Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

Use os filtros para chegar às questões que interessam. Cada resultado abre em uma página própria com enunciado, alternativas e gabarito.

Resultados

9.017 questões encontradas. Mostrando a página 281 de 451.

  • A6018CA2-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos


    TEXTO 1



    A relação entre meio ambiente e saúde

    (1) Não é de hoje que as inter-relações entre população, recursos naturais e desenvolvimento têm sido objeto de preocupação social e de estudos científicos. A história mostra que o homem sempre utilizou os recursos naturais para o desenvolvimento da tecnologia e da economia, na pretensão de garantir uma vida com mais qualidade.

    (2) Entretanto, é fácil constatar que a equação (exploração de recursos naturais=desenvolvimento econômico e tecnológico=qualidade de vida) não vem se revelando verdadeira. Isso porque os recursos oriundos da natureza estão sendo aproveitados de forma predatória, causando graves danos ao meio ambiente e refletindo negativamente nas condições de vida e de saúde do homem.

    (3) Nesse sentido, há quem admita que: “Tudo se tornou válido em nome do progresso, do bem estar da sociedade e da vida mais confortável”, sem se perceber que, paradoxalmente, a busca do homem por uma vida melhor está lhe trazendo doenças, problemas sociais e comprometendo seu futuro na Terra, já que suas ações são altamente degradantes. (...)

    (4) Muitas pessoas não percebem que o homem é parte integrante da natureza e, nesta condição, precisa da boa qualidade do meio ambiente para ter uma vida saudável. É certo que qualquer dano causado ao meio ambiente provoca prejuízos à saúde pública e vice-versa. “A existência de um é a própria condição da existência do outro, razão pela qual o ser humano deve realizar suas atividades respeitando e protegendo a natureza.”

    (5) É fácil descobrir inúmeras situações que demonstram a relação entre o meio ambiente e a saúde. O vibrião da cólera, por exemplo, é transmitido pelo contato direto com a água ou pela ingestão de alimentos contaminados. A falta de saneamento básico, os maus hábitos de higiene e as condições precárias de vida de determinadas regiões do planeta são fatores que estão intimamente ligados com o meio ambiente e que contribuem para a transmissão da doença. “A água infectada, além de disseminar a doença ao ser ingerida, pode também contaminar peixes, mariscos etc.”

    (6) O jornal “A Folha de São Paulo” noticiou, em outubro de 2004, que as enormes quantidades de substâncias químicas encontradas no ar, na água, nos alimentos e nos produtos utilizados rotineiramente estão diretamente relacionadas com uma maior incidência de câncer, de distúrbios neurocomportamentais, de depressão e de perda de memória. Outros dados referem uma pesquisa feita com cinquenta controladores de trânsito da cidade de S. Paulo, não fumantes e sem doenças prévias. A conclusão foi que todos apresentavam elevação de pressão arterial e variação de frequência cardíaca nos dias de maior poluição atmosférica. Além disso, 33% deles possuíam condições típicas de fumantes, como redução da capacidade pulmonar e inflamação frequente dos brônquios.

    (7) Ou seja, diariamente, é possível constatar várias situações que nos revelam como a degradação ambiental causa problemas na saúde e nas condições de vida do homem.  

    (Paulo Roberto Cunha. http://jus.com.br/947805. Adaptado). 

    O Texto 1 atribui a três elementos a condição de serem interligados e, assim, poderem atingir significativamente a saúde do ambiente e da população em geral. Tais elementos são:
    Escolha uma alternativa para a questão a6018ca2-d4
  • A5FABF86-D4

    Português

    Interpretação de Textos
    Centro de Estudos Superiores de Maceió - Centro Universitário · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos


    TEXTO 1



    A relação entre meio ambiente e saúde

    (1) Não é de hoje que as inter-relações entre população, recursos naturais e desenvolvimento têm sido objeto de preocupação social e de estudos científicos. A história mostra que o homem sempre utilizou os recursos naturais para o desenvolvimento da tecnologia e da economia, na pretensão de garantir uma vida com mais qualidade.

    (2) Entretanto, é fácil constatar que a equação (exploração de recursos naturais=desenvolvimento econômico e tecnológico=qualidade de vida) não vem se revelando verdadeira. Isso porque os recursos oriundos da natureza estão sendo aproveitados de forma predatória, causando graves danos ao meio ambiente e refletindo negativamente nas condições de vida e de saúde do homem.

