Questões do ENEM: Linguagens e Ortografia

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Resultados

151 questões encontradas. Mostrando a página 4 de 8.

  • 27C63524-DB

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Em qual das alternativas abaixo todas as palavras retiradas do texto são acentuadas graficamente pelo mesmo motivo?
    Escolha uma alternativa para a questão 27c63524-db
  • F46E591A-D9

    Português

    Ortografia
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto II para resolver a questão

    Texto II

    Em 27 de julho de 2016, circulou nas redes sociais uma foto na qual um médico do interior de São Paulo exibe um receituário com os seguintes dizeres: “Não existe peleumonia e nem raôxis”. Segundo reportagens da época, a imagem seria uma forma de médico debochar da forma não-padrão de falar de um paciente seu, que havia acabado de ser atendido. O caso gerou polêmica, levando posteriormente o médico a ser demitido de seu emprego por sua atitude – a qual ele teria classificado como “uma brincadeira de Facebook”. Em 29 de julho, a médica mineira Júlia Rocha também participou desse debate ao publicar em rede social uma resposta à foto original. A resposta da médica pode ser lida na imagem a seguir: 


    Imagem da questão de Português, da prova de 2017
    Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ medico-debocha-de-paciente-na-internet-nao-existe-peleumonia.html http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/ apos-foto-medico-pede-desculpas-e-diz-foi-uma-brincadeira-de-facebook.html http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2016/08/01/ medica-e-alvo-de-ofensas-na-internet-apos-criticar-colega -de-profissao-que-debochou-de-paciente-246826.php Acesso em: 27/04/2017
    De acordo com a ortografia padrão, os termos "peleumonia" e "incrusive", presentes no texto, teriam de ser substituídos por:
    Escolha uma alternativa para a questão f46e591a-d9
  • 983D37CE-D5

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Aspectos relevantes para a observação da relação fala e escrita


    1. Na tradição filosófica ocidental, nos acostumamos a distinguir entre natureza e cultura, atribuindo à cultura tudo aquilo que não se dá naturalmente. No entanto, hoje, esta distinção está cada vez mais difícil de ser mantida, como, de resto, acontece em todas as dicotomias. O certo é que a cultura é um dado que torna o ser humano especial no contexto dos seres vivos. Mas, o que o torna ainda mais especial é o fato de ele dispor de uma linguagem simbólica articulada que é muito mais do que um sistema de classificação, pois é também uma prática que permite que estabeleçamos crenças e pontos de vista diversos ou coincidentes sobre as mesmas coisas. Daí ser a língua um ponto de apoio e de emergência de consenso e dissenso, de harmonia e luta. Não importa se na modalidade escrita ou falada.

    2. Nessa perspectiva, seria útil ter presente que, assim como a fala não apresenta propriedades intrínsecas negativas, também a escrita não tem propriedades intrínsecas privilegiadas. São modos de representação cognitiva e social que se revelam em práticas específicas. Postular algum tipo de supremacia ou superioridade de alguma das duas modalidades seria uma visão equivocada, pois não se pode afirmar que a fala é superior à escrita ou vice-versa. Em primeiro lugar, deve-se considerar o aspecto que se está comparando e, em segundo, deve-se considerar que esta relação não é homogênea nem constante.

    3. Do ponto de vista cronológico, a fala tem grande precedência sobre a escrita, mas do ponto de vista do prestígio social, a escrita é vista como mais prestigiada que a fala. Não se trata, porém, de algum critério intrínseco nem de parâmetros linguísticos e sim de postura ideológica. Por outro lado, há culturas em que a fala é mais prestigiada que a escrita.

    4. Mesmo considerando a enorme e inegável importância que a escrita tem nos povos e nas civilizações letradas, continuamos povos orais. A oralidade jamais desaparecerá e sempre será, ao lado da escrita, o grande meio de expressão e de atividade comunicativa. A oralidade enquanto prática social é inerente ao ser humano e não será substituída por nenhuma tecnologia. Ela será sempre a porta de nossa iniciação à racionalidade e fator de identidade social, regional, grupal dos indivíduos.


