Questões do ENEM: Linguagens e Morfologia

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675 questões encontradas. Mostrando a página 17 de 34.

  • E466FA0A-B0

    Português

    Adjetivos
    UDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Analise as proposições em relação à obra Nós, Salim Miguel, e ao Texto 3, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.

    ( ) Em “Dupin foi até o banheiro” (linha 1) e “teve a consideração de vir até aqui” (linha 15) a palavra destacada, nos períodos, estabelece relação de lugar na primeira oração, enquanto no segundo período de finalidade, embora, morfologicamente, seja preposição nos dois períodos.
    ( ) Nas estruturas gramaticais “e sem interrupção: “esta casa de madeira é um arremedo, não lhe parece, do apartamento” (linhas 6 e 7) as expressões destacadas são locuções adjetivas, e podem ser substituídas por ininterrupta e lígnea, sem alterar o sentido no Texto.
    ( ) A novela policial de Salim Miguel é entremeada por intertextualidade. O capítulo Ninguém se apresenta sem logicidade literária – conceitos, poemas, notícias, relatos de jornais, quebrando a linearidade da narrativa e, simultaneamente, interrompendo o ato investigatório.
    ( ) O sinal gráfico de aspas, pontuando o Texto, representa o diálogo entre as personagens, logo pode ser substituído por travessões, sem que haja alteração de sentido no diálogo.
    ( ) Na estrutura “diante de duas gravuras, uma de Goeldi, outra de Carlos Scliar” (linhas 2 e 3) as palavras destacadas remetem a uma característica marcante do autor – a intertextualidade.

    Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
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  • E45F8779-B0

    Português

    Adjetivos
    UDESC · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Analise as proposições em relação à obra Um lugar na janela 2: relatos de viagem, Martha Medeiros, e ao Texto 2.

    I. Nos vocábulos “tailandesa” (linha 6), “tailandês” (linha 10) e “motoristas” (linha 7), os sufixos destacados exprimem ideia de nacionalidade ou origem, nacionalidade ou origem e profissão ou ofício, sequencialmente.
    II. Nas estruturas “o jantar foi no tradicionalíssimo Blue Elephant” (linha 1) e “o mais prestigiado da cozinha thai” (linha 2) há dois tipos de superlativos, na primeira estrutura o superlativo absoluto analítico e na segunda o relativo de superioridade
    III. Da leitura da obra, infere-se que há um desdobramento da autora, abrindo espaço para a viajante, deixando fluir as melhores e reais lembranças dela, em forma de crônica.
    IV. A leitura da obra leva o leitor a perceber que, em um estilo muito especial, a cronista desvenda o que de melhor se leva de uma viagem: as recordações, sejam estas aprazíveis ou desagradáveis.
    V. Apesar de a obra ser composta por relatos de viagens, a autora, com a sua capacidade criativa, narra de forma eloquente os locais visitados, com o objetivo de transformar parte da sua obra literária em um guia turístico.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e45f8779-b0
  • E45B9084-B0

    Português

    Coesão e coerência
    UDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Analise as proposições em relação à obra Um lugar na janela 2: relatos de viagem, Martha Medeiros, e ao Texto 2, e assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão e45b9084-b0
  • E457F72F-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Texto 1

    POÉTICA

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    BANDEIRA, Manuel, Melhores poemas, 17° ed. – São Paulo: Global, 2015, p.64

    Analise as proposições em relação à obra Melhores poemas, Manuel Bandeira, e ao Texto 1, e assinale (V) para verdadeira e (F) para falsa.