    (3) Nesse sentido, há quem admita que: “Tudo se tornou válido em nome do progresso, do bem estar da sociedade e da vida mais confortável”, sem se perceber que, paradoxalmente, a busca do homem por uma vida melhor está lhe trazendo doenças, problemas sociais e comprometendo seu futuro na Terra, já que suas ações são altamente degradantes. (...)

    (4) Muitas pessoas não percebem que o homem é parte integrante da natureza e, nesta condição, precisa da boa qualidade do meio ambiente para ter uma vida saudável. É certo que qualquer dano causado ao meio ambiente provoca prejuízos à saúde pública e vice-versa. “A existência de um é a própria condição da existência do outro, razão pela qual o ser humano deve realizar suas atividades respeitando e protegendo a natureza.”

    (5) É fácil descobrir inúmeras situações que demonstram a relação entre o meio ambiente e a saúde. O vibrião da cólera, por exemplo, é transmitido pelo contato direto com a água ou pela ingestão de alimentos contaminados. A falta de saneamento básico, os maus hábitos de higiene e as condições precárias de vida de determinadas regiões do planeta são fatores que estão intimamente ligados com o meio ambiente e que contribuem para a transmissão da doença. “A água infectada, além de disseminar a doença ao ser ingerida, pode também contaminar peixes, mariscos etc.”

    (6) O jornal “A Folha de São Paulo” noticiou, em outubro de 2004, que as enormes quantidades de substâncias químicas encontradas no ar, na água, nos alimentos e nos produtos utilizados rotineiramente estão diretamente relacionadas com uma maior incidência de câncer, de distúrbios neurocomportamentais, de depressão e de perda de memória. Outros dados referem uma pesquisa feita com cinquenta controladores de trânsito da cidade de S. Paulo, não fumantes e sem doenças prévias. A conclusão foi que todos apresentavam elevação de pressão arterial e variação de frequência cardíaca nos dias de maior poluição atmosférica. Além disso, 33% deles possuíam condições típicas de fumantes, como redução da capacidade pulmonar e inflamação frequente dos brônquios.

    (7) Ou seja, diariamente, é possível constatar várias situações que nos revelam como a degradação ambiental causa problemas na saúde e nas condições de vida do homem.  

    (Paulo Roberto Cunha. http://jus.com.br/947805. Adaptado). 

    Para o êxito na compreensão do Texto 1, é preciso que o entendamos como:
    Escolha uma alternativa para a questão a5fabf86-d4
  • EFB90766-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Asa Branca

    Quando oiei a terra ardendo
    Qual fogueira de São João
    Eu perguntei a Deus do céu, ai
    Por que tamanha judiação.

    Que braseiro, que fornaia
    Nem um pé de prantação
    Por farta d’água perdi meu gado
    Morreu de sede meu alazão. (...)

    GONZAGA, Luiz e TEIXEIRA, Humberto. RCA, 1997.

    Os versos de Asa Branca mostram a realidade típica da região nordeste do Brasil, qual seja: a seca. Desse modo, a arte poética, a ciência e a filosofia, apesar de suas diferenças, possuem um veículo comum para expressar a visão de mundo. Esse veículo é conhecido como
    Escolha uma alternativa para a questão efb90766-d1
  • EFAE2C80-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015Muito fácilEntre para guardar nos favoritos
    (...) A terra não é de um dono só.
    A roça também não é de um dono só.
    Ninguém come as coisas da roça sozinho.
    As coisas da roça a gente sempre divide com os parentes.
    Divide com quem está precisando.
    A caça também não é de um dono só.
    Quando alguém mata um bicho para comer,
    ele não come sozinho. Ele sempre divide.
    Quando mata o peixe, divide,
    Quando faz bebida, divide,
    Sempre divide. (...)
    CIMI, História dos povos indígenas, Petrópolis, RJ: Vozes, 1987.

    O poema canta a aceitação de uma visão de alguém que adquiriu hábitos e formação para dividir bens e produtos com seus semelhantes. É alguém que recebeu uma educação que o identifica com os outros. Dessa forma, pode-se considerar que é pelo hábito e pela educação que um povo constrói
    Escolha uma alternativa para a questão efae2c80-d1
  • EF534F1D-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    A linguagem da propaganda enfrenta o desafio de prender a atenção do destinatário e, por isso, dentre outros recursos, valese de meios estilísticos.
    sinestesia e sinédoque, trazendo percepções de diferentes sentidos na parte/todo de uma expressão adverbial.Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos
    Revista Veja.