                                         (Luís Antônio Marcuschi. Da fala para a escrita. São Paulo: Editora Contexto, 2001, p. 35-36)
    Avaliando as relações de sentido entre algumas palavras do Texto, podemos admitir que entre as palavras ou expressões:
    Escolha uma alternativa para a questão 983d37ce-d5
  • F9E4834F-CC

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    TRABALHO ESCRAVO É AINDA UMA REALIDADE NO BRASIL

    Esse tipo de violação não prende mais o indivíduo a correntes, mas acomete a liberdade do trabalhador e o mantém submisso a uma situação de exploração.

    (1) O trabalho escravo ainda é uma violação de direitos humanos que persiste no Brasil. A sua existência foi assumida pelo governo federal perante o país e a Organização Internacional do Trabalho (OIT) em 1995, o que fez com que se tornasse uma das primeiras nações do mundo a reconhecer oficialmente a escravidão contemporânea em seu território. Daquele ano até 2016, mais de 50 mil trabalhadores foram libertados de situações análogas à de escravidão em atividades econômicas nas zonas rural e urbana.
    (2) Mas o que é trabalho escravo contemporâneo? O trabalho escravo não é somente uma violação trabalhista, tampouco se trata daquela escravidão dos períodos colonial e imperial do Brasil. Essa violação de direitos humanos não prende mais o indivíduo a correntes, mas compreende outros mecanismos, que acometem a dignidade e a liberdade do trabalhador e o mantêm submisso a uma situação extrema de exploração.
    (3) Qualquer um dos quatro elementos abaixo é suficiente para configurar uma situação de trabalho escravo: TRABALHO FORÇADO: o indivíduo é obrigado a se submeter a condições de trabalho em que é explorado, sem possibilidade de deixar o local seja por causa de dívidas, seja por ameaça e violências física ou psicológica. JORNADA EXAUSTIVA: expediente penoso que vai além de horas extras e coloca em risco a integridade física do trabalhador, já que o intervalo entre as jornadas é insuficiente para a reposição de energia. Há casos em que o descanso semanal não é respeitado. Assim, o trabalhador também fica impedido de manter vida social e familiar.
    SERVIDÃO POR DÍVIDA: fabricação de dívidas ilegais referentes a gastos com transporte, alimentação, aluguel e ferramentas de trabalho. Esses itens são cobrados de forma abusiva e descontados do salário do trabalhador, que permanece sempre devendo ao empregador.
    CONDIÇÕES DEGRADANTES: um conjunto de elementos irregulares que caracterizam a precariedade do trabalho e das condições de vida sob a qual o trabalhador é submetido, atentando contra a sua dignidade.
    (4) Quem são os trabalhadores escravos? Em geral, são migrantes que deixaram suas casas em busca de melhores condições de vida e de sustento para as suas famílias. Saem de suas cidades atraídos por falsas promessas de aliciadores ou migram forçadamente por uma série de motivos, que podem incluir a falta de opção econômica, guerras e até perseguições políticas. No Brasil, os trabalhadores provêm de diversos estados das regiões Centro-Oeste, Nordeste e Norte, mas também podem ser migrantes internacionais de países latino-americanos – como a Bolívia, Paraguai e Peru –, africanos, além do Haiti e do Oriente Médio. Essas pessoas podem se destinar à região de expansão agrícola ou aos centros urbanos à procura de oportunidades de trabalho.
    (5) Tradicionalmente, o trabalho escravo é empregado em atividades econômicas na zona rural, como a pecuária, a produção de carvão e os cultivos de cana-de-açúcar, soja e algodão. Nos últimos anos, essa situação também é verificada em centros urbanos, principalmente na construção civil e na confecção têxtil.
    (6) No Brasil, 95% das pessoas submetidas ao trabalho escravo rural são homens. Em geral, as atividades para as quais esse tipo de mão de obra é utilizado exigem força física, por isso os aliciadores buscam principalmente homens e jovens. Os dados oficiais do Programa Seguro-Desemprego de 2003 a 2014 indicam que, entre os trabalhadores libertados, 72,1% são analfabetos ou não concluíram o quinto ano do Ensino Fundamental.
    (7) Muitas vezes, o trabalhador submetido ao trabalho escravo consegue fugir da situação de exploração, colocando a sua vida em risco. Quando tem sucesso em sua empreitada, recorre a órgãos governamentais ou organizações da sociedade civil para denunciar a violação que sofreu. Diante disso, o governo brasileiro tem centrado seus esforços para o combate desse crime, especialmente na fiscalização de propriedades e na repressão por meio da punição administrativa e econômica de empregadores flagrados utilizando mão de obra escrava.
    (8) Enquanto isso, o trabalhador libertado tende a retornar à sua cidade de origem, onde as condições que o levaram a migrar permanecem as mesmas. Diante dessa situação, o indivíduo pode novamente ser aliciado para outro trabalho em que será explorado, perpetuando uma dinâmica que chamamos de “Ciclo do Trabalho Escravo”.
    (9) Para que esse ciclo vicioso seja rompido, são necessárias ações que incidam na vida do trabalhador para além do âmbito da repressão do crime. Por isso, a erradicação do problema passa também pela adoção de políticas públicas de assistência à vítima e prevenção para reverter a situação de pobreza e de vulnerabilidade de comunidades.

