Questões do ENEM: Linguagens e Interpretação de Textos

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9.017 questões encontradas. Mostrando a página 305 de 451.

  • AC7A62F6-D6

    Português

    Coesão e coerência
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto de Machado de Assis para responder à questão


        Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei num trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu. Cumprimentou-me, sentou- -se ao pé de mim, falou da lua e dos ministros, e acabou recitando-me versos. A viagem era curta, e os versos pode ser que não fossem inteiramente maus. Sucedeu, porém, que, como eu estava cansado, fechei os olhos três ou quatro vezes; tanto bastou para que ele interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso.

        – Continue, disse eu acordando.
        − Já acabei, murmurou ele.
        − São muito bonitos.

    Vi-lhe fazer um gesto para tirá-los outra vez do bolso, mas não passou do gesto; estava amuado. No dia seguinte entrou a dizer de mim nomes feios, e acabou alcunhando- -me Dom Casmurro. Os vizinhos, que não gostam dos meus hábitos reclusos e calados, deram curso à alcunha, que afinal pegou. Nem por isso me zanguei.
        [...]
        Não consultes dicionários. Casmurro não está aqui no sentido que eles lhe dão, mas no que lhe pôs o vulgo de homem calado e metido consigo. Dom veio por ironia, para atribuir-me fumos de fidalgo. Tudo por estar cochilando! Também não achei melhor título para a minha narração; se não tiver outro daqui até o fim do livro, vai este mesmo. O meu poeta do trem ficará sabendo que não lhe guardo rancor. E com pequeno esforço, sendo o título seu, poderá cuidar que a obra é sua. Há livros que apenas terão isso dos seus autores; alguns nem tanto.


    (Dom Casmurro, 2008.)


    “os versos pode ser que não fossem inteiramente maus.”

    Com essa frase, o narrador expressa uma dúvida. Nas alternativas, a frase gramaticalmente correta, que mantém em linhas gerais o significado original, é:
    Escolha uma alternativa para a questão ac7a62f6-d6
  • AC765FC8-D6

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o texto de Machado de Assis para responder à questão


        Uma noite destas, vindo da cidade para o Engenho Novo, encontrei num trem da Central um rapaz aqui do bairro, que eu conheço de vista e de chapéu. Cumprimentou-me, sentou- -se ao pé de mim, falou da lua e dos ministros, e acabou recitando-me versos. A viagem era curta, e os versos pode ser que não fossem inteiramente maus. Sucedeu, porém, que, como eu estava cansado, fechei os olhos três ou quatro vezes; tanto bastou para que ele interrompesse a leitura e metesse os versos no bolso.

        – Continue, disse eu acordando.
        − Já acabei, murmurou ele.
        − São muito bonitos.

    Vi-lhe fazer um gesto para tirá-los outra vez do bolso, mas não passou do gesto; estava amuado. No dia seguinte entrou a dizer de mim nomes feios, e acabou alcunhando- -me Dom Casmurro. Os vizinhos, que não gostam dos meus hábitos reclusos e calados, deram curso à alcunha, que afinal pegou. Nem por isso me zanguei.
        [...]
        Não consultes dicionários. Casmurro não está aqui no sentido que eles lhe dão, mas no que lhe pôs o vulgo de homem calado e metido consigo. Dom veio por ironia, para atribuir-me fumos de fidalgo. Tudo por estar cochilando! Também não achei melhor título para a minha narração; se não tiver outro daqui até o fim do livro, vai este mesmo. O meu poeta do trem ficará sabendo que não lhe guardo rancor. E com pequeno esforço, sendo o título seu, poderá cuidar que a obra é sua. Há livros que apenas terão isso dos seus autores; alguns nem tanto.


    (Dom Casmurro, 2008.)


    O narrador de Dom Casmurro, em procedimento típico de Machado de Assis, dirige-se diretamente ao leitor para conversar. No texto, um elemento que torna evidente tal procedimento é
    Escolha uma alternativa para a questão ac765fc8-d6
  • AC720350-D6

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema de Fernando Pessoa para responder à questão


    Autopsicografia 

    O poeta é um fingidor. 
    Finge tão completamente 
    Que chega a fingir que é dor 
    A dor que deveras sente.


