Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 192 de 451.

  • 74983BED-6E

    Português

    Interpretação de Textos
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    Imagem da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    Na terceira estrofe (v. 9-11), a seleção vocabular evidencia a passagem de um estado emocional a outro por parte do poeta.


    A partir dessa seleção, os estados emocionais por que passa o poeta podem ser definidos como:

    Escolha uma alternativa para a questão 74983bed-6e
  • 74944F98-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    Uma série de transformações é apresentada pelo verbo fazer acompanhado da palavra se.


    Na cena construída no poema, essa estrutura linguística produz o seguinte efeito:

    Escolha uma alternativa para a questão 74944f98-6e
  • 7486B1B1-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    A flutuação do gosto em relação aos poetas é normal, como é normal a sucessão dos modos de fazer poesia. (ℓ. 1-2)


    A relação que se estabelece entre essa declaração inicial do crítico Antonio Candido e o restante de seu texto pode ser definida pela seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão 7486b1b1-6e
  • 74739A69-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

    A frase que contém uma explicação do conteúdo da frase anterior está sublinhada em:
    Escolha uma alternativa para a questão 74739a69-6e
  • 746D107E-6E

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos

                                             Figura 2 de 2 da questão de Português, UERJ 2018, Interpretação de Textos


    Os relatos sobre as ondas epidêmicas de febre amarela na cidade do Rio de Janeiro apareceram com frequência nos periódicos, especialmente a partir da década de 1850.


    De acordo com o documento acima, no início da década de 1870, o alastramento da doença era associado ao seguinte fator:

    Escolha uma alternativa para a questão 746d107e-6e
  • 32422725-58

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do livro Em casa, de Bill Bryson, para responder à questão.


          Quase nada, no século XVII, escapava à astúcia dos que adulteravam alimentos. O açúcar e outros ingredientes caros muitas vezes eram aumentados com gesso, areia e poeira. A manteiga tinha o volume aumentado com sebo e banha. Quem tomasse chá, segundo autoridades da época, poderia ingerir, sem querer, uma série de coisas, desde serragem até esterco de carneiro pulverizado. Um carregamento inspecionado, relata Judith Flanders, demonstrou conter apenas a metade de chá; o resto era composto de areia e sujeira. Acrescentava-se ácido sulfúrico ao vinagre para dar mais acidez; giz ao leite; terebintina1 ao gim. O arsenito de cobre era usado para tornar os vegetais mais verdes, ou para fazer a geleia brilhar. O cromato de chumbo dava um brilho dourado aos pães e também à mostarda. O acetato de chumbo era adicionado às bebidas como adoçante, e o chumbo avermelhado deixava o queijo Gloucester, se não mais seguro para comer, mais belo para olhar.

          Não havia praticamente nenhum gênero que não pudesse ser melhorado ou tornado mais econômico para o varejista por meio de um pouquinho de manipulação e engodo. Até as cerejas, como relata Tobias Smollett, ganhavam novo brilho depois de roladas, delicadamente, na boca do vendedor antes de serem colocadas em exposição. Quantas damas inocentes, perguntava ele, tinham saboreado um prato de deliciosas cerejas que haviam sido “umedecidas e roladas entre os maxilares imundos e, talvez, ulcerados de um mascate de Saint Giles”?

          O pão era particularmente atingido. Em seu romance de 1771, The expedition of Humphry Clinker, Smollett definiu o pão de Londres como um composto tóxico de “giz, alume2 e cinzas de ossos, insípido ao paladar e destrutivo para a constituição”; mas acusações assim já eram comuns na época. A primeira acusação formal já encontrada sobre a adulteração generalizada do pão está em um livro chamado Poison detected: or frightful truths, escrito anonimamente em 1757, que revelou segundo “uma autoridade altamente confiável” que “sacos de ossos velhos são usados por alguns padeiros, não infrequentemente”, e que “os ossuários dos mortos são revolvidos para adicionar imundícies ao alimento dos vivos”.

