Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 152 de 451.

  • 93703EBE-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho de uma entrevista com o cineasta francês Jean Renoir (1894-1979), filho do conhecido pintor Pierre-Auguste Renoir, datada de novembro de 1958.

    Cheguei mesmo a me perguntar se toda obra humana não é provisória – mesmo um quadro, mesmo uma estátua, mesmo uma obra arquitetônica, mesmo o Partenon. Seja qual for a solidez do Partenon, o que resta dele é muito pouco e não temos nenhuma ideia do que era quando acabara de ser construído. Mesmo o que resta vai desaparecer. Talvez se consiga, a custa de tanto colocar cimento nas colunas, mantê-lo por cem anos, duzentos anos, digamos quinhentos anos, digamos mil anos. Mas, enfim, chegará um dia em que o Partenon não existirá mais. Pergunto-me se não seria mais honesto abordar a obra de arte sabendo que ela é provisória e irá desaparecer, e que, na verdade, relativizando, não há diferença entre uma obra arquitetônica feita em mármore maciço e um artigo de jornal, impresso em papel e jogado fora no dia seguinte.


                                                       (Jean Renoir apud Jorge Coli. O que é arte, 2013. Adaptado.)



    Neste trecho da entrevista, Jean Renoir reflete sobre 

    Escolha uma alternativa para a questão 93703ebe-db
  • 936C4490-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    Em “Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea.” (6o parágrafo), o termo sublinhado pode ser substituído, sem prejuízo de sentido para o texto, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 936c4490-db
  • 93669DDA-DB

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018Muito fácilEntre para guardar nos favoritos

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    Em “Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto.” (5o parágrafo), o termo sublinhado refere-se a
    Escolha uma alternativa para a questão 93669dda-db
  • 935ED1C4-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

              Dizer o que seja a arte é coisa difícil. Um sem-número de tratados de estética debruçou-se sobre o problema, procurando situá-lo, procurando definir o conceito. Mas, se buscamos uma resposta clara e definitiva, decepcionamo-nos: elas são divergentes, contraditórias, além de frequentemente se pretenderem exclusivas, propondo-se como solução única.

             Entretanto, se pedirmos a qualquer pessoa que possua um mínimo contato com a cultura para nos citar alguns exemplos de obras de arte ou de artistas, ficaremos certamente satisfeitos. Todos sabemos que a Mona Lisa, que a Nona sinfonia de Beethoven, que a Divina comédia, que Guernica de Picasso ou o Davi de Michelangelo são, indiscutivelmente, obras de arte. Assim, mesmo sem possuirmos uma definição clara e lógica do conceito, somos capazes de identificar algumas produções da cultura em que vivemos como sendo “arte”. Além disso, a nossa atitude diante da ideia “arte” é de admiração: sabemos que Leonardo ou Dante são gênios e, de antemão, diante deles, predispomo-nos a tirar o chapéu.                      Podemos, então, ficar tranquilos: se não conseguimos saber o que a arte é, pelo menos sabemos quais coisas correspondem a essa ideia e como devemos nos comportar diante delas. Infelizmente, esta tranquilidade não dura se quisermos escapar ao superficial e escavar um pouco mais o problema. O Davi de Michelangelo é arte, e não se discute. Entretanto, eu abro um livro consagrado a um artista célebre do século XX, Marcel Duchamp, e vejo entre suas obras, conservado em museu, um aparelho sanitário de louça, absolutamente idêntico aos que existem em todos os mictórios masculinos do mundo inteiro. Ora, esse objeto não corresponde exatamente à ideia que eu faço da arte.

              Assim, a questão que há pouco propusemos – como saber o que é ou não é obra de arte – de novo se impõe. Já vimos que responder com uma definição que parte da “natureza” da arte é tarefa vã. Mas, se não podemos encontrar critérios a partir do interior mesmo da noção de obra de arte, talvez possamos descobri-los fora dela.

            Para decidir o que é ou não arte, nossa cultura possui instrumentos específicos. Um deles, essencial, é o discurso sobre o objeto artístico, ao qual reconhecemos competência e autoridade. Esse discurso é o que proferem o crítico, o historiador da arte, o perito, o conservador de museu. São eles que conferem o estatuto de arte a um objeto. Nossa cultura também prevê locais específicos onde a arte pode manifestar-se, quer dizer, locais que também dão estatuto de arte a um objeto. Num museu, numa galeria, sei de antemão que encontrarei obras de arte; num cinema “de arte”, filmes que escapam à “banalidade” dos circuitos normais; numa sala de concerto, música “erudita” etc. Esses locais garantem-me assim o rótulo “arte” às coisas que apresentam, enobrecendo-as.