    E os que leem o que escreve, 
    Na dor lida sentem bem, 
    Não as duas que ele teve, 
    Mas só a que eles não têm. 


    E assim nas calhas de roda 
    Gira, a entreter a razão, 
    Esse comboio de corda 
    Que se chama o coração.

    (Obra poética, 1984.)

    Se for considerada a temática predominante nas obras de Fernando Pessoa (ele-mesmo, ortônimo) e nas obras de seus heterônimos mais conhecidos, é correto afirmar que o poema “Autopsicografia” pode ser atribuído a
    Escolha uma alternativa para a questão ac720350-d6
  • AC696285-D6

    Português

    Interpretação de Textos
    Faculdade de Medicina de São José do Rio Preto · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Leia o poema de Fernando Pessoa para responder à questão


    Autopsicografia 

    O poeta é um fingidor. 
    Finge tão completamente 
    Que chega a fingir que é dor 
    A dor que deveras sente.


    E os que leem o que escreve, 
    Na dor lida sentem bem, 
    Não as duas que ele teve, 
    Mas só a que eles não têm. 


    E assim nas calhas de roda 
    Gira, a entreter a razão, 
    Esse comboio de corda 
    Que se chama o coração.

    (Obra poética, 1984.)

    Deduz-se, da leitura da primeira estrofe, que “o poeta” a que se refere o poema
    Escolha uma alternativa para a questão ac696285-d6
  • DBE1252E-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Interpretação de Textos

    A comparação entre os versos de Helena Parente e os de Cecília Meireles está sem respaldo textual na alternativa

    Escolha uma alternativa para a questão dbe1252e-bb
  • DBDC41C0-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    O que houve com Valentim, deixando-o sem despedir-se, perdendo-se na multidão, ele jamais saberia. Só, novamente só, com as suas trevas e o porrete de apalpar o chão. Passo a passo, muito devagar, retornou e tão só em si mesmo que não percebeu sequer os que, a seu lado, regressavam às casas. Andou assim, sempre a pensar nos enforcados, até que reconheceu o Largo da Palma pela aspereza das pedras e o macio da grama. Tudo o que queria, afinal, era o seu lugar no canto do pátio da igreja.
    E, ao aproximar-se, ao sentir o cheiro do incenso, pensou que naquele momento já cortavam as cabeças e as mãos dos enforcados. Colocadas em exposição, no Cruzeiro de São Francisco ou na Rua Direita do Palácio, até que ficassem os ossos. O Largo da Palma, porque sem povo e sem movimento, seria poupado. Ajoelhou-se, então, pondo as mãos na porta da igreja.
    E, única vez em toda a vida, agradeceu à Santa da Palma ter nascido cego.
    FILHO, Adonias. O Largo da Palma. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2005. p. 96-97.

    Inserindo-se o fragmento destacado na leitura global da novela “Os enforcados”, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão dbdc41c0-bb
  • DBD740A9-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Ao aproximar-se, Pedro Archanjo notou que Nilo Argolo punha os braços atrás das costas para impedir qualquer tentativa de aperto de mão. Um calor subiu-lhe ao rosto.

    Com o desplante de quem examinasse bicho ou coisa, atentamente o professor estudou a fisionomia e o porte do funcionário; no rosto infenso refletiu-se indisfarçável surpresa ao constatar o garbo e a limpeza nos trajes do mulato, o perfeito decoro. De certos mestiços, o catedrático pensava e, em determinados casos, até dizia: Este merecia ser branco, o que o desgraça é o sangue africano.

    — Foi você quem escreveu uma brochura intitulada A vida...

    —... popular da Bahia... — Archanjo superara a humilhação inicial, dispunha-se ao diálogo. — Deixei um exemplar para o senhor na secretaria.

    — Diga senhor professor — corrigiu, áspero, o lente ilustre. — Senhor professor, não senhor apenas, não se esqueça. Conquistei o título em concurso, tenho direito a ele e o exijo. Compreendeu?

    — Sim, senhor professor — a voz distante e álgida, o único desejo de Pedro Archanjo era ir-se embora.

    — Diga-me: as diversas anotações sobre costumes, festas tradicionais, cerimônias fetichistas, que você classifica de obrigações, são realmente exatas?