    ( ) A leitura da estrofe sete leva o leitor a inferir que o poeta dá preferência ao lirismo mais autêntico, dos loucos, dos bêbedos e dos clowns, não preso a valores sociais, em detrimento de um lirismo tradicional.
    ( ) Nos versos “Quero antes o lirismo dos loucos” (20) e “O lirismo difícil e pungente dos bêbedos” (22) se os vocábulos destacados forem substituídos por pelos, não há prejuízo quanto ao sentido original do texto e quanto à regência.
    ( ) Nos versos “Será contabilidade tabela de cossenos secretário do amante exemplar com” (17) e “cem modelos de cartas e as diferentes maneiras de” (18) os vocábulos assinalados, embora possuam classificação gramatical diferente, não se flexionam para indicar o gênero masculino ou feminino, sendo que a indicação de gênero ocorre por meio de modificadores.
    ( ) O sinal gráfico ( [ ) nos versos 4, 6, 18 e 19, usado para intercalar as estruturas poéticas – versos, assume uma outra função, a de reforçar o descomprometimento com as regras gramaticais, conferindo à nova forma de escrever também um novo valor poético e literário.
    ( ) No verso “Quero antes o lirismo dos loucos” (20) o verbo, quanto à transitividade, é bitransitivo, pois tem como complementos verbais objeto direto – lirismo, e objeto indireto dos loucos.

    Assinale a alternativa correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão e457f72f-b0
  • 2403BD66-AF

    Português

    Morfologia
    UFRGS · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Considere os seguintes pares de elementos do texto.


    I - e (l. 05) e E (l. 55).

    II - ou (l. 03) e ou (l. 29).

    III- se (l. 10) e Se (l. 24).


    Em quais pares os dois elementos pertencem à mesma classe gramatical? 

    Escolha uma alternativa para a questão 2403bd66-af
  • 6E3E8AE2-1B

    Português

    Advérbios
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Contrariando a mais elementar psicologia, mal perdemos uma pessoa amada, todos nos instigam a passar por cima.” (Linhas 21-22)
    Escolha uma alternativa para a questão 6e3e8ae2-1b
  • 6E34AA8C-1B

    Português

    Análise sintática
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Marque a opção em que o termo grifado não foi analisado adequadamente segundo as normas gramaticais, em relação às funções morfológicas e ou sintáticas do “que”:
    Escolha uma alternativa para a questão 6e34aa8c-1b
  • 45918CE8-DD

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    UFGD · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o seguinte excerto.


    E bastava batesse no campo o pio de uma perdiz magoada, ou viesse do mato a lália lamúria dos tucanos, para o jumento mudar de rota, pendendo à esquerda ou se empescoçando para a direita; e, por via de um gavião casaco-de-couro cruzar-lhe à frente, já ele estacava, em concentrado prazo de irresolução.

    ROSA, João Guimarães. A hora e a vez de Augusto Matraga. In: ___ Sagarana. 38. ed. Rio de Janeiro: Nova Fronteira, 1984. Pp. 339-386.


    Assinale a alternativa que contém palavra formada pelo mesmo processo de formação do verbo “empescoçar”.

    Escolha uma alternativa para a questão 45918ce8-dd
  • 9BC91A91-DD

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    UNIFESP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia um trecho do artigo “Reflexões sobre o tempo e a origem do Universo”, do físico brasileiro Marcelo Gleiser.


      Qualquer discussão sobre o tempo deve começar com uma análise de sua estrutura, que, por falta de melhor expressão, devemos chamar de “temporal”. É comum dividirmos o tempo em passado, presente e futuro. O passado é o que vem antes do presente e o futuro é o que vem depois. Já o presente é o “agora”, o instante atual.

      Isso tudo parece bastante óbvio, mas não é. Para definirmos passado e futuro, precisamos definir o presente. Mas, segundo nossa separação estrutural, o presente não pode ter duração no tempo, pois nesse caso poderíamos definir um período no seu passado e no seu futuro. Portanto, para sermos coerentes em nossas definições, o presente não pode ter duração no tempo. Ou seja, o presente não existe!

      A discussão acima nos leva a outra questão, a da origem do tempo. Se o tempo teve uma origem, então existiu um momento no passado em que ele passou a existir. Segundo nossas modernas teorias cosmogônicas, que visam explicar a origem do Universo, esse momento especial é o momento da origem do Universo “clássico”. A expressão “clássico” é usada em contraste com “quântico”, a área da física que lida com fenômenos atômicos e subatômicos.

       [...]