    Para convencer o receptor, observa-se a combinação entre as figuras
    Escolha uma alternativa para a questão ef534f1d-d1
  • EF46DE0E-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Analise a tirinha para responder a questão.

    Imagem da questão de Português, Universidade Estadual do Maranhão 2015, Interpretação de Textos

    VERÍSSIMO, L. F. As cobras: antologia definitiva. Rio de Janeiro: Objetiva, 2010.

    Os ditados populares permanecem no tempo e significam, na maioria das vezes, exemplos morais, filosóficos, sem deixar de carregarem consigo certa carga de humor e de ironia, sendo, por isso, comumente utilizados na linguagem cotidiana.

    O ditado popular que sintetiza o que é exposto na tirinha é

    Escolha uma alternativa para a questão ef46de0e-d1
  • EF40EB36-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Para responder a questão, leia os poemas de Carlos Drummond de Andrade e de Olavo Bilac.


    Texto 

    Procura da Poesia

    [...]

    Penetra surdamente no reino das palavras.

    Lá estão os poemas que esperam ser escritos.

    Estão paralisados, mas não há desespero,

    há calma e frescura na superfície intata.

    Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.

    Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.

    [...]

    Não forces o poema a desprender-se do limbo.

    Não colhas no chão o poema que se perdeu.

    Não adules o poema. Aceita-o

    Como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada

    no espaço.


    Chega mais perto e contempla as palavras.

    Cada uma

    tem mil faces secretas sob a face neutra

    e te pergunta, sem interesse pela resposta,

    pobre ou terrível, que lhe deres:

    Trouxeste a chave?


    Repara:

    ermas de melodia e conceito,

    elas se refugiaram na noite, as palavras.

    Ainda úmidas e impregnadas de sono,

    rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. A Rosa do Povo. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. 



    Texto 

    Profissão de fé

    [...]

    Invejo o ourives

    Quando escrevo:

    Imito o amor

    Com que ele, em ouro, o alto-relevo

    Faz de uma flor.


    Imito-o. E, pois, nem de Carrara

    A pedra firo:

    O alvo cristal, a pedra rara,

    O ônix prefiro.


    Por isso, corre, por servir-me,

    Sobre o papel

    A pena, como em prata firme

    Corre o cinzel.

    [...]

    Torce , aprimora, alteia, lima

    A frase; e, enfim,

    no verso de ouro engasta a rima

    como um rubim.


    Quero que a estrofe cristalina,

    Dobrada ao jeito

    Do ourives, saia da oficina

    Sem um defeito.

    [...]

    Porque o escrever – tanta perícia,

    Tanta requer,

    Que oficio tal... nem há notícia

    De outro qualquer.

                                                     BILAC, Olavo. Poesia. Rio de Janeiro: Agir, 2005.



    A Rosa do Povo, de Drummond, foi publicada em 1945, ao final da Segunda Guerra Mundial, e traz alguns poemas que enfocam anseios e questionamentos advindos desse momento histórico. Levando em conta o verso “Trouxeste a chave?”, pode-se inferir uma voz
    Escolha uma alternativa para a questão ef40eb36-d1
  • EF3BCAF7-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Para responder a questão, leia os poemas de Carlos Drummond de Andrade e de Olavo Bilac.


    Texto 

    Procura da Poesia

    [...]

    Penetra surdamente no reino das palavras.

    Lá estão os poemas que esperam ser escritos.

    Estão paralisados, mas não há desespero,

    há calma e frescura na superfície intata.

    Ei-los sós e mudos, em estado de dicionário.

    Convive com teus poemas, antes de escrevê-los.

    [...]

    Não forces o poema a desprender-se do limbo.

    Não colhas no chão o poema que se perdeu.

    Não adules o poema. Aceita-o

    Como ele aceitará sua forma definitiva e concentrada

    no espaço.


    Chega mais perto e contempla as palavras.

    Cada uma

    tem mil faces secretas sob a face neutra

    e te pergunta, sem interesse pela resposta,

    pobre ou terrível, que lhe deres:

    Trouxeste a chave?


    Repara:

    ermas de melodia e conceito,

    elas se refugiaram na noite, as palavras.

    Ainda úmidas e impregnadas de sono,

    rolam num rio difícil e se transformam em desprezo.

    ANDRADE, Carlos Drummond de. A Rosa do Povo. 1 ed. São Paulo: Companhia das Letras, 2012. 



    Texto 

    Profissão de fé

    [...]

    Invejo o ourives

    Quando escrevo:

    Imito o amor

    Com que ele, em ouro, o alto-relevo

    Faz de uma flor.