    — Sim, senhor professor.

    — Sobre cucumbis, por exemplo. São verídicas?

    — Sim, senhor professor.

    — Não foram inventadas por você?

    — Não, senhor professor.

    — Li sua brochura e, tendo em conta quem a escreveu — novamente o examinou com olhos fulvos e hostis —, não lhe nego certo mérito, limitado a algumas observações, bem entendido. Carece de qualquer seriedade científica e as conclusões sobre mestiçagem são necessidades delirantes e perigosas. Mas nem por isso deixa de ser repositório de fatos dignos de atenção. Vale leitura.

    AMADO, Jorge. Tenda dos Milagres. 47. ed. Rio de Janeiro: Record, 2007. p. 143-144.


    A leitura do fragmento de “Tenda dos Milagres”, devidamente contextualizado na obra, permite afirmar:

    Escolha uma alternativa para a questão dbd740a9-bb
  • DBD230EF-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Voltou-se para os curiosos ainda a fitá-la, era aquela gentinha do Tabuão, a ralé em cuja companhia Quincas se comprazia. Que faziam ali? Não compreendiam que Quincas Berro D’água terminara ao exalar o último suspiro? Que ele fora apenas uma invenção do diabo? Um sonho mau, um pesadelo? Novamente Joaquim Soares da Cunha voltaria e estaria um pouco entre os seus, no conforto de uma casa honesta, reintegrado em sua respeitabilidade. Chegara a hora do retorno e desta vez Quincas não poderia rir na cara da filha e do genro, mandá-los plantar batatas, dar-lhes um adeusinho irônico e sair assoviando. Estava estendido no catre, sem movimentos. Quincas Berro D’água acabara.

    Vanda levantou a cabeça, passeou um olhar vitorioso pelos presentes, ordenou com aquela voz de Otacília:

    — Desejam alguma coisa? Senão, podem ir saindo. Dirigiu-se depois ao santeiro:

    — O senhor podia fazer o favor de chamar um médico? Para o atestado de óbito.

    O santeiro aquiesceu com a cabeça, estava impressionado. Os outros retiravam-se devagar. Vanda ficou só com o cadáver. Quincas Berro D’água sorria e o dedo grande do pé direito parecia crescer no buraco da meia.

    AMADO, Jorge. A morte e a morte de Quincas Berro D’água. São Paulo: Companhia da Letras, 2008. p. 25.


    Contextualizado na obra, o fragmento em destaque permite afirmar que Vanda

    Escolha uma alternativa para a questão dbd230ef-bb
  • DBCE6FBB-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos
    Eis a fábrica. Entrei de novo, sem licença. Eu andava a esmo, pelo meio do salão de trabalho, tropeçando nos matos rasteiros. Eu só queria repor as peças em seus lugares, ligar as máquinas, aquecer o forno e despertar a chaminé. O menino de novo me observava, talvez curioso ante minha empreitada. Eu perscrutava-lhe uma pergunta que ele não alcançou formular. Eu, também funcionário, em certo depois, minha função era a última de todas. Enfim, eu agora a exercia. Ouvi que a fábrica apitava e me senti arrepiar inteiro. Estava findo esse turno de trabalho. Então eu fui saindo.
    — Esta fábrica está morta.
    O menino disse isso e retomou sua bicicleta. Deu uma última olhada, foi-se a guiar para longe, fazendo girar o tempo presente. Era já o cair da tarde; e dentro de mim o apito da fábrica chorava. Eu via de novo a fumaça formando nuvens e provava o cheiro morno dos biscoitos. Continuei caminhando, sem olhar para trás, os matos já não me incomodavam. Era hora, e eu ia saindo pelo mesmo portão aberto, por onde as minhas lágrimas passavam.
    FONSECA, Aleilton. O sabor das nuvens. O desterro dos mortos: contos. 3. ed. Itabuna: Via Litterarum, 2012. p. 51.