      As descobertas de Einstein mudaram profundamente nossa concepção do tempo. Em sua teoria da relatividade geral, ele mostrou que a presença de massa (ou de energia) também influencia a passagem do tempo, embora esse efeito seja irrelevante em nosso dia a dia. O tempo relativístico adquire uma plasticidade definida pela realidade física à sua volta. A coisa se complica quando usamos a relatividade geral para descrever a origem do Universo.

    (Folha de S.Paulo, 07.06.1998.)

    O processo de formação de palavras verificado em “estrutural” (2o parágrafo) também está presente em
    Escolha uma alternativa para a questão 9bc91a91-dd
  • 9BC5A725-DD

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UNIFESP · 2017Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia um trecho do artigo “Reflexões sobre o tempo e a origem do Universo”, do físico brasileiro Marcelo Gleiser.


      Qualquer discussão sobre o tempo deve começar com uma análise de sua estrutura, que, por falta de melhor expressão, devemos chamar de “temporal”. É comum dividirmos o tempo em passado, presente e futuro. O passado é o que vem antes do presente e o futuro é o que vem depois. Já o presente é o “agora”, o instante atual.

      Isso tudo parece bastante óbvio, mas não é. Para definirmos passado e futuro, precisamos definir o presente. Mas, segundo nossa separação estrutural, o presente não pode ter duração no tempo, pois nesse caso poderíamos definir um período no seu passado e no seu futuro. Portanto, para sermos coerentes em nossas definições, o presente não pode ter duração no tempo. Ou seja, o presente não existe!

      A discussão acima nos leva a outra questão, a da origem do tempo. Se o tempo teve uma origem, então existiu um momento no passado em que ele passou a existir. Segundo nossas modernas teorias cosmogônicas, que visam explicar a origem do Universo, esse momento especial é o momento da origem do Universo “clássico”. A expressão “clássico” é usada em contraste com “quântico”, a área da física que lida com fenômenos atômicos e subatômicos.

       [...]

      As descobertas de Einstein mudaram profundamente nossa concepção do tempo. Em sua teoria da relatividade geral, ele mostrou que a presença de massa (ou de energia) também influencia a passagem do tempo, embora esse efeito seja irrelevante em nosso dia a dia. O tempo relativístico adquire uma plasticidade definida pela realidade física à sua volta. A coisa se complica quando usamos a relatividade geral para descrever a origem do Universo.

    (Folha de S.Paulo, 07.06.1998.)

    Em “[Einstein] mostrou que a presença de massa (ou de energia) também influencia a passagem do tempo, embora esse efeito seja irrelevante em nosso dia a dia.” (4o parágrafo), a conjunção destacada pode ser substituída, sem prejuízo para o sentido do texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 9bc5a725-dd
  • 9B85ED85-DD

    Português

    Morfologia
    UNIFESP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia a crônica “Premonitório”, de Carlos Drummond de Andrade (1902-1987).

          Do fundo de Pernambuco, o pai mandou-lhe um telegrama:

    “Não saia casa 3 outubro abraços”.

         O rapaz releu, sob emoção grave. Ainda bem que o velho avisara: em cima da hora, mas avisara. Olhou a data: 28 de setembro. Puxa vida, telegrama com a nota de urgente, levar cinco dias de Garanhuns a Belo Horizonte! Só mesmo com uma revolução esse telégrafo endireita. E passado às sete da manhã, veja só; o pai nem tomara o mingau com broa,precipitara-se na agência para expedir a mensagem.