    Imito-o. E, pois, nem de Carrara

    A pedra firo:

    O alvo cristal, a pedra rara,

    O ônix prefiro.


    Por isso, corre, por servir-me,

    Sobre o papel

    A pena, como em prata firme

    Corre o cinzel.

    [...]

    Torce , aprimora, alteia, lima

    A frase; e, enfim,

    no verso de ouro engasta a rima

    como um rubim.


    Quero que a estrofe cristalina,

    Dobrada ao jeito

    Do ourives, saia da oficina

    Sem um defeito.

    [...]

    Porque o escrever – tanta perícia,

    Tanta requer,

    Que oficio tal... nem há notícia

    De outro qualquer.

                                                     BILAC, Olavo. Poesia. Rio de Janeiro: Agir, 2005.



    Nos dois textos, algumas marcas linguísticas autorizam a inferência de que a palavra é vetor de poder. As palavras e/ou expressões, de um mesmo campo semântico, que exemplificam esse vetor são
    Escolha uma alternativa para a questão ef3bcaf7-d1
  • EF29C659-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o Texto IV para responder a questão.

    Texto IV

    Cadeia

        Estava tão cansado, tão machucado, que ia quase adormecendo no meio daquela desgraça. Havia ali um bêbedo tresvariando em voz alta [...] Discutiam, queixava-se da lenha molhada. Fabiano cochilava, a cabeça pesada inclinava-se para o peito e levantava-se. [...] Acordou sobressaltado. Pois não estava misturando as pessoas, desatinando? Talvez fosse efeito da cachaça. Não era: tinha bebido um copo. [...]
        Ouviu o falatório do bêbedo e caiu numa indecisão dolorosa. Ele também dizia palavras sem sentido, conversava à toa. Mas irou-se com a comparação, deu marradas na parede. Era bruto, sim senhor, nunca havia aprendido, não sabia explicar-se. Estava preso por isso? Como era? Então mete-se um homem na cadeia porque ele não sabe falar direito? Que mal fazia a brutalidade dele? Vivia trabalhando como um escravo.
    [...]
    RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. (Adaptado) 127 ed. Rio de Janeiro: Record, 2015. 
    Atentando para o emprego dos tempos verbais, quanto à produção de sentidos no texto literário, o presente do indicativo em “Então mete-se um homem na cadeia porque ele não sabe falar direito?” sugere que as ações expressas estão caracterizadas como
    Escolha uma alternativa para a questão ef29c659-d1
  • EF23DBB1-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015Muito difícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o Texto IV para responder a questão.

    Texto IV

    Cadeia

        Estava tão cansado, tão machucado, que ia quase adormecendo no meio daquela desgraça. Havia ali um bêbedo tresvariando em voz alta [...] Discutiam, queixava-se da lenha molhada. Fabiano cochilava, a cabeça pesada inclinava-se para o peito e levantava-se. [...] Acordou sobressaltado. Pois não estava misturando as pessoas, desatinando? Talvez fosse efeito da cachaça. Não era: tinha bebido um copo. [...]
        Ouviu o falatório do bêbedo e caiu numa indecisão dolorosa. Ele também dizia palavras sem sentido, conversava à toa. Mas irou-se com a comparação, deu marradas na parede. Era bruto, sim senhor, nunca havia aprendido, não sabia explicar-se. Estava preso por isso? Como era? Então mete-se um homem na cadeia porque ele não sabe falar direito? Que mal fazia a brutalidade dele? Vivia trabalhando como um escravo.
    [...]
    RAMOS, Graciliano. Vidas Secas. (Adaptado) 127 ed. Rio de Janeiro: Record, 2015. 
    A leitura do segundo parágrafo permite depreender a imagem que Fabiano tem de si mesmo e a sua reação ao domínio a que se submete, por meio do discurso indireto livre. Esse discurso é efetivado pela
    Escolha uma alternativa para a questão ef23dbb1-d1
  • EF1450D8-D1

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade Estadual do Maranhão · 2015DifícilEntre para guardar nos favoritos
    Leia o texto publicado em revista de grande circulação para responder a questão.

    “Professores, acordem!

    Caros professores: vocês se meteram em uma enrascada. Há décadas, as lideranças de vocês vêm construindo um discurso de vitimização. A imagem que vocês vendem não é de profissionais competentes, mas a de coitadinhos, estropiados e maltratados. E vocês venceram: a população brasileira está do seu lado, comprou essa imagem (nada seduz mais a alma brasileira do que um coitado, afinal).”

