...] Como forma de valorizar a força do trabalhador, o nome do evento foi inspirado na história do gladiador trácio Espártaco, que feito escravo pelos romanos, lidera, em 71 a.C., o maior levante de escravos do Império Romano.
(PADOVEZ, Élcio. A Revolta de Espártaco (1928-1936). 2018. Disponível em: http://infograficos.estadao.com.br/esportes/ copa/2018/russia/a-revolta-de-espartaco-1928-1936/. Acesso em: 01 mar. 2019, às 09h15.)
Tomando por base as informações e levando em conta a situação política mundial em 1928, julgue os itens:
I. A referência ao gladiador para nomear os jogos soviéticos, pode ser entendida como uma metáfora do trabalhador resistindo ao opressor, lutando pelo bem coletivo e não por glórias individuais, como nas olimpíadas ocidentais.
II. A recusa da União Soviética em participar das Olimpíadas na Holanda faz parte do contexto de disputas ideológicas, que caracterizaram a Guerra Fria, que já naquele momento dominava o cenário político internacional.
III. A história de Espártaco foi amplamente utilizada pelos soviéticos como forma de estimular os trabalhadores a não se sujeitarem às imposições dos capitalistas que ainda persistiam no país, levando a várias revoltas de caráter trabalhista.
Está (ão) correto (s)




Observe o gráfico elaborado pelo IGBE sobre a distribuição etária da população brasileira, registrada entre 1980 e 2010:

Com base nas informações contidas no gráfico, bem como em seus
conhecimentos sobre a população brasileira, assinale a alternativa
correta:
Leia as informações:
1968 não foi um ano qualquer. Em vários países, os jovens se rebelaram, embalados pelo sonho de um mundo novo. [...] Esse clima, que no Brasil teve efeitos visíveis no plano da cultura em geral e da arte [...], deu também impulso à mobilização social. [...] O catalisador das manifestações de rua em 1968 foi a morte de um estudante secundarista. Edson Luís foi morto pela Polícia Militar durante um pequeno protesto realizado no Rio de Janeiro, no mês de março [...]. Esses fatos criaram condições para uma mobilização mais ampla, reunindo não só os estudantes como setores representativos da Igreja e da classe média do Rio de Janeiro. O ponto alto da convergência dessas forças que se empenhavam na luta pela democratização foi a chamada Passeata dos 100 Mil, realizada em 25 de junho de 1968.
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 407-408.)

Tomando por base o excerto, assinale a alternativa que mais bem representa o momento político vivido pelo Brasil em 1968.
Atente para as informações:
Chega de saudade
A realidade é que sem ela não há paz
Não há beleza
É só tristeza e a melancolia
Que não sai de mim, não sai de mim, não sai
Mas se ela voltar
Que coisa linda, que coisa louca
Pois há menos peixinhos a nadar no mar
Do que os beijinhos que eu darei
Na sua boca
(Trecho da música Chega de Saudade, composta por Tom Jobim e Vinícius de Moraes, gravada por João Gilberto em seu primeiro compacto, lançado em 1958.
Foi tudo tão intenso no Brasil daqueles 365 dias que o livro feito para contar essa história ganhou o seguinte título: “Feliz 1958 – O ano que não devia terminar”. E não terminou. O livro do jornalista Joaquim Ferreira dos Santos, best-seller no final da década de 1990, inspira a comédia musical “1958 – A Bossa do Mundo é Nossa!”, [...] Em 1958, João Gilberto lançou o compacto de “Chega de saudade” [...] [e] as obras da nova capital do país avançaram com rapidez no planalto central [...].
(1958 - A Bossa do Mundo é nossa.
Disponível em: http://teatroemmovimento.art.br/espetaculo/ 1958-a-bossa-do-mundo-e-nossa/. Acesso em: 14 ago. 2018, às 11h00.
O monumento não tem porta
A entrada é uma rua antiga
Estreita e torta
E no joelho uma criança
Sorridente, feia e morta
Estende a mão (Trecho da música Tropicália, de Gilberto Gil e Caetano Veloso, presente no álbum Tropicália.)
O universo musical brasileiro estava saindo dos embalos da bossa nova, quando mergulhou num movimento cultural contestador e vanguardista, em plena década de 60, a Tropicália ou Tropicalismo. [...] Embora prestes a enfrentar um regime endurecido, após um golpe dentro do golpe, realizado em 1968 pela ala mais conservadora do Exército, através da promulgação do Ato Institucional número 5, o famoso AI-5, a geração dos Centros Populares de Cultura, da Arena, dos movimentos estudantis, continuava a pleno vapor no exercício de uma energia criativa que parecia inesgotável.
(SANTANA, Ana Lucia. Tropicália e Tropicalismo.
Disponível em: https://www.infoescola.com/movimentos-culturais/tropicalia-tropicalismo/.
Acesso em: 14 ago. 2018, às 11h30.)
Se no ano de 1958 o Brasil vivia uma euforia, tendo a Seleção Brasileira de Futebol, inclusive, conquistado seu primeiro título mundial na Suécia, dez anos depois a situação era bem diferente.
De acordo com as informações e tomando por base os contextos apresentados, assinale a alternativa que mais bem representa o surgimento destes movimentos culturais em cada uma das épocas.
Leia as informações para responder à questão:

[...] nas últimas décadas do século XVIII, a sociedade mineira entrava em uma fase de declínio, marcada pela queda contínua da produção de ouro e pelas medidas da Coroa no sentido de garantir a arrecadação do quinto. [...] Em sua grande maioria [os inconfidentes] constituíam um grupo da elite colonial, formado por mineradores, fazendeiros, padres envolvidos em negócios, funcionários, advogados de prestígio e uma alta patente militar [...].
(FAUSTO, Boris. História do Brasil. SP: Edusp, 2012, p. 100.)

De todos os movimentos de revolta que eclodiram no Brasil colonial, a Conjuração baiana de 1798 foi o mais abrangente em termos dos objetivos políticos, da abertura à participação das camadas populares e dos ideais de mudanças sociais propostos. Assim como os inconfidentes mineiros, os conjurados baianos defendiam a emancipação política do Brasil através do rompimento do pacto colonial. Mas foram mais além, ao propor profundas mudanças sociais como a abolição dos privilégios vigentes que garantissem a igualdade entre os homens, de diferentes raças e cor, e o fim da escravidão.
(Conjuração Baiana teve grande participação popular.
Disponível em: https://educacao.uol.com.br/disciplinas/historia-brasil/ conjuracao-baiana-revolta-dos-alfaiates-teve-grande-participacao-popular.htm.
Acesso em: 15 ago. 2018, às 17h40.)
Tomando por base as informações e o contexto por elas retratado, julgue os itens:
I. A ausência de negros na primeira imagem, bem como as vestimentas dos participantes, aponta para o caráter elitista da Conjuração Mineira, em oposição ao caráter popular da rebelião na Bahia, na qual os principais líderes eram negros.
II. Apesar de ambas as conspirações terem sofrido influências comuns, como a dos ideais iluministas, enquanto a Mineira apresentou caráter econômico, a Baiana apresentou um conteúdo social.
III. Apesar das diferenças em relação aos participantes, ambas as conspirações apresentaram a abolição da escravidão como um princípio básico de seus projetos políticos e sociais.
Está (ão) correto (s):