Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 115 de 451.

  • 1828B3DD-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o Poema:


    Lá vem o acendedor de lampiões da rua!
    Este mesmo que vem infatigavelmente,
    Parodiar o sol e associar-se à lua
    Quando a sombra da noite enegrece o poente!


    Um, dois, três lampiões, acende e continua
    Outros mais a acender imperturbavelmente,
    À medida que a noite aos poucos se acentua
    E a palidez da lua apenas se pressente.


    Triste ironia atroz que o senso humano irrita:
    Ele que doira à noite e ilumina a cidade,
    Talvez não tenha luz na choupana em que habita.


    Tanta gente também nos outros insinua
    Crenças, religiões, amor, felicidade,
    Como este acendedor de lampiões da rua

    (Jorge de Lima)



    Sobre a figura do acendedor de lampiões, o eu lírico manifesta sentimentos de:
    Escolha uma alternativa para a questão 1828b3dd-e6
  • 1819D107-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    O vício da tecnologia


        Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
        Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
        A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
        Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
        Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
        O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
        O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
        No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
    DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
    De acordo com o ordenamento das ideias no texto 3, observa-se que, depois de explicar a função da dopamina no cérebro, o texto se refere à ideia de que:
    Escolha uma alternativa para a questão 1819d107-e6
  • 1812B1D6-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 3


    O vício da tecnologia


        Entusiastas de tecnologia passaram a semana com os olhos voltados para uma exposição de novidades eletrônicas realizada recentemente nos Estados Unidos. Entre as inovações, estavam produtos relacionados a experiências de realidade virtual e à utilização de inteligência artificial — que hoje é um dos temas que mais desperta interesse em profissionais da área, tendo em vista a ampliação do uso desse tipo de tecnologia nos mais diversos segmentos.
        Mais do que prestar atenção às novidades lançadas no evento, vale refletir sobre o motivo que nos leva a uma ansiedade tão grande para consumir produtos que prometem inovação tecnológica. Por que tanta gente se dispõe a dormir em filas gigantescas só para ser um dos primeiros a comprar um novo modelo de smartphone? Por que nos dispomos a pagar cifras astronômicas para comprar aparelhos que não temos sequer certeza de que serão realmente úteis em nossas rotinas?
        A teoria de um neurocientista da Universidade de Oxford (Inglaterra) ajuda a explicar essa “corrida desenfreada” por novos gadgets. De modo geral, em nosso processo evolutivo como seres humanos, nosso cérebro aprendeu a suprir necessidades básicas para a sobrevivência e a perpetuação da espécie, tais como sexo, segurança e status social.
        Nesse sentido, a compra de uma novidade tecnológica atende a essa última necessidade citada: nós nos sentimos melhores e superiores, ainda que momentaneamente, quando surgimos em nossos círculos sociais com um produto que quase ninguém ainda possui.
        Foi realizado um estudo de mapeamento cerebral que mostrou que imagens de produtos tecnológicos ativavam partes do nosso cérebro idênticas às que são ativadas quando uma pessoa muito religiosa se depara com um objeto sagrado. Ou seja, não seria exagero dizer que o vício em novidades tecnológicas é quase uma religião para os mais entusiastas.
        O ato de seguir esse impulso cerebral e comprar o mais novo lançamento tecnológico dispara em nosso cérebro a liberação de um hormônio chamado dopamina, responsável por nos causar sensações de prazer. Ele é liberado quando nosso cérebro identifica algo que represente uma recompensa.
        O grande problema é que a busca excessiva por recompensas pode resultar em comportamentos impulsivos, que incluem vícios em jogos, apego excessivo a redes sociais e até mesmo alcoolismo. No caso do consumo, podemos observar a situação problematizada aqui: gasto excessivo de dinheiro em aparelhos eletrônicos que nem sempre trazem novidade –– as atualizações de modelos de smartphones, por exemplo, na maior parte das vezes apresentam poucas mudanças em relação ao modelo anterior, considerando-se seu preço elevado. Em outros casos, gasta-se uma quantia absurda em algum aparelho novo que não se sabe se terá tanta utilidade prática ou inovadora no cotidiano.
        No fim das contas, vale um lembrete que pode ajudar a conter os impulsos na hora de comprar um novo smartphone ou alguma novidade de mercado: compare o efeito momentâneo da dopamina com o impacto de imaginar como ficarão as faturas do seu cartão de crédito com a nova compra. O choque ao constatar o rombo em seu orçamento pode ser suficiente para que você decida pensar duas vezes a respeito da aquisição.
    DANA, S. O Globo. Economia. Rio de Janeiro, 16 jan. 2018. Adaptado 
    De acordo com o texto 3, o “vício tecnológico” pode ser explicado por:
    Escolha uma alternativa para a questão 1812b1d6-e6
  • 180C9A50-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

        Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
        Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
        Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
        A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
    Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
    De acordo com o texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 180c9a50-e6
  • 18055F06-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2


    Uma boa comunicação pode impulsionar a carreira corporativa

        Não se trata apenas de saber se vender no mercado; a capacidade de lidar com colegas e equipes é fundamental para estimular o desempenho e a produtividade.
        Que a comunicação é primordial, na vida particular e no mundo corporativo, não há a menor dúvida. A capacidade de expressar ideias e mobilizar outras pessoas é essencial para construir relacionamentos, educar filhos, formar equipes, superar concorrentes. Mas existem alguns mal-entendidos a respeito dessa competência tão importante.
        Um dos mais comuns é: comunicar-se bem significa falar bem. Não necessariamente. “Saber ouvir é uma qualidade indispensável e pouco encontrada no mundo corporativo”, afirma Mara Behlau, professora do Insper, especialista em voz e consultora em comunicação humana. “Muitas vezes, as pessoas falam sem parar e têm certeza de que o outro entendeu.”
        A professora lembra que, em diversos casos, a fala excessiva surge da necessidade que muitos profissionais sentem de se mostrar ativos. “Um gestor extrovertido parece muito participativo, mas também repetitivo. O introvertido é mais observador, porém parece desinteressado, sem opinião.” O ideal, diz ela, é ser ambivertido: “Há momentos para observar e momentos para se expor, trazer ideias”.
    Texto disponível em: https://exame.abril.com.br/geral/uma-boa-comunicacao-podeimpulsionar-a-carreiracorporativa (Adaptado).
    Dentre as considerações a seguir, acerca do vocábulo AMBIVERTIDO contido no texto 2, está CORRETO o que se afirma em:
    Escolha uma alternativa para a questão 18055f06-e6
  • 17FDECCD-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos
    Text 1


    Put Working Memory to Work in Learning


        Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
        There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
        Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
        Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
        Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
        Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
    Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
    Para o autor do texto 1 , no Brasil, a(s) causa(s) do envelhecimento da população é/são:
    Escolha uma alternativa para a questão 17fdeccd-e6
  • 17F66412-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro universitário FAG · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Text 1