    Adaptado.SUZUKI, Natalia; CASTELI, Thiago. Trabalho escravo é ainda uma realidade no Brasil.
    Disponível em:<http://www.cartaeducacao.com.br/aulas/fundamental-2/trabalho-escravo-e-ainda-uma-realidade-no-brasil/> .
    Acesso:19 mar. 2017.
    A respeito das regras do Novo Acordo Ortográfico, assinale a opção CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão f9e4834f-cc
  • DB35C3BB-C1

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder às questões, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    MIDANI, André. Do vinil ao download. Rio de janeiro: Nova Fronteira, 2015. Adaptado.

    Observe as afirmativas a seguir.

    I - têm (l. 03) recebe acento circunflexo, pois o sujeito desse verbo está no plural.

    II - última (l. 04), música (l. 10), magnífica (l. 11), árabe (l. 11) e rítmico (l. 11) são acentuadas graficamente pela mesma razão.

    III - história (l. 13), século (l. 15) e iorubá (l. 16) são acentuadas graficamente pela mesma razão.

    Está(ão) correta(s)
    Escolha uma alternativa para a questão db35c3bb-c1
  • 7D343490-B6

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Federal dos Vales do Jequitinhonha e Mucuri de Minas Gerais · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    Texto II

         Em 27 de julho de 2016, circulou nas redes sociais uma foto na qual um médico do interior de São Paulo exibe um receituário com os seguintes dizeres: “Não existe peleumonia e nem raôxis”. Segundo reportagens da época, a imagem seria uma forma de médico debochar da forma não-padrão de falar de um paciente seu, que havia acabado de ser atendido. O caso gerou polêmica, levando posteriormente o médico a ser demitido de seu emprego por sua atitude – a qual ele teria classificado como “uma brincadeira de Facebook”. Em 29 de julho, a médica mineira Júlia Rocha também participou desse debate ao publicar em rede social uma resposta à foto original. A resposta da médica pode ser lida na imagem a seguir: 

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017


    Fonte: http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/
    medico-debocha-de-paciente-na-internet-nao-existe-peleumonia.html http://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2016/07/
    apos-foto-medico-pede-desculpas-e-diz-foi-uma-brincadeira-de-facebook.html http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/mundo/brasil/noticia/2016/08/01/
    medica-e-alvo-de-ofensas-na-internet-apos-criticar-colega
    -de-profissao-que-debochou-de-paciente-246826.php
    Acesso em: 27/04/2017
    De acordo com a ortografia padrão, os termos "peleumonia" e "incrusive", presentes no texto, teriam de ser substituídos por:
    Escolha uma alternativa para a questão 7d343490-b6
  • 16F278A4-B3

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    IF-MT · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    A ortoepia consiste na pronúncia correta dos grupos fônicos e a prosódia relaciona-se com a correta acentuação das palavras, em conformidade com a norma culta da Língua Portuguesa. Considerando essas noções, leia as orações abaixo e assinale a alternativa CORRETA.
    Escolha uma alternativa para a questão 16f278a4-b3
  • F6BF2BA1-B2