    IOSCHPE, G. Revista Veja. 2014.

    Para sustentar a argumentação são utilizados variados recursos. A seleção léxico-semântica utilizada pelo autor para sustentar a argumentação marca o emprego de uma imagem crítica, com um tom
    Escolha uma alternativa para a questão ef1450d8-d1
  • B4454A8F-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    Canadense prodígio já ajudou a perfurar mil poços em 16 países

        Ryan Hreljac não tem mais o ar infantil que ficou conhecido mundo afora, antes mesmo do fenômeno de viralização na internet. Em 1997, o menino canadense de 6 anos ficou incomodado ao descobrir que crianças na África não tinham acesso à água. Decidiu que precisava agir e juntou, durante quatro meses de serviços domésticos, os US$ 70 (equivalente hoje a R$ 280) que um professor havia dito que eram necessários para abrir um poço. Mas o dinheiro pagava apenas a bomba manual. Ryan não desistiu e começou, então, uma campanha emocionante que se espalhou por vários países. De lá para cá, mil poços abertos em 16 nações beneficiam 1 milhão de pessoas.
        Além das ações práticas para resolver problemas concretos e destacar a necessidade de preservação da água, Ryan – hoje recém-formado em Ciência Política Internacional e aos 24 anos – também se dedica a engajar pessoas. Já esteve em dezenas de conferências internacionais e deu palestras, pela internet, para centenas de escolas pelo mundo. (...) A Gazeta do Povo conversou com ele, via Skype, sobre o trabalho que vem desempenhando na Ryan’s Well Foundation. Confira a entrevista em que ele defende que nunca se é jovem demais para se engajar em uma causa.

    Você acredita que os jovens estão engajados nas questões ambientais?

        Na juventude, eu acho que há diversas coisas que nos desencorajam a respeito de se envolver. Mas nessa fase você tem habilidades de olhar para os problemas de uma maneira mais simples. Quando eu era criança, não entendia o tamanho e a complexidade do problema. Mas porque eu queria fazer a diferença, eu fui lá e fiz. E eu não acho que os adultos têm esse tipo de mentalidade, sabe? Esse jeito de olhar razões para fazer algo, ao invés de olhar razões para não fazer algo. Você nunca é jovem demais para se engajar.

    Como foi o seu primeiro contato com a perspectiva da falta de água?

    Quando estava na primeira série, meu professor falou que iríamos arrecadar fundos para países subdesenvolvidos. E o que o meu professor teve que explicar, porque nós tínhamos apenas 6 anos, era que nem todas as crianças tinham acesso à água limpa. Ele disse que essas crianças tinham que andar mais de cinco quilômetros para conseguir água limpa. Só que eu não sabia quanto era cinco quilômetros e ele disse “são 5 mil passos”. Então eu fiz o caminho da minha sala para o bebedouro e vi que davam 10 passos e então fui e voltei algumas vezes para saber o quão longe seria o percurso dessas crianças. Eu acho que uma coisa que aprendemos especialmente quando somos crianças é sobre dividir e ter a consciência de justiça.

    Disponível em http://www.gazetadopovo.com.br/ mundo. Acesso em 22.09.2015
    Segundo o texto, é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b4454a8f-ca
  • B43D098A-CA

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos
    PARA A QUESTÃO, TOME POR BASE OS DITADOS POPULARES LISTADOS A SEGUIR.

    I) Antes prevenir do que remediar.
    II) Quando vires a barba do vizinho arder, põe a tua de molho.
    III) Após a tempestade, vem a bonança.
    IV) Uma ovelha má põe um rebanho a perder.
    V) Dois olhos veem mais do que um só.
    VI) Há males que vêm para o bem.
    VII) Devagar se vai ao longe.
    VIII) O pior cego é o que não quer ver.
    IX) Antes que cases, vê o que fazes.
    X) Se queres conhecer o vilão, põe-lhe uma vara na mão.
    Faça a correlação dos ditados listados, com seus respectivos significados.

    ( ) Convém ser cauteloso, pois podem nos ocorrer os mesmos dissabores que ao próximo.
    ( ) As vitórias são obtidas com paciência e perseverança.
    ( ) Depois de confusões, desentendimentos, conflitos, as coisas se acalmam.
    ( ) É melhor evitar problemas do que ter que arcar com as consequências.
    ( ) É sempre bom recorrer a um conselheiro antes de tomar decisões difíceis.
    ( ) O que parecia uma desgraça pode nos trazer resultados proveitosos.
    ( ) É melhor pensar bem antes de tomar decisões sérias.
    ( ) As pessoas se revelam quando exercem o poder.