               Desse modo, para gáudio1 meu, posso despreocupar- -me, pois nossa cultura prevê instrumentos que determinarão, por mim, o que é ou não arte. Para evitar ilusões, devo prevenir que a situação não é assim tão rósea. Mas, por ora, o importante é termos em mente que o estatuto da arte não parte de uma definição abstrata do conceito, mas de atribuições feitas por instrumentos de nossa cultura, dignificando os objetos sobre os quais ela recai.


                                                                                                                          (O que é arte, 2013.Adaptado.)

    A discussão proposta pelo texto dialoga intimamente com o seguinte enunciado:
    Escolha uma alternativa para a questão 935ed1c4-db
  • 9357F128-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de Marília · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Faculdade de Medicina de Marília 2018, Interpretação de Textos

    Do questionamento da personagem Mafalda, depreende-se uma crítica

    Escolha uma alternativa para a questão 9357f128-db
  • 5A46D6F0-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos

    Disponív l m: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. c sso m: 16 mar. 2018.

    Assinale a alternativa em que a afirmação NÃO condiz com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 5a46d6f0-db
  • 5A3F698A-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos

    Disponív l m: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. c sso m: 16 mar. 2018.

    palavra “pendenga” (l. 13) faz alusão à qual outra palavra ou expressão do texto?
    Escolha uma alternativa para a questão 5a3f698a-db
  • 5A3B4D61-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.

    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos

    Disponív l m: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. c sso m: 16 mar. 2018.

    Os adjtivos “profícua” (l. 03) “árido” (l. 05) encontram, respectivamente, sinônimos mais adequados em qual das alternativas abaixo?
    Escolha uma alternativa para a questão 5a3b4d61-db
  • 5A2528D2-DB

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder às questões de 31 a 36, considere o texto abaixo. 


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos


    NOGUEIRA, Salvador. Os legados do gênio Stephen Hawking, na ciência e na vida. Disponível em:

    <https://super.abril.com.br/ciencia/os-legados-do-genio-na-ciencia-e-na-vida/>.

    Acesso em: 22 mar. 2018. (adaptado)

    A partir da leitura do texto, depreende-se que
    Escolha uma alternativa para a questão 5a2528d2-db
  • 3BF1F1BD-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Campo Real · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Na coluna da direita, são apresentadas perguntas feitas ao artista William Kentridge, em entrevista concedida ao jornal El País. Numere a coluna da direita, relacionando as respostas às respectivas perguntas.


    1. O que faz com que uma obra seja percebida como verdadeira?
    2. Nasceu em Johanesburgo e viveu em uma minoria dentro da minoria branca: a dos que se opunham ao apartheid. Sua família defendia os direitos dos negros. Como foi a sua infância?
    3. Sua mulher [Anne Stanwix] é australiana. Chegou com 16 anos, se conheceram na escola e desde então permanecem juntos. Nada mal para um homem que se descreve como instalado na dúvida perpétua.
    4. Em 25 anos, como o seu país evoluiu?


    ( ) Faz parte das minhas contradições. Pouco antes de conhecê-la, decidi que tinha nascido no país errado e com cinco anos de atraso. Se estivesse com 18 e em Paris, Berlim ou Berkeley teria feito parte da revolta estudantil em vez de estar enredado na África do Sul, onde não acontecia nada.
    ( ) Muita gente esperava uma mudança radical de vida. E o que se passou é que há uma classe média branca e outra negra que, numericamente, já são iguais (quatro milhões cada raça). Mas para a classe trabalhadora a vida não mudou. Sua situação, embora não tão ruim, é de grande pobreza e desespero.
    ( ) Se você dá a mesma fotografia a duas pessoas, cada uma dirá coisas diferentes. Isso significa que só podem estar falando de si mesmas. Não veem a fotografia, veem a si mesmas. Por isso uma das funções do artista é lembrar o espectador que quando olha uma obra não está vendo uma verdade, mas uma projeção.
    ( ) Privilegiada, branca, suburbana. Tínhamos babás e criados. Fui a uma escola em que só podiam entrar crianças brancas. E me parecia que isso era o normal.


    Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta da coluna da direita, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 3bf1f1bd-da
  • 3BED668E-DA

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade Campo Real · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O fragmento abaixo é referência para as questão.


    O temido prognóstico se cumpriu, e a entrada do partido Alternativa para a Alemanha (AfD) no Parlamento alemão fez tremer os alicerces da democracia no país. Desde o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, nenhum partido de extrema direita havia participado da vida parlamentar da Alemanha, cujo passado nazista tornava impensável até agora um resultado como o das eleições deste domingo. O AfD ficou em terceiro lugar, com 12,9% dos votos e quase 90 representantes entre os 631 parlamentares do renovado Bundestag. Sua presença no Parlamento implica a irrupção do discurso islamofóbico e antieuropeu no coração da democracia germânica. […] Os cientistas políticos consideram que aproximadamente metade dos seguidores do AfD pertencem ao núcleo duro ideológico da extrema direita, e que a outra metade são um voto de protesto.
    (<https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/24/internacional/1506276160_113753.html>. Acesso em 30, set. 2017.)
    Na sentença “Sua presença no Parlamento implica a irrupção do discurso islamofóbico e antieuropeu no coração da democracia germânica”, o termo sublinhado pode ser substituído por:
    Escolha uma alternativa para a questão 3bed668e-da
  • 3BEA6402-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Campo Real · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos
    O fragmento abaixo é referência para as questão.