        Não havia tempo a perder. Marcara encontros para o dia seguinte, e precisava cancelar tudo, sem alarde, como se deve agir em tais ocasiões. Pegou o telefone, pediu linha,mas a voz de d. Anita não respondeu. Havia tempo que morava naquele hotel e jamais deixara de ouvir o “pois não” melodioso de d. Anita, durante o dia. A voz grossa, que resmungara qualquer coisa, não era de empregado da casa; insistira:“como é?”, e a ligação foi dificultosa, havia besouros na linha.Falou rapidamente a diversas pessoas, aludiu a uma ponte que talvez resistisse ainda uns dias, teve oportunidade de escandir as sílabas de arma virumque cano1, disse que achava pouco cem mil unidades, em tal emergência, e arrematou:“Dia 4 nós conversamos.” Vestiu-se, desceu. Na portaria, um sujeito de panamá bege, chapéu de aba larga e sapato de duas cores levantou-se e seguiu-o. Tomou um carro, o outro fez o mesmo. Desceu na praça da Liberdade e pôs-se a contemplar um ponto qualquer. Tirou do bolso um caderninho e anotou qualquer coisa. Aí, já havia dois sujeitos de panamá, aba larga e sapato bicolor, confabulando a pequena distância.Foi saindo de mansinho, mas os dois lhe seguiram na cola. Estava calmo, com o telegrama do pai dobrado na carteira, placidez satisfeita na alma. O pai avisara a tempo, tudo correria bem. Ia tomar a calçada quando a baioneta em riste advertiu: “Passe de largo”; a Delegacia Fiscal estava cercada de praças, havia armas cruzadas nos antos. Nos Correios, a mesma coisa, também na Telefônica. Bondes passavam escoltados. Caminhões conduziam tropa, jipes chispavam. As manchetes dos jornais eram sombrias; pouca gente na rua. Céu escuro, abafado, chuva próxima.

        Pensando bem, o melhor era recolher-se ao hotel; não havia nada a fazer. Trancou-se no quarto, procurou ler, de vez em quando o telefone chamava: “Desculpe, é engano”,ou ficava mudo, sem desligar. Dizendo-se incomodado, jantou no quarto, e estranhou a camareira, que olhava para os móveis como se fossem bichos. Deliberou deitar-se,embora a noite apenas começasse. Releu o telegrama, apagou a luz.
    Acordou assustado, com golpes na porta. Cinco da manhã. Alguém o convidava a ir à Delegacia de Ordem Política e Social. “Deve ser engano.” “Não é não, o chefe está à espera.” “Tão cedinho? Precisa ser hoje mesmo? Amanhã eu vou.” “É hoje e é já.” “Impossível.” Pegaram-lhe dos braços e levaram-no sem polêmica. A cidade era uma praça de guerra, toda a polícia a postos. “O senhor vai dizer a verdade bonitinho e logo” – disse-lhe o chefe. – “Que sabe a respeito do troço?” “Não se faça de bobo, o troço que vai estourar hoje.” “Vai estourar?” “Não sabia? E aquela ponte que o senhor ia dinamitar mas era difícil?” “Doutor, eu falei a meu dentista, é um trabalho de prótese que anda abalado. Quer ver? Eu tiro.” “Não, mas e aquela frase em código muito vagabundo, com palavras que todo mundo manja logo, como arma e cano?” “Sou professor de latim, e corrigi a epígrafe de um trabalho.” “Latim, hem? E a conversa sobre os cem mil homens que davam para vencer?” “São unidades de penicilina que um colega tomou para uma infecção no ouvido.” “E os cálculos que o senhor fazia diante do palácio?” Emudeceu. “Diga, vamos!” “Desculpe, eram uns versinhos, estão aqui no bolso.” “O senhor é esperto, mas saia desta. Vê este telegrama? É cópia do que o senhor recebeu de Pernambuco. Ainda tem coragem de negar que está alheio ao golpe?” “Ah, então é por isso que o telegrama custou tanto a chegar?” “Mais custou ao país, gritou o chefe. Sabe que por causa dele as Forças Armadas ficaram de prontidão, e que isso custa cinco mil contos? Diga depressa.” “Mas, doutor…” Foi levado para outra sala, onde ficou horas. O que aconteceu, Deus sabe. Afinal, exausto, confessou: “O senhor entende conversa de pai pra filho? Papai costuma ter sonhos premonitórios, e toda a família acredita neles. Sonhou que me aconteceria uma coisa no dia 3, se eu saísse de casa, e telegrafou prevenindo. Juro!” 

        Dia 4, sem golpe nenhum, foi mandado em paz. O sonho se confirmara: realmente, não devia ter saído de casa.

    (70 historinhas, 2016.)

    1 arma virumque cano: “canto as armas e o varão” (palavras iniciais da
    epopeia Eneida, do escritor Vergílio, referentes ao herói Eneias).

