Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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Resultados

9.017 questões encontradas. Mostrando a página 252 de 451.

  • 0EF1FD6B-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, INSPER 2016, Interpretação de Textos

    A análise das informações textuais permite concluir que o texto está destinado a

    Escolha uma alternativa para a questão 0ef1fd6b-b1
  • 0EE2CECD-B1

    Português

    Gêneros Textuais
    INSPER · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Pizza por drone
        Não ria, mas a entrega de pizzas nas noites de sexta e sábado é um problema para as grandes cidades. Em nome do conforto das famílias, os motoboys das pizzarias tomam as ruas com a preciosa carga, infernizam o trânsito, comprometem o ambiente com seus canos de descarga e neurotizam os motoristas fazendo bibibi. Sei bem que, diante do prazer que as pizzas proporcionam, seus consumidores fazem vista grossa a isso e ao despropósito de se comprometer um veículo de 200 kg para transportar um pacote de 2 kg.     Mas a tecnologia se preocupa. Agora, graças à Amazon e ao Google, são os satélites que trazem uma solução nova: a entrega por drone. Pede-se a pizza pelo celular; ela é acomodada num drone equipado com GPS e, em poucos minutos, chega, fofa e quentinha, à porta do prédio ou casa do cliente. Pode-se recolhê-la já de guardanapo ao pescoço. Não congestiona as ruas, não polui, não faz barulho e deixa um perfume de orégano no ar.
        Mas há alguns inconvenientes. As autoridades não gostam que os drones voem à noite. A fiação aérea nas cidades não é favorável a objetos que voam baixo. E há ainda o risco de colisão com corujas e morcegos.
        Mas, pelo menos, 59 anos depois do Sputnik, ficamos sabendo para que se inventou o satélite. Para acabar em pizza.
    (Ruy Castro, Pizza por drone. Folha de S.Paulo, 31.08.2016. Adaptado)
    Considerando suas condições de produção, reconhece-se o texto de Ruy Castro como
    Escolha uma alternativa para a questão 0ee2cecd-b1
  • AC305E1B-B1

    Português

    Crase
    UDESC · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Crase



    Analise as proposições em relação à obra As fantasias eletivas, Carlos Henrique Schroeder, e ao Texto 5.

    I. Na obra, as personagens Renê e Copi têm em comum o sentimento de solidão, ambos tentam o suicídio, mas apenas Copi consegue por fim à amargurada vida que ela levava.

    II. No período “que ligam o continente à ilha de Florianópolis” (linha 3) ainda que retirada as palavras ilha de, a crase permanece: que ligam o continente à Florianópolis.

    III. Em “Dizem os locais que Cruz e Sousa” (linha 6) há referência ao escritor catarinense, representante máximo da estética Simbolista, cuja poesia ficou marcada pela transcendência espiritual e pelo eterno conflito entre a matéria e o espírito.

    IV. Em “observa todos os dias a massagem que os carros, caminhões, ônibus e motos fazem” (linhas 2 e 3) ocorre a figura de linguagem personificação.

    V. A leitura da parte da obra Poesia completa de Copi revela a personagem Copi uma poetisa nos moldes parnasianos, com uma poesia metrificada que tem como objetivo maior “A arte pela arte”.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão ac305e1b-b1
  • AC25B048-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Interpretação de Textos

    Analise as proposições em relação à obra Esaú e Jacó, ao seu autor, Machado de Assis, e ao Texto 4.

    I. Infere-se, da leitura da obra, uma linha irônica quanto aos diferentes discursos políticos e que, no entanto, a prática política permanece a mesma.

    II. Em Esaú e Jacó, no desfecho da narrativa, Flora ouve a promessa de Pedro e de Paulo de que, como irmãos, vão se reconciliar e lutar pelos mesmos ideais, ainda que em partidos diferentes.

    III. Historicamente, tem-se na obra Esaú e Jacó a crítica machadiana à política brasileira da época em que ocorreu a passagem da Monarquia para a República.

    IV. Da leitura da obra, infere-se que o conselheiro Aires, casado com Perpétua, preocupava-se com a felicidade dos sobrinhos Pedro e Paulo.

