Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 209 de 451.

  • 6A3974C6-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Observe a imagem e leia o poema a seguir para responder à questão.

    Imagem da questão de Português, UEG 2017, Interpretação de Textos
    A leitura, tanto da imagem quanto do poema apresentados, metaforiza o caráter
    Escolha uma alternativa para a questão 6a3974c6-c4
  • 6A330D30-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    No enunciado “É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas”, a parte “afinal descoberta pelas massas” estabelece o seguinte pressuposto:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a330d30-c4
  • 6A2BDB63-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    Considere o seguinte recorte: “As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação”.

    O discurso do outro é apresentado nesse trecho por meio de uma
    Escolha uma alternativa para a questão 6a2bdb63-c4
  • 6A291128-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    O processo argumentativo do texto é construído a partir do seguinte procedimento:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a291128-c4
  • 6A25E84C-C4

    Português

    Interpretação de Textos
    UEG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir para responder à questão.

    O mundo como pode ser: uma outra globalização

        Podemos pensar na construção de um outro mundo a partir de uma globalização mais humana. As bases materiais do período atual são, entre outras, a unicidade da técnica, a convergência dos momentos e o conhecimento do planeta. É nessas bases técnicas que o grande capital se apoia para construir uma globalização perversa. Mas essas mesmas bases técnicas poderão servir a outros objetivos, se forem postas a serviço de outros fundamentos sociais e políticos. Parece que as condições históricas do fim do século XX apontavam para esta última possibilidade. Tais novas condições tanto se dão no plano empírico quanto no plano teórico.
        Considerando o que atualmente se verifica no plano empírico, podemos, em primeiro lugar, reconhecer um certo número de fatos novos indicativos da emergência de uma nova história. O primeiro desses fenômenos é a enorme mistura de povos, raças, culturas, gostos, em todos os continentes. A isso se acrescente, graças ao progresso da informação, a “mistura” de filosofia, em detrimento do racionalismo europeu. Um outro dado de nossa era, indicativo da possibilidade de mudanças, é a produção de uma população aglomerada em áreas cada vez menores, o que permite um ainda maior dinamismo àquela mistura entre pessoas e filosofias. As massas, de que falava Ortega y Gasset na primeira metade do século (A rebelião das massas, 1937), ganham uma nova qualidade em virtude de sua aglomeração exponencial e de sua diversificação. Trata-se da existência de uma verdadeira sociodiversidade, historicamente muito mais significativa que a própria biodiversidade. Junte-se a esses fatos a emergência de uma cultura popular que se serve dos meios técnicos antes exclusivos da cultura de massas, permitindo-lhe exercer sobre esta última uma verdadeira revanche ou vingança.
         É sobre tais alicerces que se edifica o discurso da escassez, afinal descoberta pelas massas. A população, aglomerada em poucos pontos da superfície da Terra, constitui uma das bases de reconstrução e de sobrevivência das relações locais, abrindo a possiblidade de utilização, ao serviço dos homens, do sistema técnico atual.
        No plano teórico, o que verificamos é a possiblidade de produção de um novo discurso, de uma nova metanarrativa, um grande relato. Esse novo discurso ganha relevância pelo fato de que, pela primeira vez na história do homem, se pode constatar a existência de uma universalidade empírica. A universalidade deixa de ser apenas uma elaboração abstrata na mente dos filósofos para resultar da experiência ordinária de cada pessoa. De tal modo, em mundo datado como o nosso, a explicação do acontecer pode ser feita a partir de categorias de uma história concreta. É isso, também, que permite conhecer as possiblidade existentes e escrever uma nova história.

    SANTOS, Milton. Por uma outra globalização. 13. ed. São Paulo: Record, 2006. p. 20-21. (Adaptado).
    O segundo parágrafo é construído a partir da enumeração de uma série de fatos sociais que, segundo o autor, indicam possibilidade de emergência de uma nova história. Esses fatos são:
    Escolha uma alternativa para a questão 6a25e84c-c4
  • DDA79298-C2

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 01
    Los marginados del planeta no están incluidos en las prioridades de desarrollo



    21 de marzo, 2017 — Noruega sigue siendo el país más desarrollado del mundo y el promedio de vida en Suazilandia es de 48,9 años, 35 menos que en Hong Kong, donde viven los más longevos del planeta.