    No conto O sabor das nuvens, que faz parte da obra “O desterro dos mortos”, metaforiza-se a morte através da perda
    Escolha uma alternativa para a questão dbce6fbb-bb
  • DBC9AAAE-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos
    Mamãe, quando ela disse a seus pais que ia se casar comigo, eles se revoltaram:
    Todo baiano é negro.
    Todo baiano é pobre.
    Todo baiano é veado.
    Todo baiano acaba largando a mulher e os filhos para voltar para a Bahia.
    Mas nós nos casamos mesmo assim. Tivemos dois filhos (um dia ainda lhe mando um retrato de seus netos). Depois ela fugiu com Zé do Pistom e levou os meus filhos.
    Zé está me matando. Eles estão me matando. Devem ser uma dúzia de homens, fardados e armados. Aqui, no meio da rua. Na grande capital.
    Dinheiro, dinheiro, dinheiro.
    Cresce logo, menino, para você ir para São Paulo.
    Aqui vivi e morri um pouco todos os dias.
    No meio da fumaça, no meio do dinheiro.
    Não sei se fico ou se volto.
    Não sei se estou em São Paulo ou no Junco.
    — Levanta, corno.
    Eles me mandam dançar um xaxado. Não posso, não aguento, não suporto. Voltaram a me bater.
    O homem na janela deve ter saído da janela. Apagou a luz, desapareceu, foi dormir.
    São Paulo é uma cidade deserta.
    Outra pancada e esqueci de tudo.
    TORRES, Antônio. Essa Terra. 21. ed. Rio de Janeiro: Record, 2005. p. 62-63.

    Considerando-se a leitura global da obra “Essa Terra”, o fragmento em destaque evidencia
    Escolha uma alternativa para a questão dbc9aaae-bb
  • DBC59564-BB

    Português

    Coesão e coerência
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Coesão e coerência

    BLACH, Mateus. Patrimônio Cultural, parte II: a contemporaneidade. Disponível em:. Acesso em: 9 nov. 2014. 

    No que se refere aos aspectos linguísticos do texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão dbc59564-bb
  • DBC13564-BB

    Português

    Denotação e Conotação
    Universidade do Estado da Bahia · 2014DifícilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Denotação e Conotação

    BLACH, Mateus. Patrimônio Cultural, parte II: a contemporaneidade. Disponível em:. Acesso em: 9 nov. 2014. 

    É exemplo de linguagem conotativa o fragmento apresentado na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão dbc13564-bb
  • DBBD91D8-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Interpretação de Textos

    BLACH, Mateus. Patrimônio Cultural, parte II: a contemporaneidade. Disponível em:. Acesso em: 9 nov. 2014. 

    Entre as ideias desenvolvidas no último parágrafo do texto, ocorre o que está devidamente identificado em
    Escolha uma alternativa para a questão dbbd91d8-bb
  • DBB9E854-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014FácilEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Interpretação de Textos

    BLACH, Mateus. Patrimônio Cultural, parte II: a contemporaneidade. Disponível em:. Acesso em: 9 nov. 2014. 

    Sobre o texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão dbb9e854-bb
  • DBB53FC9-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Interpretação de Textos

    COUTINHO, Laerte. Tira. Disponível em: . Acesso em: 5 nov. 2014.


    A leitura dos quadrinhos permite inferir que

    Escolha uma alternativa para a questão dbb53fc9-bb
  • DBB0886E-BB

    Português

    Análise sintática
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Análise sintática

    Sobre os aspectos linguísticos do texto, é correto afirmar:
    Escolha uma alternativa para a questão dbb0886e-bb
  • DBAD0665-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Interpretação de Textos

    A análise dos elementos presentes no fragmento retirado do texto está correta na alternativa
    Escolha uma alternativa para a questão dbad0665-bb
  • DBA79D68-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Interpretação de Textos

    O fragmento do texto que explicita a contra-argumentação de um discurso já consolidado sobre as culturas de massa está presente em
    Escolha uma alternativa para a questão dba79d68-bb
  • DBA27795-BB

    Português

    Interpretação de Textos
    Universidade do Estado da Bahia · 2014MédioEntre para guardar nos favoritos

    Imagem da questão de Português, Universidade do Estado da Bahia 2014, Interpretação de Textos

    De acordo com as ideias desenvolvidas pela articulista, é correto afirmar que a cultura de massa
    Escolha uma alternativa para a questão dba27795-bb