    “Falou rapidamente a diversas pessoas, aludiu a uma ponte que talvez resistisse ainda uns dias, teve oportunidade de escandir as sílabas de arma virumque cano” (3o parágrafo)
    Os termos em destaque constituem, respectivamente,
    Escolha uma alternativa para a questão 9b85ed85-dd
  • D3587A7A-B4

    Português

    Morfologia
    CEDERJ · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Recentemente, a mídia brasileira usou a expressão “bela, recatada e ‘do lar’” para descrever a primeira-dama, Marcela Temer. Essa expressão é formada por sintagmas:
    Escolha uma alternativa para a questão d3587a7a-b4
  • D3550AC0-B4

    Português

    Adjetivos
    CEDERJ · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    “Creio que se algum dia metesse a estudar as altas questões sociais que preocupam os grandes políticos, havia de cogitar alguma coisa sobre essa força invencível do mais nobre dos sentimentos humanos.” (...)


    A posição do adjetivo anteposto ao substantivo nos sintagmas nominais sublinhados revela:

    Escolha uma alternativa para a questão d3550ac0-b4
  • 3635B088-6E

    Português

    Advérbios
    INSPER · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                      Texto 1


                              Os teus olhos espalham luz divina,

                              a quem a luz do sol em vão se atreve;

                              papoila ou rosa delicada e fina

                              te cobre as faces, que são cor da neve.

                              Os teus cabelos são uns fios d’ouro;

                               teu lindo corpo bálsamo vapora.

                               Ah! não, não fez o céu, gentil pastora,

                               para a glória de amor igual tesouro!

                               Graças, Marília bela,

                                graças à minha estrela!

                                                       (Tomás Antônio Gonzaga, Obras Completas)


                                                    Texto 2


          Jerônimo levantou-se, quase que maquinalmente, e, seguido por Piedade, aproximou-se da grande roda que se formara em torno dos dois mulatos. Aí, de queixo grudado às costas das mãos contra uma cerca de jardim, permaneceu, sem tugir nem mugir, entregue de corpo e alma àquela cantiga sedutora e voluptuosa que o enleava e tolhia, como à robusta gameleira brava o cipó flexível, carinhoso e traiçoeiro.

          E viu a Rita Baiana, que fora trocar o vestido por uma saia, surgir de ombros e braços nus, para dançar. A lua destoldara-se nesse momento, envolvendo-a na sua cama de prata, a cujo refulgir os meneios da mestiça melhor se acentuavam, cheios de uma graça irresistível, simples, primitiva, feita toda de pecado, toda de paraíso, com muito de serpente e muito de mulher.

                                                                       (Aluísio Azevedo, O Cortiço, 1991)

    Observe as passagens do texto:


    – papoila ou rosa delicada e fina / te cobre as faces, que são cor da neve. (Texto 1);

    Ah! não, não fez o céu, gentil pastora, / para a glória de amor igual tesouro! (Texto 1);

    – ... aproximou-se da grande roda que se formara em torno dos dois mulatos. (Texto 2);

    , de queixo grudado às costas das mãos contra uma cerca de jardim... (Texto 2).


    Na organização textual, as informações em destaque expressam, correta e respectivamente, sentido de:

    Escolha uma alternativa para a questão 3635b088-6e
  • E2E958DB-38

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    UNICAMP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

    O brasileiro João Guimarães Rosa e o irlandês James Joyce são autores reverenciados pela inventividade de sua linguagem literária, em que abundam neologismos. Muitas vezes, por essa razão, Guimarães Rosa e Joyce são citados como exemplos de autores "praticamente intraduzíveis". Mesmo sem ter lido os autores, é possível identificar alguns dos seus neologismos, pois são baseados em processos de formação de palavras comuns ao português e ao inglês.

    Entre os recursos comuns aos neologismos de Guimarães Rosa e de James Joyce, estão:

    i. Onomatopeia (formação de uma palavra a partir de uma reprodução aproximada de um som natural, utilizando-se os recursos da língua); e 

    ii. Derivação (formação de novas palavras pelo acréscimo de prefixos ou sufixos a palavras já existentes na língua).

