Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 267 de 451.

  • FFABAF58-86

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

                                         Texto 1

                                Pessoas habitadas 

    Imagem da questão de Português, UECE 2016, Interpretação de Textos

    MEDEIROS, Martha. In: Org. e Int. SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. Objetiva, 324-325.

    Considerando os argumentos da enunciadora do texto, identifique com S (Sim) o que for necessariamente uma característica de uma pessoa habitada, e com N (Não) o que não for.

    ( ) maldade;

    ( ) gentileza;

    ( ) imprevisibilidade;

    ( ) dúvida;

    ( ) coerência;

    ( ) covardia;

    ( ) transgressão;

    ( ) surpresa.

    Está correta, de cima para baixo, a seguinte sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão ffabaf58-86
  • FFA73D83-86

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

                                         Texto 1

                                Pessoas habitadas 

    Imagem da questão de Português, UECE 2016, Interpretação de Textos

    MEDEIROS, Martha. In: Org. e Int. SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. Objetiva, 324-325.

    Como foi dito na questão 01, o primeiro parágrafo corresponde ao primeiro andamento do texto, que pode ser chamado de apresentação do tema – Pessoas habitadas são pessoas que fazem diferença. Abaixo, há uma possibilidade de divisão do restante da crônica em andamentos, aos quais são acrescentadas nomeações. Assinale com V quando o que se diz sobre a divisão do texto e a nomeação de suas partes, ou andamentos, for verdadeiro e com F quando for falso.

    ( ) Segundo andamento (linhas 13-19) – primeira tentativa de conceituação do tema: Uma pessoa habitada é uma pessoa possuída.

    ( ) Terceiro andamento (linhas 19-26) – A Suíça como exemplo de um país sem demônios.

    ( ) Quarto andamento (linhas 27-43) – Nova tentativa de conceituação de uma pessoa habitada: Uma pessoa habitada é uma pessoa possuída por si mesma.

    ( ) Quinto andamento (linhas 44-58) – explicitação do conceito de pessoas habitadas por meio de tipificação e exemplificação.

    ( ) Sexto andamento (linhas 59-64) – Expressão da vontade ou desejo da enunciadora pelo uso de uma sequência verbal optativa.

    Está correta, de cima para abaixo, a sequência:

    Escolha uma alternativa para a questão ffa73d83-86
  • FF986FC4-86

    Português

    Interpretação de Textos
    UECE · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

                                         Texto 1

                                Pessoas habitadas 

    Imagem da questão de Português, UECE 2016, Interpretação de Textos

    MEDEIROS, Martha. In: Org. e Int. SANTOS, Joaquim Ferreira dos. As Cem Melhores Crônicas Brasileiras. Objetiva, 324-325.

    Atente para o primeiro parágrafo do texto (linhas 1-12), o qual pode ser considerado o primeiro andamento (ou a primeira parte do texto). Nele ouve-se mais de uma voz:
    Escolha uma alternativa para a questão ff986fc4-86
  • 22E6E783-84

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
    Em “... ‘suportar com indulgência’, ou seja, deixar passar com resignação ...”, as palavras destacadas poderiam ser substituídas, sem prejuízo de sentido, por respectivamente
    Escolha uma alternativa para a questão 22e6e783-84
  • 22DC31F8-84

    Português

    Interpretação de Textos
    Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sul-rio-grandense - Rio Grande do Sul · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto, para responder à questão.

    Contra a mera “tolerância” das diferenças

    Renan Quintanilha

        “É preciso tolerar a diversidade”. Sempre que me defronto com esse tipo de colocação, aparentemente progressista e bem intencionada, fico indignado. Não, não é preciso tolerar.

        “Tolerar”, segundo qualquer dicionário, significa algo como “suportar com indulgência”, ou seja, deixar passar com resignação, ainda que sem consentir expressamente com aquela conduta.