                                                                        (Em casa, 2011. Adaptado.)


    1 terebintina: resina extraída de uma planta e usada na fabricação de vernizes, diluição de tintas etc.

    2 alume: designação dos sulfatos duplos de alumínio e metais alcalinos, com propriedades adstringentes, usado na fabricação de corantes, papel, porcelana, na purificação de água, na clarificação de açúcar etc.

    É invariável quanto a gênero e a número o termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 32422725-58
  • 323BDCC1-58

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do livro Em casa, de Bill Bryson, para responder à questão.


          Quase nada, no século XVII, escapava à astúcia dos que adulteravam alimentos. O açúcar e outros ingredientes caros muitas vezes eram aumentados com gesso, areia e poeira. A manteiga tinha o volume aumentado com sebo e banha. Quem tomasse chá, segundo autoridades da época, poderia ingerir, sem querer, uma série de coisas, desde serragem até esterco de carneiro pulverizado. Um carregamento inspecionado, relata Judith Flanders, demonstrou conter apenas a metade de chá; o resto era composto de areia e sujeira. Acrescentava-se ácido sulfúrico ao vinagre para dar mais acidez; giz ao leite; terebintina1 ao gim. O arsenito de cobre era usado para tornar os vegetais mais verdes, ou para fazer a geleia brilhar. O cromato de chumbo dava um brilho dourado aos pães e também à mostarda. O acetato de chumbo era adicionado às bebidas como adoçante, e o chumbo avermelhado deixava o queijo Gloucester, se não mais seguro para comer, mais belo para olhar.

          Não havia praticamente nenhum gênero que não pudesse ser melhorado ou tornado mais econômico para o varejista por meio de um pouquinho de manipulação e engodo. Até as cerejas, como relata Tobias Smollett, ganhavam novo brilho depois de roladas, delicadamente, na boca do vendedor antes de serem colocadas em exposição. Quantas damas inocentes, perguntava ele, tinham saboreado um prato de deliciosas cerejas que haviam sido “umedecidas e roladas entre os maxilares imundos e, talvez, ulcerados de um mascate de Saint Giles”?

          O pão era particularmente atingido. Em seu romance de 1771, The expedition of Humphry Clinker, Smollett definiu o pão de Londres como um composto tóxico de “giz, alume2 e cinzas de ossos, insípido ao paladar e destrutivo para a constituição”; mas acusações assim já eram comuns na época. A primeira acusação formal já encontrada sobre a adulteração generalizada do pão está em um livro chamado Poison detected: or frightful truths, escrito anonimamente em 1757, que revelou segundo “uma autoridade altamente confiável” que “sacos de ossos velhos são usados por alguns padeiros, não infrequentemente”, e que “os ossuários dos mortos são revolvidos para adicionar imundícies ao alimento dos vivos”.

                                                                        (Em casa, 2011. Adaptado.)


    1 terebintina: resina extraída de uma planta e usada na fabricação de vernizes, diluição de tintas etc.

    2 alume: designação dos sulfatos duplos de alumínio e metais alcalinos, com propriedades adstringentes, usado na fabricação de corantes, papel, porcelana, na purificação de água, na clarificação de açúcar etc.

    “O acetato de chumbo era adicionado às bebidas como adoçante” (1°parágrafo)


    Preservando-se a correção gramatical e o seu sentido original, essa oração pode ser reescrita na forma:

    Escolha uma alternativa para a questão 323bdcc1-58
  • 3238DECE-58

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o trecho do livro Em casa, de Bill Bryson, para responder à questão.