    V. Da leitura da obra, infere-se que após a “grande noite” (linha 23) Flora, finalmente, decide partir e ir em busca de uma terceira pessoa, um novo amor, longe dos gêmeos Pedro e Paulo.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão ac25b048-b1
  • AC217E82-B1

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    UDESC · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Conjunções: Relação de causa e consequência

    Assinale a alternativa incorreta em relação à obra Esaú e Jacó, Machado de Assis, e ao Texto 4.
    Escolha uma alternativa para a questão ac217e82-b1
  • AC1CBB33-B1

    Português

    Análise sintática
    UDESC · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Análise sintática

    Assinale a alternativa incorreta em relação à obra Olhos d’água, Conceição Evaristo, e ao Texto 3.
    Escolha uma alternativa para a questão ac1cbb33-b1
  • AC19160E-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Interpretação de Textos

    Em relação à obra Olhos d’água, Conceição Evaristo, e ao Texto 3, assinale (V) para a proposição verdadeira e (F) para a falsa.

    ( ) Da leitura do período “tropeçou nos brinquedos esparramados pelo chão” (linha 8), infere-se a falta de organização das gêmeas em relação aos pertences infantis delas.
    ( ) O final do conto leva o leitor a correlacionar a vida ficcional da favela à real – vida trágica, balas perdidas, vítimas inocentes.
    ( ) Da leitura da obra, inferem-se tópicos que permeiam os questionamentos estéticos temáticos da literatura brasileira - a voz do negro. O Modernismo foi o movimento que melhor propiciou condições para o afloramento da poesia negra.
    ( ) Da leitura da estrutura “Vinha a vontade de aceitar o dinheiro que ele oferecia sempre, mas não queria compactuar com a escolha dele” (linhas 1 a 3), deduz-se que a mãe não aceitava o dinheiro do filho porque era produto da criminalidade/droga.
    ( ) Da leitura da oração “Sentiu certo temor” (linha 7), infere-se, ainda que vagamente, prenúncio do sexto sentido feminino/materno.

    Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão ac19160e-b1
  • AC110ABB-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Interpretação de Textos

    Analise as proposições em relação à obra Olhos d’água, Conceição Evaristo, e ao Texto 3.

    I. Na oração “Mas o que fazer” (linha 5) há o pressuposto das dificuldades dos laços afetivos familiares, dos conflitos internos, das reflexões, procurando humanizar quem a sociedade busca desumanizar.

    II. A narrativa da autora traz uma ficção densa, embora em um estilo evidenciado pelo uso de uma linguagem poética que, muitas vezes, transcende a prosa.

    III. A leitura da estrutura “Em poucos minutos a boneca estava destruída” (linha 12) leva o leitor a inferir uma correlação ao ocorrido com a menina Zaíta, no final do conto.

    IV. A leitura do conto leva o leitor a constatar a inocência infantil ante o perigo, pois não o identifica, ignora-o, seguindo o que se tinha determinado a alcançar, a exemplo, a personagem Zaíta.

    V. Da leitura da estrutura, “mas não queria compactuar com a escolha dele” (linhas 2 e 3) infere-se que a mãe não sentia orgulho pela escolha de vida que o segundo filho fizera, ela o aceitava como filho, mas repudiava as atividades que ele realizava.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão ac110abb-b1
  • AC0CE2F9-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