        “Tolerar” o que é diferente consiste, antes de qualquer coisa, em atribuir a “quem tolera” um poder sobre “o que tolera”. Como se este dependesse do consentimento daquele para poder existir. “Quem tolera” acaba visto, ainda, como generoso e benevolente, por dar uma “permissão” como se fosse um favor ou um ato de bondade extrema.

        Esse tipo de discurso, no fundo, nega o direito à existência autônoma do que é diferente dos padrões construídos socialmente. Mais: funciona como um expediente do desejo de estigmatizar o diferente e manter este às margens da cultura hegemônica, que traça a tênue linha divisória entre o normal e o anormal.

        Tolerar não deve ser celebrado e buscado nem como ideal político e tampouco como virtude individual. Ainda que o argumento liberal enxergue, na tolerância, uma manifestação legítima e até necessária da igualdade moral básica entre os indivíduos, não é esse o seu sentido recorrente nos discursos da política.

        Com efeito, ainda que a defesa liberal-igualitária da tolerância, diante de discussões controversas, postule que se trate de um respeito mútuo em um cenário de imparcialidade das instituições frente a concepções morais mais gerais, isso não pode funcionar em um mundo marcado por graves desigualdades estruturais.

        Marcuse1 identificava dois tipos de tolerância: a passiva e a ativa. No primeiro caso, a tolerância é vista como uma resignação e uma omissão diante de uma sociedade marcadamente injusta em suas diversas dimensões. Por sua vez, no segundo caso, ele trata da tolerância enquanto uma disposição efetiva de construção de uma sociedade igualitária. Não é este, no entanto, o discurso mais recorrente da tolerância em nossos tempos.

        Assim, quando alguém te disser que é preciso “tolerar” a liberdade das mulheres, os direitos das pessoas LGBT, a busca por melhores condições de vida das pessoas pobres, as reivindicações por igualdade material das pessoas negras, dentre outros segmentos vulneráveis, simplesmente não problematize esse discurso.

        Admitir a existência do outro não significa aceitá-lo em sua particularidade como integrante da comunidade política. É preciso valorizar os laços mais profundos de reciprocidade e respeito pelas diferenças, o que só o reconhecimento, estágio superior da tolerância, pode ajudar a promover, como ensinou Axel Honneth2

        Diversidade é um valor em si mesmo e não depende da concordância dos que ocupam posições de privilégios. Direitos e liberdades não se “toleram”. Devem ser respeitados e promovidos, por serem conquistas jurídicas e políticas antecedidas de muitas lutas.

        O que não se pode tolerar é o discurso aparentemente “benevolente” e “generoso” – mas na verdade bem perverso – da “tolerância das diferenças”. Ninguém precisa da licença de ninguém pra existir.

    Disponível em:<http://revistacult.uol.com.br/home/2016/02/contra-a-mera-tolerancia-das-diferencas/>  Acesso em: 03 mai 2016. 

    1 Marcuse: filósofo e sociólogo alemão, naturalizado norte-americano.

    2 Axel Honneth: filósofo e sociólogo alemão.
    Após a leitura do texto, depreende-se do título Contra a mera “tolerância” das diferenças, depreende-se que o autor considera o termo “tolerância”
    Escolha uma alternativa para a questão 22dc31f8-84
  • 51A2BCBB-37

    Português

    Interpretação de Textos
    PUC - RS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, PUC - RS 2016, Interpretação de Textos

    Assinale a alternativa correta sobre os textos.
    Escolha uma alternativa para a questão 51a2bcbb-37
  • 5192623B-37

    Português

    Formação das Palavras: Composição, Derivação, Hibridismo, Onomatopeia e Abreviação
    PUC - RS · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO 2