          Quase nada, no século XVII, escapava à astúcia dos que adulteravam alimentos. O açúcar e outros ingredientes caros muitas vezes eram aumentados com gesso, areia e poeira. A manteiga tinha o volume aumentado com sebo e banha. Quem tomasse chá, segundo autoridades da época, poderia ingerir, sem querer, uma série de coisas, desde serragem até esterco de carneiro pulverizado. Um carregamento inspecionado, relata Judith Flanders, demonstrou conter apenas a metade de chá; o resto era composto de areia e sujeira. Acrescentava-se ácido sulfúrico ao vinagre para dar mais acidez; giz ao leite; terebintina1 ao gim. O arsenito de cobre era usado para tornar os vegetais mais verdes, ou para fazer a geleia brilhar. O cromato de chumbo dava um brilho dourado aos pães e também à mostarda. O acetato de chumbo era adicionado às bebidas como adoçante, e o chumbo avermelhado deixava o queijo Gloucester, se não mais seguro para comer, mais belo para olhar.

          Não havia praticamente nenhum gênero que não pudesse ser melhorado ou tornado mais econômico para o varejista por meio de um pouquinho de manipulação e engodo. Até as cerejas, como relata Tobias Smollett, ganhavam novo brilho depois de roladas, delicadamente, na boca do vendedor antes de serem colocadas em exposição. Quantas damas inocentes, perguntava ele, tinham saboreado um prato de deliciosas cerejas que haviam sido “umedecidas e roladas entre os maxilares imundos e, talvez, ulcerados de um mascate de Saint Giles”?

          O pão era particularmente atingido. Em seu romance de 1771, The expedition of Humphry Clinker, Smollett definiu o pão de Londres como um composto tóxico de “giz, alume2 e cinzas de ossos, insípido ao paladar e destrutivo para a constituição”; mas acusações assim já eram comuns na época. A primeira acusação formal já encontrada sobre a adulteração generalizada do pão está em um livro chamado Poison detected: or frightful truths, escrito anonimamente em 1757, que revelou segundo “uma autoridade altamente confiável” que “sacos de ossos velhos são usados por alguns padeiros, não infrequentemente”, e que “os ossuários dos mortos são revolvidos para adicionar imundícies ao alimento dos vivos”.

                                                                        (Em casa, 2011. Adaptado.)


    1 terebintina: resina extraída de uma planta e usada na fabricação de vernizes, diluição de tintas etc.

    2 alume: designação dos sulfatos duplos de alumínio e metais alcalinos, com propriedades adstringentes, usado na fabricação de corantes, papel, porcelana, na purificação de água, na clarificação de açúcar etc.

    Em “Não havia praticamente nenhum gênero que não pudesse ser melhorado ou tornado mais econômico para o varejista por meio de um pouquinho de manipulação e engodo” (2° parágrafo), o termo sublinhado está empregado em sentido similar ao do termo sublinhado em:
    Escolha uma alternativa para a questão 3238dece-58
  • 3235876A-58

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Esse autor introduziu no romance brasileiro o índio e os seus acessórios, aproveitando-o ou em plena selvageria ou em comércio com o branco. Como o quer representar no seu ambiente exato, ou que lhe parece exato, é levado a fazer também, se não antes de mais ninguém, com talento que lhe assegura a primazia, o romance da natureza brasileira.

    (José Veríssimo. História da literatura brasileira, 1969. Adaptado.)


    Tal comentário refere-se a

    Escolha uma alternativa para a questão 3235876a-58
  • 32324419-58

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o soneto “Nasce o Sol, e não dura mais que um dia”, do poeta Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.


    Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

    Depois da Luz se segue a noite escura,

    Em tristes sombras morre a formosura,

    Em contínuas tristezas a alegria.


    Porém, se acaba o Sol, por que nascia?

    Se é tão formosa a Luz, por que não dura?

    Como a beleza assim se transfigura?

    Como o gosto da pena assim se fia?


    Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,

    Na formosura não se dê constância,

    E na alegria sinta-se tristeza.


    Começa o mundo enfim pela ignorância,

    E tem qualquer dos bens por natureza

    A firmeza somente na inconstância.