    Assinale a alternativa que registra a correlação adequada, respectivamente.
    Escolha uma alternativa para a questão b43d098a-ca
  • B4380BDB-CA

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO

    A obra clássica, segundo o escritor italiano Ítalo Calvino, “nunca termina de dizer aquilo que ele tem para dizer”. É um grande campo de onde é possível extrair centenas de informações e multiplicidades. Entretanto, cada lugar do mundo e cada geração a lê sob diferentes prismas. O que o torna imortal são os valores implícitos nele. Um livro clássico pode ter quinhentos ou cinquenta anos. Ele independe da idade. É como se elas fossem espelhos, onde a humanidade pudesse fazer a leitura de si mesma: suas agruras, seus anseios, sua moral, seus medos, seus segredos, sua identidade. (Revista Educação, Ano 10, nº 116)
    O texto apresenta problemas em relação à coesão, pois emprega inadequadamente alguns pronomes (em negrito). Assinale a alternativa correta em relação ao emprego desses elementos referenciais.
    Escolha uma alternativa para a questão b4380bdb-ca
  • B434B2D7-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos
    TEXTO DE REFERÊNCIA PARA A QUESTÃO

    A obra clássica, segundo o escritor italiano Ítalo Calvino, “nunca termina de dizer aquilo que ele tem para dizer”. É um grande campo de onde é possível extrair centenas de informações e multiplicidades. Entretanto, cada lugar do mundo e cada geração a lê sob diferentes prismas. O que o torna imortal são os valores implícitos nele. Um livro clássico pode ter quinhentos ou cinquenta anos. Ele independe da idade. É como se elas fossem espelhos, onde a humanidade pudesse fazer a leitura de si mesma: suas agruras, seus anseios, sua moral, seus medos, seus segredos, sua identidade. (Revista Educação, Ano 10, nº 116)
    Assinale a alternativa que apresenta a caracterização de uma obra clássica, de acordo com o texto.
    Escolha uma alternativa para a questão b434b2d7-ca
  • B4281451-CA

    Português

    Coesão e coerência
    IF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Coesão e coerência

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Coesão e coerência


    Excerto de Folha Universal, 16 de agosto de 2015, pp. 4 a 5.

    Assinale a alternativa em que o termo em negrito é substituído sem que haja alteração de sentido. 
    “Necessidade cada vez maior de conexão com a tecnologia para se sentir bem”. 
    Escolha uma alternativa para a questão b4281451-ca
  • B424B6A4-CA

    Português

    Interpretação de Textos
    IF-PR · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Figura 1 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Interpretação de Textos

    Figura 2 de 2 da questão de Português, IF-PR 2015, Interpretação de Textos


    Excerto de Folha Universal, 16 de agosto de 2015, pp. 4 a 5.

    De acordo com o texto é correto afirmar que:
    Escolha uma alternativa para a questão b424b6a4-ca
  • B9CE2AB4-BA

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    TERRORISMO LÓGICO  

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Interpretação de Textos

    Antonio Prata
    Adaptado de
    Folha de São Paulo, 11/01/2015.  

    Considere o último parágrafo do texto para responder à questão.


    Todo abacate é verde. O Incrível Hulk é verde. O Incrível Hulk é um abacate. (l. 22) 

    Este parágrafo indica como o leitor deve ler todos os anteriores.
    Segundo essa indicação, os argumentos apresentados pelo cronista devem ser compreendidos como
    Escolha uma alternativa para a questão b9ce2ab4-ba
  • A2922F43-B9

    Português

    Interpretação de Textos
    UERJ · 2015MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Interpretação de Textos

    André Dahmer

    Folha de São Paulo, 13/05/2013.


    A tira de André Dahmer pode ser relacionada com o texto anterior, a crônica de João do Rio.

    O trecho da crônica que melhor evidencia essa relação é:

    Escolha uma alternativa para a questão a2922f43-b9
  • A28F5A97-B9

    Português

    Figuras de Linguagem
    UERJ · 2015FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, UERJ 2015, Figuras de Linguagem

    André Dahmer

    Folha de São Paulo, 13/05/2013.


    A internet é um tribunal...

    A afirmação acima configura um exemplo de metáfora.

    A partir da análise desse exemplo, pode-se definir “metáfora” como: 

    Escolha uma alternativa para a questão a28f5a97-b9