    Os neologismos que aparecem nas opções abaixo foram extraídos de obras de Guimarães Rosa (GR) e James Joyce (JJ). Assinale a opção em que os processos (i) e (ii) estão presentes: 

    Escolha uma alternativa para a questão e2e958db-38
  • E2C15552-38

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    UNICAMP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

    Estrangeirismos são palavras e expressões de outras línguas usadas correntemente em nosso cotidiano. Sobre o emprego de palavras estrangeiras no português, o linguista Sírio Possenti comenta:

    Tomamos alguns verbos do inglês e os adaptamos a nosso sistema verbal exclusivamente segundo regras do português. Se adotarmos start, logo teremos estartar (e todas as suas flexões), pois nossa língua não tem sílabas iniciais como st-, que imediatamente se tornam est-. A forma nunca será startar, nem ostartar ou ustartar, nem estarter ou estartir, nem printer ou printir, nem atacher ou atachir etc., etc., etc. 

    (Adaptado de Sírio Possenti, “A questão dos estrangeirismos”, em Carlos Alberto Faraco, Estrangeirismos: guerras em torno da língua. São Paulo: Parábola, 2001, p. 173-174.)

    As alternativas abaixo reproduzem trechos de um fórum de discussão na Internet sobre um jogo eletrônico. Nessa discussão, um jogador queixa-se por não ter conseguido se conectar a uma partida e ter perdido pontos. Escolha a alternativa que contém um exemplo do processo de adaptação de verbos do inglês para o sistema verbal do português, como descreve Sírio Possenti.

    (Adaptado de http://forums.br.leagueoflegends.com/board/showthread.php?t=187120. Acessado em 15/07/2017.)

    Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    Escolha uma alternativa para a questão e2c15552-38
  • 33F2CE88-D4

    Português

    Morfologia
    USP · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                 Os bens e o sangue

                                                               VIII

          (...)

          Ó filho pobre, e descorçoado*, e finito

          ó inapto para as cavalhadas e os trabalhos brutais

          com a faca, o formão, o couro... Ó tal como quiséramos

          para tristeza nossa e consumação das eras,

          para o fim de tudo que foi grande!

                                                              Ó desejado,

          ó poeta de uma poesia que se furta e se expande

          à maneira de um lago de pez** e resíduos letais...

          És nosso fim natural e somos teu adubo,

          tua explicação e tua mais singela virtude...

          Pois carecia que um de nós nos recusasse

          para melhor servirnos. Face a face

          te contemplamos, e é teu esse primeiro

          e úmido beijo em nossa boca de barro e de sarro.

                                                                                         Carlos Drummond de Andrade, Claro enigma.


    * “descorçoado”: assim como “desacorçoado”, é uma variante de uso popular da palavra “desacoroçoado”, que significa “desanimado”.

    ** “pez”: piche.

    Considere o tipo de relação estabelecida pela preposição “para” nos seguintes trechos do poema:


    I. “ó inapto para as cavalhadas e os trabalhos brutais”.

    II. “Ó tal como quiséramos para tristeza nossa e consumação das eras”.

    III. “para o fim de tudo que foi grande”.

    IV. “para melhor servirnos”.


    A preposição “para” introduz uma oração com ideia de finalidade apenas em

    Escolha uma alternativa para a questão 33f2ce88-d4
  • 33CE9A61-D4

    Português

    Advérbios
    USP · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos

           Imagem da questão de Português, da prova de 2017

    No trecho “Numa palavra, qualquer gênero de arte que, de fato, nos afete, torna-se, deste modo, arte moderna” (L. 5-6), as expressões sublinhadas podem ser substituídas, sem prejuízo do sentido do texto, respectivamente, por
    Escolha uma alternativa para a questão 33ce9a61-d4
  • 845A4A3E-06

    Português

    Estrutura das Palavras: Radical, Desinência, Prefixo e Sufixo
    UFRGS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Imagem da questão de Português, da prova de 2016
    Assinale a alternativa em que as três palavras possuem um radical que está relacionado com a noção de “povo”.
    Escolha uma alternativa para a questão 845a4a3e-06