    Put Working Memory to Work in Learning


        Working memory involves the conscious processing and managing of information required to carry out complex cognitive tasks such as learning, reasoning, and comprehension. It has been described as the brain's conductor. Memory has long been viewed as a key aspect of learning, but as the emphasis in educational standards has shifted away from rote memorization and toward the knowledge and skills needed to process new information, working memory is increasingly taking center stage.
        There is an explosion of research today with the aim of understanding how this important function works and how to enhance it. However, the term working memory was first used more than 50 years ago to describe the role of recall in planning and carrying out behavior. In the 1970s and '80s, British psychologist Alan Baddeley and colleagues developed a model of working memory that brings together how the brain accepts sensory input, processes both visual-spatial and verbal data, and accesses long-term memory; and how all of that input is processed by a function they referred to as central executive.
        Working Memory in the Brain Central executive monitors and coordinates input and decides which information we will focus our attention on. As with other cognitive processes that power executive function, the home base of working memory is in the prefrontal cortex. Researchers have detected increased activation in this area at the front of the brain when people are involved in thinking and problem solving that engages working memory. Other areas of the brain that support working memory are the hippocampus, which is involved in long-term memory storage and spatial orientation, and Broca's area, located on the left side of the frontal lobes and involved in language processing and verbal fluency.
        Working memory is involved in a variety of learning and daily living tasks, such as reading, problem solving, and navigation. As such, it is sometimes referred to as the "brain's workhorse." In fact, Tracy and Ross Alloway, in their book The Working Memory: Train Your Brain to Function Stronger, Smarter, Faster, contend that working memory is a better predictor than IQ of how well students will perform academically: "IQ is what you know. Working memory is what you can do with what you know"
        Thus, working memory is a key cognitive skill for students and their teachers. As an educator, you know well how you must be able to maintain the mental skillfulness and agility to process many variables in everyday teaching practice, such as students' pri or knowledge, the primary purpose and goal of a lesson, sequence of learning activities, time constraints, interruptions throughout the school day, and on and on.
        Students activate their working memory as they figure out the meaning of new words they encounter while reading, and as they decide which mathematical functions they will need to apply to a problem that their teacher has just jotted on the whiteboard.
    Fonte: Disponível em: <http://www.edutopia.org/blog/put-working-memory-to-work-donna-wilson-marcus-conyers>.
    De acordo com o texto 1, a imigração pode solucionar os problemas gerados pelo envelhecimento da população porque:
    Escolha uma alternativa para a questão 17f66412-e6
  • 24DC5786-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    faculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 3 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de TextosFigura 2 de 3 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de TextosFigura 3 de 3 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de Textos

    A moral da estória poderia ser substituída pelo provérbio:
    Escolha uma alternativa para a questão 24dc5786-e6
  • 24D18CCE-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    faculdade independente do Nordeste · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de Textos

    ( )I - Com o passar do tempo, o sujeito poético perdeu o movimento das mãos.
    ( )II - A beleza é um dom fugaz.
    ( )III - O espelho representa simbolicamente a constatação inevitável da morte.
    ( )IV - Desde que nasce, o ser humano passa por um desgaste físico e psicológico.

    Refletindo sobre o poema, identifique as afirmativas verdadeiras
    Escolha uma alternativa para a questão 24d18cce-e6
  • 24CACABD-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    faculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                                Come, meu filho

                                            Figura 1 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de Textos

                                                Figura 2 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de Textos

    Com base no conteúdo do texto, marque com V as proposições verdadeiras e com F, as falsas.

    ( )As reticências e as breves respostas refletem a recusa do adulto em participar da conversa, em face de um objetivo definido.
    ( )A personagem Ronaldo, citada por Paulinho, acredita que a Terra é redonda porque observa as evidências.
    ( )Há um momento na conversa em que o interlocutor adulto não interpreta corretamente a intenção da pergunta da criança.
    ( )Segundo Pedrinho, só quem viajou tem provas evidentes de que a Terra é redonda.

    A alternativa que indica a seqüência correta, de cima para baixo, é a:
    Escolha uma alternativa para a questão 24cacabd-e6
  • 24C6A74A-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    faculdade independente do Nordeste · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos

                                                                Come, meu filho

                                            Figura 1 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de Textos

                                                Figura 2 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Interpretação de Textos

    Segundo o texto, a personagem Pedrinho pode ser caracterizada como:
    Escolha uma alternativa para a questão 24c6a74a-e6
  • 24C26C4B-E6

    Português

    Coesão e coerência
    faculdade independente do Nordeste · 2019FácilEntre para guardar nos favoritos

                                                                Come, meu filho

                                            Figura 1 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Coesão e coerência

                                                Figura 2 de 2 da questão de Português, faculdade independente do Nordeste 2019, Coesão e coerência

    Dos períodos retirados do texto, o que apresenta construção que satisfaz a gramática normativa em relação à língua escrita é
    Escolha uma alternativa para a questão 24c26c4b-e6
  • 00F5BF7D-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Nacional de Telecomunicações · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Vasco repudia "exposição constrangedora" de Sidão e elogia Casagrande


