Questões do ENEM: Linguagens e Adjetivos

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93 questões encontradas. Mostrando a página 5 de 5.

  • 7AFEACC4-5F

    Português

    Adjetivos
    UERJ · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2011

    Ter enxaqueca não era para todos, (l. 2)

    Considerando que a afirmação acima não pode ser verdadeira, conclui-se que ela é feita para expressar outro sentido, menos literal.

    O sentido expresso pela afirmação, no texto, pode ser definido como:

    Escolha uma alternativa para a questão 7afeacc4-5f
  • 3BD06973-8D

    Português

    Adjetivos
    UNESP · 2011FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A questão toma por base uma passagem da Proposta Curricular do Estado de São Paulo (2008).

                                   Prioridade para a competência da leitura e da escrita

          A humanidade criou a palavra, que é constitutiva do humano, seu traço distintivo. O ser humano constitui-se assim um ser de linguagem e disso decorre todo o restante, tudo o que transformou a humanidade naquilo que é. Ao associar palavras e sinais, criando a escrita, o homem construiu um instrumental que ampliou exponencialmente sua capacidade de comunicar-se, incluindo pessoas que estão longe no tempo e no espaço.

          Representar, comunicar e expressar são atividades de construção de significado relacionadas a vivências que se incorporam ao repertório de saberes de cada indivíduo. Os sentidos são construídos na relação entre a linguagem e o universo natural e cultural em que nos situamos. E é na adolescência, como vimos, que a linguagem adquire essa qualidade de instrumento para compreender e agir sobre o mundo real.

          A ampliação das capacidades de representação, comunicação e expressão está articulada ao domínio não apenas da língua mas de todas as outras linguagens e, principalmente, ao repertório cultural de cada indivíduo e de seu grupo social, que a elas dá sentido. A escola é o espaço em que ocorre a transmissão, entre as gerações, do ativo cultural da humanidade, seja artístico e literário, histórico e social, seja científico e tecnológico. Em cada uma dessas áreas, as linguagens são essenciais.

          As linguagens são sistemas simbólicos, com os quais recortamos e representamos o que está em nosso exterior, em nosso interior e na relação entre esses âmbitos; é com eles também que nos comunicamos com os nossos iguais e expressamos nossa articulação com o mundo.

          Em nossa sociedade, as linguagens e os códigos se multiplicam: os meios de comunicação estão repletos de gráficos, esquemas, diagramas, infográficos, fotografias e desenhos. O design diferencia produtos equivalentes quanto ao desempenho ou à qualidade. A publicidade circunda nossas vidas, exigindo permanentes tomadas de decisão e fazendo uso de linguagens sedutoras e até enigmáticas. Códigos sonoros e visuais estabelecem a comunicação nos diferentes espaços. As ciências construíram suas próprias linguagens, plenas de símbolos e códigos. A produção de bens e serviços foi em grande parte automatizada e cabe a nós programar as máquinas, utilizando linguagens específicas. As manifestações artísticas e de entretenimento utilizam, cada vez mais, diversas linguagens que se articulam.

          Para acompanhar tal contexto, a competência de leitura e de escrita vai além da linguagem verbal, vernácula – ainda que esta tenha papel fundamental – e refere-se a sistemas simbólicos como os citados, pois essas múltiplas linguagens estão presentes no mundo contemporâneo, na vida cultural e política, bem como nas designações e nos conceitos científicos e tecnológicos usados atualmente.

                                                    (Proposta Curricular do Estado de São Paulo: Língua Portuguesa / Coord.

                                                                              Maria Inês Fini. São Paulo: SEE, 2008. p. 16. Adaptado.)

    A humanidade criou a palavra, que é constitutiva do humano, seu traço distintivo.

    Considerando o contexto e o relacionamento sintático entre os elementos deste período do texto, verifica-se que humano é empregado como

    Escolha uma alternativa para a questão 3bd06973-8d
  • 95550704-A5

    Português

    Adjetivos
    UECE · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos

    https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/27337/revi..png

    Considere as seguintes expressões do texto e o que se diz sobre elas:

    1. Aquela velha carta de A B C dava arrepios (linha 1).

    2. máximas sisudas (linha 6)

    3. odioso folheto (linha 40)

    4. letras miúdas e safadas (linhas 62-63)

    I. Todas as expressões foram desviadas de seu sentido primeiro, por isso não devem ser lidas só referencialmente.

    II. Na expressão de número 4, há uma quebra de expectativa quando se coordena safadas a miúdas, adjetivos que pertencem a diferentes campos semânticos.