    Português

    Emprego do hífen
    IF-PE · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 2

    “O BONZINHO SE DÁ MAL”: GENEROSIDADE E MANIPULAÇÃO


    (1) Você tenta levar sua vida direitinho. Busca ser cordial e ter empatia com o semelhante. Trata o outro bem, pois acha que é assim que qualquer criatura merece ser tratada. Com quem gosta mais, vai além. Se lhe sobra, compartilha. Quando vê o erro, o instinto de proteção passa na frente e você tenta alertar. Se cabem dois, por que ir sozinho? Isso te alegra, então eu fico contente.

    (2) A você, tudo isso parece ser natural, orgânico. E daí você se engana. De forma egoísta, acha que tem o direito de retirar do outro o direito de ser quem ele é. Quer recíproca, similaridade, espelhamento de atitudes. Vê injustiça na troca, acha que faz mais e recebe menos. “Trouxa, agora está aí cultivando mágoas. Da próxima vez, farei diferente”. E não reflete sobre tudo o que se passou.

    (3) Ser verdadeiramente generoso é uma virtude que contempla um pequeno punhado de pessoas. Em geral, emprestamos em vez de doar. E não fazemos isso por uma debilidade de caráter: a vida se mantém a partir de trocas, tudo só existe em relação.

    (4) Quando tentamos oferecer algo gratuitamente, inconscientemente esperamos alguma contrapartida: reconhecimento, carinho, atenção, prestígio, escuta, aprovação. Às vezes, buscamos apenas sermos percebidos e validados naquilo que somos, mas não cremos ser. É bem comum. Nisso, tornam-se admiráveis os que ajudam desconhecidos, sem se importarem com os problemas dos que estão próximos – a quem poderão cobrar pela generosidade?

    (5) O mesmo vale para os mercenários: aqueles que sabem dar preço às coisas mais impalpáveis, que encontram equivalência entre dois valores tão díspares, mas deixam as intenções às claras. Só nos sentimos enganados quando não deixamos às claras o preço das nossas atitudes.

    (6) A generosidade é uma das formas mais primitivas de manipulação desenvolvidas pelo ser humano. Vem do berço. Mais precisamente, do colo. A nossa primeira referência de doação vem da mãe, ou de quem exerceu esse papel. O bebê, indefeso e incapaz, estará submetido à oferta que provém dessa fonte. E aí aprendemos o que é chantagem emocional, que mais tarde se traduzirá no duelo entre o “só eu sei o que fiz por você” versus “você poderia ser melhor para mim”. Quem sai vencedor? A culpa. Justo ela, uma das emoções mais tóxicas que povoam nossa alma.

    (7) O comportamento de abuso é fruto desse eixo desestrutural, seja para o abusador ou para o abusado. Há, inclusive, uma espécie de alternância entre esses papéis. Quando o dito generoso se vê menosprezado pelo outro, diz: isso é um absurdo, depois de tudo que eu fiz. Mas não percebe o quanto esse fazer é, em si, uma atitude abusiva.

    (8) Isso não é uma ode ao egoísmo ou à ganância. Mas a partilha saudável é aquela que se dá em acordo, de forma pura. Se não consegue, melhor não ser generoso, para também não ser hipócrita. Ou, pior: emitir faturas para guardá-las na gaveta, à espera da melhor oportunidade de apresentá-la àquele que julgar devedor. Não esqueçamos: são as boas intenções que lotam o inferno.

    TORRES, João Rafael. “O bonzinho se dá mal”: generosidade e manipulação. Disponível em: https://www.metropoles.com/colunas-blogs/psique/o-bonzinho-se-da-mal-generosidade-e-manipulacao. Acesso: 08 out. 2017(adaptado).

    No 4º parágrafo do TEXTO 2, há o emprego da palavra contrapartida. Esse termo possui um prefixo que exige o uso do hífen em alguns casos, segundo o Novo Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Assinale a alternativa que contém a grafia CORRETA de palavras com o prefixo contra-.
    Escolha uma alternativa para a questão f6bf2ba1-b2
  • C8D317E1-B2

    Português

    Emprego do hífen
    IF-PE · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o TEXTO 1 para responder à questão.