                                                                       (Poemas escolhidos, 2010.)

    Verifica-se a ocorrência de um termo subentendido, mas citado no verso anterior, em:
    Escolha uma alternativa para a questão 32324419-58
  • 322ED7E1-58

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o soneto “Nasce o Sol, e não dura mais que um dia”, do poeta Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.


    Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

    Depois da Luz se segue a noite escura,

    Em tristes sombras morre a formosura,

    Em contínuas tristezas a alegria.


    Porém, se acaba o Sol, por que nascia?

    Se é tão formosa a Luz, por que não dura?

    Como a beleza assim se transfigura?

    Como o gosto da pena assim se fia?


    Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,

    Na formosura não se dê constância,

    E na alegria sinta-se tristeza.


    Começa o mundo enfim pela ignorância,

    E tem qualquer dos bens por natureza

    A firmeza somente na inconstância.

                                                                       (Poemas escolhidos, 2010.)

    O verso está reescrito em ordem direta, sem alteração do seu sentido original, em:
    Escolha uma alternativa para a questão 322ed7e1-58
  • 3228C18E-58

    Português

    Figuras de Linguagem
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o soneto “Nasce o Sol, e não dura mais que um dia”, do poeta Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.


    Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

    Depois da Luz se segue a noite escura,

    Em tristes sombras morre a formosura,

    Em contínuas tristezas a alegria.


    Porém, se acaba o Sol, por que nascia?

    Se é tão formosa a Luz, por que não dura?

    Como a beleza assim se transfigura?

    Como o gosto da pena assim se fia?


    Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,

    Na formosura não se dê constância,

    E na alegria sinta-se tristeza.


    Começa o mundo enfim pela ignorância,

    E tem qualquer dos bens por natureza

    A firmeza somente na inconstância.

                                                                       (Poemas escolhidos, 2010.)

    A figura de linguagem mais recorrente nesse soneto é
    Escolha uma alternativa para a questão 3228c18e-58
  • 3225BC60-58

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o soneto “Nasce o Sol, e não dura mais que um dia”, do poeta Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.


    Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

    Depois da Luz se segue a noite escura,

    Em tristes sombras morre a formosura,

    Em contínuas tristezas a alegria.


    Porém, se acaba o Sol, por que nascia?

    Se é tão formosa a Luz, por que não dura?

    Como a beleza assim se transfigura?

    Como o gosto da pena assim se fia?


    Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,

    Na formosura não se dê constância,

    E na alegria sinta-se tristeza.


    Começa o mundo enfim pela ignorância,

    E tem qualquer dos bens por natureza

    A firmeza somente na inconstância.

                                                                       (Poemas escolhidos, 2010.)

    A exemplo do verso “A firmeza somente na inconstância.” (4ª estrofe), verifica-se a quebra da lógica em:
    Escolha uma alternativa para a questão 3225bc60-58
  • 32221A01-58

    Português

    Interpretação de Textos
    UNESP · 2018FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o soneto “Nasce o Sol, e não dura mais que um dia”, do poeta Gregório de Matos (1636-1696), para responder à questão.


    Nasce o Sol, e não dura mais que um dia,

    Depois da Luz se segue a noite escura,

    Em tristes sombras morre a formosura,

    Em contínuas tristezas a alegria.


    Porém, se acaba o Sol, por que nascia?

    Se é tão formosa a Luz, por que não dura?

    Como a beleza assim se transfigura?

    Como o gosto da pena assim se fia?


    Mas no Sol, e na Luz falte a firmeza,

    Na formosura não se dê constância,

    E na alegria sinta-se tristeza.


    Começa o mundo enfim pela ignorância,

    E tem qualquer dos bens por natureza

    A firmeza somente na inconstância.

                                                                       (Poemas escolhidos, 2010.)

    O soneto de Gregório de Matos aproxima-se tematicamente da citação:
    Escolha uma alternativa para a questão 32221a01-58