              El mundo ha superado desafíos que parecían intimidatorios hace 25 años, con más de 2.000 millones de personas fuera de la pobreza y, sin embargo, casi 800 millones subsisten hoy con menos de 2 dólares diarios.
           Esos y otros datos se incluyen en el Informe de Desarrollo Humano 2016, presentado este martes en Estocolmo, en una ceremonia que contó con la participación del primer ministro sueco, Stefan Löfven, y la directora del PNUD, Helen Clark.
          El impresionante avance alcanzado en desarrollo humano durante los últimos 25 años sigue dejando atrás a muchas personas, que afrontan obstáculos estructurales, a menudo no cuantificados, para salir adelante.
            El informe señala que para garantizar un desarrollo humano sostenible para todas las personas, resulta necesario centrar los esfuerzos sobre quienes hasta ahora han sido excluidos y adoptar medidas para enfrentar las barreras que los marginan. El Informe constata que, aunque en promedio el nivel de desarrollo humano mejoró considerablemente en todas las regiones del mundo entre 1990 y 2015, una de cada tres personas sigue viviendo con bajos niveles de desarrollo humano.
          Al presentar los principales hallazgos del documento, Helen Clark señaló que no solo hay millones de personas que aún sufren carencias extremas, sino que las desventajas afectan de manera desproporcionada a ciertos grupos. ―
          El índice de Desarrollo Humano, como promedio, ha tenido avances indiscutibles en todas las regiones, pero cuando se hurga debajo de las cifras, queda claro que hay muchas personas que apenas se han beneficiado. Un tercio de la población mundial vive con bajos niveles de desarrollo‖, señaló.
         Clark añadió que millones de esas personas viven en países considerados desarrollados o de ingresos medios.
           El informe apunta además que las mujeres y las niñas, los habitantes de las zonas rurales, los pueblos indígenas, las minorías étnicas, las personas con discapacidad, los migrantes y refugiados y la comunidad LGBTI se encuentran de manera desproporcionada representadas entre los más marginados.
     

    Disponível em: <http://www.un.org/spanish/News/story.asp?NewsID=36985&Kw1=migra#.WPUOp4JrjIU>. Acesso em: 17 de abr de 2017.


    TEXTO 2





    TEXTO 3




    Disponível em: http://www.telesurtv.net/news/Contra-la-esclavitud-infantil-20150414-0041.html. Acesso em: 19 de abr de 2017.



    TEXTO 04



    En conflictos y catástrofes, protejamos a los niños del trabajo infantil
    12 de junio de 2017




               En el mundo, más de 1,5 billones de personas viven en países afectados por conflictos, violencia o que se encuentran en situación de fragilidad. Al mismo tiempo, cada año, alrededor de 200 millones de personas se ven afectadas por catástrofes naturales. Un tercio de los cuales son niños. Una proporción importante de los 168 millones de niños víctimas del trabajo infantil viven en zonas afectadas por conflictos y catástrofes. Este año, el Día mundial contra el trabajo infantil se centrará en el impacto de los conflictos y catástrofes en el trabajo infantil.
            Los conflictos y catástrofes tienen un impacto devastador en la vida de las personas; matan, mutilan y lesionan a las personas y los obligan a huir de sus hogares, destruyen sus medios de subsistencia, los hacen caer en la pobreza y el hambre, y los atrapan en situaciones en las que sus derechos humanos fundamentales son violados. Los niños suelen ser las primeras víctimas de estas situaciones, cuando las escuelas son destruidas y los servicios básicos son interrumpidos. Muchos niños son desplazados o refugiados en otros países, y son particularmente vulnerables a la trata y al trabajo infantil. Millones de niños se encuentran en situación de trabajo infantil como resultado de las situaciones de conflictos y catástrofes.           Mientras que el mundo se esfuerza por lograr la eliminación del trabajo infantil para 2025, unamos nuestras fuerzas en este Día mundial para acabar con el trabajo infantil en las zonas afectadas por conflictos y catástrofes.


    Disponível em: <http://www.oit.org/ipec/Campaignandadvocacy/wdacl/2017/lang--es/index.htm>. Acesso em: 19 de abr de2017. 

    Imagem da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Disponível em:<http://sobreviviendoenpareja.blogspot.com.br/search?updated-max=2013-03-04T03:59:00-08:00&maxresults=100&reverse-paginate=true>. Acesso em: 09 abr 2017.



    A tirinha cômica Magola foi criada pela ilustradora e desenhista colombiana Adriana Mosquera Soto (Nani) e aparece diariamente em jornais como El Espectador de Bogotá, expressando opiniões sobre a política, a religião e a situação da mulher na modernidade. 