    MUITOS ANOS DE ASILO.
    NINGUÉM OS QUIS.
    NEM A COR NEM A IDADE CERTAS.
    FICARAM LÁ.
    E FICARAM ATÉ DEPOIS QUE SAÍRAM.
    GUARADARAM O APELIDO.
    ELE, 36.
    ELA, 37.
    ERAM OS NÚMEROS QUE MARCAVAM AS ROUPAS.
    E AS CAMAS.
    OS NÚMEROS DA CHAMADA.
    DAS CADEIRAS DO CAFÉ DA MANHÃ.
    ELA SE FORMOU PROFESSORA.
    ELE, DEPOIS DE TUDO,
    PASSOU A DETESTAR MOTO.
    E, POR ISSO MESMO,
    FOI SER MOTOBOY.
    TINHA OUTRO TRABALHO.
    VENDIA INFORMAÇÃO.
    COM OU SEM FOTOS DE CELULAR.
    SEMPRE QUE VIA ALGUMA COISA.
    NAS RUAS, NAS ANDANÇAS.
    VENDIA PARA UM PORTAL DE NOTÍCIAS.
    UMA MERRECA.
    MAS DIVERTIA.
    AH, E NUNCA TREPARAM.
    NUNCA. NÃO ERA ESSE O LANCE DELES.

    VIGNA, Elvira. Vitória Valentina, Ed. Lamparina, 2016.
    Analise as proposições em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna, e ao Texto 2.

    I. As estruturas linguísticas “MUITOS ANOS”, “36” e “37” são formas numéricas que indicam numeral coletivo e quantidade determinada, sequencialmente.

    II. Da leitura do período “FOI SER MOTOBOY”, infere-se a ideia de desafio, vencer o trauma que ele – Nando, adquirira após o acidente e a morte dos pais.

    III. A produção escrita de Elvira Virgínia põe em relevo os traços de uma linguagem literária com resquícios de oralidade fundamentada na linguagem oral.

    IV. Na estrutura “ERAM OS NÚMEROS QUE MARCAVAM AS ROUPAS” a expressão destacada retoma as formas linguísticas 36 e 37, portanto é um esclarecimento anafórico.

    V. A leitura do texto leva o leitor a inferir que a outra atividade, que Nando exercia, possuía características análogas às de paparazzi, embora aquele não possuísse as técnicas jornalísticas de fotografias.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão ac0ce2f9-b1
  • AC044F3B-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

    MUITOS ANOS DE ASILO.
    NINGUÉM OS QUIS.
    NEM A COR NEM A IDADE CERTAS.
    FICARAM LÁ.
    E FICARAM ATÉ DEPOIS QUE SAÍRAM.
    GUARADARAM O APELIDO.
    ELE, 36.
    ELA, 37.
    ERAM OS NÚMEROS QUE MARCAVAM AS ROUPAS.
    E AS CAMAS.
    OS NÚMEROS DA CHAMADA.
    DAS CADEIRAS DO CAFÉ DA MANHÃ.
    ELA SE FORMOU PROFESSORA.
    ELE, DEPOIS DE TUDO,
    PASSOU A DETESTAR MOTO.
    E, POR ISSO MESMO,
    FOI SER MOTOBOY.
    TINHA OUTRO TRABALHO.
    VENDIA INFORMAÇÃO.
    COM OU SEM FOTOS DE CELULAR.
    SEMPRE QUE VIA ALGUMA COISA.
    NAS RUAS, NAS ANDANÇAS.
    VENDIA PARA UM PORTAL DE NOTÍCIAS.
    UMA MERRECA.
    MAS DIVERTIA.
    AH, E NUNCA TREPARAM.
    NUNCA. NÃO ERA ESSE O LANCE DELES.

    VIGNA, Elvira. Vitória Valentina, Ed. Lamparina, 2016.
    Analise as proposições em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna.

    I. No nível da linguagem, pode-se perceber na obra a não preocupação com a valorização das palavras, buscando palavras semanticamente fortes, que por vezes chegam a quebrar a homogeneidade do texto.

    II. A leitura da obra leva o leitor a inferir que a linguagem visual, na forma de HQ, apresenta mais característica lúdica que propriamente artística.

    III. A obra apresenta dois níveis de leitura, logo infere-se a percepção de um tempo diferente em relação à leitura gráfica e à das imagens - linguagem visual, esta de entendimento mais rápido, pois, por ser um romance também imagético, estas representações podem se aproximar mais, ou menos, do referente real.

    IV. A leitura do romance gráfico leva o leitor a inferir que, à primeira vista, ele parece uma narrativa que vai construindo e desconstruindo os sentidos, por meio de uma linguagem gráfica e visual, para formar a tessitura textual.

