Geografia
- Impactos e soluções nos meios natural e rural
- Prova de 2017
- IF-RR
- Dificuldade: Fácil
- Código da questão: 12FCC9F7-B6
Questões filtradas
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Leia o excerto e analise o gráfico a seguir:
Índia supera China e se torna o país mais populoso
Estimativas foram divulgadas em relatório das Organizações das Nações Unidas (ONU)
Com a virada do mês de abril para maio de 2023, a Índia se tornou o país mais populoso do mundo, alcançando um total estimado de 1.428.600.000 pessoas (1,4286 bilhão), segundo o “Relatório sobre a situação da população mundial”, do Fundo de População das Nações Unidas (Unfpa), publicado em 19 de abril. Com isso, a população indiana ultrapassou a da China (1.425.700.000 de pessoas), que mantinha a primeira posição desde o início da publicação do estudo, em 1950.
Fonte: Adaptado de https://encurtador.com.br/RReid Acesso em 04 de jul. de 2024.

Fonte: Adaptado de https://encurtador.com.br/WWBW1 Acesso em 12 de ago. de 2024.
Considerando os últimos 40 anos e, levando em conta as dinâmicas populacionais de Índia e China, um fator determinante que contribuiu para a troca de posição entre os dois países na condição de nação mais populosa do mundo foi:
Rodrigo Duarte, um destacado intérprete da Escola de Frankfurt no Brasil, afirma que, na indústria cultural, “encontram-se embutidos atos de violência, oriundos do comprometimento tanto econômico quanto ideológico da indústria cultural com o status quo: ela precisa, por um lado, lucrar, justificando sua posição de próspero ramo de negócios; por outro, ela tem de ajudar a garantir a adesão das massas diante da situação precária em que elas se encontram no capitalismo tardio”.
.DUARTE, Rodrigo. Indústria Cultural: uma introdução. Rio de Janeiro: Editora FGV, 2010, p. 49.
“Talvez [...] a verdade nada mais seja do que uma certa purificação das paixões e seja, portanto, a temperança, a justiça, a coragem; e a própria sabedoria não seja outra coisa do que esse meio de purificação.”
Nessa fala de Sócrates, a “purificação” das paixões ocorre na medida em que a alma se afasta do corpo pela “força” da sabedoria. Com base nisso, assinale a afirmação FALSA.
Na Rússia de 1927, a escritora, jornalista e revolucionária russa, Aleksandra Mikháilovna Kollontai, publicava na Revista das Mulheres o artigo “As combatentes no dia do grande Outubro”. O Texto abaixo apresenta fragmentos do referido artigo.
AS COMBATENTES NO DIA DO GRANDE OUTUBRO
Para a Grande Revolução de Outubro, quem foram elas? Indivíduos? Não, uma massa, dezenas, centenas de milhares de heroínas anônimas que caminharam lado a lado com operários e camponeses em nome da bandeira vermelha, com o lema dos sovietes, através das ruínas do odioso passado religioso e tsarista em direção a um novo futuro...
Se olharmos para o passado, veremos essas massas de heroínas anônimas nos dias de Outubro em cidades famélicas, em vilas destituídas e espoliadas pela guerra. (...) Para onde quer que se olhe, por toda parte há mulheres: nos comícios, reuniões, manifestações...
(...) Algum dia os historiadores escreverão sobre o que fizeram essas heroínas anônimas, mortas no front, executadas pelos brancos. (...) E quantas “anônimas”?
Fonte: SCHNEIDER, Graziela. A Revolução das Mulheres: emancipação feminina na Rússia Soviética. São Paulo: Boitempo Editorial, 2017, pp. 265-270
Sobre o valor histórico do artigo, é CORRETO afirmar que se trata de:

Johannes Hessen afirma,sobre o empirismo e o racionalismo na modernidade, que “quem enxerga no pensamento humano, na razão, o único fundamento do conhecimento, está convencido da independência e especificidade psicológica do processo de pensamento. Por outro lado, quem fundamenta todo conhecimento na experiência negará independência, mesmo sob o aspecto psicológico, ao pensamento”.
Relacione empirismo e racionalismo à descrição apresentada por Hessen e assinale a afirmação verdadeira.
Observe as imagens abaixo:


Sobre o contexto histórico de atuação dos dois movimentos na Era Vargas, representados pelos cartazes, assinale a alternativa CORRETA:
“É o saber da história como possibilidade e não como determinação. O mundo não é. O mundo está sendo. Como subjetividade curiosa, inteligente, interferidora na objetividade com que dialeticamente me relaciono, meu papel no mundo não é só o de quem constata o que ocorre mas também o de que intervém como sujeito de ocorrências. Não sou apenas objeto da História mas seu sujeito igualmente. No mundo da História, da cultura, da política, constato não para me adaptar mas para mudar.”
FREIRE, Paulo. Pedagogia da autonomia. São Paulo: Paz e Terra, p. 76-77.
O trecho acima apresenta uma visão acerca da história, que pode ser associada à concepção