    Após clubes e personalidades se manifestarem, foi a vez do Vasco comentar sobre a entrega do prêmio Craque do Jogo ao goleiro Sidão, após a derrota do cruzmaltino por 3 a 0 para o Santos. Em nota oficial, o clube carioca repudiou a "exposição constrangedora" de Sidão por parte da TV Globo, responsável pela entrega do prêmio de votação popular ao melhor jogador da partida.
    (uol.com.br)


    Com base na leitura do texto, a entrega do prêmio após o resultado da partida configura:
    Escolha uma alternativa para a questão 00f5bf7d-e6
  • 00EAA7CF-E6

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Nacional de Telecomunicações · 2019DifícilEntre para guardar nos favoritos

    As crianças andavam pelas calçadas, despreocupadas, como se não existisse perigo algum, mas os vigilantes continuavam tomando tranquilamente seus cafés.


    A alternativa que apresenta o elemento de coesão que corrige o texto acima é:

    Escolha uma alternativa para a questão 00eaa7cf-e6
  • 00D7BBE4-E6

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Nacional de Telecomunicações · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto II


    Só metade das famílias dedica tempo suficiente à educação dos filhos


    Pesquisa da ONG britânica Varkey Foundation mostra a percepção de famílias brasileiras e de outros 28 países sobre a maneira com que acompanham a vida escolar de seus filhos


    Você não está sozinho(a) quando diz que não tem tempo para acompanhar o desempenho de seu filho ou sequer perguntar como foi o dia dele na escola. No Brasil, 46% dos pais e responsáveis por crianças em idade escolar dizem não dedicar tempo suficiente com a educação dos filhos, 41% reservam uma quantidade adequada e 9% sentem que reservam muito tempo para acompanhá-los. É isso o que mostra uma pesquisa da ONG global de educação Varkey Foundation feita em parceria com o Instituto Ipsos com 27 mil pais de estudantes de 4 a 18 anos em 29 países.

    Mais do que um consenso entre educadores, outras pesquisas internacionais mostram que o engajamento familiar é fundamental para o desenvolvimento dos alunos. De acordo com a publicação Family Engagement from the Youth Perspective, do Cambridge Kids Council, a aproximação entre escolas e famílias pode influenciar resultados educacionais das crianças e ajudar os alunos a transitarem com autonomia por diferentes etapas das suas vidas, além de colaborar para promover a equidade na educação.

    O estudo da Fundação Varkey também aponta que 51% dos familiares consideram a escola as escolas públicas brasileiras “fracas” e, se houvesse condições financeiras, 81% daqueles cujos filhos frequentam escolas públicas disseram que “bastante provavelmente” ou “muito provavelmente” migrariam para o ensino privado. Trata-se do índice mais alto em toda a América Latina.

    Apesar de se declararem pouco participativos nos estudos dos filhos e criticarem a qualidade da escola pública, 70% dos brasileiros estão otimistas quanto ao futuro dos filhos, um número muito superior à média global de 60%.

    Imagem da questão de Português, Instituto Nacional de Telecomunicações 2019, Interpretação de Textos

    Melhorou ou piorou?

    Enquanto as transformações tecnológicas e culturais demonstram-se cada vez mais rápidas, os pais demonstram-se em dúvida quanto aos padrões de educação terem melhorado ou piorado nos últimos dez anos – 40% dizem que “melhorou” e 37% dizem que “piorou”. Os dados referentes ao Brasil são um pouco menores que a média: para 36% está melhor, enquanto 52% avaliam que o ensino piorou na última década.

    Alguns dos pais mais pessimistas se encontram nas grandes economias europeias. Os pais franceses estão particularmente pessimistas quanto à educação, com apenas 8% dizendo que os padrões melhoraram, seguidos pelos alemães (19%).

    Os pais das economias asiáticas emergentes são muito mais positivos, com 72% na Índia e 70% na China e em Singapura dizendo que a educação melhorou. O Japão é o único país asiático abaixo da média global da pesquisa, com 21%.