    01– “Deboísta” é quem é adepto da filosofia do “ser de
    02 boa” – explica Carlos Abelardo, 19 anos, estudante de
    03 Ciências Biológicas na Universidade Federal de Goiás
    04 e criador, ao lado da namorada, Laryssa de Freitas, da
    05 página no Facebook “Deboísmo”.   – É aquela pessoa
    06 que não se deixa levar por problemas bestas, que, mes-
    07 mo discordando de alguém, não parte para a agressão.
    08 É a pessoa calma, que escolhe o lutar em vez de brigar.
    09 Segundo Abelardo, o movimento é apartidário, mas
    10 político. E sobre a escolha do símbolo, que é uma pre-
    11 guiça, ele diz que a calmaria natural do animal passa
    12 uma sensação automática de “ficar de boas”.
    13 – É o animal mais de boa – diz.
                                                                                                  Adaptado de: http://oglobo.globo.com/sociedade/tecnologia/ conheca-deboismo-nova-filosofia-de-boas-da-internet-17392121. Acesso em 02 abr. 2016
    Para resolver a questão, analise as propostas de reescrita, numeradas de 1 a 4, para o trecho compreendido entre as linhas 10 e 13 do texto 2.

    1. Sobre a escolha do símbolo do “Deboísmo”, ele alega que a calmaria natural da preguiça passa uma sensação automática de “ficar de boas”, sendo esta o animal mais “de boa”.

    2. Ao justificar a escolha de uma preguiça como símbolo do “Deboísmo”, ele diz que, sendo ela o animal mais “de boa”, é natural que a calmaria passe, automaticamente uma sensação de “ficar de boas”.

    3. Ele diz que a escolha do símbolo do “Deboísmo” se justifica pela calmaria natural da preguiça, que passa uma sensação automática de “ficar de boas”, sendo ela o animal mais “de boa”.

    4. Sobre a escolha da preguiça que é símbolo do “Deboísmo”, ele diz que, como a calmaria natural da mesma passa uma sensação automática de “ficar de boas”, é o animal mais “de boa”.

    As propostas de reescrita que mantêm a correção e o sentido original do trecho são
    Escolha uma alternativa para a questão 5192623b-37
  • 52EB4BC1-36

    Português

    Figuras de Linguagem
    CEDERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
                                                       Texto 2                                             
                                                   Aparências
                                                                               Antonio Cícero             
     Imagem da questão de Português, CEDERJ 2016, Figuras de Linguagem
    Observe:

    “eu viveria tantas mortes
    morreria tantas vidas
    jamais me queixaria
    jamais”. (linhas 9-12)

    A figura de linguagem empregada na estrofe em destaque é a
    Escolha uma alternativa para a questão 52eb4bc1-36
  • 52E4758C-36

    Português

    Conjunções: Relação de causa e consequência
    CEDERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
                                                             Texto 1                   
                                   Línguas que não sabemos que sabíamos
                                                        (fragmento)1
                                                                                     Mia CoutoImagem da questão de Português, CEDERJ 2016, Conjunções: Relação de causa e consequência 
    1 Foi mantido o texto original. Mia Couto é um renomado escritor moçambicano, com obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crônicas.
    No enunciado: “Na primeira reunião com a população surgiram curiosos mal-entendidos que revelam a dificuldade de tradução não de palavras, mas de pensamento”. (linhas 28-30), a conjunção sublinhada dá ideia de
    Escolha uma alternativa para a questão 52e4758c-36
  • 52E10263-36

    Português

    Figuras de Linguagem
    CEDERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos
                                                             Texto 1                   
                                   Línguas que não sabemos que sabíamos
                                                        (fragmento)1
                                                                                     Mia CoutoImagem da questão de Português, CEDERJ 2016, Figuras de Linguagem 
    1 Foi mantido o texto original. Mia Couto é um renomado escritor moçambicano, com obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crônicas.
    Para obter efeitos de sentido, os autores costumam valer-se de diferentes recursos semânticos, como a metáfora em:
    Escolha uma alternativa para a questão 52e10263-36
  • 52CD062C-36