    V. Da leitura da obra, infere-se como temática valores que deveriam estar desgastados e, no entanto, permanecem na sociedade atual, tais como opressão causada pelo poder econômico, consumismo a favor da liberdade do ser e do ter.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão ac044f3b-b1
  • AC015185-B1

    Português

    Figuras de Linguagem
    UDESC · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto 2

    MUITOS ANOS DE ASILO.
    NINGUÉM OS QUIS.
    NEM A COR NEM A IDADE CERTAS.
    FICARAM LÁ.
    E FICARAM ATÉ DEPOIS QUE SAÍRAM.
    GUARADARAM O APELIDO.
    ELE, 36.
    ELA, 37.
    ERAM OS NÚMEROS QUE MARCAVAM AS ROUPAS.
    E AS CAMAS.
    OS NÚMEROS DA CHAMADA.
    DAS CADEIRAS DO CAFÉ DA MANHÃ.
    ELA SE FORMOU PROFESSORA.
    ELE, DEPOIS DE TUDO,
    PASSOU A DETESTAR MOTO.
    E, POR ISSO MESMO,
    FOI SER MOTOBOY.
    TINHA OUTRO TRABALHO.
    VENDIA INFORMAÇÃO.
    COM OU SEM FOTOS DE CELULAR.
    SEMPRE QUE VIA ALGUMA COISA.
    NAS RUAS, NAS ANDANÇAS.
    VENDIA PARA UM PORTAL DE NOTÍCIAS.
    UMA MERRECA.
    MAS DIVERTIA.
    AH, E NUNCA TREPARAM.
    NUNCA. NÃO ERA ESSE O LANCE DELES.

    VIGNA, Elvira. Vitória Valentina, Ed. Lamparina, 2016.
    Assinale a alternativa incorreta em relação à obra Vitória Valentina, Elvira Vigna, e ao Texto 2.
    Escolha uma alternativa para a questão ac015185-b1
  • ABFDE703-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Interpretação de Textos

    Analise as proposições em relação à obra Quarenta dias, Maria Valéria Rezende, e ao Texto 1.

    I. A leitura da obra mostra que a personagem/narradora, durante a sua perambulação, faz descobertas que a surpreendem, como ser reconhecida como idosa, pois jamais lhe cobram passagem ao entrar em um ônibus; de poder dormir em hospitais e rodoviárias sem ser incomodada; ter alimentação a baixo custo. Assim, essas passagens tornam-se partes da epifania de Alice, do seu processo de autoconhecimento.

    II. A expressão “inventar um jantar” (linha 16) traduz o grau de ansiedade de Alice em relação à escrita, pois em seu diálogo com a Barbie a narradora sugere um jantar na linha da ficção.

    III. A leitura do sintagma verbal “ou era vagar por mundo nenhum” (linha 7) leva o leitor a inferir a sensação de vazio da personagem/narradora, fazendo alusão ao niilismo.

    IV. Da leitura do período “que amanhã mesmo volto cedo pra fazer você subir comigo à Vila Maria Degolada” (linhas 19 e 20), infere-se que Alice retomaria sua escrita voltando à Vila e que levaria Barbie para passear e conhecer a Vila em que encontrara Cícero Araújo.

    V. Intertextualidade, tema estudado pela Linguística Textual, é um elemento recorrente na escrita de textos. Considerando o romance de Maria Valéria e a obra clássica de Lewis Carroll, Cícero Araújo representa, metaforicamente, o coelho de Alice.

    Assinale a alternativa correta.
    Escolha uma alternativa para a questão abfde703-b1
  • ABF7DB29-B1

    Português

    Coesão e coerência
    UDESC · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Coesão e coerência

    Em relação à obra Quarenta dias, Maria Valéria Rezende, e ao Texto 1, assinale (V) para a proposição verdadeira e (F) para a falsa.