    TEXTO 1

    Sírios fogem de guerra civil e partem para Europa
    2.png (415×320)

    LATUFF. Sírios fogem de guerra civil e partem para Europa. Operamundi. Disponível em: <http://operamundi.uol.com.br/conteudo/opiniao/41596/charge+do+latuff+sirios+fogem+de+guerra+civil+e+partem+p
    ara+europa.shtm>. Acesso: 09 maio 2017.

    Após a implementação definitiva do Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa entre as nações lusófonas, muitas palavras, - a exemplo de “mão-de-obra” e “dor-de-cabeça”, que aparecem no TEXTO 1 e que agora passam a ser escritas “mão de obra” e “dor de “cabeça”, perderam o hífen. Embora, nas alternativas a seguir, todas as palavras compostas estejam escritas com hífen, apenas uma delas o manteve após o referido Acordo Ortográfico, assinale a alternativa em que ela aparece.
    Escolha uma alternativa para a questão c8d317e1-b2
  • B0F3BB1F-B1

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    UDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    TEXTO 4


    A PARTE BOA ERA LU.

    TENTOU ESCOLA.

    DOIS DIAS.

    NO TERCEIRO,

    SE JOGOU NO CHÃO.

    NEM ARRASTADO.

    JÁ NÃO FALAVA,

    DESCONFIARAM:

    ELE ESTAVA COM

    ALGUM PROBLEMA.

    SÓ PODIA SER A MÃE.

    FUGIU DALI.

    ISSO DÁ PROBLEMA,

    MÃE FUGIR.

    TODO MUNDO ACHA.

    PROBLEMA CERTO.

    CLARO QUE É.

    MAS TINHA MAIS.

    LU PODIA NÃO FALAR,

    MAS COMPUTAVA.

    E A MÃE LEVOU O NOTE.

    ESTÁ CERTO.

    RUIM, MÃE IR.

    MAS LU POUCO A VIA.

    ERA CHEGADA

    A UMA BALADA.

    ALI, NO MEIO DO NADA.

    QUEM CUIDAVA DELE

    ERA O PAI.

    SEMPRE FOI.

    SEM A MÃE, FOI RUIM.

    SEM O NOTE, FOI PIOR.

    DAÍ QUEREREM

    UMA BABÁ.

    PRESENÇA FEMININA.

    PODIA AJUDAR.

    E CHAMARAM CARLA.


    VIGNA, Elvira. Vitória Valentina.1ª. ed. Rio de Janeiro: Lamparina, 2016.

    Assinale a alternativa correta em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna, e ao Texto 4.
    Escolha uma alternativa para a questão b0f3bb1f-b1
  • A359886A-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Norte do Paraná · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    (Disponível em: <coisasdamiroca.centerblog.net/6775-tirinha-adoramos-cestas-sestas-sextas-74>. Acesso em: 18 jul. 2017.)

    Com relação às palavras “cestas” e “sextas”, considere as afirmativas a seguir.


    I. As duas palavras pertencem à mesma classe gramatical.
    II. São paroxítonas e pronunciadas com “e” fechado.
    III. Apresentam a mesma pronúncia, mas grafia e significado diferentes.
    IV. A substituição de uma palavra pela outra não altera o significado.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a359886a-b1
  • 6E3E8AE2-1B

    Português

    Advérbios
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Contrariando a mais elementar psicologia, mal perdemos uma pessoa amada, todos nos instigam a passar por cima.” (Linhas 21-22)
    Escolha uma alternativa para a questão 6e3e8ae2-1b
  • 6E37D1DD-1B

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    IFN-MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    “Ordens aqui e ali, alguém sopra as falas, outro desenha os gestos, vai sair tudo bem: nada depressivo nem negativo, tudo tem de parecer uma festa, noite de estreia com adrenalina a aplausos ao final.” (Linhas 48-49)


    Marque a opção cujas palavras obedecem a mesma regra de acentuação ortográfica da palavra “estreia”, de acordo com a recente reforma ortográfica da Língua Portuguesa:

    Escolha uma alternativa para a questão 6e37d1dd-1b
  • 3B3D7279-9B

    Português

    Coesão e coerência
    FGV · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                  Quando você significa eu


          Outro dia, deitado no divã em uma seção de análise, descrevi meus sentimentos. “Quando sobe a raiva, você perde a capacidade de ser generoso.” Antes de terminar a frase, eu me dei conta de que tinha usado “você”, apesar de estar descrevendo um comportamento meu. Instintivamente repeti a frase. “Quando sobe a raiva, eu perco a capacidade de ser generoso.”

          Não me senti bem. Não era o que eu queria expressar. O que seria esse estranho “você” que havia usado falando de mim, e seguramente não me referindo a ele, meu analista, que era o único na sala? Como você sabe, o “você” normal é usado como nessa frase, para se referir ao interlocutor. Descobri que esse estranho “você” é o chamado “você” genérico e pode significar muitas coisas, entre elas “eu e toda a humanidade”. O que eu queria dizer era o seguinte: “Quando sobe a raiva, eu e toda a humanidade perdemos a capacidade de sermos generosos.” Ao usar o “você” genérico estava tentando me eximir um pouco da culpa.

          Imagine qual não foi minha surpresa ao me deparar com um estudo que investiga exatamente em que condições as pessoas usam esse “você” genérico. O prazer é grande quando você (o prazer é meu, mas estou usando o “você “genérico para expressar minha esperança que você também tenha esse prazer) lê sobre algo que já observou.

                                  Fernando Reinach, O Estado de S. Paulo, 08/04/2017.  

    Considere a correção proposta para o sublinhado nos seguintes trechos do texto:


    I “em uma seção de análise”: em uma sessão de análise.

    II “eu e toda a humanidade”: eu e toda humanidade.

    III “para expressar minha esperança que você também tenha esse prazer”: para expressar minha esperança de que você também tenha esse prazer.


    Está de acordo com a norma culta o que se propõe em

    Escolha uma alternativa para a questão 3b3d7279-9b
  • BF3B63FE-07

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    UNICENTRO · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    UNGUER, Roberto Mangabeira. Uma vida Humana. Folha de São Paulo, São Paulo, 11 setembro [2001?]. Opinião, Tendências/Debates.

    Marque V ou F, conforme sejam as afirmativas verdadeiras ou falsas.


    ( ) Em “Cada um de nós nasce enquadrado.” (l. 1), o termo qualificador “enquadrado” poderia ser usado no plural concordando com o pronome “nós”.

    ( ) As palavras “época” (l. 4), “indivíduo” (l. 7), “espírito” (l. 11) e “raízes” (l. 15) são acentuadas pela mesma razão.

    ( ) Em “Para que ela não nos desumanize, temos de continuar a senti-la” (l. 23-24), o pronome”ela” e a contração “la” são termos anafóricos que retomam a palavra “mutilação” (l. 22).

    ( ) As vírgulas em “Depois, já mutilados e lutando, vemo-nos novamente presos” (l. 28-29) são aplicadas pelo mesmo motivo que em “Rendemo-nos, por descrença e desesperança, a essa circunstância” (l. 32-33).


    A alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo, é a

    Escolha uma alternativa para a questão bf3b63fe-07
  • 26B41E8F-FF

    Português

    Morfologia
    Universidade Federal do Ceará · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    Disponível em http://www.bbc.com/portuguese/noticias/2015/05/150428_parainglesver_adamsmith2_ss. Acesso em 25 ago. 2016.


    Com base no texto 02, da Língua Portuguesa I, responda à questão.

    Faz o plural como “vira-latas” (linha 32) o vocábulo:
    Escolha uma alternativa para a questão 26b41e8f-ff
  • 268BC09F-FF

    Português

    Emprego do hífen
    Universidade Federal do Ceará · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    FREYRE, Gilberto. Casa-Grande & Senzala. Rio de Janeiro: Editora Record, 1998. p. 18 a 31

    Com base no texto 01 da Língua Portuguesa I, responda à questão.