    Português

    Interpretação de Textos
    CEDERJ · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos
                                                             Texto 1                   
                                   Línguas que não sabemos que sabíamos
                                                        (fragmento)1
                                                                                     Mia CoutoImagem da questão de Português, CEDERJ 2016, Interpretação de Textos 
    1 Foi mantido o texto original. Mia Couto é um renomado escritor moçambicano, com obra literária extensa e diversificada, incluindo poesia, contos, romance e crônicas.
    Ao falar da relação entre linguagem e mundo, o professor José Carlos Azeredo (2007) ressalta que a linguagem não é uma simples ferramenta ou instrumento, tampouco o espelho de um mundo de objetos e fenômenos, porque o que nossos textos significam resulta da filtragem e modelação de nossas experiências; em outras palavras, a transformação de nossas experiências de mundo em matéria textual envolve fatores socioculturais de propriedade coletiva.
    Indique o fragmento de texto que melhor exemplifica o enunciado acima:
    Escolha uma alternativa para a questão 52cd062c-36
  • BD05E800-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    Na verdade, para a maior parte da humanidade, a globalização está se impondo como uma fábrica de perversidades. (l. 16-17)

    No terceiro parágrafo, as frases posteriores ao trecho citado desenvolvem a argumentação do autor por meio da apresentação de:
    Escolha uma alternativa para a questão bd05e800-31
  • BD02A3EE-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    A partir desse mito e do encurtamento das distâncias – para aqueles que realmente podem viajar – também se difunde a noção de tempo e espaço contraídos. (l. 9-11)

    O comentário introduzido entre travessões apresenta um ponto de vista do autor que se sustenta em um elemento subentendido.

    Esse elemento está associado à existência, na sociedade, de:
    Escolha uma alternativa para a questão bd02a3ee-31
  • BCFE8EC6-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    Fala-se, por exemplo, em aldeia global para fazer crer que a difusão instantânea de notícias realmente informa as pessoas. (l. 8-9)

    Ao empregar a expressão destacada neste trecho, o autor indica sua discordância em relação a uma ideia difundida como verdade inquestionável.

    Outra expressão empregada com a mesma finalidade está destacada em:

    Escolha uma alternativa para a questão bcfe8ec6-31
  • BCFA3F98-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    No primeiro parágrafo, o autor apresenta uma caracterização negativa do mundo atual, ao mesmo tempo que propõe um procedimento de análise desse contexto que permitiria superá-lo.

    Esse procedimento de análise está explicado em:

    Escolha uma alternativa para a questão bcfa3f98-31
  • BCF611EC-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    No último parágrafo, ao descrever a experiência vivida no planetário, o autor identifica três efeitos: de ficção, de História e de realidade.

    De acordo com a exposição do autor, a interação entre esses três efeitos pode ser descrita como uma relação de:
    Escolha uma alternativa para a questão bcf611ec-31
  • BCEFBEF9-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    Talvez eu tivesse encontrado a história que todos nós procuramos nas páginas dos livros e nas telas dos cinemas: uma história na qual as estrelas e eu éramos os protagonistas. (l. 21-22)


    Na frase acima, o autor procura delimitar um sentido para a palavra história por meio dos trechos destacados.

    Esses trechos apresentam uma formulação do seguinte tipo:

    Escolha uma alternativa para a questão bcefbef9-31
  • BCE8F32A-31

    Português

    Gêneros Textuais
    UERJ · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Gêneros Textuais

    Umberto Eco narra, no segundo parágrafo do texto, uma experiência surpreendente que vivenciou.

    Pode-se compreender essa experiência pela relação que se estabelece entre os seguintes elementos:

    Escolha uma alternativa para a questão bce8f32a-31
  • BCE4AB1A-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    aos cães domesticados se ensina

    a andar sempre atrás do dono

    mas os cães o passado só aparentemente nos pertencem (v. 12-14)

    Nesses versos, sugere-se uma ideia a respeito da relação entre cães e seres humanos. Essa ideia, no verso destacado, recebe da poeta a seguinte avaliação:

    Escolha uma alternativa para a questão bce4ab1a-31
  • BCE1046E-31

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2016FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2016, Interpretação de Textos

    No poema, há marcas de linguagem que remetem tanto à poeta quanto a seus leitores. Uma dessas marcas, referindo-se unicamente ao leitor, está presente no seguinte verso:
    Escolha uma alternativa para a questão bce1046e-31