    ( ) A leitura da obra leva o leitor a inferir que o título da obra bem como a peregrinação de Alice, por quarenta dias, lembram os quarenta dias em que Jesus permaneceu no deserto, onde teve uma peregrinação sofrida, mas necessária para a preparação de um encontro com Deus. Enquanto que os quarentas dias de perambulação de Alice, por Porto Alegre, foram necessários para criar uma nova aliança com ela, um reencontro consigo mesma.

    ( ) As expressões destacadas em “da Protásio até a Bento” (linha 18) fazem a concordância não com os substantivos próprios masculinos e sim com a ideia que eles representam; logo, em relação à concordância nominal, há concordância ideológica.

    ( ) No período “Acho que eu teria ido de qualquer jeito” (linha 11) se a expressão destacada for substituída por mesmo assim, a coerência e o sentido, no texto, são mantidos.

    ( ) A protagonista registra a história da sua perambulação em um velho caderno com a imagem da boneca Barbie estampada na capa, e é com esta imagem inanimada – que está ali sempre disposta a escutar, que não fala, não interrompe, não aconselha e, principalmente, não perturba e nem é censurável – que Alice dialoga para dividir suas aflições.

    ( ) A leitura da obra leva o leitor a inferir que a arte da produção escrita da personagem/narradora é um subterfúgio que ela encontra para abrandar a solidão e não sufocar com as memórias e inquietações; dar sentido ao vivido, de passar toda a angústia convivida para uma plano que a absorva.

    Assinale a alternativa que contém a sequência correta, de cima para baixo.
    Escolha uma alternativa para a questão abf7db29-b1
  • ABF1BB27-B1

    Português

    Interpretação de Textos
    UDESC · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UDESC 2016, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa incorreta em relação à obra Quarenta dias, Maria Valéria Rezende, e ao Texto 1.
    Escolha uma alternativa para a questão abf1bb27-b1
  • 1EFD7766-B0

    Português

    Funções da Linguagem: emotiva, apelativa, referencial, metalinguística, fática e poética.
    Universidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir, para responder a questão que a ele se refere:

        De todos os conceitos fundamentais na ciência da vida, a evolução é o mais importante e também o mais mal compreendido. Primeiramente, a evolução, assim como qualquer área da ciência, não é capaz de sondar a questão das origens fundamentais ou significados éticos. A ciência, como um empreendimento, busca explicar fenômenos e regularidades do universo empírico, sob o pressuposto de que leis naturais são uniformes no espaço e no tempo. Assim, a evolução não é o estudo da origem primordial da vida no universo ou do significado intrínseco da vida entre os objetos da natureza; essas questões são filosóficas (ou teológicas) e não fazem parte do domínio da ciência. Esse aspecto é relevante, pois fundamentalistas fervorosos, disfarçados de “criacionistas científicos”, afirmam que a criação deve ser equiparada à evolução e receber tempo proporcional nas escolas, uma vez que ambas são igualmente “religiosas”, ao lidar com mistérios primordiais.
        Em segundo lugar, a evolução foi acrescentado um conjunto de conceitos e significados que representam muito mais antigos preconceitos sociais e crenças psicológicas da cultura ocidental do que uma descrição da realidade natural. Tal “bagagem” pode ser inevitável em qualquer campo que se relacione de modo tão íntimo com preocupações humanas profundas, mas esse forte viés social impediu-nos de levar a termo a revolução de Darwin. O mais pernicioso e limitante desses preconceitos é a ideia de progresso, a noção de que a evolução possui uma motivação ou manifesta uma poderosa tendência de caminhar em direção à maior complexidade, ao projeto biomecânico mais eficiente, a cérebros maiores ou alguma outra definição paroquial de progresso. Esse preconceito baseia-se num antigo desejo que os seres humanos têm de se colocar no ápice do mundo natural – e, dessa forma, afirmar um direito natural de dominar e explorar nosso planeta. Evolução, na formulação de Darwin, é adaptação a ambientes que mudam, não “progresso” universal. (BROCKMAN, J. & MATSON, K. As coisas são assim, p. 95-96. Adaptado.)
    Assinale a alternativa INCORRETA a respeito do sentido do texto e de fenômenos morfológicos, sintáticos ou semânticos que nele se observam:
    Escolha uma alternativa para a questão 1efd7766-b0
  • 1EF90EA3-B0