    O texto 01, escrito antes da Reforma Ortográfica (Decreto Nº 6.583, de 29 de setembro de 2008), não adota as normas ortográficas hoje vigentes, o que mostra a grafia da palavra:
    Escolha uma alternativa para a questão 268bc09f-ff
  • 2BC84D2C-FD

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Universidade Federal do Ceará · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

    MEIRELES, Cecília. Obra poética. Rio de Janeiro: Nova Aguilar, 1983, p. 8.


    A questão baseia-se no texto 2 da Língua Portuguesa I. 
    A musicalidade do poema é dada, entre outros recursos, pelo emprego, em mais de uma estrofe, de:
    Escolha uma alternativa para a questão 2bc84d2c-fd
  • 04AF1E94-FD

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    UNICENTRO · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2016

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    BOFF, Leonardo. Cultura da paz. Disponível em: . Acesso em: 12 jul. 2016. Adaptado.

    No que diz respeito aos recursos linguísticos presentes no texto, está correto o que se afirma em
    I. O termo preposicionado “da natureza” (l. 3) exerce a mesma função sintática que “de comunicação” (l. 7), ambos tendo valor passivo, pois completam o sentido de um nome.
    II. O vocábulo “países” (l. 6) é acentuado, porque o -i- do hiato não aparece antecedido de ditongo, forma sílaba sozinho, e não vem seguido de -nh, enquanto a acentuação do ditongo aberto -oi- de “heróis” (l. 6) e de “mói” (l. 18) deve-se, respectivamente, ao fato de se tratar de palavra oxítona e de um monossílabo tônico.
    III. A presença do sinal de crase em “à magnificação” (l. 8) revela a fusão de duas vogais idênticas, embora pertencentes a classes gramaticais diferentes, sendo uma decorrente de regência verbal, e outra determinante de um nome feminino.
    IV. Os verbos em negrito no fragmento “superar ou controlar a violência” (l. 14-15) classificam-se como transitivos, fazem parte da mesma conjugação e compõem orações subjetivas que se alternam entre si.
    V. As palavras “desigualdades” (l. 41) e “injustiças” (l. 41) são derivadas pelo mesmo processo, não obstante os prefixos que as formam expressarem diferentes ideias.

    A alternativa em que todas as afirmativas indicadas estão corretas é a
    Escolha uma alternativa para a questão 04af1e94-fd
  • A370E498-F2

    Português

    Crase
    Instituto Federal de Alagoas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

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    TEXTO 3


    NADA COMO UMA BOA BRIGA

    (Duda Teixeira)


    COM TODO MUNDO lendo nas redes sociais somente as notícias que corroboram seus preconceitos, os debates entre políticos ganharam uma utilidade pública ainda maior. Ao confrontarem ideias opostas, eles revelam fragilidades e silenciam os radicalismos ancorados na internet. Na segunda-feira, 26, a refrega verbal entre Hillary Clinton e Donald Trump, candidatos à Presidência dos Estados Unidos, estendeu-se por noventa minutos. O republicano Trump escorregou ao dizer que não pode divulgar sua declaração de imposto de renda e ao negar ter sido a favor da Guerra do Iraque. A democrata Hillary não explicou por que passou a criticar os tratados de livre- comércio, os quais sempre defendeu. À vista de todos, nenhuma mentira ficou impune. As afirmações foram conferidas simultaneamente por equipes de jornalistas. Abastecido por eles, o moderador, Lester Holt, da NBC, interpelou várias vezes os dois rivais sobre as falsidades que tinham acabado de dizer. A transparência e a rapidez deixaram tudo mais empolgante e atraíram 84 milhões de espectadores nos Estados Unidos. Apesar do risco de corrigir algo que esteja certo, a checagem dos fatos em tempo real entusiasmou canais de televisão brasileiros, que pensam em reproduzir a iniciativa. Ficou a impressão de que, na era da polarização virtual, a democracia não perdeu vigor, como se especula aqui e ali. Está apenas sendo reinventada.

    Veja. Ed. 2498, de 5 de outubro de 2016. p. 39.

    Assinale a única alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão a370e498-f2