    Reconhecimento do professor
    Caso houvesse fundos adicionais para a escola de seus filhos, a maioria dos pais gostaria que fossem gastos nos professores. Metade (50%) dos pais indica mais professores, ou uma melhor remuneração dos professores existentes, como uma de suas principais prioridades. Isso é comparado com pais que gastariam fundos adicionais hipotéticos para a escola de seus filhos em: computadores/tecnologia (46%); atividades extracurriculares (44%); equipe de suporte (37%); recursos (37%); e em edifícios e outras instalações (34%).

    Gestão escolar
    O número de pais brasileiros (55%) que aprovam a gestão de escolas públicas por empresas privadas (como no modelo nos Estados Unidos) é três vezes superior ao dos que se opõem à ideia (16%). 
    Associações de pais são uma escolha popular para a gestão de escolas públicas, com quase dois terços (61%) dos pais brasileiros satisfeitos com esta opção, número muito acima da média global (50%).

    Instruções:
    Fuja das generalizações, clichês, lugares-comuns e frases feitas.
    Seu texto deve obrigatoriamente conter um título.
    O texto deve ter, no máximo, 25 linhas.
    Utilize a última folha da prova como rascunho. É permitido destacá-la.

    Coletânea: Leia toda a coletânea e selecione o que julgar pertinente para a realização da proposta. Articule os elementos selecionados com sua história de leituras e suas reflexões.

    Tema: “Principais desafios na educação dos filhos” 

    O cartão de crédito você usa em qualquer lugar.


    Na frase citada, tem-se:

    Escolha uma alternativa para a questão 00d7bbe4-e6
  • AC79A388-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Olinda · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe as imagens a seguir, considere as afirmativas e indique V para as verdadeiras e F para as falsas.

    Imagem da questão de Português, Faculdade de Medicina de Olinda 2019, Interpretação de Textos




    ( ) A imagem I recorre ao recurso da intertextualidade para identificar uma questão social problemática enfrentada pela sociedade atual.

    ( ) Pode-se afirmar que entre as imagens I e II há uma relação intertextual, havendo uma referência em uma delas a elementos existentes na outra.

    ( ) As duas imagens apresentadas têm a intertextualidade estabelecida entre si por uma oposição de ideias representada pelos elementos que as diferenciam.


    A sequência está correta em
    Escolha uma alternativa para a questão ac79a388-e5
  • AC6D21D5-E5

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Olinda · 2019MédioEntre para guardar nos favoritos
    Verão agrava consumo excessivo de álcool


        As bebidas alcoólicas caracterizam-se por conter etanol, uma substância psicoativa que afeta a função e neurotransmissão cerebral, e que possui propriedades intrínsecas capazes de levar à dependência. De acordo com os dados da Organização Mundial de Saúde, cerca de 3,3 milhões de pessoas morrem anualmente devido ao consumo desmedido de álcool, sendo este a quarta maior causa de morte em todo o mundo.
        Com a chegada do bom tempo e do período de férias, chegam também as atividades ao ar livre, as festas regionais e os festivais de música, circunstâncias que apelam ao consumo de bebidas alcoólicas, tradicionalmente associado ao relaxamento e à diversão. O efeito de desinibição social intrínseco ao álcool pode também ser motivo de procura em pessoas com maiores limitações na interação social, sobretudo jovens, como os que sofrem de fobia social, grupo de risco para desenvolver problemas relacionados com o álcool.
         O consumo excessivo de álcool constitui atualmente um sério problema de saúde pública, aumentando exponencialmente o risco de acidentes em meio aquático, de acidentes de viação, de consumo de outras substâncias estupefacientes, de comportamentos sexuais de risco e de comportamentos violentos.
         O abuso de bebidas alcoólicas no período de férias de verão é sobretudo preocupante nas faixas etárias mais jovens por múltiplas razões, das quais se deve realçar o potencial para precipitar um padrão de consumo regular e problemático que se perpetua após este período.

    (Dra. Mônica Almeida – Psiquiatra da Unidade Psiquiátrica Privada de Coimbra. Disponível em: https://www.atlasdasaude.pt/publico/content/veraoagrava-consumo-excessivo-de-alcool.)
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