    Português

    Crase
    Universidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto a seguir, para responder a questão que a ele se refere:

        De todos os conceitos fundamentais na ciência da vida, a evolução é o mais importante e também o mais mal compreendido. Primeiramente, a evolução, assim como qualquer área da ciência, não é capaz de sondar a questão das origens fundamentais ou significados éticos. A ciência, como um empreendimento, busca explicar fenômenos e regularidades do universo empírico, sob o pressuposto de que leis naturais são uniformes no espaço e no tempo. Assim, a evolução não é o estudo da origem primordial da vida no universo ou do significado intrínseco da vida entre os objetos da natureza; essas questões são filosóficas (ou teológicas) e não fazem parte do domínio da ciência. Esse aspecto é relevante, pois fundamentalistas fervorosos, disfarçados de “criacionistas científicos”, afirmam que a criação deve ser equiparada à evolução e receber tempo proporcional nas escolas, uma vez que ambas são igualmente “religiosas”, ao lidar com mistérios primordiais.
        Em segundo lugar, a evolução foi acrescentado um conjunto de conceitos e significados que representam muito mais antigos preconceitos sociais e crenças psicológicas da cultura ocidental do que uma descrição da realidade natural. Tal “bagagem” pode ser inevitável em qualquer campo que se relacione de modo tão íntimo com preocupações humanas profundas, mas esse forte viés social impediu-nos de levar a termo a revolução de Darwin. O mais pernicioso e limitante desses preconceitos é a ideia de progresso, a noção de que a evolução possui uma motivação ou manifesta uma poderosa tendência de caminhar em direção à maior complexidade, ao projeto biomecânico mais eficiente, a cérebros maiores ou alguma outra definição paroquial de progresso. Esse preconceito baseia-se num antigo desejo que os seres humanos têm de se colocar no ápice do mundo natural – e, dessa forma, afirmar um direito natural de dominar e explorar nosso planeta. Evolução, na formulação de Darwin, é adaptação a ambientes que mudam, não “progresso” universal. (BROCKMAN, J. & MATSON, K. As coisas são assim, p. 95-96. Adaptado.)
    Coloque V para verdadeiro e F para falso nas afirmativas a seguir, feitas a propósito de aspectos diversos do texto:

    ( ) A palavra “empírico”, na oração “busca explicar fenômenos e regularidades do universo empírico” (primeiro parágrafo), tem o significado de algo que se baseia principalmente em hipóteses.
    ( ) No início do segundo parágrafo, em “a evolução foi acrescentado um conjunto de conceitos e significados”, o “a” deveria ter recebido o acento indicativo de crase.
    ( ) Em “mas esse forte viés social impediu-nos de levar a termo a revolução de Darwin” (no segundo parágrafo), o termo “mas”, por dar ideia de oposição, deveria ter sido escrito assim: “mais”.
    ( ) Palavras e termos do texto, como “bagagem”, “progresso” e “criacionistas científicos”, funcionam como ironias, motivo pelo qual foram colocadas entre aspas.
    ( ) Uma das ideias transmitidas pelo texto é a de que a religião pode se equiparar à ciência, de vez que ambas especulam sobre assuntos fundamentais da vida.

    Assinale a alternativa que relaciona a sequência CORRETA de V e F de cima para baixo:
    Escolha uma alternativa para a questão 1ef90ea3-b0
  • 1EF555BD-B0

    Português

    Figuras de Linguagem
    Universidade Federal do Amazonas · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema a seguir, intitulado “As águas do Recife”, de João Cabral de Melo Neto:

    Imagem da questão de Português, Universidade Federal do Amazonas 2016, Figuras de Linguagem


    Sobre o texto fazem-se as seguintes afirmativas:


    I. Embora predomine a função poética da linguagem, há momentos em que se observa a função metalinguística.

    II. No enunciado dos versos 1 e 2, observa-se a presença da figura de linguagem chamada metáfora.

    III. Nos versos 6 e 11, ocorre a existência de outra figura de linguagem, que é a prosopopeia.

    IV. No texto, a linguagem utilizada foge das formas cotidianas de expressão, abandonando, portanto, a lógica comunicativa.