    III. Na expressão 2, o adjetivo sisudas empresta ao substantivo máximas um atributo humano, o que constitui uma figura de linguagem chamada prosopopeia.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 95550704-a5
  • 8A523CA8-A5

    Português

    Adjetivos
    UECE · 2011MédioEntre para guardar nos favoritos

    https://qcon-assets-production.s3.amazonaws.com/images/provas/27337/revi..png

    Considerando as expressões Aquela velha carta de A B C (linha 1); (N)essa medonha carta (linha 26); (d)o odioso folheto (linha 40), atente para o que se diz sobre elas.,

    I. As três expressões formam uma gradação descendente que atenua o grau de negatividade atribuído ao referente.

    II. Os adjetivos velha, medonha e odioso é que dão o tom da gradação.

    III. A segunda e a terceira expressões recategorizam a primeira, isto é, retomam-na modificando-a e alterando-lhe o sentido.

    Está correto o que se afirma em

    Escolha uma alternativa para a questão 8a523ca8-a5
  • 54606FF1-A5

    Português

    Adjetivos
    UECE · 2011DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Imagem 001.jpg

    Leia o que se diz sobre os versos 7 (linha 11) e 8 (linha 12): Eu voltava trocando as pernas bambas. / Meus medos crescidos, enormes...


    I. Trocar as pernas bambas é um indício, não uma prova do medo que a menina sentia.

    II. A pluralização do substantivo medo tem o efeito expressivo de tornar a sensação do medo quase física.

    III. Há, entre os adjetivos crescidos e enormes, uma gradação ascendente, à qual a reticência parece dar continuidade.

    Está correto o que se diz em
    Escolha uma alternativa para a questão 54606ff1-a5
  • 502655B6-F6

    Português

    Adjetivos
    Universidade Federal do Ceará · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a expressão sublinhada é uma locução adjetiva
    Escolha uma alternativa para a questão 502655b6-f6
  • E77B4C50-DF

    Português

    Adjetivos
    Universidade Estadual de Feira de Santana · 2010DifícilEntre para guardar nos favoritos


    Imagem da questão de Português, da prova de 2010

    BROWNE, Chris. Hagar. A Tarde, Salvador, 9 jun. 2010. Tiras, p. 8

    Sobre os elementos linguísticos que compõem a tira, está correto o que se afirma em
    Escolha uma alternativa para a questão e77b4c50-df
  • 7AB11D6F-B0

    Português

    Adjetivos
    PUC-GO · 2010MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 02


    Ao chegar ao Rio, de Corumbá, Fuentes hospedou-se no Hotel Bragança, na avenida Mem de Sá. Um hotel cheio de turistas argentinos falando portunhol. [...]
    Na lista telefônica Fuentes escolheu um oftalmologista de nome espanhol, Pablo Hernandez. O dr. Hernandez descendia de uruguaios e, para desapontamento de Fuentes, não falava espanhol. Em seu bem montado consultório, na avenida Graça Aranha, na Esplanada do Castelo, examinou Fuentes cuidadosamente. O cristalino, a íris, a conjuntiva, o nervo ótico, os músculos, artérias e veias do aparelho ocular estavam perfeitos. A córnea, porém, fora atingida. Didaticamente Hernandez explicou ao seu cliente que a córnea era uma camada externa transparente através da qual a luz – e com a luz, a cor, a forma, o movimento das coisas – penetrava no olho.

    Córnea – moça, 24ª , vende. Tel. 185-3944.
    O anúncio no O Dia foi lido por Fuentes. Ele ligou de seu quarto, no Hotel Bragança. Atendeu uma mulher...[...] Ela disse que ele podia pegar um ônibus no largo de São Francisco.
    “É para você?”, perguntou a mulher quando Fuentes lhe falou que era a pessoa que havia telefonado. [...]
    “Sim, é para mim.” A mulher não ter percebido a cicatriz no seu olho esquerdo deixou Fuentes satisfeito. [...]
    “Dez milhas”, disse a mulher impaciente. “E não é caro. O preço de um carro pequeno. Minha filha é muito moça, nunca teve doença, dentes bons, ouvidos ótimos. Olhos maravilhosos.”


    (FONSECA, Rubem. A Grande Arte. São Paulo: Companhia das Letras, 2008. p. 137-139.)



    Leia o trecho destacado a seguir e, no que diz respeito à organização do seu material linguístico-textual, marque a única alternativa verdadeira.
    “O cristalino, a íris, a conjuntiva, o nervo ótico, os músculos, artérias e veias do aparelho ocular estavam perfeitos.” (FONSECA, 2008, p. 137)
    Escolha uma alternativa para a questão 7ab11d6f-b0
  • 0FA37EB1-36

    Português

    Adjetivos
    UNESP · 2010FácilEntre para guardar nos favoritos

    Instrução: A  questão  toma  por base o soneto Acrobata da dor, do poeta simbolista brasileiro Cruz e Sousa (1861-1898):


                                                 Acrobata da Dor


                                 Gargalha, ri, num riso de tormenta,

                                 como um palhaço, que desengonçado,

                                 nervoso, ri, num riso absurdo, inflado

                                 de uma ironia e de uma dor violenta.