    Sobre o TEXTO 07, é possível afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão dda79298-c2
  • DD71CD2F-C2

    Português

    Coesão e coerência
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos


    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Coesão e coerência

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Coesão e coerência
    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Coesão e coerência

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Coesão e coerência


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Coesão e coerência

    Considere o trecho do TEXTO 01:


    Nossos ancestrais descobriram que enfrentar o mundo que os circunscrevia seria muito mais fácil e eficiente se o fizessem em grupo. (Linhas 16 - 17) 


    Em relação aos termos destacados, é correto afirmar que: 

    Escolha uma alternativa para a questão dd71cd2f-c2
  • DD6B180A-C2

    Português

    Análise sintática
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos


    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Análise sintática

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Análise sintática
    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Análise sintática

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Análise sintática


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Análise sintática

    Considere o seguinte trecho do TEXTO 01


    "(...) ousaríamos afirmar que, enquanto um de nós humanos estiver em situação de risco, perigo, ameaça, violência, miséria, escravidão, desnutrição, indignidade e desabrigo, todos nós (humanidade) também estaremos presos e ancorados nessa energia horrenda e mutilante, pois, mesmo que ignoremos, somos todos irmãos, vivemos num mesmo planeta, temos as mesmas necessidades, e gozamos das mesmas condições de sensibilidade e fragilidade.‖ (linhas 98 - 103) 


    Marque a opção INCORRETA
    Escolha uma alternativa para a questão dd6b180a-c2
  • DD677F93-C2

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos


    Figura 1 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Leia a charge que se segue para responder à questão proposta:
    Figura 6 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://grupodmlt.blogspot.com.br/2013/06/gestao-democratica.html. Acesso em: 15 de mar 2017.

    Marque a opção que NÃO interpretou corretamente a função estabelecida entre as palavras da referida charge e a semântica a partir das escolhas linguísticas.

    Escolha uma alternativa para a questão dd677f93-c2
  • DD646AAB-C2

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos


    Figura 1 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Leia o TEXTO 03 que se segue e responda à questão proposta, observando-se atentamente a linguagem verbal e a linguagem não-verbal.
    Figura 6 de 6 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Fonte http://www1.folha.uol.com.br/ilustrada/cartum/cartunsdiarios/#29/4/2017. Acesso em: 28 de abr 2017.

    Sobre o TEXTO 03, SÓ NÃO podemos afirmar que:

    Escolha uma alternativa para a questão dd646aab-c2
  • DD601E36-C2

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos


    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Os autores do TEXTO 01, encerram a conclusão propondo (marque a opção mais abrangente):
    Escolha uma alternativa para a questão dd601e36-c2
  • DD5BE75E-C2

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos


    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    O único trecho do TEXTO 01 que NÃO tem relação temática com o TEXTO 02 é:
    Escolha uma alternativa para a questão dd5be75e-c2
  • DD57FAA6-C2

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017MédioEntre para guardar nos favoritos


    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Marque a alternativa cuja proposição NÃO expressa o ponto de vista defendido no TEXTO 01.
    Escolha uma alternativa para a questão dd57faa6-c2
  • DD54CA19-C2

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017DifícilEntre para guardar nos favoritos


    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Os autores consideram que já agimos como “um grande e onisciente organismo cibernético global”, (linhas 75 – 76) porque:
    Escolha uma alternativa para a questão dd54ca19-c2
  • DD5086D3-C2

    Português

    Interpretação de Textos
    IFN-MG · 2017FácilEntre para guardar nos favoritos


    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Os autores fazem a seguinte análise conjuntural conclusiva sobre a crise humanitária:
    Escolha uma alternativa para a questão dd5086d3-c2
  • DD4D7DAA-C2

    Português

    Interpretação de Textos
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    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Para superar a crise humanitária, os autores propõem:
    Escolha uma alternativa para a questão dd4d7daa-c2
  • DD4A83AF-C2

    Português

    Interpretação de Textos
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    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

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    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa em que a palavra destacada, na frase transcrita, NÃO está corretamente interpretada pelo termo entre colchetes.
    Escolha uma alternativa para a questão dd4a83af-c2
  • DD46AA84-C2

    Português

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    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Os autores do TEXTO 01 desenvolvem pontuais reflexões sobre a globalização, dentre as quais, é INCORRETA a seguinte afirmativa:
    Escolha uma alternativa para a questão dd46aa84-c2
  • DD439BC4-C2

    Português

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    Figura 1 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos
    Figura 3 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Fonte: http://sociologia.uol.com.br/barbarie-e-terror-ou-a-conta-chegou/ 30.12.2016. Acesso em: 23 de mar 2017.



    TEXTO 2

    Figura 4 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos


    TEXTO 3

    Figura 5 de 5 da questão de Português, IFN-MG 2017, Interpretação de Textos

    Para os autores, o momento histórico atual (caracterizado pela barbárie e terror) tem relação com o passado histórico e com o chamado avanço civilizatório porque é:
    Escolha uma alternativa para a questão dd439bc4-c2