    V. Na última estrofe (versos 13 a 16), a figura de linguagem observada é a metonímia, mediante o emprego da causa pelo efeito.


    Assinale a alternativa correta:

    Escolha uma alternativa para a questão 1ef555bd-b0
  • 8B3D03BF-B0

    Português

    Coesão e coerência
    UFGD · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Ao final da peça “Quase ministro”, o personagem Silveira narra uma história que é uma espécie de alegoria de tudo o que aconteceu anteriormente na peça:

    SILVEIRA Mas esperem: onde vão? Ouçam ao menos uma história. É pequena, mas conceituosa. Um dia anunciou-se um suplício. Toda gente correu a ver o espetáculo feroz. Ninguém ficou em casa: velhos, moços, homens, mulheres, crianças, tudo invadiu a praça destinada à execução. Mas, porque viesse o perdão à última hora, o espetáculo não se deu e a forca ficou vazia. Mais ainda: o enforcado, isto é, o condenado, foi em pessoa à praça pública dizer que estava salvo e confundir com o povo as lágrimas de satisfação. Houve um rumor geral, depois um grito, mais dez, mais cem, mais mil romperam de todos os ângulos da praça, e uma chuva de pedras deu ao condenado a morte de que o salvara a real clemência.
    ASSIS, Machado de. Quase Ministro. In: Teatro de Machado de Assis. Org. João Roberto Faria. São Paulo: Martins Fontes, 2003, p. 26.

    O período “Mas, porque viesse o perdão à última hora, o espetáculo não se deu e a forca ficou vazia” pode ser mais adequadamente parafraseado, sem prejuízo das relações de causa e consequência originais, por:
    Escolha uma alternativa para a questão 8b3d03bf-b0
  • 8B3A0C63-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.

    O Repertório e o Mercado 

    O repertório de obras de arte atualmente servido ao público está deteriorado. Grande é o número de artistas que finge ignorar este fato: esta ignorância, verdadeira ou fingida, é crime. Em teatro, são criminosos os elencos cuja preocupação principal consiste em quitandeiramente ganhar alguns cobres servindo aos apetites mais rasteiros das plateias tranquilas; são criminosos todos aqueles que servilmente ficam atentos à última moda parisiense, ao último lançamento londrino, isto é, aqueles que renunciam à sua cidadania artística brasileira e se transformam em repetidores da arte alheia; são criminosos aqueles que apresentam sempre e apenas visões róseas do mundo através de universos feéricos das peças de boulevard, ou do psicologismo anglo-saxônico que tende a reduzir os mais graves problemas sociais e políticos a desajustes neuróticos de uns poucos cidadãos. 
    São criminosos os fabricantes irresponsáveis de comedietas idiotas que, segundo a publicidade, “até parecem italianas." Estes são criminosos e não são artistas porque arte é sempre a manifestação sensorial da verdade e não estará dizendo a verdade o artista que constantemente ignore a guerra de genocídio do Vietnã, que ignore o lento assassinato pela fome de milhões de brasileiros no Norte, no Sul, no Centro, no Nordeste e no Centro-Oeste—estas são verdades nacionais e humanas que nenhuma mensagem presidencial, por mais esperta que seja, fará esquecer. Por que são tantos os grupos teatrais que se dedicam ao teatro apodrecido, ao teatro da mentira, corruptor? Tirante os pulhas por convicção, existem também os pulhas por comodismo. Os primeiros acreditam na conquista do mercado ainda que para isso seja necessário produzir "sob medida" para o rápido consumo. (...) O mercado é o demiurgo da arte—este lugar comum já foi destruído (...) entre o artista e o consumidor, numa sociedade capitalista, insere-se o mediador-capital, o mediado-patrocinador. O dinheiro, este sim, é o verdadeiro demiurgo do gosto artístico posto em prática.
    O mercado consumidor de teatro é, em última análise, o fator determinante do conteúdo e da forma da obra de arte, da arte-mercadoria. E esse mercado, nos principais centros urbanos do país, é formado pela alta classe média, e daí para cima. O povo e a sua temática estão aprioristicamente excluídos. Este fato grave tem deformado a perspectiva criadora da maioria dos nossos artistas, que se atrelam aos desejos mais imediatos de "corte burguesa," da qual se tornam servis palhaços, praticando um teatro de classe, isto é, um teatro da classe proprietária, da classe opressora. A consequência lógica é uma arte de opressão.