                                 Da gargalhada atroz, sanguinolenta,

                                 agita os guizos, e convulsionado

                                 Salta, gavroche, salta clown, varado

                                 pelo estertor dessa agonia lenta...


                                 Pedem-te bis e um bis não se despreza!

                                 Vamos! retesa os músculos, retesa,

                                 nessas macabras piruetas d’aço...


                                 E embora caias sobre o chão, fremente,

                                 afogado em teu sangue estuoso e quente,

                                 ri! Coração, tristíssimo palhaço.


                    (João da Cruz e Sousa. Obra completa. Rio de Janeiro: Editora Aguilar, 1961.)

    O soneto Acrobata da dor revela, entre outras, uma das características notáveis do estilo poético de Cruz e Sousa, que é a grande presença de adjetivos, colocados antes ou após os substantivos a que se referem. Observe estes cinco exemplos retirados do texto:


    I. Riso absurdo.


    II. Gargalhada atroz.


    III. Agonia lenta.


    IV. Macabras piruetas.


    V. Tristíssimo palhaço.


    Aponte os dois exemplos em que o adjetivo precede o substantivo:

    Escolha uma alternativa para a questão 0fa37eb1-36
  • 3FD2E54B-F6

    Português

    Adjetivos
    Universidade Federal do Ceará · 2009FácilEntre para guardar nos favoritos
    Assinale a alternativa em que a locução sublinhada tem valor de adjetivo.
    Escolha uma alternativa para a questão 3fd2e54b-f6
  • 33B00D74-F6

    Português

    Adjetivos
    Universidade Federal do Ceará · 2008FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, da prova de 2008

    Composição de Roberto Carlos e Erasmo Carlos (1982), disponível em http://www.terra.com.br

    Com base no TEXTO, responda à questão
    O adjetivo infeliz em “tentativa infeliz de esquecer” (verso 34) implica que:
    Escolha uma alternativa para a questão 33b00d74-f6
  • 36DB37DA-E6

    Português

    Adjetivos
    UFMT · 2008MédioEntre para guardar nos favoritos
    Fobias

            Não sei como se chamaria o medo de não ter o que ler. Existem as conhecidas claustrofobia (medo de lugares fechados), agorafobia (medo de espaços abertos), acrofobia (medo de altura), collorfobia (medo do que ele vai nos aprontar agora) e as menos conhecidas ailurofobia (medo de gatos), iatrofobia (medo de médicos) e até treiskaidekafobia (medo do número treze), mas o pânico de estar, por exemplo, num quarto de hotel, com insônia, sem nada para ler não sei que nome tem. É uma das minhas neuroses. O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Na falta dela, qualquer palavra serve. Já saí de cama de hotel no meio da noite e entrei no banheiro para ver se as torneiras tinham “Frio” e “Quente” escritos por extenso, para saciar minha sede de letras. Já ajeitei o travesseiro, ajustei a luz e abri a lista telefônica, tentando me convencer que, pelo menos no número de personagens, seria um razoável substituto para um romance russo. Já revirei cobertores e lençóis, à procura de uma etiqueta, qualquer coisa.
            Alguns hotéis brasileiros imitam os americanos e deixam uma Bíblia no quarto, e ela tem sido a minha salvação, embora não no modo pretendido. Nada como um best-seller numa hora dessas. A Bíblia tem tudo para acompanhar uma insônia: enredo fantástico, grandes personagens, romance, o sexo em todas as suas formas, ação, paixão, violência – e uma mensagem positiva. Recomendo “Gênesis” pelo ímpeto narrativo, “O cântico dos cânticos” pela poesia e “Isaías” e “João” pela força dramática, mesmo que seja difícil dormir depois do Apocalipse.
            Mas, e quando não tem nem a Bíblia? Uma vez liguei para a telefonista de madrugada e pedi uma Amiga.
            - Desculpe, cavalheiro, mas o hotel não fornece companhia feminina...
            - Você não entendeu! Eu quero uma revista Amiga, Capricho, Vida Rotariana, qualquer coisa.
            - Infelizmente, não tenho nenhuma revista.
            - Não é possível! O que você faz durante a noite?
            - Tricô.
            Uma esperança!
            - Com manual?
            - Não. Danação.
            - Você não tem nada para ler?
            - Bem ... Tem uma carta da mamãe.
            - Manda!

    (VERÍSSIMO, L. F. Comédias para se ler na escola. São Paulo: Objetiva, 2001.)
    Tome o trecho: O vício que lhe dá origem é a gutembergomania, uma dependência patológica na palavra impressa. Assinale a alternativa que NÃO apresenta relação correta entre a palavra do trecho e sua classificação morfológica.
    Escolha uma alternativa para a questão 36db37da-e6