Geografia
- Geografia Econômica
- Prova de 2019
- IF-BA
- Dificuldade: Médio
- Com imagem
- Código da questão: 63D87B50-D8

Questões filtradas
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O relato do revolucionário Gregório Bezerra, nascido em 13 de março de 1900, expõe muito do drama social brasileiro: da seguinte forma:
“Gregório Bezerra só foi comer um “prato de arroz com farofa e carne de porco” aos 7 anos, quando já trabalhava como pequeno lavrador na fazenda de um velho latifundiário. Costumava fazer uma única refeição: farinha com migalhas de charque ou “pirão de água fria com um naco de bacalhau.”
PRIORE, Mary Del. Histórias da Gente Brasileira, volume 3, República – Memórias. Rio de Janeiro: LeYa, 2017. p. 286.
Na Primeira República ou República Velha (1889-1930) no Brasil, a estrutura da economia brasileira de natureza agrário exportadora e latifundiária era a simbiose de um regime político que tinha como característica:
I – O poder oligárquico coronelista excludente da participação da maioria.
II – Os potentados locais controlavam o sistema eleitoral, fraudando o voto que era aberto e não secreto.
III – A Comissão Verificadora dos Poderes foi estabelecida pela “Política dos Governadores” fortalecendo o “jogo oligárquico”.
IV – Os latifundiários tinham o controle social dos trabalhadores rurais fortalecendo o seu mando político.
Marque a alternativa que apresenta as proposições verdadeiras:
Examine o mapa.
Migração na década de 2000

Diferentemente do padrão registrado desde a década de
1950, um novo e importante fluxo migratório se estabeleceu
no Brasil. Esse novo padrão de deslocamento da população,
com maior vigor a partir dos anos 2000, corresponde à

Da ilha amazônica de Marajó ao interior do Piauí, os padres da Companhia possuíam extensas fazendas de gado e de cavalos. No Amazonas, as flotilhas de canoas dos jesuítas aportavam todos os anos em Belém com invejáveis quantidades de cacau, cravo-da-índia, canela e salsaparrilha, cultivados às margens dos principais afluentes do grande rio. A Companhia possuía direitos e privilégios que incluíam a total isenção em Portugal e no Brasil de taxas alfandegárias para todos os seus produtos.
(Daniel Alden. “O período final do Brasil colônia: 1750-1808”.
In: Leslie Bethell (org.) História da América Latina:
A América Latina Colonial, vol. II, 1999. Adaptado.)
O Marquês de Pombal, ministro do rei D. José I, expulsou a
Companhia de Jesus de Portugal e do Brasil em 1759. A sua
decisão visou, entre outros objetivos,