    Adaptado de BOAL, Augusto. “Que Pensa Você da Arte de Esquerda?”. Latin American Theatre Review. Primavera de 1970, p. 46-47.
    No trecho “Em teatro, são criminosos os elencos cuja preocupação principal consiste em quitandeiramente ganhar alguns cobres servindo aos apetites mais rasteiros das plateias tranquilas (...)” o termo “quitandeiramente” se refere a:
    Escolha uma alternativa para a questão 8b3a0c63-b0
  • 8B35ACBA-B0

    Português

    Interpretação de Textos
    UFGD · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Texto para a questão.

    O Repertório e o Mercado 

    O repertório de obras de arte atualmente servido ao público está deteriorado. Grande é o número de artistas que finge ignorar este fato: esta ignorância, verdadeira ou fingida, é crime. Em teatro, são criminosos os elencos cuja preocupação principal consiste em quitandeiramente ganhar alguns cobres servindo aos apetites mais rasteiros das plateias tranquilas; são criminosos todos aqueles que servilmente ficam atentos à última moda parisiense, ao último lançamento londrino, isto é, aqueles que renunciam à sua cidadania artística brasileira e se transformam em repetidores da arte alheia; são criminosos aqueles que apresentam sempre e apenas visões róseas do mundo através de universos feéricos das peças de boulevard, ou do psicologismo anglo-saxônico que tende a reduzir os mais graves problemas sociais e políticos a desajustes neuróticos de uns poucos cidadãos. 
    São criminosos os fabricantes irresponsáveis de comedietas idiotas que, segundo a publicidade, “até parecem italianas." Estes são criminosos e não são artistas porque arte é sempre a manifestação sensorial da verdade e não estará dizendo a verdade o artista que constantemente ignore a guerra de genocídio do Vietnã, que ignore o lento assassinato pela fome de milhões de brasileiros no Norte, no Sul, no Centro, no Nordeste e no Centro-Oeste—estas são verdades nacionais e humanas que nenhuma mensagem presidencial, por mais esperta que seja, fará esquecer. Por que são tantos os grupos teatrais que se dedicam ao teatro apodrecido, ao teatro da mentira, corruptor? Tirante os pulhas por convicção, existem também os pulhas por comodismo. Os primeiros acreditam na conquista do mercado ainda que para isso seja necessário produzir "sob medida" para o rápido consumo. (...) O mercado é o demiurgo da arte—este lugar comum já foi destruído (...) entre o artista e o consumidor, numa sociedade capitalista, insere-se o mediador-capital, o mediado-patrocinador. O dinheiro, este sim, é o verdadeiro demiurgo do gosto artístico posto em prática.
    O mercado consumidor de teatro é, em última análise, o fator determinante do conteúdo e da forma da obra de arte, da arte-mercadoria. E esse mercado, nos principais centros urbanos do país, é formado pela alta classe média, e daí para cima. O povo e a sua temática estão aprioristicamente excluídos. Este fato grave tem deformado a perspectiva criadora da maioria dos nossos artistas, que se atrelam aos desejos mais imediatos de "corte burguesa," da qual se tornam servis palhaços, praticando um teatro de classe, isto é, um teatro da classe proprietária, da classe opressora. A consequência lógica é uma arte de opressão.

    Adaptado de BOAL, Augusto. “Que Pensa Você da Arte de Esquerda?”. Latin American Theatre Review. Primavera de 1970, p. 46-47.
    Assinale a alternativa incorreta quanto à interpretação do texto acima:
    Escolha uma alternativa para a questão 8b35acba-b0