    O temido prognóstico se cumpriu, e a entrada do partido Alternativa para a Alemanha (AfD) no Parlamento alemão fez tremer os alicerces da democracia no país. Desde o final da Segunda Guerra Mundial, em 1945, nenhum partido de extrema direita havia participado da vida parlamentar da Alemanha, cujo passado nazista tornava impensável até agora um resultado como o das eleições deste domingo. O AfD ficou em terceiro lugar, com 12,9% dos votos e quase 90 representantes entre os 631 parlamentares do renovado Bundestag. Sua presença no Parlamento implica a irrupção do discurso islamofóbico e antieuropeu no coração da democracia germânica. […] Os cientistas políticos consideram que aproximadamente metade dos seguidores do AfD pertencem ao núcleo duro ideológico da extrema direita, e que a outra metade são um voto de protesto.
    (<https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/24/internacional/1506276160_113753.html>. Acesso em 30, set. 2017.)
    A respeito do texto, considere as seguintes afirmativas:


    1. O terrível prognóstico que se cumpriu na Alemanha foi a eleição de aproximadamente 90 parlamentares do partido de extrema direita AfD.
    2. O AfD é um partido nazista que busca o protecionismo do estado.
    3. Desde 1945, nenhum partido de extrema direita tinha concorrido às eleições ao parlamento do país.
    4. É estimado que metade dos votos recebidos pelo AfD foi de pessoas que não necessariamente concordam com a ideologia do partido, mas que não estão satisfeitas com o atual governo e com o estado em que se encontra o país.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3bea6402-da
  • 3BE73920-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Campo Real · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    A charge ao lado tematiza:


    Imagem da questão de Português, Faculdade Campo Real 2018, Interpretação de Textos

    (<http://www.arionaurocartuns.com.br> Acesso: 12 set. 2017.)

    Escolha uma alternativa para a questão 3be73920-da
  • 3BE10D13-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Campo Real · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    O trecho a seguir é o parágrafo inicial de texto publicado na BBCBrasil em 03/01/2018 (<www.bbc.com/portuguese/geral42537252>):


    A tecnologia para problemas no coração estará disponível gratuitamente no sistema público de saúde britânico, o NHS, a partir do fim do primeiro semestre de 2018.


    Numere os parênteses a seguir, identificando a ordem textual lógica das ideias que dão continuidade ao parágrafo inicial.

    ( ) Já o sistema criado pelo hospital John Radcliffe faz um diagnóstico baseado nestes exames com muito mais precisão e consegue detectar detalhes invisíveis aos olhos humanos.
    ( ) Segundo o governo, isso pode “salvar o NHS” ao reduzir em 50% os 2,2 bilhões de libras (cerca de R$ 9,8 bilhões) gastos anualmente com serviços de análise de patologias.
    ( ) Ele dá recomendações ao concluir que o paciente tem risco de ter um infarto.
    ( ) Mas até mesmo os melhores médicos falham em um a cada cinco casos. Pacientes acabam sendo mandados para casa e têm um ataque cardíaco ou passam por cirurgias desnecessárias.
    ( ) Atualmente, cardiologistas conseguem dizer se há um problema a partir do ritmo de batidas do coração identificado em exames.


    Assinale a alternativa que apresenta a numeração correta dos parênteses, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão 3be10d13-da
  • 3BDCE37E-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Campo Real · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.


        As cidades indianas de Mumbai, Bangalore e Chennai; a cidade mais populosa do Paquistão, Karachi; e a capital de Bangladesh, Dakha, somam mais de 1.400 vítimas desde junho e milhões de afetados após as piores chuvas de monção que atingiram o sudeste asiático em anos.
        No total, 41 milhões de asiáticos sofrerão muito para conseguir alimentos e enfrentarão um aumento de doenças como a malária e o tifo durante os próximos meses.
        No continente africano, a capital de Serra Leoa, Freetown, teve um número não oficial de 1.000 mortos, muitos dos quais menores de idade, além de centenas de milhares de afetados por uma das piores inundações da história e um mortífero deslizamento de terras.
        Nos Estados Unidos, o furacão Harvey deixou 60 vítimas em Houston, Texas. E ainda que a maioria dos leitores e leitoras saiba mais sobre a gestão do desastre em Houston do que em Freetown ou qualquer outra cidade localizada no hemisfério Sul, os números de mortos indicam que as inundações do mês de agosto mataram 25 vezes mais pessoas na África do que o furacão Harvey nos Estados Unidos. O apartheid climático se torna evidente na arena midiática, ainda que tenha sido o presidente Donald Trump a se retirar dos acordos climáticos de Paris, e não, por exemplo, o mandatário de Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, que reconhece a urgência de se reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
    (Adaptado de <https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/05/internacional/1504615856_151952.html>. Acesso em 12 set. 2017). Acesso em 12 set. 2017)1
    A respeito do texto, considere as seguintes afirmativas:


    1. Apesar de menos devastador, o furacão Harvey foi mais noticiado do que as diversas tragédias ocorridas em países menos desenvolvidos.
    2. Tanto o presidente de Serra Leoa quanto o presidente norte-americano reconhecem a necessidade urgente de se tratar da mudança climática.
    3. O termo “apartheid climático”, nesse texto, é usado para demonstrar que há diferentes tipos de desastres climáticos nos dois hemisférios.


    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão 3bdce37e-da
  • 3BD3EA01-DA

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade Campo Real · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos
    O texto a seguir é referência para a questão.


        As cidades indianas de Mumbai, Bangalore e Chennai; a cidade mais populosa do Paquistão, Karachi; e a capital de Bangladesh, Dakha, somam mais de 1.400 vítimas desde junho e milhões de afetados após as piores chuvas de monção que atingiram o sudeste asiático em anos.
        No total, 41 milhões de asiáticos sofrerão muito para conseguir alimentos e enfrentarão um aumento de doenças como a malária e o tifo durante os próximos meses.
        No continente africano, a capital de Serra Leoa, Freetown, teve um número não oficial de 1.000 mortos, muitos dos quais menores de idade, além de centenas de milhares de afetados por uma das piores inundações da história e um mortífero deslizamento de terras.
        Nos Estados Unidos, o furacão Harvey deixou 60 vítimas em Houston, Texas. E ainda que a maioria dos leitores e leitoras saiba mais sobre a gestão do desastre em Houston do que em Freetown ou qualquer outra cidade localizada no hemisfério Sul, os números de mortos indicam que as inundações do mês de agosto mataram 25 vezes mais pessoas na África do que o furacão Harvey nos Estados Unidos. O apartheid climático se torna evidente na arena midiática, ainda que tenha sido o presidente Donald Trump a se retirar dos acordos climáticos de Paris, e não, por exemplo, o mandatário de Serra Leoa, Ernest Bai Koroma, que reconhece a urgência de se reduzir as emissões de gases de efeito estufa.
    (Adaptado de <https://brasil.elpais.com/brasil/2017/09/05/internacional/1504615856_151952.html>. Acesso em 12 set. 2017). Acesso em 12 set. 2017)1
    É correto afirmar que o texto pretende:
    Escolha uma alternativa para a questão 3bd3ea01-da
  • 65AC8CC4-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos

    Disponível em: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. acesso em: 16 mar. 2018.

    Assinale a alternativa em que a afirmação NÃO condiz com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão 65ac8cc4-d9
  • 65A89E7A-D9

    Português

    Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2018, Acentuação Gráfica: Proparoxítonas, Paroxítonas, Oxítonas e Hiatos

    Disponível em: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. acesso em: 16 mar. 2018.

    Observe as seguintes afirmações.


    I - “Emérita”, “árido”, “últimas”, “sinônimo”, “métodos”, “fônicos”, “analíticos” “sintéticos” são palavras acentuadas graficamente pela mesma regra.
    II - Se a palavra “tema” (l. 05) fosse substituída por “matéria”, o “ao” (l. 04) deveria ser substituído por “à”.
    III - A expressão “acerca de ” (l. 14) pode ser substituída por “sobre” sem nenhuma perda do sentido original do período.


    Quais stão corretas?
    Escolha uma alternativa para a questão 65a89e7a-d9
  • 65A3D5AD-D9

    Português

    Coesão e coerência
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2018, Coesão e coerência

    Disponível em: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. acesso em: 16 mar. 2018.

    A palavra “pendenga” (l. 13) faz alusão à qual outra palavra ou expressão do texto?
    Escolha uma alternativa para a questão 65a3d5ad-d9
  • 65A02E33-D9

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    INSTRUÇÃO: Para responder à questão, considere o texto abaixo.


    Imagem da questão de Português, Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul 2018, Interpretação de Textos

    Disponível em: <http://www.r vista ducacao.com.br/um-pr mio-para-todos-qu -alfab tizam/>. acesso em: 16 mar. 2018.

    Os adj tivos “profícua” (l. 03) “árido” (l. 05) encontram, respectivamente, sinônimos mais adequados em qual das alternativas abaixo?
    Escolha uma alternativa para a questão 65a02e33-d9